Tanny New Music
3 A canção
Notas iniciais
Algumas horas mais tarde...
–Tanny? – Alfeu grita correndo na direção da menina que está quase entrando na escola.
Ela olha para trás, feliz, mas preocupada com a namorada de Alfeu. Tudo que não quer é arrumar inimigos outra vez.
– Tanny. – Alfeu diz aponhando à mão no ombro da menina. Respirando ofegante e suando.
– Oque foi? Descobriu algo interessante? Pois estamos atrasados para a aula de historia. – A menina pergunta lentamente.
– Sim descobri. Depois lhe conto na saída, hoje não tem aula de musica, você podia ir à minha casa.
– Por que não terá aula? E meu tio nunca me deixaria ir a sua casa a noite. — Tanny afirma.
– Deixaria sim, pois não vai ter aula, pois ele vai está na festa cultural da musica na minha casa. É tradição todo ano tem, você deu sorte de chega a tempo.
A menina sorrir e ambos entram na E.E. Antônio Dutra Melloni. Foi bom que Annily não foi à aula, mas mesmo assim Tanny e Alfeu mau se falaram durante a aula. Ela ficou com sua nova amiga Kary e Alfeu com seus amigos John Silva e Arthur Péricles para não chamar muito a atenção, sugestão de Tanny.
Depois da aula...
Antes ambos irem para suas casas antes, Alfeu pergunta para a Tanny se irar a festa na sua casa. Ela argumenta que não sabe se o tio a deixara ir, mas diz que irar tenta convence-lo.
A menina chega e casa angustiada e com o coração acelerado, pois veio correndo. Entra na casa rapidamente e dá de cara com seu tio conversando animado com Sólon.
– Olá querida. – Sólon cumprimenta a menina. – Você irar a festa da musica hoje? – Ele pergunta
A menina olha para seu tio e responde que não sabe. Vai depender de Martins.
– Não sei se é hora dela ir a essa festa. – Martins argumenta.
Sólon olha para ele e diz que para musica não existe idade.
– Deixa-a ir, você não irar priva-la de escutar belíssimas canções e escuta as historias da origem da musica. – Sólon argumenta.
Depois de resistir um pouco o tio acaba deixando. A menina sobe feliz a escada, indo direto ao quarto procurar algo para vestir.
Ela revirar as roupas e não encontra nada adequado para a ocasião. Senta na cama e fica olhando para o guarda roupa com roupas por todo canto. Depois de alguns minutos sua Tia bate na porta.
– Entre — a menina permite. – Tia, não tenho nada para vestir, nunca fui a uma festa. – Tanny triste argumenta.
Nora senta ao lado da sobrinha passando as mãos nos cabelos dela. Tanny recua um pouco, pois não conhece esse tipo de gesto. Nunca recebeu carinho de seus pais.
A tia diz ter algo no sótão que servirá na menina. Um vestido preto redondo com um forro branco na parte de dentro e detalhes vermelhos na barra. Como é noite Tanny coloca uma jaqueta também preta com dois bolsos de zipes e a barra da manga um tecido amarelo, ela coloca um tênis preto, com o solado vermelho e o forro de dentro também. Na boca do tênis uma fita amarela separada ao chegar onde seria o local que amarra o cadarço, pequenas pedras amarelas na fita, uma grande no meio do tênis e uma meia branca grossa indo perto do joelho. Seus cabelos soltos e ondulados, com pouca maquiagem e está pronta para a festa.
Depois de 2 horas...
–Vamos tio! – Tanny fala angustiada.
– Vamos, se acalme.
– Você não vai tia?
– Não, isso de musica não é muito a minha paria, mas vão vocês e se divirtam. – Nora diz sorridente.
Ambos saem Martins usando uma camiseta social aberta ate próximo de seus mamilos e no final das mangas desabotoadas, uma calça jeans azul e um tênis marrom. Seus cabelos secos balançavam, parecia mais um garoto de 18 anos.
A viagem um pouco longa, dando para ambos conversarem.
– Então Tan, você gosta do Alfeu? – Martins pergunta sorrateiramente.
A menina fica sem jeito, um pouco envergonhada, mas responde dizendo que não quer saber de namorar por enquanto e que não gosta de Alfeu, dizendo ser apenas amiga dele. Alegando que ele já tem namorada.
O tio a olha fixamente, não dizendo mais nada toda a viagem. Ao chegarem Tanny dá de cara com Alfeu empolgado pega do braço da menina deixando o tio de boca aberta. Martins grita para os dois.
– Aonde vão?
– Não se preocupe vou cuidar dela. – Alfeu responde correndo e quase arrastando Tanny com ele.
– Esses jovens.- Diz Solon sorrindo.- Então vamos entra, quero lhe ver tocando novamente depois do ano passado... Ufa essa tem que ficar para historia. – Ele fala dando duas tapinhas nas costas de Martins.
– Não me lembre do ano passado foi um desastre... Quando começamos a tocar... De repente todos saíram correndo. – Martins diz tristemente. — Você ainda esta pensando em destrói a casa velha?
– Há, é uma casa bonita deixa a em paz, prometo que esse ano não haverá luz vinda de lá. O caso do ano passado foi um senhor que acendeu um farol naquela direção, ele veio se desculpa no dia seguinte. – Sólon afirma.
– Espero.
Ambos entram na casa cheia de convidados, com estilos diferentes mais com o mesmo gosto a musica.
Alfeu leva a menina para casa velha . Quando chega ele para e respira um pouco.
– Então, o que descobriu?- Tanny pergunta ansiosa.
– Você não vai acreditar é incrível. Depois que você saiu eu voltei aqui para tirar unas fotos, mas em vez de pegar a câmera comum eu peguei a câmara do meu primo Ergo.
– E o que tem isso?
– Calma deixe-me terminar. Continuando... A câmera de meu primo é ultravioleta, veja oque aconteceu quando tirei uma foto da casa.
Alfeu mostra a foto que tirou da casa. Na foto a porta da casa tem algumas letras e língua não conhecida. Ele dá zoom na porta. Tanny fica assustada e ameaça correr, mais sua curiosidade é muito grande.
– Só tirei essa. Sai correndo, pois meu tio me chamou. – Alfeu diz sem jeito.
Na verdade ele saiu correndo, pois se assusto ao ver as letras na porta. Um vexame saiu correndo gritando, deixando seu primo Sólon preocupado. Ele não disse nada sobre a foto para o tio, apenas mentiu dizendo que se assusto ao pisar em uma cobra morta no jardim. O tio quis ver a cobra, mas o rapaz disse ter jogado-a fora.
– Então oque vamos fazer?
– Eu tentei encontra esse idioma, mas só vi algo parecido com isso nas mitologias Élficas. Isso é incrível já penso se tem um portal nessa casa?
Tanny assustada e tremendo o olha quase chorando. Ela não quer saber se isso é real mais, ela só quer sair dali. Mais suas curiosidade pressiona seu medo contra parede forçando á ficar.
– Se isso for verdade, vamos chegar mais perto da porta.
Ambos entram no quintal da casa se aproximando da porta. Enquanto estão tocando nas brechas que á nela, Martins começa a tocar uma musica que encontrou as notas em seu sótão há dois anos, a mesma que começou a tocar o ano passado e todos saíram correndo.
O toque é lento mais da para ouvir da casa velha. Tanny e Alfeu olham maravilhados para a mansão com o som tão leve e simples.
– Nossa quem está tocando. – Tanny pergunta.
– É seu tio, ele começou a tocar essa mesma canção o ano passado mais parou quando todos começaram a correr.
– E porque começaram a correr? – a menina pergunta curiosa.
– Por causa de uma luz tão forte que deixo todos zonzos na mansão. Dize que veio dessa casa mais...
Alfeu é interrompido quando olha para trás e vê que as letras na porta que não eram visíveis agora estão visíveis. Elas começam a brilhar então a porta se abrir e uma luz tão forte quando o sol puxa ambos para dentro da casa, antes mesmo que poção gritar. A porta se fecha com Tanny e Alfeu dentro.
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