Sweet Revenge
26 Rumo ao hospital! Estupidez e Desastre em pessoa!
Notas iniciais
deeeeeeeesulpem a demora fdp mas eu tava viajando :c
mas em fim a fic ta ai pra vcs se deliciarem, obrigada vocês novos leitores sejam bem vindos o/
[Amanda’s P.O.V]
A festa estava boa, tudo estava saindo certinho da maneira que eu imaginei quando de repente me vem a Dominique me dizer uma coisa que aconteceu fora do salão.
-Amanda! Amanda! – Ela vinha correndo
-O que foi?
-A Mari e o Gerard brigaram feio lá fora, até a mão dela tava sangrando.
-Meu Deus! Sangrando? Ele fez alguma coisa com ela, ou ela fez alguma coisa com ele?
-Não sei, quando eu vi os dois só estavam se xingando, depois foram embora...
-Agora eu to preocupada, mas se ela já foi, amanhã eu vou na casa dela.
-Eu vou com você – Finalizou.
Depois disso eu não consegui ficar a vontade na festa preocupada com ela, só depois de uma da manhã tudo acabou r fomos pra casa. No dia seguinte eu já estava me preparando para ir na casa da Mari junto com a Dominique quando recebo uma ligação.
-Alo?
-Amanda, meu Deus Amanda vem correndo aqui no hospital – A mãe da Mari dizia desesperada .
-Jesus! O que ouve?
-Ela caiu da escada!
-O QUE? Como assim? Espera eu já to indo.
Desliguei o telefone e disse o que aconteceu para a Dominique, saímos da minha casa e pegamos uma condução até o hospital.
Ao chegarmos lá, a mãe dela estava sentada em uma das cadeiras da sala de espera.
-Como isso aconteceu Tia? – Era assim que eu chamava carinhosamente a mãe dela.
-Ela tava dormindo então acordou e foi descer a escada e acabou caindo feito, muito feito... – Ela botava a mão no rosto.
-Calma vai ficar tudo bem – Dominique tentava tranqüiliza-la.
-O medico já veio dizer como ela ta? – Na mesma hora que perguntei ele veio.
-Vocês são parentes da Paciente Mariana?
-Não, eu e ela somos amigas – Apontei para Dominique – e ela é a mãe.
-Pois bem, na queda ela torceu o pé, quebrou o pulso e deslocou o ombro, sem falar em uma batida forte no joelho que vai deixar hematomas, tudo na parte direita do corpo, ela vai passar um bom tempo sem poder andar e sem poder mexer o braço direito – Ele disse.
-Ai Deus! – A mãe dela suspirava.
-Ainda bem que não foi nada de mais grave – Disse Dominique.
-Ela ainda vai passar por uns exames para verificar se não ouve nenhum dano ao cérebro e depois disso se estiver tudo bem ela terá alta amanhã mesmo – O medico completou.
Não pudemos visita-la pois estavam sendo feito os curativos e ainda faltava o exame para fazer, então resolvemos com a mãe dela que eu e a Dominique iríamos ficar lá e que ela voltaria para casa descansar.
-Será que... eu aviso pro Gerard? – Perguntei.
-Eu acho que sim – Dominique respondeu – Mesmo com tudo ontem, pelo que eu conheço ele vai ficar preocupado, ou não... sei lá.
-Mesmo assim eu vou ligar – Finalizei.
[Gerard’s P.O.V]
Acordei meio tonto e com dor de cabeça, já era tarde e o sol estava batendo no meu rosto, levantei-me de vagar e fui ao banheiro, lavei o rosto, escovei os dentes e voltei ao quarto. Já estava abrindo a porta para descer as escadas e ir tomar meu café quando meu celular tocou.
-Quem será incomodando essa hora? – Perguntei a mim mesmo – Eu falo “essa hora” como se fosse manhã, grande gênio eu sou – Me auto-critiquei.
-Alo?
-Gerard sou eu Amanda...
-Ah... oi, gostou da festa ontem?
-Gostei sim, mas não foi por isso que eu te liguei, aconteceu uma coisa grave!
-O-Oque foi? – Comecei a ficar preocupado.
-Ah... não sei como te falar mas...
-Diga, pode dizer, seja qual coisa for – Quase gritei.
-Olha Gerard, eu sei que você e a Mari estão brigados mas eu tive que te ligar e dizer isso, não se preocupe agora ela já ta bem mas ela sofreu um “acidentezinho” – Ela disse mudando a voz.
Na mesma hora lembrei de tudo o que tinha acontecido e da besteira que eu tinha falado, comecei a me sentir culpado.
-Gerard? – Amanda chamou-me.
-Desculpe, onde ela ta? – Disse com a voz lenta.
-Aqui no hospital da zona norte, se você quiser vir...
-Eu já estou indo ai – A interrompi.
Eu estava me perguntando se esse tal acidente tinha alguma coisa haver com o que eu tinha dito na noite anterior, sempre em festas eu costumo beber muito, isso já está virando vicio e acabo falando coisas sem pensar. Nem tomei café da manhã, fui direto ao hospital, chegando lá perguntei à recepcionista qual o quarto ela estaria e logo ela me respondeu.
-Quarto 309, senhor.
-Obrigado – Respondi.
Subi até o andar do quarto e logo avistei de longe Amanda e Dominique sentadas em um pequeno sofá frente à porta.
-Como ela ta? – Perguntei sentando-me no braço do pequeno sofá.
-Ela ta em, só teve uma torção no pé, deslocou o ombro e quebrou o pulso, mas fora isso ta tudo bem, já foram feitos mais exames de tomografia e não deu nada mais grave – Respondeu Amanda.
-Graças a Deus – Suspirei – Mas como isso aconteceu?
-Bem...Ela acordou e do jeito que sabemos como ela é de manhã foi andando cegamente e acabou tropeçando no próprio pé em frente a escada e saiu rolando – Dominique disse.
-Sempre desajeitada – Sorri de canto
Amanda e Dominique sorriram juntas.
-Mas...e vocês dois? – Amanda perguntou.
-É, ainda tem isso, como eu sou idiota! Será que ela ainda quer saber de mim?
-Talvez sim – Disse Amanda.
-Talvez não – Disse Dominique
-Dominique! – Amanda lhe deu uma cotovelada.
-Oras, é uma possibilidade! – Disse arqueando as sobrancelhas.
-Ela ta certa – Eu disse – Ela quando fica com raiva de uma coisa não tem mais volta, o orgulho dela também fala mais alto – Fitei o chão.
-Mas se existe amor, nada disso será maior do que ela sente por você e vice e versa – Comentou Amanda.
Fiquei calado, refletindo sobre o que Amanda tinha me dito, se no fundo do coração dela tivesse algum amor por mim, com certeza ela me desculparia.
Uma enfermeira vinha em nossa direção e assim que chegou perto de nós ela disse:
-Já está quase terminando a hora das visitas, desejam ir ver a paciente?
-Claro – Respondemos nós três em uníssono.
-Esperem um momento que eu irei entrar lá e ver se ela está acordada.
-Okay – Respondi.
Passou-se três minutos e a enfermeira saiu do quarto.
-A paciente está acordada, mas sinto muito dizer-lhes mas ela não quer nenhuma visita – Disse a enfermeira.
Todos nós ficamos surpresos, talvez ela estaria com raiva de mim, mas isso não justifica não querer ver a Amanda e a Dominique, o que aconteceu com ela?
[Mariana’s P.O.V]
Acordei com dor, não exageradamente mas uma dor suportável, até boa... uma luz forte ofuscava meus olhos, uma luz parecida com a de um quarto de... hospital! – Depois da ultima vez eu comecei a ter horror de hospitais – Eu não podia mover meu braço direito e nem minha perna direito também! Quando percebi meu antebraço estava engessado até um pouco antes do cotovelo e eu ainda estava com uma tipóia e uma bota imobilizadora, lodo após lembrei o motivo de estar naquele lugar e naquele estado.
-Mas que droga! Sua idiota, idiota, idiota! – Eu dizia brigando comigo mesma – Olha só o estado que você ta sua ridícula, tropeçar no próprio pé, me poupe...
Sim, eu tenho mania de falar sozinha, ainda mais dar bronca em mim mesma.
Passou-se meia hora e lá estava eu na mesma posição já com as costas doendo de tanto ficar deitada esperando alguma enfermeira entrar naquele maldito quarto e me dar alta quando uma mulher trajada com a roupa do hospital entra no quarto.
-Olá – Ela disse sorridente.
Não respondi e mantive a cara fechada.
-Tem umas pessoas ai querendo visitar a senhorita...
-Que pessoas? – perguntei.
-O Senhor Gerard Way, A senhoras Amanda Cristina e Dominique Cristine.
-Não quero ver ninguém – Respondi.
-Eu vou comunicá-los – Ela disse virando-se e indo em direção a porta.
-Espera! Quando é que eu vou poder sair daqui? – Perguntei.
-Como seus exames não constaram nada de grave talvez hoje ou amanhã o medico dará alta – Ela respondeu com a mesma expressão.
-Ah obrigada – Eu disse mais calma.
A enfermeira saiu do quarto. Eu não queria pagar o mico de me verem ridícula desse jeito, eu devia estar com hematomas no rosto e sem falar que é ridículo essas coisas no meu braço e na minha perna, ninguém ia me ver tão cedo!
Notas finais
yoshhh até a proxima o/
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