Sweet Tortures
12 Know Me?
Notas iniciais
bom, o cap ficou uma merda, fruto da i=minha vida escolar. mas vou tentar fazer melhor o próximo, swear!
Eu fiquei um bom tempo ai deitado enquanto Melissa cochilava. De vez em quando ela murmurava qualquer coisa incompreensível, e eu ficava esperando que ela falasse meu nome. Bom, eu não admitia, mas cada vez que ela murmurava algo eu olhava para sua boca para tentar distinguir um ‘Bill’ a cada movimento dos seus lábios.
- Bill... – finalmente veio, fracamente. Um sorriso apareceu em meus lábios, e não consegui evitar responder.
- O que foi? – murmurei, e ela respirou fundo, sem falar mais nada. Me deitei de modo que minha cabeça ficasse na sua frente, e cheguei mais perto.
- Estou aqui... – falei novamente, e vi um canto de sua boca se levantar. Meu coração pulou uma batida. Bill, você está perdendo o controle. Respira, lembra que é Melissa na sua frente. Minha mente me forçou, mas acabei contendo uma risada com o seguinte pensamento.
É, é Melissa. Mas mesmo sabendo o que isso significa, meu corpo ainda reage. E eu não estou muito a fim de me controlar agora. Quem sabe depois?
E foi esse impulso que me fez beijá-la. Veio um frio na minha barriga no simples encostar de lábios, além do formigamento na minha virilha.
Algo farfalhou em sua mão quando ela se mexeu, chamando minha atenção.
Ah, o remédio que ela tinha de tomar. Bom, ela deve estar bem grogue, Don me disse que uma dose dessa era pra “derrubar novilho”. Pensei, dando uma risada ao me lembrar da expressão do velho.
- Hm... – ela murmurou, jogando a mão por cima do meu rosto, abrindo os olhos em fenda. Fiz menção de me afastar, mas senti seus dedos fazendo uma leve pressão na minha bochecha.
- Fica... – disse, mas eu não sabia se ela estava sonhando ou sei lá. Mesmo assim fiquei surpreso.
- Mel? – chamei, pondo uma mão na sua testa. Ela levantou um canto da boca, num meio sorriso.
- Bill? – murmurou, e eu entendi que ela estava sonhando, e cheguei a me sentir um pouco mal pelo que eu estava fazendo. Mas passou rápido. A final de contas, eu sou o Bill que ela está chamando, só não sabe disso ainda. Concluí, me deixando ser guiado novamente para seu rosto.
Beijei-a calidamente, já que ela não parecia estar muito consciente do que estava fazendo. Mas acabei aprofundando o beijo assim que ela abriu um pouco mais os lábios, deixando minha língua passar. Senti Melissa estremecer ao sentir minha língua percorrer sua boca.
Depois de um tempo ela pareceu despertar mais, mas não o suficiente para me reconhecer como Will ou tentar se afastar. Mas ela está me beijando por que “supostamente” ou não, eu sou o Bill. Estou começando a ficar confuso. Pensei, mas não me detive muito ao pensamento quando senti seu corpo colar ao meu, e percebi que minha mente não tinha poder nenhum sobre minhas ações. Parece que tem alguém aqui que tem vida própria. Eu ri entre o beijo, sentindo a ponta do meu membro me cutucar.
Tempos depois eu já tinha me livrado das roupas de Melissa – com estranho consentimento dela, que pareceu tentar me ajudar em alguns momentos -, e eu estava por cima dela, digamos que acariciando-a delicadamente. Isso não é meu normal, estou perdendo a cabeça completamente. Tentei me avisar, mas na verdade eu estava tão entretido ouvindo os gemidos languidos de Melissa quando eu a tocava, que não estava muito aí para como estava agindo para fazê-lo.
- Me diz o que você quer? – perguntei um pouco rouco, perto do seu ouvido. Melissa suspirou, me puxando de volta para seus lábios, com os braços ao redor do meu pescoço. Me separei, ainda esperando uma resposta.
- Faça o que quiser de mim, Bill. – era respondeu, com a voz meio mole. Sorri de canto, fechando os olhos. Era tudo o que eu precisava ouvir.
3º POV
Dali para frente, Bill agiu como sempre fez. Lambeu, sugou, mordiscou o corpo de Melissa com voracidade, deixando marcas que iriam ficar por um tempo, mas nenhum dos dois estava ligando para aquilo na hora. Melissa segurava com a pouca força que tinha os lençóis, e certas vezes puxando devagar os cabelos de Will. Sim, ela sabia que aquele era Will, ou pelo menos achava que era, já que não se sentia tão grogue assim. Eu tenho esse direito, a final ele também está me usando para seu bel prazer. Era o que ela pensava, enquanto Will distribuía certos carinhos bruscos em seu corpo, e ela fantasiava que era Bill quem estava ali, beijando-a. Mal ela sabia que estava com ele mais perto do que imaginava. Já fiz minha escolha. Isto é uma troca, a final. Ele me usa, eu o uso em troca. Até que ele se canse de mim, e eu volte a ter minha vida normal. Ou pelo menos tentar. Pensou, olhando em seus olhos enquanto ele descia pela sua barriga, traçando um caminho de saliva com a língua. Melissa se sentia como uma puta, na verdade imaginava que tinha sido por isso que Will a tinha seqüestrado, para ser seu brinquedinho pessoal. Mas naquele momento ela não estava se importando com nada, somente ficava fantasiando que Bill estava ali naquele momento.
Por outro lado, Bill estava completamente absorto na pele da garota, nas suas curvas, no seu rosto se contorcendo de prazer. As vezes que um dia desejou vê-la fazendo aquelas expressões passaram rapidamente pela sua mente.
Sentia seu membro latejar dolorosamente enquanto ouvia Melissa gemer alto por culpa de sua língua massageando a intimidade da garota. E estava sentindo verdadeiro prazer em provocá-la, assim como a necessidade urgente de senti-la por dentro. Sorveu todo o líquido quando ela se desmanchou em sua boca, indo de encontro aos lábios de Melissa para que ela soubesse como era seu próprio gosto.
Enquanto a beijava, sentia a garota arranhar levemente suas costas, e estava lhe dando arrepios, mas de um jeito bom. Ele próprio se surpreendeu quando não conteu um pequeno gemido quando Melissa deslizou a mão perto do nó da toalha.
Ele não entendia como a toalha ainda não tinha caído, mas resolveu esse detalhe no instante seguinte. Jogou a toalha úmida para qualquer lado, posicionando-se entre as pernas dela, roçando seu membro pulsante contra o dela. Melissa se contraiu um pouco ao sentir o choque. Fechou os olhos, separando-se de seus lábios por um instante, respirando. Pareceu hesitar um pouco antes de fazer o próximo movimento, mas depois abriu os olhos, encarando Melissa, decidido. Para sua satisfação viu que Melissa parecia querer isso tanto quanto ele.
Com certa cautela posicionou a cabeça do seu falo na entrada dela, penetrando-a devagar. Melissa gemeu longamente, até que o membro de Bill entrou por completo em seu íntimo. E ele não conseguia acreditar que ela fosse tão apertada. Seu membro estava sendo prensado dentro dela. Movimentou-se devagar novamente, mordendo o lábio ao sentir Melissa contraindo-se ao sentir seus movimentos lentos. Entrou novamente, agora um pouco mais rápido, e foi aumentando a velocidade junto com os gemidos – gritos – de Melissa, e até seus próprios às vezes, os que não conseguia conter.
- Ahhhh eu vou goz... – Bill avisou, perdendo a voz na última sílaba ao se desmanchar dentro da garota. Ela virou os olhos, cravando as unhas nas costas de Bill.
- Ah, Bill... – ela sussurrou, respirando fundo, enquanto Bill afundou a cabeça em seu pescoço.
- Meine Herz... – Bill disse, fechando os olhos, sentindo o cheiro do seu perfume. Melissa POV
Ouví-lo me chamar do mesmo jeito que Bill me chamava foi a gota d’água para mim. As lágrimas não se conteram em meus olhos, e eu comecei a chorar baixinho. Rezei para que ele não percebesse. Ah, se Will soubesse o que essa frase me faz lembrar... Pensei, e sem querer solucei. Will, que respirava calmamente em meu pescoço se levantou para me olhar.
- Mel? O que aconteceu? – perguntou, e eu balancei a cabeça para os lados, fechando os olhos para não encará-lo. Senti o clima ficar um pouco tenso.
- Melissa, abra os olhos. – Will estava de volta. Autoritário como sempre, e eu tinha de obedecer. Abri os olhos o mínimo possível, para que ele não visse o brilho das lágrimas em meus olhos.
Mas algumas coisas são inevitáveis, não é mesmo?
- Por que está chorando? O que aconteceu? – por mais que aquela pergunta parecesse preocupada, sua voz grave era quase desgostosa. Balancei a cabeça para os lados novamente.
- Nada, Bill... Digo, Will. – eu disse, me enrolando um pouco. Ele franziu o cenho, chegando bem perto do meu rosto.
- Você não sabe quem sou eu? – perguntou, e eu neguei com a cabeça.
- Não sabe mesmo, Mel? – disse, a voz mais suave.
- Sei quem você deveria ser, quem eu queria que fosse. Mas você não é. – respondi, virando a cabeça para o lado. Por que ele estava me perguntando aquilo novamente?
- Tenho certeza que não é assim, Melissa. Eu sou quem você quer. – ele disse, e eu ri sem humor. A piada do século.
- Você nunca poderia ser quem quero que seja. Você é muito diferente dele. – retruquei, sem muito receio de irritá-lo. Ele tomou meu pulso e o virou, olhando para a tatuagem naquele local.
- Memento Mori... É quase um carpe diem, não? – disse, mudando de assunto bruscamente. Mas naquele momento eu tinha começado a surtar.
- Você não poderia ser ele por que você não é como ele. Mas fique sabendo que era nele que eu estava pensando enquanto você me fodia. – eu disse arisca, e meu coração bateu mais forte, esperando que ele me esbofeteasse.
Mas ele sorriu largamente para mim, como se estivesse tirando uma com a minha cara.
Eu continuei falando, completamente surtada, sobre Bill, e Will continuou olhando para mim como se eu fosse louca, com um sorriso que beirava as gargalhadas. Comecei a gritar, que ele era um sádico, um porco, um imbecil... Tudo o que eu tive vontade de gritar em algum momento. E ele continuou olhando para mim calmamente enquanto eu surtava. Acho que estava esperando que eu terminasse.
- NINGUÉM NUNCA TE AMARIA! – foi o que eu gritei, concluindo meu discurso doloroso. E então sua expressão mudou, finalmente. Seu olhar ficou vago por um tempo.
- Você já amou. – falou entredentes.
- NÃO! NUNCA! – gritei em resposta, que absurdo era aquele?
- VOCÊ JÁ AMOU SIM! NÃO SE LEMBRA? – Will gritou, muito perto do meu rosto. Meus ouvidos zuniram um pouco. Mesmo assim eu continuei negando
- NÃO, EU NUNCA AMARIA ALGUÉM COMO VOCÊ. NUNCA! – eu estava realmente surtada. Comecei a socar seu peito, querendo me afastar dele, sem sucesso. Fiquei minutos ali, na minha tentativa vã, chorando quase que histéricamente, perguntando por quê ele tinha de me escolher.
Até que, em certo momento, Will segurou meus pulsos, olhando fixamente para mim, fundo em meus olhos. Um sentimento de medo percorreu minha espinha naquele momento. Eu vou morrer agora.
Mas o único movimento que ele fez foi levar minha mão direita até a parte de trás de sua orelha, seu olhar furioso para mim. Desfez o punho que minha mão tinha formado, guiando minha mão, enquanto mantinha a mandíbula travada e seu olhar felino quase me hipnotizando. Fez com que eu tocasse o local. Algo diferente da textura normal daquele local chamou minha atenção. E de repente, eu soube.
Notas finais
küsses!
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