Tanny New Music
2 Curiosidade
Notas iniciais
Tanny percebe que o sol está nascendo. Coisa estranha para ela, já que nunca viu isso acontecer.
– Acho que aqui não é tão ruim assim. – A menina diz sorrindo.
Ela se levanta indo se preparar para descer. Hoje vai visitar alguns amigos de seu tio. Mas antes de descer pega seu diário e o olha fixamente pensando...
“Acho que está na hora de inovar esse caderno, em vez de escrever que tal filma”. “Um mundo de tecnologias e eu aqui escrevendo.”
Tanny guarda o diário e pega uma câmera simples na gaveta ao lado. Descendo correndo a escadas ate seu tio que está tomando seu café da manhã tranquilamente.
– Veja só quem acordo. Está tão feliz só por que vai conhecer meus amigos músicos? Ou é por causa da história da casa mal assombrada? – O tio pergunta sorrindo, já sabendo o real motivo pelo qual a menina está feliz.
– Digamos que os dois. – Tanny diz sarcasticamente a seu tio.
– Veja lá o que vocês vão aprontar. – Nora diz preocupada.
Ambos apenas riem e tomam o café da manhã. Tanny come tão depressa que engasga com um pedaço de pão quente, sendo necessário tomar vários goles de leite, para que o pão desça.
– Pelo visto sua curiosidade é gigantesca? – A tia pergunta assustada.
– Não posso evitar em querer conhecer a casa... – Tanny diz de boca cheia, interrompendo a frase para poder engolir o resto de seu pão. – A casa mal assombrada. – A menina termina, levando as mãos ate a boca e soltando um pequeno arroto.
– Vamos logo! Senão daqui a pouco você te um enfarte. – O tio diz levantando da cadeira e olhando seriamente para Tanny.
– Achei que nunca ia dizer vamos. – Diz a menina levantando rapidamente da mesa e correndo para a porta.
Ambos saem entrando em um carro branco de quatro portas, espaçoso por dentro e bem silencioso.
Depois de algumas duas horas finalmente chegam à casa dos músicos. Três rapazes de mais ou menos 18 a 27 anos. Sólon Walton alto cabelos pretos e repicados, olhos castanhos e pele morena, usa uma roupa despojada leve e toca flauta. Ergo Walton alto alguns centímetros mais baixo do que seu irmão Sólon, olhos castanhos e pele morena um pouco mais clara, cabelos castanho-claro, ele usa uma roupa elegante um terno branco e toca piano e violino. Alfeu Selton o mais jovem, pele parda e olhos verdes, os cabelos castanhos... É o rapaz que Tanny conheceu na aula de musica, ele é primo de ambos os irmãos.
Tanny entra na casa dos músicos supressa com a coincidência de reencontra Alfeu. Ela cumprimente a todos junto com seu tio que, bajula sua sóbria dizendo como é talentosa mais que tem um grande defeito, citando que está muito curiosa sobre a casa mal assombrada que está localizada depois do rio nos fundos da mansão. Alfeu sorrir deixando Tanny envergonhada.
– Você quer conhecer a casa mal assombrada? – Alfeu pergunta para a menina.
– Quero muito. – Tanny responde timidamente quase sua voz não sai.
Sólon o mais velho olha para Alfeu seriamente.
– Veja se o tio dela autoriza você leva-la para a casa mal assombrada. – Diz Sólon reprovando a atitude do primo.
Martins olha para a menina, percebendo que ela quer muito conhecer a casa.
– Pode ir Tanny, mas tome cuidado! – O tio ordena. – E você rapaz cuide muito bem dela! – Martins termina olhando para Alfeu.
– Sim senhor, ela está em boas mãos. – O rapaz responde levantando do sofá.- Vamos? – ele pergunta para Tanny que levanta o acompanhando.
Enquanto os três continuando conversando sobre musica e como algumas pessoas não sabem apreciar isso, Tanny caminha, pelo jardim da mansão dando de cara com um esquilo se assustando. Ela nunca viu um animal assim ao vivo, apenas pela TV quando descia para almoça.
– Desculpe por isso. É o Nolo meu esquilo de estimação. Deixo-o aqui para tomar um ar, como é medroso não tem perigo de fugir para a mata. – diz Alfeu um pouco incomodado, pelo fato de que seu bichinho não é tão corajoso.
– Assim, ele é fofinho. – Tanny diz tentando não sair correndo dali, de novo sua curiosidade e maior.
Alfeu espanta o bichinho. Ambos caminham ate o jardim acabar. No final do jardim encontra-se uma trilha funda e estreita que leva ate a mata onde passa um rio largo e bem fundo.
No caminho Alfeu conta um pouco sobre a lenda da casa mal assombrada.
–Dizem que essa casa é mal assombrada, pois antes de nós mudarmos para cá, os donos ouviam barulhos estranhos e quando a noite caia dava para ver luzes vindas da quí. Não acredito nisso... Tem vários tipos de lendas que as pessoas dizem sobre esse lugar. O que me chamo à atenção foi um onde relata que aqui há muito tempo atrás na época medieval existia uma cidade de magos e onde é hoje aquela casa mal assombrada existia um portal para o castelo dos Elfos, um meio de viajar rapidamente caso alguma guerra esteja próxima ou até mesmo para se refugiarem. Os Elfos eram conhecidos como verdadeiros guerreiros e sua medicina eram maravilhosos, dizem que o rei possuía poderes e seus filhos possuíam poderes. Ambos Magos e Elfos mentiam o equilíbrio da magia negra e boa de norte a sul. Assim existiam outras tribos de Elfos... As pessoas inventam cada coisa. – Alfeu afirma dando uma longa gargalhada.
– Nossa essa é uma bela historia. – Tanny responde acompanhando Alfeu em sua risada.
Ambos chegam ao seu destino final. A casa esta velha, o portão de ferro enferrujado e cheio de ramos por todo o muro e por toda a casa. Tanny olha para casa e sente um calafrio passar por seu corpo. Ela olha para as paredes desgastadas com um olhar tenso e medroso. A casa grande, uma mansão pequena, com o piso de madeira ruído por cupis.
– Essa casa parece que era bonita antes de ser abandonada. – Tanny afirma.
– Sim ela era bonita, dizem que foi construída para que o portal nunca fosse encontrado depois que houve uma guerra em que os Elfos deram sua vida para proteger o mundo prendendo um maléfico Mago utilizando uma musica antiga. – O rapaz afirma.
– Quando que aconteceu essa guerra? Essa casa não me parece tão antiga assim. – Tanny pergunta olhando para Alfeu.
– Não sei direito mais dizem que quem morava aqui foi reformando em anos e anos a casa, mudando de dono ate casa ficar assim. — Alfeu explica não muito certo do que diz.
Tanny o olha curiosa, perguntando como pode saber tanto sobre essa casa.
– Eu disse, essa lenda me chamo a atenção. – Ele afirma revelando ser também mais um curioso. – Vamos entra preciso lhe mostra algo. – Alfeu pega no braço de Tanny levando-a para a porta da casa.
Na porta tem um símbolo antigo, Alfeu afirma ter investigado sobre tal símbolo e descobriu que significa um Sentinela dos Elfos que, luta com flechas e é muito habilidoso.
– Isso é curioso, talvez uma prova que Elfos existam. – Tanny responde animadamente. – Mas isso pode ter sido feito por qualquer pessoa. – Termina fazendo uma careta.
– De fato, você ter razão. Eu gostaria de saber mais. – Alfeu responde obstinado.
– Então porque não entramos para ver o que tem ai dentro? – Tanny pergunta.
– Não dar, está trancado e já tentei de tudo para entrar. Ate explodi dinamites na porta e nada nem seque um arranhão. – Alfeu responde desanimado.
– Tudo mesmo? Talvez você precise de uma mente feminina para isso. – Tanny afirma ironicamente.
– Isso seria divertido, mas, precisamos ir temos aula hoje lembra? – Alfeu responde.
Ambos voltam para casa, para poder ir para a aula de tarde e de noite aula de musica.
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