Te voy a ganar

18 Capítulo 18 - Briga de irmãos


Notas iniciais
Oi minha lindas, esse capítulo bônus é especial ele teve a colaboração da querida Lyvyty. Ela esta conquistando um lugar e tanto. Adorando nossas conversas.

Pilar: Atílio, mi vida. -ele vai e abraça ela com todo amor. – Eu sonhei, mas não era um sonho. Eu estava com Dakoda e quando dei por mim estava rodeada de lobos, um deles falava comigo, mas não falava é como se ele estivesse na minha mente. – ela falava tremendo abraçada a ele, não entendendo nada.

Atílio: Calma Pequena, está tudo bem, Dakoda era o lobo que falava com você, está tudo bem. Agora vem vamos tomar um banho e dormir.

Pilar: Não preciso ver Sofia. Ela está com quem? – ele a abraça fazendo ela ficar mais calma.

Atílio: Ela está bem, está dormindo, junto com Amparo, e adivinha quem foi que colocou ela para dormir, até história teve. – Pilar sorriu e o beijou. – Sim eu mesmo, ela ficou feliz, eu fiquei com ela até ela dormir, voltei agora pouco do quarto dela, Amparo está com ela. — ele a beija terno e suave.

Pilar foi para o quarto dela, a contragosto de Atílio, tomar seu banho e dormir novamente, Atílio desceu e ficou na varanda fumando, Dakoda estava por ali por perto e ficaram conversando por um tempo, depois foram dormir.

Na manhã seguinte tudo estava agitado, a primeira tropa de gados, quando tudo parecia bem, até que, Dakoda veio e falou algo para Atílio montou seu cavalo e foi a galope em direção cachoeira. Quando chegou viu a cena, engatilhou sua arma e deu três tiros para cima, assustando assim Guilhermine e Scott que estavam transando dentro da água.

Atílio: Porra Guilhermine não tem quarto não, para de agir feito uma....

Guilhermine: Falou o santo ogro.

Atílio: Uma mulher casada, mãe, se comportando como uma qualquer você não tem vergonha. – Atílio falava furioso pegando as roupas para a irmã que o veste, e a Scott sai logo após a mulher está nu deixando Atílio sem graça.

Atílio: Fala para o seu marido se vestir. — ele fica de costas para o casal e a irmã o provoca.

Guilhermine: Agora você sabe porque sou louca por ele. – fala sorrindo debochada.

Atílio: Você e uma depravada.

Guilhermine: E você um invejoso. — ele se vira para ela.

Atílio: Inveja do que sua exibida.

Guilhermine: Por que ao contrário de você eu não tenho vergonha de ser feliz e me garanto com o meu marido não fico controlando o que ele veste com quem ele fala com medo de uma qualquer vim e pegar ele porque eu me garanto. Fala ela se referindo ao fato dele não deixa Pilar, mas a vontade, para se vestir.

Atílio: Nem todas as mulheres são como você sua convencida.

Guilhermine: Com tanto homem no mundo porque a coitada da Pilar foi se interessar justamente por um homem das cavernas. — ela já estava mais que irritada com ele, que se enfurece.

Atílio: Olha a aqui sua... ele é interrompido pela mãe.

Monserrat: Já chegaaaaa parem com isso, parecem cão e gato, nem parece irmãos. – Para casa agora não quero que todos vejam os dois brigarem.

Quando entram em casa bufando, pois pelo que a mãe fez, parecia que tinham voltando a adolescência, Atílio dispara.

Atílio: E culpa da sua filha que se comporta feito uma cadela no cio, se esfregando com o garotão dela em tudo que é lugar.

Guilhermine: Cadela!! Você vai ver o que a cadela vai fazer na sua cara seu ogro. — ela avança no irmão, mas o marido a impede.

Monserrat: Eu já disse para, para, Atílio respeita sua irmã, e você Guilhermine a fazenda está cheio de homem não pode se expor assim, e perigoso.

Atílio: Do jeito que ela está no cio ia até gosta, de ser agarrada.

Guilhermine: Agora você está sendo grosseiro e estupido, seu ogro. — ela se solta dos braços de Scott e avança nos irmãos, e os dois cai.

Atílio: Sai de cima de mim. -fala ele tentando segura ela.

Guilhermine: Você vai ver o que a cadela aqui vai fazer com sua cara.

Atílio: au au au au.- ele latiu provocando a irmã.

Scott tira a mulher de cima do cunhado, e Monserrat belisca os filhos.

Atílio e Guilhermine: Ai mãeeeee. — os dois reclamam esfregando o local onde a mãe os beliscou.

Monserrat: Não me interessa se você já é um homem feito e você uma mulher casada são meus filhos, vocês não foram criados no meio da rua como dois moleques, e se não pararem de agir com duas crianças vou deve uma surra de cinto. — os irmãos olham assustados para a mãe. — Vocês entenderam. — eles responderam com a cabeça que sim.

Monserrat: Agora Atílio pede desculpa para sua irmã.

Atílio: O que!! Mas a errada e ela. — respondeu ele irritado.

Monserrat: Não interessa, peça desculpas agora. — ele fica bufando mas faz o que a mãe manda.

Atílio: Desculpa.

Monserrat: Agora você Guilhermine pede desculpa para o seu irmão.

Guilhermine: Mãe ele me chamou de cadela, não vou pedir desculpas.

Monserrat: Ele já pediu desculpa, agora. Faça o mesmo, Guilhermine. — ela cruza os braços faz bico, mas obedecer a mãe.

Guilhermine: Está bem me desculpa.

Monserrat: Muito bem parabéns agora dão um abraço.

Atílio e Guilhermine: Mãeee!! — ela nada diz apenas olha muito séria para eles que não tendo jeito se abraçam, e sussurram no ouvido um do outro.

Atílio: Pervertida.

Guilhermine: Jumento. — eles terminaram de se abraçar.

Monserrat: E assim que eu gosto de você unidos, agora vamos para o escritório, quero falar com vocês é muito sério, acho que chegou a hora de saberem de tudo.

No topo da escada Pilar que estava descendo vê toda a cena, e fica assustada com a reação de Atílio, e deu graças que Sofia não tinha acordado ainda, nem os meninos de Guilhermine, Scott que resolveu subir encontra Pilar na escada e dá um sorriso sem graça e segue seu caminho.

No escritório, Monserrat senta e aponta as cabeiras na frente da mesa para que os dois sentem, ela respira fundo e começa a falar o real motivo por de ter voltado para o pai dele, depois que ele a traiu com a noiva de Atílio, depois de toda a conversa Monserrat conclui.

Monserrat: E foi por isso que voltei com ele, não para ser sua mulher, e sim para cuidar dele nos últimos momentos de sua vida, já que o câncer o estava vencendo, não queria deixar ele morrer sozinho, embora ela tenha a cachorrada que fez, ele me deu duas joias preciosas que são vocês dois, quando ele morreu eu falei que a morte fora de um infarto, mas não ele morreu por conta do câncer.

Atílio: Mas mamãe, por que não falou antes ele morreu sabendo que eu o odiava, pelo que ele fez, comigo e com você. Mãe me perdoa por ser um ogro contigo por tanto tempo.

Gui: Mas mãe, como e por que não contou antes. Quando cheguei em Lyon que você me ligou ele já tinha falecido.

Monserrat: Vocês dois me julgaram demais, por isso nunca falei nada. E o que me gosta Guilhermine, você também não contou para o Atílio sobre a surra que deu em Carmem, quando eu te contei que ela tinha deixado seu pai.

Atílio: Como é?

Gui: Sim eu a surrei, e não vou mentir, adorei ter quebrado a cara dela, aquela vadia, interesseira ladra de irmão e pai. -Monserrat se levanta e vai até os filhos e fala.

Monserrat: Agora eu quero um abraço dos meus filhos que amo, e não quero mais brigas entre nós, entenderam. – eles as abraçam forte, Gui beija o irmão e ele retribui. – Agora que estávamos bem vamos todos a festa dos Haras sábado.

Gui y Atílio: Simmmmmmmmmmmmmmmm......... as gargalhadas são ouvidas por toda a casa.