Sorin se virou lentamente, enquanto seu cérebro tentava processar aquele momento e apontava duas coisas: a primeira era que querida provinha de um dialeto morto, e a segunda era que a criatura tinha uma voz macia. Estranhas as conclusões que se alcançam antes da morte.

—Luz não é uma coisa comum por aqui, o que quer dizer que esse espetáculo vai atrair atenção. —a criatura ponderou, se aproximando o bastante para que uma unha, ou garra, tocasse o queixo da princesa. —Então me conte, que tipo de coisinha é você, e como abriu o portão?

Sentiu-se vestida em andrajo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.