Sympathy For The Devil 2
7 Como conquistar sua melhor amiga
Notas iniciais
Amo ela. Mesmo.
Então pensei de postar segunda, mas talvez hoje eu vá para SALTO GRANDE e estou pensando seriamente de me jogar em algum daqueles rios, então já vim postar hoje :)
Como TODO mundo pediu 1 POV Draffy, já estou montando 1. Acho que todos vão gostar, e envolve uma parte crucial da história. É.
Que ponto crucial, Lolis?
Surpresa :) MUAHAHAHAHHAHAHAHAA
Certo, depois desse spoiler totalmente maligno, vamos ao capitulo!
Enjoy it!
Certo, eu acho que deveria ter matado Cherrie quando tive a chance. Sabe, faze-la tropeçar acidentalmente na escada, ou deixar uma cadeira acerta-la sem querer.
Agora, ela fica me olhando estranhamente, com um sorrisinho debochado e perverso.
Estávamos reunidos em volta do sofá, esperando mais alguma reação de Damian. Aparentemente ele balbuciou algo sobre pudins ou manjares franceses. Mas tia Glister tem certeza absoluta que ele estava pedindo por mais cigarros.
Se for isso mesmo, podemos considerar um avanço no caso dele.
James ao meu lado, parecia levemente entediado. Dei um cutucão nas costelas dele.
- Ai! – ele reclamou sonoramente recebendo um ‘Cale a boca’ da minha mãe.
- Preciso falar com você – sussurrei.
- Tá, e daí?
Delicadeza não é uma qualidade própria do meu irmão.
- É sério, James!
- Quieta! – tia Glister disse irritada. Bufei e puxei meu irmão até o corredor.
- O que foi, Mitchigan?
- Você transou com a Claire, não transou? – acusei.
Ele arregalou os olhos.
- Anda me espionando?
- Não seu imbecil. Cherrie me contou.
- Fofoqueira... – ele resmungou.
Revirei os olhos.
- Não foi fofoca. Foi repassagem de informações.
- Informações que não deveriam ser repassadas! – ele rebateu – Se o tio Duff descobre que eu traçei a menininha dele, eu sou um cara morto!
- Se você sabia dos riscos, por que ainda fez isso?
- Por que ela é gostosa! Duh!
- Você é inacreditável! – falei escandalizada.
Ele deu os ombros.
- Era só isso? – falou carrancudo.
- Era – grunhi – Ainda não acredito que você saiu do mesmo lugar que eu.
- Do inferno? – ele zombou. Mostrei o dedo do meio para ele.
- Vou fingir que não ouvi isso – retruquei voltando para a sala.
Fui puxada de volta.
- Você já me interrogou, agora é minha vez!
- Sua vez de quê, criatura?
- Te interrogar, idiota.
- O que quer saber?
- Queria saber como, o senhor francês aparece na rua de casa, é atropelado na nossa calçada e tudo isso em tão pouco espaço de tempo. É muita coincidência, não acha?
- E o que eu tenho haver com isso?
Ele cerrou os olhos.
- Você se fingir de desentendida só funciona com o papai. Não comigo. Desembucha Mitchigan.
- Não te devo satisfações, Jimmy.
Ele ficou vermelho com o apelido.
- Eu sou seu irmão, e não quero você de conversa com o Damian.
Para tudo. Era isso mesmo? James estava com ciúmes de mim? Isso sim, era novo.
- Está com ciúmes? – sorri malignamente.
Ele percebeu minha expressão de vou te encher com isso para todo o sempre e logo desconversou.
- Não é ciúmes!
- É sim.
- Não é.
- É sim, James, admita que você quer proteger sua irmãzinha mais nova e indefesa do lobo mau.
- Ele tem uma cara de maníaco sexual – ele cruzou os braços irritado.
- Frank é um maníaco sexual e você nunca o manteve longe de mim, por mais que eu pedisse!
- Frank é diferente. Frank sabe que se encostar em você, leva uma surra tripla. De mim, do Zick e da Cherrie.
- Cherrie e Zick transaram – falei na lata, me vingando mentalmente de Cherrie.
- O QUÊ?!
Sorri satisfeita.
- Ela mesma me contou. E ainda disse que a camisinha rasgou, por que... Bem, você entendeu.
Eu sempre tive um dom natural para provocar discussões, brigas e fim de relacionamentos. Sempre.
James piscou perturbado.
- Mas claro que você não se importa. Afinal, você está com a Claire... – comentei.
- Ela e o Zick? O ZICK?
- Não, Barney, o dinossauro – rolei os olhos impaciente – Sim, foi o Zick.
James parecia que ia explodir. Cerrou os punhos, fechou os olhos e parecia contar de dez para baixo.
- Hey... James... Oi? – chamei.
- Seis...Cinco...Quatro...
- James, seu estúpido! Contar não vai ajudar em nada!
- Três... Dois... Um...
- James!
Ele respirou fundo.
- Assim você não vai resolver nada!
Ele abriu os olhos lentamente e me encarou.
- Tem razão.
- Claro que eu tenho.
- Eu devia tomar uma atitude decente e eficiente.
- Óbvio.
- Onde você acha que a mamãe guarda o faqueiro dela?
- JAMES!
- Você quem disse que eu deveria tomar uma atitude!
- Mas ela não envolve a morte do Zick! Entre ele e o Frank, ele é o menos chato!
- Ah, isso é – ele pensou por um segundo – Já sei.
- Oh Deus... Você vai matar a Cherrie?
- Não. Eu tenho respeito pela minha vida. Provavelmente ela me acertaria com uma voadora ou com algo pior.
- É bom ver sua inteligência aflorando, James.
- Obrigado, Mitch.
- E então, qual é seu plano brilhante?
- Vou conquistar a Cherrie.
Acho que meu ataque de risos não melhorou muito o humor dele.
- Por que está rindo? – perguntou carrancudo.
Eu segurava minha barriga.
- Você é muito burro! Você não precisa conquistar a Cherrie, sua ameba!
- Como não? Ela não é como a Claire que assim que eu a beijei já abriu as pernas!
Bem, nisso ele estava certo. Cherrie o torturaria muito psicologicamente antes de qualquer coisa.
- Mesmo assim. Ela sempre gostou de você.
- A Claire?
- Não. A Cherrie, imbecil.
- Ah, certo. Prossiga.
- Como assim prosseguir, James? Ela sempre gostou de você, por isso vai ser idiotice tentar conquistar ela agora!
James parecia confuso.
- Ahm...?
Suspirei. No que eu havia me metido? Eu não conseguia controlar nem os tarados que davam em cima de mim, eu conseguiria controlar o pervertido do meu irmão?
- Agora ela é madura. E mais má. Ela vai se aproveitar de você.
- Aproveitar? – ele sorriu malicioso.
- James, eu vou te dar uma surra se você pensar mais alguma sacanagem! E eu não estou brincando!
- Calma aí, garota! Relaxa!
Bufei.
- Voltando. Ela vai te torturar até te ter na palma da mão dela.
- E... Isso não é bom, é?
- Claro que não é bom.
- Eu imaginava.
Revirei os olhos.
As vezes conversar com meu irmão, era mais surreal que conversar com tia Glister, por exemplo. Ou com o tio Steven.
- Mas o que eu faço então?
- Conquista ela.
- Mas você mesma me disse que não era para mim conquistar ela!
- Eu não disse isso. Só te avisei das conseqüências. Você quer ou não superar o Zick?
- Quero! – ele parecia decidido.
- Então eu sugiro que comece a investir na Cherrie.
- Mas... Como?
- Pergunta isso para mim? Se vira, James! Você já conquistou pelo menos umas quinhentas garotas na vida inteira.
- Sim, mas eram todas fáceis. Preciso de ajuda num caso como a Cherrie.
Arqueei minhas sobrancelhas.
- Ajuda?
- O que você quer para me ajudar?
Sorri cruelmente.
- Quero ir naquela festa da fraternidade da faculdade com você.
- O que? Não! De jeito nenhum!
- Esquece a ajuda então. Sem festa. Sem ajuda.
Ele abriu a boca para falar e calou-se em seguida.
- Ok. Eu te levo. Mas você não pode contar isso para a mamãe.
- Por que eu contaria?
- Não sei. Você deve ter seus motivos.
- Não. Eu prometo que não vou contar.
- Temos um acordo? – ele estendeu a mão para mim.
- Com certeza – apertei a mão dele.
- Muito bem. Agora, você pode me dizer como...
- Tudo ao seu tempo, James. Quero ter certeza que vou na festa antes de começar o plano.
- Mas eu jurei!
- Não é o suficiente. Até lá, eu penso em alguma coisa. Ela vai também, não vai?
- Vai toda a banda. Frank cismou que sabe cantar e me enfiou como guitarrista daquilo – ele bufou. James odiava a idéia de ter uma banda com os amigos dele. Ele nunca gostou de viver a sombra do meu pai. O filho do guitarrista, que tem que seguir os passos do pai.
- E a Cherrie topou tocar bateria? – me surpreendi. Também não era do feitio de Cherrie tocar.
- Topou – ele deu os ombros. – Zick a convenceu.
Essa ultima parte ele disse transbordando veneno e ciúmes
- Ah, que divertido – falei sarcástica – O baixista cai fora?
- O Trent não agüentou o ego do Frank e se mandou para o Texas com o irmão.
- Puxa...
- Eu pensei de chamar o Damian, já que ele comentou que tocava Cello no internato da França.
Cello? Cello?
- Cello?
- É. Que toca Cello, é obrigado a saber tocar baixo. Caramba, Mitchigan, você não sabia?
- Claro que eu sei disso. É que não é a cara dele tocar algo assim.
- É pomposo.
- Ok, talvez eu tenha me equivocado. É totalmente a cara dele.
- Vou ter que concordar.
Notas finais
Ah, eu gosto de Cellos, só pra constar. É.
Tá, não. Eu gosto de guitarras. E baixos. E James no matinho. Mas isso é irrelevante :)
TALVEZ (Ênfase no talvez, por que TALVEZ também, eu me jogue no rio de Salto Grande hoje) eu coloque a Draffy narrando no próximo capitulo. É.
E com a participação MEGA-ULTRA-PURPURINADA DO... RUDOLPH!
DO RUDOLPH. Sentiram falta dessa figura? Pois é, ele voltara com mais estilo e mais loucuras. Mesmo.
Fico a espera dos meus rewiens gatzos e do meu pôneide aniversário. Sei que faltam mais de 2 MESES, mas não me importo de recebe-lo já. Se for alado, eu conto o final da fic para quem me deu u_u
Sou bem vaca quando quero. Eu sei.
Até o próximo então. Se virem no noticiário: Adolescente se atira num rio em Salto Grande, fui eu.
Ou não. É.
É isso, Lolis Rangers!
Kissus
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