Te voy a ganar
19 Capítulo 19 - Eu te amo
Monserrat: Agora eu quero um abraço dos meus filhos que amo, e não quero mais brigas entre nós, entenderam. – eles as abraçam forte, Gui beija o irmão e ele retribui. – Agora que estávamos bem vamos todos a festa dos Haras sábado.
Gui y Atílio: Simmmmmmmmmmmmmmmm......... as gargalhadas são ouvidas por toda a casa.
Um pouco mais tarde, Pilar estava com Sofia caminhando pela fazenda, as duas conversavam sobre a escola e mudanças que poderia surgir, Sofia icou animada, pois tinha gostado da fazenda.
Guilhermine foi para a cidade com os filhos e o marido, passariam a tarde fora. Monserrat ficou pendente das coisas da casa e do chalé que Atílio pediu par arrumarem assim a irmã poderia usar, o chalé não era muito usado, ele mandou fazer para quando sua ex, estivesse na fazenda, assim eles não atrapalhariam os pais.
Atílio chegou da lida da fazenda, com a chegada do inverno os pastos ficavam cheios de gados e além dos cavalos ele tinha que cuidar do gado, ele chamou o amigo e também fora seu professor na faculdade de veterinaria. Chegou em casa, tomou um banho e desceu, comeu algo e perguntou por todas, e foi informado que Pilar e a filha estavam passeando, Amparo estava com Monserrat no chalé.
Atílio caminhou para fora da casa e viiu Sofia correndo atras de borboletas, e sorria linda, adorava o campo, olhou para a varanda e a viu deitada na espreguiçadeira comos olhos fechados, caminhou até ela e a beijou na testa.
Atílio: Vamos, preguiçosa. — Atílio falou sorrindo, mas seus olhos estavam fogo a desejava. — Vamos cavalgar, nós três, hum, vamos ver o por do sol da colina?
Pilar: Humm, quero ver o por do sol, mas que que me beije. – quando ele ia fazer, Sofia se aproximou e sorriu.
Sofia: Hummm, tio o moço trouxe os cavalos. Vamos? – ele foram cada um pegou um cavalo.
Pilar esperou que ele a ajudasse a montar e novamente sentiu o calor de seu corpo. Atílio resmungou tinha que beijar Pilar, estava morrendo por beijar ela, quando Sofia virou o cavalo. Só por um segundo. Com desejo e sem resistência apreendidos a boca e os lábios entreabertos. Mas ele se afastou imediatamente.
Atílio: Deus meu, Eu tremo como um menino! -sorria também hesitante. — Breve teremos que fazer algo sobre isso, eu não estou mais aguentando ficar assim tão perto e te sentir sem ter você nos meus braços sem te amar e te fazer minha Pequena.
Pilar: Não tenho certeza ... ela corou — Sofia me perguntou se estávamos namorando.
Atílio:Eu não vou pressioná-la, mas falarei com ela em casa. Ficou quieto quando Sofia estava ao seu lado. — Você é uma menina inteligente, sabe como guiar um cavalo, igual sua mãe quando jovem, você olha como um cowgirl.
Sofia: É de verdade? -ela perguntou animada.
Atílio: Sem dúvida — ele garantiu. — Eu vou te mostrar um mar de flores silvestres. Na primavera, os prados ficam lindos, agora está chegando o inverno então tem poucas flores, você vai passear por eles e ver varias borboletas.
Logo eles veem diante de si um campo colorido que parecia pintado, Atílio aponta para ela, que corre no meio das flores e muitas borboletas fazem seus voo majestoso, fazendo a menina gritar de felicidade. Depois que Sofia se divertiu correndo atrás das borboletas, sentou junto com Pilar e Atílio debaixo de uma grande arvore.
Atílio: Tudo isso era uma pradaria virgem. Estava cheio de animais selvagens. Pena que tivemos que mudar isso no processo de progresso.
Sofia: Eu goste de animais, mas ele não voltaram?
Atílio: Não, não voltaram princesa.
Pilar: Você é um conservador. Eu gosto de cidades de recomeçar.
Atílio: Você! — sorriu direita.- Eu sou um menino do campo, eu gosto de grandes espaços.
Pilar: Nasceu na época errada meu querido.
Atílio: Eu odeio fazer isso, mas eu levá-las para casa para ir trabalhar. Sofia, esta tarde, vamos ver os filhotes. Está tudo bem?
Os três foram ver os outros animais, que tinham nascido a poucos dias, Sofia ficou maravilhada com tudo, estava mais que adaptada com a vida da fazenda.
Atílio: Princesa, o haras, você gosta daqui?- ele perguntou gentilmente para ela. Sofia: É lindo, e muito grande. Eu gostaria muito de viver aqui.- falou com um brilho no olhar de verdade.
Pilar olho para ele sobre a cabeça da folha, mas ela olhou para baixo. Ela não sabia se poderia dar-lhe o que exigiria sendo esposa dele. Ela sabia que ele perguntava para a filha como uma forma de autorização para casar-se com ele. Ela mentalmente pediu-lhe para não o fizesse ali. Ele parecia entender os sentimentos de Pilar, porque ela não falou sobre o assunto.
A partir desse dia, o tempo voou. Atílio sempre encontrou tempo para se dedicar a Sofia e sua mãe. Guilhermine e a família foram visitar outros lugares, pois logo teriam que voltar para Chicago. Ele comprou um cachorro para Sofia e convenceu-a de que eles devem esperar para desmamar antes de levá-lo para o rancho.
Seus dias eram de muito trabalho e ocupados, mas para sua menina consentia com todos os tipos de aventuras. Um dia ele encontrou um ninho para ela ver. Outro dia trouxe os dois no caminhão para uma lagoa localizada no meio de uma estrada secundária.
Ele preparou muitas surpresas para a menina. E Sofia, como qualquer criança, o correspondeu com o melhor afeto que uma criança pode dar, o amor verdadeiro. Conforme o tempo passava, ele foi tranquilizando Pilar que começou a confiar Atílio.
Pilar, cujos sentimentos por ele só crescia, era difícil de se adaptar à mudança repentina de atitude Atílio com ela e com a filha. Sofia chamou a atenção dele. Ele não havia chegado a ela, uma vez que tinha montado juntos.No entanto, ele foi gentil e olhou com carinho.
Tudo estava indo bem até que ele recebeu um telefonema um dia Monserrat e Atílio não estavam em casa. Foi o advogado Pilar e queria informá-lo que Eduardo tinha iniciado o processo para a guarda da criança. Como se temia, ele havia declarado que Atílio era sua amante e que, portanto, considerou que não era uma mãe capaz de educar sua filha também. Pilar sentiu o coração partido.
Ela não mencionou o assunto ninguém, mas Atílio sentiu que algo estava errado. Com olhos escuros e pensativos, naquela tarde eles foram para buscar com Sofia o cachorro.
Atílio: Pilar, o que está acontecendo? Sei que tem algo que te preocupa, está distante, quando chego não esta mais me esperando, ou já está dormindo.
Pilar: A audiência de guarda foi marcada, e da pior maneira, Eduardo me acusa de ter amantes e não dar um lar estável para minha filha. -falou com o coração partido. Ela virou-se no banco da caminhonete para observar a alegria da filha .-Não sei como lhe dizer isso para ela.
Atílio: Permita-me contar sim. Calma, senhorita Pilar. Nada de ruim vai acontecer com vocês. -começou a assobiar como se não houvesse nenhum problema. Mas Pilar já que sabia que ele estava tramando algo. Sofia levou o cachorro para casa, ele repetiu quase cômico para não ter medo. Ela mostrou o cãozinho
para todos o pessoal da casa e ficou encantado quando Monserrat chegou perto Pilar fez um gesto com os ombros, como se pedisse desculpas e as duas sorriam. Pilar pensou nas mudanças, sua filha e Atílio foram surpreendentes. Quando chegou a hora de ir para a cama, Sofia aproximou Atílio e olhou com adoração.
Atílio: Sofia, o que você acharia se eu me casasse com sua mãe. — ele falou tão melancolicamente e sentiu que seu rosto se suavizou. Ele hesitou quando olhou com curiosidade para a menina. Ele olhou para Pilar e pareceu tomar uma decisão. Ele se ajoelhou para olhar nos olhos de Sofia. Ela sorriu e olhou para mãe.
Atílio: Princesa, nem sempre estarei de bom humor . – ele disse como se estivesse falando com um adulto.- Eu tenho mau caráter e eu não posso sempre me controlar. Às vezes eu fico impaciente com as pessoas e quero ficar sozinho. Talvez ferir seus sentimentos sem perceber mas eu gosto muito de você como uma filha, poderia me deixar seu seu Pai, e ser o marido de sua mãe?
Sofia: Mas eu gosto de você, mas você está com raiva agora? Por que quero te falar uma coisa!
Atílio: Não princesa, agora estou feliz. – ele sorriu para ela. -Eu também, eu gosto de você. Você quer ficar aqui?
Sofia: Mas férias?
Atílio: Não, nas férias, para sempre. Sofia: Serias meu pai? -ela perguntou, olhando para ele. Pilar prendeu a respiração.
Atílio: Sim, se você quiser, serei seu pai. Sofia mordeu o lábio inferior porque parecia com medo, mas essa sensação desapareceu e Pilar notado.
Sofia: Meu pai tem sido muito bom, não tem sido pai.. Eu estou com medo, mas eu sei que você nunca vai me fazer mal.
Atílio: Deus! Não, eu nunca faria mal a você, querida.
Sofia: Papai eu te amo! -ela derramou lágrimas. Atílio estendeu o braço livre para abraçar sua princesa e ficou mais forte para combater Eduardo por suas meninas. Ele a abraçou, mas parou, mas não por muito tempo. – Mãe podemos ficar?
Sofia: Podemos ficar com o meu novo papai? ela perguntou para sua mãe, que também tinha os olhos molhados.
Pilar: Claro meu amor.- respondeu feliz.
Atílio-. Claro. Eu vou cuidar de de você Sofia. Eu também cuidar de sua mãe. Ninguém vai machucá-las. Sofia: Eu também cuidarei de você. — ela o beijou na bochecha e sorriu, depois se aconchegou na cama e dormiu feliz .
Pilar olhava tudo da porta, tinhas os olhos molhados. Ele pegou na mão de Pilar a levou para a varanda de cima da casa, entrelaçou os braços na cintura dela e falou.
Atílio: Assim,eu sempre quis filhos, e ninguém me deu, e ter uma filha e de repente um dia. Uma linda princesa me pergunta se pode te chamar de pai?Feliz é pouco.- ela sorriu e o beijou.
Pilar: Está faltando algo se vamos nos casar. – ela o olhou feliz.
Atílio: Verdade, mas vamos arrumar isso. – ele se ajoelhou, pegou uma caixinha do bolso, abriu e falou verdadeiro. – Pilar Carbajal, eu te amo, amo mais que eu poderia imaginar, você quer se casar comigo?
Pilar: Atílio Montenegro, eu te amo, e sim eu aceito. – ele colocou o anel no dedo dela e a beijou apaixonadamente.
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