Sorin tentou correr de volta, mas então o resquício de luz se foi e ela tropeçou em uma estalagmite, arranhando os braços, pernas e rosto. O desespero fez com que se levantasse de novo, correndo ansiosa, se machucando mais no caminho até o portão.

Suas mãos tocaram as grades de metal, estendeu os braços além delas, desejando voltar para o seu mundo, mas não havia nada.

Durante toda sua vida Sorin acreditara que mesmo o poder maldoso de uma criatura ainda era um dom portentoso, contudo, quando enfim mudou de ideia, uma voz ronronou em suas costas:

—Está perdida, querida?