Sweet Escape

6 TGIF - Part 1


Notas iniciais
Fiquei aborrecida com o pouco número de comentários 😰😰😰 Por favor, me digam o que estão acabando da fic 🙏🙏🙏 Capitulo com versão do Christian, antes de ir no bar aonde a Ana está trabalhando. Espero que gostem... E também espero comentários .

Christian Grey Pov.

Anastácia Steele estava encrencada. Ela iria pagar por falar que errei. Iria sentir o prazer da dor em sua pele. Me despedi de John, o dono da livraria e fui para meu carro. Talvez tenha sido um enorme erro dispensar o motorista, já que quando fico nervoso minha concentração é falha. Hoje o dia foi tenso Mia bêbada e agora uma aluna desafiando um renomado professor que tem QI de 145.

Desde segunda fico imaginando encontrá-la novamente, uma aluna mexendo e bagunçando minhas regras. Nunca sai com uma aluna e agora só penso em te-la satisfazendo meus prazeres e obedecendo aquilo que eu mando. Senhorita Steele, parecia ser uma dama ardente e insaciável. Talvez um pouco atrapalhada e tímida mas isso não será problema .

Faz três semanas que não tenho uma submissa, isso porque tive que romper o contrato com a última. Foi uma escolha um tanto ácida já que incrivelmente não tenho nenhuma mulher "fixa" para substitui-la. — Isso até hoje... Já que a senhorita Steele será minha de qualquer jeito. Com noivo ou sem noivo. — Pensei alto.

Rebecca Forman, minha última submissa era uma advogada recém formada que conheci em uma das sessões de autógrafos. Tem 27 anos e parecia bem culta e "certinha" quando tivemos o nosso primeiro contato, uma boa garota com notas altas e um enorme conhecimento em ciência políticas. Rebecca, me pareceu uma ótima escolha já que fazia, obedecia e aplicava as "regras" do jeitinho que o mestre mandava. Tudo andava bem até ela se apaixonar e em uma manhã de sábado, antes de começar os jogos, olhar bem fundo nos meus olhos e soltar " Eu te amo". Regra 13 : O contrato será desfeito se a submissa proferir ou indagar as palavras : amo, fazer amor e outras palavras demonstrado determinado sentimento a não ser respeito e obediência.

É claro que não iria deixar Rebecca desamparada, não depois de ter me fornecido tanto prazer. Meu pai é dono de uma famosa construtora e com seus contatos consegui para senhorita Forman um ótimo emprego no Japão. Ganhando uma quantia equivalente a 300 mil euros por mês e também lhe presenteei com uma Ferrari Itália 458 por seu desempenho em manter secreto a nossa relação.

– Francesco, preciso que procure dados de uma pessoa . — Falei colocando o telefone no viva voz enquanto dirigia.

– Sim, senhor Grey . — Respondeu um de meus investigadores. Tenho alguns pacientes esquizofrênicos que são considerados pelo governo como "casos" extremamente perigosos por isso tenho uma enorme vantagem com diversos investigadores do governo e da polícia .

– Anastácia Steele. — Indaguei.

– O que gostaria de saber senhor? — Provavelmente já havia baixado todo seu histórico .

– O essencial. — Limpei minha garganta.

– Anastácia Steele, vinte anos. Atualmente mora em Oklahoma se mudou faz duas semanas, endereço anterior na Califórnia. A mãe morreu quando ela tinha 11 anos de idade. — Estava ficando interessante, eu havia acertado. Anastácia tinha sofrido uma drástica perda em sua adolescência. — Senhor, o nome dela não estava no sistema, por isso não temos muitas informações . Ela é caso de alerta vermelha? Devemos colocar a polícia para agir? — Francesco estava apenas agindo conforme seu trabalho.

– Não,é só uma garota que quero contratar para ser minha assistente . — Mantive minha voz firme mas deu uma enorme vontade de rir.

– Sim, senhor. Estuda na universidade de Oklahoma, cursando artes plástica. Trabalha em dois empregos como garçonete atualmente " Jared & Anthony Pubs " nos finais de semana e nos dias da semana no restaurante intitulado " Tia Margo" — Não admito que ela trabalhe como garçonete, não é um trabalho decente , aliás muito está longe disso. — Relacionados Isabella Reagan Steele, Charlie Steele e Renesmee Steele Madsen. — Até agora ele não disse nada que interessasse.

– Ela é comprometida? — Perguntei na "lata" esperando ansiosamente por sua resposta.

– Como assim, senhor ? — Respondeu como se não tivesse entendido a pergunta, era só o que me faltava. — No sistema não consta se ela é comprometida a alguma religião mas posso aprofundar minhas pesquisas, levará no mínimo trinta minutos . — No momento não estou interessado em saber a qual religião ela segue, só quero saber se ela é livre para poder usar minhas armas secretas.

– Eu quero saber se há algum homem em sua vida ? — E esse homem não seria seu pai ou alguém da família. Essa demora já estava me deixando nos nervos.

– Hãmm... Agora entendi — Pareceu rir ao telefone. — Ela é muito bonita se me permite falar. — Gaguejou. Não, eu não permito. Senti o suor escorrer pela minha testa, nunca em minha vida ninguém soube sobre meus relacionamentos, nem mesmo minha família. — ... Senhor, no sistema consta como solteira, mas não é fichada então não da para saber se ela tem namorado. Para isso preciso de uma pesquisa detalhada. — Confirmou.

– As contas estão em dia ? — Desconversei... muito mal falando nisso. Porém, se não tivesse as regularia.

– Não, são em dia e também não há multas de trânsito. — Senhorita Steele pelo menos é cuidadosa. — Ela mudou a área do celular a seis horas atrás . O novo número é 4796....- Francesco deu-me essa informação sem ao menos perguntar, pelo menos "nessa" ele foi esperto. Não anotei mas guardei o número em minha cabeça.- Tem mais uma coisa que o senhor...- Não deixei ele terminar, uma segunda ligação apareceu no painel de controle .


Tinha uma segunda chamada muito mais proveitosa do que falar com o investigador. Não que senhorita Steele não seja do meu total interesse, ao contrário desde que botei meus olhos penso em fuder ela com toda força. Mas tenho que agir com calma, planejar antes .

– Elena . — Atendi firme como ela gostava. — A que devo a honra ? — Só espero que não esteja me chamando para um simples jantar.

– Seja mais específico, senhor Grey. — Ela riu com malícia.

– Mesmo hotel de sempre? — Brotou um enorme sorriso em meus lábios.

– Senhor Grey, acho que sabe onde me encontrar . — Desligou.

Era disso que estava precisando em uma sexta-feira a noite, um pouco de aventura. Faz três anos que não a vejo, Elena me ensinou a ser o que sou hoje, a clamar por todos meus desejos e conquistas.

– Permito — me dizer interiormente que senti falta das nossas diversas aventuras. — Disse assim que cheguei em seu quarto no único hotel cinco estrelas de Oklahoma.

– Jura !? — Apresentou um irônico olhar de espanto.

– Adoraria te provar, senhora. — Abriu espaço para eu adentrar em seus aposentos. Fui até o suporte e fiquei de costas enquanto ela fechava a porta e provavelmente pegava a bandagem. Tirei meu sapato e toda minha vestimenta. Só restando minha cueca boxer.

– Está me parecendo que continua o mesmo menino medroso e inseguro, o mesmo que conheci a alguns anos atrás . — E ditasse de passagem a muitos anos atrás. Naquela época eu realmente era um moleque.

– Senhora, acho que está blefando . — Tapou meus olhos com a venda e amarou meus punhos com uma algema gradin. Uma das melhores no mercado, reforçada com aço nobre e armação dupla. Ela não respondeu, apenas ouvi seu salto entre o piso se afastar.

– Ordeno que dê dois passos para frente e agora ajoelhe . — Sua voz era dura e mandona. Fiz aquilo que ela mandou e fiquei surpreso com o que me aguardava. Um tapete com pedras quentes, pude sentir o quanto Elena evoluiu desde o nosso último encontro. — Pelo visto está aborrecido. — Ela confirmou.

– Nunca me aborreço, senhora. — Na verdade só estava um pouco irritado, nada de mais.

– Dez minutos. — Elena respondeu, sua voz ainda estava longe. Queria retrucar suas ordens, mas eu não daria prazer a ela se não obedecesse . As pedras queimavam, em meus joelhos e as algemas apertavam de modo trágico fazendo meus músculos se revelarem.

– Sim, senhora . — Respondi com a voz trêmula. Ela sabia dos meus limites e sempre tentava achar uma falha.

– Tres minutos. — Soou o tempo restante em meus ouvidos, nessa situação pareciam ter passado inúmeras horas, mas eu continuava ali, ajoelhado e excitado com toda emoção. — Bom garoto, agora pode se levantar . — Ouvi seus saltos se moverem . Eu tinha que me levantar sozinho, era doloroso e espetacular ao mesmo tempo. Sem muito esforço me levantei.

– Qual será o próximo passo? — Mal terminei de proferir as palavras e já senti em minhas costas o ardor de uma chicotada, não proferi a minha mestra o "senhora". Nesse momento eu era seu submisso -gostando ou não -e deveria tratá-la com todo respeito. Gemi e senti outra. — Me perdoe , senhora. — Saiu como um ruído.

– Christian, o que te aborrece ? — Perguntou com a voz macia e nada suave.

– Mestra, não sou um homem de aborrecimentos. — Indaguei e nada me aconteceu.

– Não minta para si mesmo. — Sua respiração em meu ouvido me fez pirar de prazer, quando saísse de minha armadilha eu iria foder Elena e mostrar quem está no comando. — Posso ter formado a frase incorretamente... Então me diga Christian, quem é a garota que está mexendo com seus sentimentos? — Bufei com sua pergunta e acabei levando oito chicoteadas.

– Mestra, há uma garota mas ela não é problema . — Eu estava cansado fisicamente e com raiva por ter falado. Será que a senhorita Steele realmente não é problema ? — Na verdade não sei, Anastácia não é o tipo de mulher com que estou acostumado a jogar . — Foi então que pensei pela primeira vez no que havia respondido e a raiva me corroeu. Senti meu braços flexionarem as ataduras de metal as separando-as, o que era quase impossível levando a hipótese de serem algemas de primeira qualidade. Não senti dor, apenas uma raiva incessante de mim mesmo. — Eu sou o homem e ela minha submissa. — Arranquei a venda dos olhos e fui na direção de Elena que nada falou apenas ficou parada, com uma expressão desnorteada.

– Esse é o garoto que ensinei. — Um sussurro se formou em sua boca. Tirei o chicote de sua mão e a inseri em meus braços ficando cara — a — cara.

– E vai ser esse garoto que vai te dar a melhor foda de sua vida. — Rasquei seu vestido preto de alta costura sem nenhum mísero esforço . Pude deslumbrar-me de sua lingerie preta, apesar da idade seu corpo era altamente escultural. Fiz a mesma coisa que fiz com o vestido, arrancando-as fora. Instantes depois minha mestra estava nua e disposta a me deixar conduzir o prazer.

Fui até sua " maleta da dor" e peguei uma algema similar a que ela havia usado comigo colocando-a em suas mãos que se encontravam esticadas para cima. Elena sabe muito bem que não gosto que toquem em meu corpo, sabe como me deixar louco de prazer.

Notas finais
Eai gostaram?