Sweet Revenge

27 Dia Horrivel no Hospital e O Segredo de Nathally


Notas iniciais
HEITA NEM DEMOREI NÉ?
PEÇO PERDÃO DE JOELHOS PRA VCS, MAS ME FALTAVA PACIENCIA PRA ESCREVER A FIC.
mas agora vcs podem se deliciar com essa cena de orange no fin.. opa haha, boa leitura

É serio, na agüentava mais ficar lá, porque me botaram no soro? Eu não precisava daquilo, eu queria tirar a agulha do braço mas eu não podia mover o outro e tinha medo de dobrar o braço com a agulha e ela e ela quebrar dentro de mim, muito bom isso.

Eu tive que dormir lá, não consegui dormir com medo, ou consegui e nem lembrava. Ficar sozinha em um quarto de hospital, frio e um silencio irritante, aquilo tudo me assustava. Uma coisa que aconteceu comigo quando eu era mais nova também contribuiu pra esse medo de hospital: eu tinha visto um filme em que um cara fazia uma cirurgia e tirava o rosto(?) e outro cara ia lá fazia a mesma cirurgia só que trocava de rosto com o primeiro homem, muito confuso, mas essa cena era em um hospital, e quando eu era mais nova eu vivia indo em hospitais pelas minhas crises de inflamação na garganta, em um desses hospitais tinha um lugar que era vazio e se parecia muito com o filme, eu sempre tinha que ficar lá sozinha esperando minha mãe pegar o resultado dos meus exames, isso me apavorava, eu sentia que a qualquer momento um morto enrolado com gaze viria atrás de mim e o pior: minha mãe ainda me botava medo, essas lembranças vinham na minha cabeça e eu tentava me distrair, eu olhava pra uma janela pequena onde o pouco de luz que a lua faz entrava mas também comecei a me assombrar com medo de alguma coisa aparecer – Sou medrosa mesmo – então me cobri até a cabeça com aquele lençol fino e gelado e lá fiquei.

Quando percebi já era de manhã então mais confiante que alguma coisa não iria entrar no quarto eu consegui dormir. Depois de um tempo a porta se abre, era a mesma enfermeira do dia anterior com uma bandeja de café da manhã.

-Isso é o café da manhã? – Eu disse fazendo cara feia.

O café era tipo, um pão duro com manteiga, só que daquelas manteigas brancas e sem gosto, e café com leite sem açúcar.

-É isso ou nada – Ela disse.

-Então eu não como.

-Eu vou deixar aqui, se você quiser coma, já já você recebe alta, é só um responsável por você vir.

-Serio? Mas eu não posso ir sozinha?

-Ir até pode, mas andar sem ajuda de alguém você não vai conseguir.

-Que hora que alguém vem? – Perguntei.

-Já ligamos pra sua casa, sua mãe já está vindo.

-Graças à Deus – Suspirei.

A enfermeira saiu do quarto, lembrei-me que nem tive tempo de pensar na situação em que eu estava ainda, eu não queria ver o Gerard na minha frente tão cedo, eu podia estar com a mão quebrada, as pernas, o tronco, tudo, mas a minha raiva não ia mudar daquele viado. Pensei também nas meninas, será que a Jade e a Jéssica já sabiam e iriam vir me buscar também? Eu estava com um pressentimento que Dominique e Amanda tinham ficado chateadas porque eu não quis vê-las, depois eu me desculparia com as duas.

Meia hora depois, meu estomago estava pedindo socorro de fome quando outra vez a enfermeira entra no quarto.

-Sua mãe já está ai – Ela disse.

-Serio? – Arregalei os olhos – Obrigada Deus!

Depois disso, Minha mãe e Dominique entram no quarto por ultimo Amanda, com uma cadeira de rodas...

-Gente descul... pera ai – Surpreendi-me com o que tinha visto – Qual o motivo dessa cadeira de rodas?

-Você não vai poder andar por em quanto – A enfermeira disse.

-Ma-Mas...

-Vamos logo, não quer ir embora desse hospital não Mariana? – Amanda perguntou.

-Claro que quero, mas não acho que eu preciso de cadeira de rodas.

-Então tente andar sem ela, vamos, levante! – Dominique disse.

Sentei-me na cama do hospital – com a maior dificuldade – levantei-me me apoiando no cômodo ao lado da cama e tentei andar... eu nunca senti uma dor tão terrível quanto aquela vez, voltei a me sentar na cama de novo.

-Cara, eu me odeio – Eu disse.

-Ninguém manda ser desastrada – Minha mãe comentou.

-Como eu vou conseguir tirar essa roupa ou roupão, sei lá, eu não vou com essa coisa pra casa né? – Perguntei.

-Vamos lá que eu te ajudo a tirar essa roupa, tem roupa aqui pra você vestir.

Com a maior dificuldade levantei da cama com ajuda da Amanda e troquei de roupa, depois sentei na cadeira de rodas e me levaram até o carro... mas espera, minha mãe não tem carro, nem Amanda nem a Dominique, avistei uma figura conhecida no lugar do motorista era Frank... ah sim Frank, ele tinha um carro.

-Eai senhorita gesso, como foi os dias no hospital? – Frank perguntou sorridente.

-Nada legal, hospitais são as coisas mais horríveis desse mundo – Respondi.

Todos riram, Frank deu a partida e em 10 minutos chegamos na minha casa.

-Obrigada Frank, manda um beijo pra Jade e diz que eu to com saudades dela – Eu disse já fora do carro.

-Pode deixar, outro dia vamos fazer uma visita – Ele respondeu.

Depois disso Frank foi embora.

Já dentro de casa Dominique e Amanda me ajudaram a subir a escada até meu quarto onde lá me botaram deitada na cama e onde eu fiquei o resto do dia sem poder me virar para o lado direito, tudo culpa da minha burrice.

[Nathally P.O.V’s]

Estava tudo dando certo como eu imaginava, Aquela coisa não vem à escola já faz uns dias e o Gerard ta sempre sozinho, parece que depois daquela festa os dois brigaram e se separaram, mas isso não é tudo o que eu tenho que fazer, essa garota ainda vai sofrer mais ainda na minha mão.

Ingrid gosta do Mikey, e também pretende separa-lo daquela Amanda. Ninguém sabe mas Ingrid e eu namoramos, só temos o relacionamento aberto mas nos amamos muito.

Ingrid e eu nos conhecemos ainda no ginásio, no oitavo ano quando estávamos descobrindo essas coisas sobre sexualidade, tivemos uma atração forte uma pela outra e começamos a namorar. Nossos pais já morreram e somos sustentadas por nossos tios que não moram perto de nós, com o dinheiro que recebemos nós dividimos um apartamento.

O dia estava frio, e nós duas estávamos no sofá, cobertas por um edredom e assistindo TV, o dia estava entediante.

-Amor, tudo está indo do jeito que eu imaginei – Comentei.

-Ai que bom meu amor – Ela virou-se a mim dando-me um selinho – Eu ainda não comecei a agir, aliás, eu só vou agir no dia que você der o xeque mate!

-Tem certeza disso? – Sorri – Assim em cima da hora?

-Você sabe das coisas que eu sou capaz – Ela me disse ao pé do ouvido – Sabe que eu sei fazer as coisas certinhas, mesmo em cima da hora.

Sua voz... aquilo era excitante.

-E você pode provar pra mim que é capaz? – Eu disse no mesmo tom de sua voz.

-Se você quiser agora mesmo... – Ela disse descendo sua boca pelo meu pescoço.

Ingrid foi descendo e me dando chupões pelo corpo, tirou minhas roupas, logo nós duas já estávamos nuas, em quanto beijava minha boca sua mão descia até minha vagina, massageando meu clitóris dando-me um extremo prazer, após isso ela foi direto ao ponto, começou a fazer sexo oral em mim fazendo com que eu começasse a gemer, agarrei seu cabelo e com a outra mão eu apertava firme a fronha do travesseiro em quanto ela fazia movimentos com a língua, fazendo-me enlouquecer.

Passamos o resto da noite nos amando, acabamos pegando no sono ali mesmo.

Notas finais
o engraçado é que e tava cagando de medo escrevendo isso pq minha mãe tava bem aqui do meu lado, só não via o que eu escrevia kkkkkkkkkkkkkk, mas em fim, espero que tenham gostado,me desculpem outra vez por deixar vocês esperando E QUERO REVIWES, VOCÊS ESTÃO ME ABANDONANDO rum.
XO até a proxima.