Sweet Tortures

9 Undisclosed Desires


Notas iniciais
NOVO CAPÍTULO!!!
bom, é meio que a continuação da cena, e eu adorei faazer esse cap.
Me chame de sádica, mas eu realmente gostei de escrever esse cap
ps: me perdoa a simplicidade do texto, mas é a primeira vez que eu escrevo um texto com sadismo.
ps²: Bigodinho, cade vc?
ps³: Mih_Kaulitz, bom te ter lendo!
ps4: galera, se quiserem meus contados, eis dois:
@dixkoka (Twitter) & gladys.carmen@hotmail.com. (meu nome é gladys mesmo, viu gente?

Melissa POV

Eu estava completamente assustada quando vi Will com aquelas gravatas nas mãos. Pensei que ele iria usar aquilo para me enforcar, mas não, ele deixou aquilo de lado só para o caso de precisar me imobilizar depois.

Também fiquei nervosa com o fato de ter que tirar a blusa, principalmente quando ele a tirou de mim, quando me recusei.

Mas aquilo era completamente diferente, beijá-lo. Eu não sabia por que, mas tinha me entregue à sensação. Assim que ele fez menção de fechar os olhos eu o fiz, abrindo um pouco a boca para que sua língua passasse. Sem delongas ele invadiu minha boca, e eu senti sua língua quase fervendo contra a minha. Ele explorou cada canto da minha boca como se estivesse degustando um vinho, só que com mais voracidade, mas fúria. Sugou minha língua com força, parecia querer arrancá-la fora. Mas de algum jeito, eu estava apreciando essas sensações. De algum jeito, seu toque, seus lábios, até seu cheiro, pareciam familiares, como o abraço de mãe. Parecia até que eu estava...

Que eu estava beijando o Bill.

Will segurou meus seios com força, massageando-os brutalmente enquanto mordia meu lábio inferior, e continuava mordendo pelo queixo até meu ombro. Minha respiração estava descompassada. E eu estava confusa.

Ele desceu a alça esquerda do meu sutiã, ainda me mordendo com certa força e deixando marcas que depois eu imaginava que iriam ficar roxas. Mas sua brutalidade ainda sim atingia em cheio meus pontos sensíveis.

Sugou meu seio esquerdo com ferocidade, e eu não consegui conter um grunhido. Passou a língua fazendo círculos ao redor do meu mamilo, também me provocando com o piercing que tinha na língua, que percebi quando ele chocou contra minha língua. Apertou novamente meu seio direito com força, e eu ofeguei. Em resposta ele grunhiu, mordendo com força meu mamilo. Tinha doído, mas mesmo assim gemi. Will abriu os olhos, me fitando rapidamente. Novamente um sorriso sádico rasgou sua face.

- Está gostando de sentir dor? Interessante. Não imaginei que você fosse disso. – disse, sussurrando divertido. Um brilho de prazer surgiu em seus olhos, e eu senti ansiedade pelo que vinha a seguir. Ele terminou de tirar meu sutiã, se ajoelhou na minha frente e puxou minhas pernas para que eu acabasse deitada e com as coxas em cima das dele. Mordeu o lábio, fitando novamente meus seios um pouco inchados pelos apertões e mordidas. Deslizou os dedos pelo meu cabelo, arranhando meu couro cabeludo, e puxando algumas vezes meu cabelo. Passou pela minha nuca e lateral do corpo, até chegar no cós do meu short. Arranhou com força o local, deixando vergões vermelhos de rastro. Por alguma razão que desconheço, a sensação me fez arquear as costas e abrir a boca, ofegando. Will riu baixo.

- Você parece gostar disso mais do que eu estou apreciando fazê-lo. – comentou, se inclinando para morder minha boca novamente, enquanto desabotoava meu short. Estiquei a mão para sua camiseta para tentar tirá-la, mas ele segurou meu pulso com força, forçando-o acima da minha cabeça, depois apertando minha mandíbula.

- Você só obedece aqui. Você é minha aqui. – disse firme, olhando dentro dos meus olhos. Me fazia lembrar do seu olhar quando o vi no beco.

Mas por que eu estou sentindo... Prazer em vez de estar assustada ou com dor? Acabei admitindo, e me senti envergonhada de meus sentimentos. Lembrei do rosto da mulher com ele no beco. Parecia estar morrendo, ou pelo menos estava pedindo por isso. Mas eu não, eu estava completamente envolvida.

Will se mexeu, e eu percebi que ele ainda estava encostado em mim, e que seu membro estava forçando contra a calça ajustada. Está se fazendo notar bastante. Pensei, quando senti parcialmente o seu comprimento entre minhas pernas.

Com um puxão, ele tirou meu short e minha calcinha, me deixando totalmente exposta. Fechei os olhos um instante, apreciando a dor nas laterais da minha coxa, onde ele tinha arranhado ao tirar meu short. Senti uma mordida na minha virilha, que me fez ter um espasmo. Will riu novamente, olhando de modo felino para mim. Mordi o lábio, enquanto ele descia, e eu sentia sua respiração fria na minha intimidade. Senti algo frio me tocar, e imaginei ser seu piercing. Dei um gemido languido. Isso era tortura, mesmo que não estivesse doendo.

- Vai acordar meu irmão assim. – comentou, olhando satisfeito para minha expressão angustiada. Mas sem esperar que eu me preparasse, lambeu desde minha entrada até a ponta do meu clitóris, e eu mordi o lábio para reprimir um grito. Senti gosto de sangue no segundo seguinte. Mas não tive tempo de diminuir a pressão dos meus dentes, já que ele continuou me atiçando com a língua e os dedos. Segurei Os lençóis com força, mas quando pensei que iria ter um orgasmo, ele parou, e eu fiquei olhando como cão abandonado para ele. Will sorriu de canto.

- Só você está se divertindo aqui, não é justo. Olha o que você fez... – disse, apontando para o vulto entre suas pernas. E quando eu pensava que isso não podia aumentar mais... Soltei um ofego, imaginando como aquilo iria me rasgar ao entrar. Por que, bom, eu só transei uma vez, e foi quando Chad me estuprou. E vamos dizer que ele não tinha nem metade desse tamanho e já doeu um bocadinho.

Will me puxou para baixo da cama, e eu ainda não tinha entendido o por que do seu movimento. Mas quando ele me fez ajoelhar à sua frente eu comecei a ter uma idéia do que viria a seguir. Olhei para Will um pouco ansiosa, e ele mantinha uma sobrancelha erguida para mim, esperando que eu me movimentasse. Meio sem jeito, desabotoei a sua calça, e corando percebi que ele não estava usando cueca. Minha respiração estava descompassada, e eu não sabia bem por onde começar. Mano, isso não cabe na minha boca. Pensei, segurando de leve o membro latejante. Will sugou ar e jogou a cabeça para trás.

- Anda logo, chupa isso! – grunhiu, esticando a mão para meus cabelos e me puxando de encontro ao falo. Abocanhei-o sem jeito descendo devagar até onde conseguia. Will grunhia, empurrando minha cabeça de vez em quando.

- Aaah... cuidado com os dentes. – sussurrou apertando meus cabelos. Gemi um pouco, sentindo dor. Desci novamente, devagar até onde conseguia, e massageava o resto com a mão.

De repente ele perdeu a paciência, me puxando pelos cabelos para trás.

- Não tô agüentando mais. – murmurou, se levantando. Ainda me segurando pelos cabelos fez com que eu me levantasse, e em seguida me jogou de encontro à parede, onde caí sentada. Fiquei um pouco em choque com sua ação e, principalmente, com a sua força.

- Abre a boca. – mandou, vindo com seu membro ainda firme na minha direção. Como eu demorei um pouco para assimilar a ordem, ele me segurou pela mandíbula, fazendo com que eu abrisse a boca, machucando minhas bochechas. Colocou a ponta do falo na minha boca, mas antes levantou minha cabeça, puxando pelos cabelos. Naquele momento eu estava começando a ficar assustada de novo, e com medo.

- Se me morder, apanha. – avisou, e eu dei um leve aceno de cabeça. Ele estava exatamente como eu o tinha visto no beco. Tinha tirado a camiseta em algum momento quando eu estava tentando chupá-lo, e eu conseguia ver uma ponta de tatuagem na sua virilha. Mas antes que eu conseguisse assimilar qualquer outra coisa, ele afundou o falo na minha boca, até minha garganta, gemendo alto no instante seguinte.

Começou a se movimentar para frente e para trás, devagar primeiro – como se fosse para que eu tomasse fôlego -, para depois acelerar os movimentos, segurando minha cabeça para mantê-la reta, e gemendo sem se conter, enquanto eu quase morria sufocada.

- A-Ahh... AHHH... Vou go-o... – ele tentou avisar, mas seu líquido quente desceu pela minha garganta, pegajoso e um pouco salgado. Retirou o membro com cuidado, e eu percebi que ele ainda estava à meia força. Me levantou com cuidado, enquanto eu fungava, tentando recuperar o fôlego. Da minha boca ainda escorria seu gozo, mas ele não pareceu se importar quando voltou a me beijar. Provou do seu próprio líquido, explorando minha boca com a língua. Voltou a morder meu lábio inferior, ainda machucado da mordida que eu própria tinha dado. Gemi um pouco de dor. Will deslizou a mão pelo meu corpo, chegando à minha intimidade, ainda molhada de quando ele me provocou com a língua. Sorriu sacana.

- Por que não vai tomar um banho? Quem sabe depois, se você for boazinha, eu resolva isso. – sussurrou no meu ouvido, lambendo a parte de trás da minha orelha em seguida, onde eu tinha a cicatriz. Estremeci, fechando os olhos. Ele se afastou, pegando uma toalha no guarda-roupa e jogou para mim. Me abaixei para pegá-la — já que tinha caído no chão por minha falta de firmeza nos movimentos -, catei minhas roupas do chão e fui até o banheiro do próprio quarto. Sem acender a luz, joguei as roupas no chão e a toalha na tampa do vaso sanitário e abri o chuveiro na água fria, para tentar me acalmar, já sentindo os machucados arderem. Quando eu reclamei baixinho, vi Will aparecer na porta do banheiro.

-Tudo bem aí? – perguntou, e a única coisa que eu via eram seus olhos brilhando por causa da luz do quarto, que ele tinha acendido. Funguei um pouco, imaginando que eu tinha gozo até dentro das narinas.

- Tô bem. – respondi seca. Tinha ficado um pouco mau-humorada, a final, ele tinha me usado como um brinquedo, já que eu não estava nem um pouco satisfeita e bastante maltratada. Sem falar mais nada, voltou para dentro do quarto, e depois deitou na cama, como as molas denunciaram.

Saí da ducha, me sequei com o maior cuidado e me vesti, tentando criar coragem para pedir para ir embora. Será que agora que me usou, eu posso ir embora? Andei para o quarto, ele estava deitado de barriga para cima, completamente nu. Tentei não me importar com sua nudez, mas acabei olhando para cada centímetro do seu corpo magro e trabalhado. Parei na ponta triangular de uma tatuagem, que ele estava com a mão em cima do resto.

- Posso ir embora agora? – sussurrei, e ele virou o rosto devagar para mim, com olhar vago. Piscou duas vezes antes de abrir a boca.

- O que te faz pensar que vou te deixar ir? Não ouviu quando eu disse que você era minha? – quase sibilou, e senti um arrepio subir pela minha espinha. Trinquei os dentes.

-Até quando você pretende me manter aqui, seu louco?! Já não me usou? Que tal me deixar em paz? – falei alto, e ele se levantou, surpreso com minha reação.

- Já disse que você não manda nada aqui, está ouvindo? Quem decide se você vai embora sou eu. Além do que, eu não terminei com você ainda. Temos assuntos a tratar. – disse, sorrindo de canto. Respirei pesado, e me virei de costas para ele, caminhando em direção à porta. Seus dedos rodearam meu braço, me puxando com força. Seu olhar era quase assassino.

- Aonde pensa que vai, vadia? – ele sussurrou, perto do meu rosto, e isso era mais assustador do que se ele estivesse gritando. Engoli em seco, tentando não transparecer o medo.

- Vou tomar um copo de água na cozinha. – eu disse, apertando as mandíbulas. Ele aliviou a pressão em meu braço, e eu senti o sangue voltando a circular. Joguei meu braço para o lado, me soltando de seus dedos.

- Se quiser comer algo, está na despensa. – ele me disse, e eu quis dar um soco nele. Criatura completamente bipolar. Por culpa dele vou enlouquecer. Pensei, descendo as escadas devagar. Em algum momento devo ter dobrado o tornozelo, já que ele estava doendo como se tivesse levado uma marretada. Só espero que isso não continue muito tempo. Suspirei, pondo água num copo grande e indo a procura de um analgésico. Mas eu tenho que admitir que eu gostei, em certo momento. Minha mente me forçou, e eu assenti, derrotada. Um sentimento de culpa me corroeu de repente, e meu pensamento caiu direto em Bill. Lembrei de ter comparado o beijo de Will com o de Bill. Não, era como se fosse ele. Mas não seria possível, ele não seria uma pessoa tão louca como Will, seria?­

- O que você está procurando? – ouvi a voz de Will atrás de mim, e respirei fundo, me virando.

- O que foi agora, Wi... – comecei, abrindo os olhos e me deparando com um cara de rastas e só de calca de moletom. E levemente parecido com Will. Pisquei um pouco, ele me parecia familiar. Esse não é o carinha de hoje de manhã?

- O que está fazendo aqui? Por que seu lábio está desse jeito? – começou a perguntar, sua face mudando de expressão surpresa para pensativa. – Ah, Bill. – ele disse, processando as informações.

- Quem é você? – perguntei, cruzando os braços na frente do peito e levantando uma sobrancelha. Ele deu uma risada curta.

- Sou eu quem deveria estar fazendo as perguntas. Mas pode me chamar de Tom, sou irmão do Bill. – disse, e esticou a mão para mim. Fiquei olhando para a mão de dedos longos até que ele a abaixou, vendo que eu não iria me mover.

- Então você é mesmo meio rebelde. Eu só disse aquilo pelo seu jeitinho, mas nunca imaginei que realmente fosse assim. Acho que vou ter que mudar de carreira para vidente. – disse, rindo um pouco da própria piada. Olhou para mim, suspirando.

- Mas então, como foi a sessão? Pelo que vejo, ele te estragou bastante. Mas sendo você, deve ter gostado, acertei? – Tom disse, chegando mais perto. Pisquei devagar. Ele não estava tão errado, mas eu não estava muito a fim de falar sobre o assunto.

- Só estou procurando um analgésico. Sabe onde está? – perguntei, saindo do caminho quando ele passou em direção à geladeira. Suspirou.

- Se meu irmão tivesse voltado com as compras, quem sabe nós tivéssemos. – disse, virando para mim com as sobrancelhas levantadas e um sorrisinho irônico. Rolei os olhos. Claro, se ele tivesse voltado com as compras, quem sabe eu não estivesse segura em casa?

- Ah, beleza. Então eu vou voltar lá pra cima. – bufei, e ele assentiu, bebendo um gole do copo que eu mesma tinha deixado na pia. Ouvi um psiu antes de chegar às escadas. Me virei devagar, sentindo os músculos do meu pescoço doerem.

- Qual seu nome? – Tom perguntou, encostado à bancada da cozinha. Parei por um segundo para olhá-lo por completo. Era um belo corpo, tinha de admitir. E claro, parecido com o de Will. Me pergunto se eles são gêmeos.

- Não importa, Tom. Ela está comigo. – ouvi a voz baixa de Will de cima da escada. Estremeci, ele tinha me assustado.

- Hey, maninho. Eu só estava sendo sociável. – Tom respondeu, levantando os braços em sinal de inocência.

- Conheço sua sociabilidade, Tom. – Will respondeu frio, e o irmão abriu um sorriso brincalhão. Mas não respondeu nada, então eu imaginei que Will estivesse realmente certo. Me virei para ele, que do topo da escada me olhava de braços cruzados, com a sobrancelha levantada, o piercing brilhando. E sem camisa, como percebi com desgosto, olhando o moletom preto de camurça.

- Pensei que tivesse fugido. – ele disse, enquanto me observava subir os degraus com dificuldade. Bufei, rindo.

- Acho que não dava tempo nem de chegar na esquina. – murmurei, mais para mim que para ele.

- Você se machucou? – perguntou, e eu levantei os olhos para ele. Só pode ser brincadeira.

- Por que se importa? Não se importou quando me jogou na parede. – sibilei, me apoiando na parede. Segundos depois, só senti minha cabeça indo de encontro à parede. Um zumbido veio nos meus ouvidos.

- Quando pergunto quero uma resposta direta. Então, se machucou? – Will falou perto do meu ouvido, e as lágrimas marejaram meus olhos novamente. Minha cabeça parecia querer explodir, e eu estava à beira da inconsciência, tanto pelo choque contra o muro quanto pela pressão em meu pescoço. Acenei devagar com a cabeça, sentindo meus joelhos falharem.

- Hey, calma Bill. – ouvi vagamente a voz de Tom, misturada com os zumbidos em minha cabeça. Will deve ter gritado um “Não se meta”, mas eu já estava fechando os olhos para a inconsciência.

Bill POV

- Bill... – ouvi Melissa sussurrar antes de desmaiar, e engoli em seco.

- O que foi? – Tom perguntou, e eu neguei devagar com a cabeça. Se ele tinha ouvido do mesmo jeito que eu ouvi, também imaginou que ela estivesse me chamando. Por que ela estaria me chamando? Por que isso agora? E por que eu fiquei tão afetado? Me perguntei, olhando para seu corpo deitado de qualquer jeito no corredor.

- Temos de levá-la a um hospital. – Tom disse, depois de ajudar a carregá-la para meu quarto. Neguei cm a cabeça novamente.

- Ela vai ficar bem. Lembre que eu já fiz pior. – disse, afastando as cobertas da cama e ajeitando as pernas de Melissa para que ela ficasse dentro das cobertas. Olhei para seu rosto, que tinha algumas marcas de lágrimas, mas fora isso, estava perfeito. Tom bufou, saindo do quarto em seguida. Estômago fraco. Não seria assim se tivesse passado pela metade que eu passei. Rolei os olhos, enquanto ia em direção ao banheiro, a fim de tomar uma ducha, que ainda não tinha feito.

Mas quando pensei que ia dormir um pouco depois do dia agitado, o sono não veio. E essa garota não cala a boca, parece de propósito. Bufei, soprando a fumaça do quinto cigarro que eu tinha acendido na janela.

- Não... Vá, Bill... – ouvi Melissa murmurar meu nome pela milionésima vez naquela noite. Me virei para ela, e ela estava de olhos fechados, com o cenho franzido, e com novas marcas de lágrimas nas bochechas. Ela realmente não me reconheceu. Parece que não guardou a minha imagem tão bem quanto deveria. Pensei, indo em sua direção, e me sentando ao seu lado. Mas será que eu me excedi demais dessa vez? Fiquei imaginando. De repente a expressão prazerosa de Melissa me veio à mente, e um sorriso surgiu no canto do meu lábio. Mas ela estava gostando... Soprei uma risada. Mas meu sorriso se tornou sarcástico no seguinte pensamento.

Deve ter praticado bastante com Chad.

Rolei os olhos quando ela chamou meu nome novamente. Quis acordá-la, para dizer que eu estava ali, que calasse a boca. Observei seu rosto mais uma vez. Sua boca estava entreaberta, e inchada. Isso não fui eu. Franzi o cenho, tocando de leve o contorno de dentes que havia em seu lábio inferior. Ela suspirou, e eu pude sentir o cheiro azedo do meu gozo em sua boca. Automaticamente me lembrei quando ela tentou me chupar, parecendo completamente inexperiente. Quase ria quando a ouvia engasgar com meu membro em sua garganta. Bom, uma coisa que ela não aprendeu direito, que seja.

Me recostei na cabeceira da cama, colocando o braços atrás da cabeça. Fico imaginando se ela vai descobrir logo que sou eu. Se ela demorar até minha viagem, eu conto a ela. Só quero ver sua reação. Pensei, fechando os olhos. Meu coração acelerou, ansioso.

Notas finais
e então, o que acharam? ficou muito pobre? me digam o que eu preciso melhorar para a próxima vez!
küsses, meine Herz!