Sweet Danger

12 Chapter Twelve


Notas iniciais
mais um gente *-*
sim, estou me esforçando pra postar o máximo de capítulos possíveis :)
mesmo com tudo da faculdade, cá estou eu :D
só peço uma coisa! não fiquem bravas com a Sara... kkkkkkk
boa leitura!

- Então esse foi o seu sonho, Srta. Sidle... – Grissom brincou com o nariz em sua nuca.

- Não. – ela disse ainda de costas pra ele e o sentiu congelar – O sonho dessa noite, não. Esse foi o primeiro sonho que eu tive com você...

- E quando foi? – ele voltou a fazer o carinho.

- Na primeira noite, depois que te conheci. – virou-se para ele.

- Mal me conhecia e já estava tendo sonhos pervertidos comigo? – ele riu.

- Não é uma coisa que eu posso controlar. – fechou a cara.

- Não precisa ficar brava, estressadinha. Estou só brincando... Afinal, também sonhei com você... – seus olhos se encontraram.

- É? E o que sonhou? – ela estava interessada.

- Se contar que eu sonhei com seu corpo nu, você vai brigar muito? – ele usava seu tom de brincadeira.

- Não, não vou brigar. Antes sonhar com isso do que me ver como criança. – emburrou de novo.

- OK, eu sonhei com seu corpo nu. – abraçou-a – Mas você é uma criança sim.

- Dá licença. – foi tirando os braços de Grissom de seu redor.

- Não acredito que você vai ficar brava!

- Vou.

- Eu estava brincando. – fez cara de cachorro sem dono.

- Azar o seu, já me estressou. – levantou-se e seguiu para o banheiro.

Grissom, ainda deitado, ouviu o som do chuveiro sendo ligado. Ele não gostava da ideia de Sara estar brava com ele. Na verdade, o que estava sentindo por Sara o intrigava. Queria estar perto dela, todo o momento. Mas não era paixão, não podia ser. Era apenas sexo, tentava se certificar disso. Era difícil. Seu coração falhava uma batida toda vez que lembrava que o tempo que tinham pra ficarem juntos estava acabando.

Grissom levantou-se da cama, e sem fazer barulho foi até o banheiro. Sara estava virada para a parede, e não o viu chegando.

- Vai ficar com raiva mesmo? – disse, abraçando-a por trás.

Ela permaneceu quieta.

- Sara... – mordeu o pescoço dela – Não fica assim... É que você fica linda quando está brava. – sussurrou em sua orelha e lhe mordeu o lóbulo.

- Assim você me ganha... – ele entrou na brincadeira, levantando seu quadril, fazendo sua bunda roçar na ereção dele.

- É a intenção, Srta. – agarrou os seios dela.

- Parece que conseguiu, Sr. – Sara virou, encarando-o e logo tomando-lhe a boca.

Grissom prensou-a na parede, levantando-a, fazendo com que ela cruzasse as pernas ao redor dele, ficando completamente exposta, aberta.

- Temos que ser rápidos... – Grissom arfou.

- Tá esperando o que então?

Grissom penetrou-a por completo, sem pestanejar. Sara gemia, lhe arranhava as costas, puxava os cabelos. Grissom era volumoso e a preenchia por completo. Grissom dava estocadas precisas e rápidas, Sara estava tão entorpecida que não demoraria a chegar lá.

- Griss...- gemeu o nome dele.

- Deixa vir, meu bem.

E algumas estocadas depois, Sara mergulhava no mar profundo do prazer, seus espasmos e suas contrações fizeram com que Grissom não tardasse a chegar também, e logo ele derramou todo o seu líquido dentro dela.

Grissom saiu de dentro dela e a deixou sustentar seu corpo com as próprias pernas. Abraçados debaixo do chuveiro, apenas curtiam a presença um do outro.

- Estou me acostumando com isso... Vou sentir a sua falta. – ele disse beijando o topo da cabeça dela.

- Porque favor, não se apegue... Vai ser difícil pra você quando nos separarmos. – Sara não olhou nos olhos dele.

- Porquê? Não vai ser difícil pra você? – sua voz saiu embargada, aquela tinha sido uma facada e tanto.

- Eu não me apego, Grissom. Isso só torna as coisas mais difíceis. – começou a ensaboar o seu corpo, enquanto Grissom permanecia estático.

- Não passa de sexo então, pra você?

- Mais ou menos isso... Eu gosto de você, não sei se é o suficiente pra sofrer quando formos embora. – tentou usar palavras mais amenizadoras.

Grissom apenas saiu do box e pegou uma toalha.

- Griss...

- Tudo bem, Sara. Eu entendo.

- Entende mesmo?

- Sim, não se preocupe. Vamos aproveitar o tempo que nos resta. – foi frio.

Sara apenas manejou a cabeça, acenando um sim.

Grissom trocou de roupa e seguiu para seu quarto. Precisava pensar. Ele estava apaixonado e foi difícil admitir isso para si mesmo. Tolo foi ele por achar que ela sentia o mesmo, era o que ele pensava. Claro que ela não sentiria, o plano dela é seduzir, aproveitar e ir embora. E tinha que ser assim, ela era mais nova e tinha uma carreira pela frente, não podia se prender... E isso ele sabia, não tinha se prendido a ninguém por causa da carreira. E quando achou alguém que fez seu coração bater mais forte, a pessoas apenas fez aquilo que ele sempre fez. Iria aproveitar ao máximo o tempo que tinham um com o outro, e se o destino quisesse faria com que eles se reencontrassem.

Escutou alguém bater a porta. Era ela, ele sabia. Atendeu com um sorriso no rosto.

- Você não ficou chateado, ficou? Eu achei que você estava apaixonado por mim, que idiotice, né?

Ela tinha medo de assumir o que sentia. Vai que ele apenas gostasse do sexo dela. Mas no fundo ela gostava dele, talvez até demais.

- É, que idiotice. – Grissom falou mais de si do que da menina que estava na sua frente.

Notas finais
pfvr, não matem a Sarinha! :( foi preciso isso gente, mas sou GSR roxa, eles vão ficar bem... kkkkkk
próximo capítulo vai ser o último no hotel fazenda... então devo postar alguns capítulos da segunda fase da fic antes de ir viajar o
espero reviews >
beijão, Mari Sidle :)