Notas iniciais
olha que aqui de novo! *-*
postando mais uma história GSR :)
espero que gostem!
bom primeiro capítulo!

– Mas eu não quero ir mãe! É o meu último ano com o pessoal! Ano que vem eu vou pra faculdade e só Deus sabe quando eu volto! – Sara resmungava e se agarrava a cama.

– Sara, sem mais dramas, por favor! Esse congresso é muito importante pro seu pai! E ele quer a família dele com ele! Ele é o homenageado do ano! – Rachel fazia de tudo pra que Sara largasse daquela cama e entrasse no carro.

– O que eu ganho se ir? – começou o jogo.

– Ganha conhecimento! Ano que vem você estará em uma das melhores faculdades do país, tem muito o que aprender lá! Alguns dos palestrantes pode até serem seus professores! Vamos Sara, seu pai tá esperando! – ela sacudia a filha.

– OK, me venceu pelo cansaço. – ela dizia enquanto se levantava. – Mas me prometa uma coisa?

– O que? – Rachel temia o que poderia sair daquela mente extraordinária.

– Não vai ficar pegando no meu pé! – sorriu maléfica, sabia que a mãe aceitaria! Tudo praquela peste entrar no táxi.

– OK, contando que não seja nada demais!

– Não se preocupe. – sorriu indo em direção a saída da casa. – Você não vem, mamãe?

– Manipuladora! – Rachel falou pra si.

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– Então Sara, animada pra conhecer os cientistas mais renomados do país? – seu pai lhe perguntava, enquanto se ajeitavam nos assentos do avião.

– Animadíssima. – Sara utilizava todo seu sarcasmo.

– Qual é filha! Vai ser divertido! – sorriu incentivando a filha.

– Quem precisa deles, quando se tem o melhor físico do país em casa? – ela elogiou o pai, afinal ele era mesmo o melhor do país, e ela se orgulhava disso.

Sara só estava fazendo aquilo pelo seu pai, porque o admirava muito. Odiava viagens, gostava de estar com suas amigas e dividir histórias de verão com elas. Hora e meia olhava enfezada pra sua mãe, mas achou melhor parar, seu pai se chatearia com isso. Duas horas depois estavam aterrissando no Texas. O hotel fazenda, onde ocorreriam as palestras e premiações, se localizava da capital do Estado, Austin. Um lugar quente, jogaram dentro de um forno e esqueceram de tirar. Sara odiava calor, sol e derivados. Havia colocado um biquíni na mala, mas só porque sua mãe insistira muito, ela mesma não tinha a menor intenção de entrar na piscina e o biquíni estava pequeno, não que não servisse mais, mas mostrava as carnes que cobriam o seu glúteo mais do que o pai dela permitiria.

Seu pai chamou um táxi e seguiram rumo ao hotel, que ficava longe pra burro. Sara teve medo que o celular não pegasse área de rede, porque o hotel era mais escondido do que a verdade sobre a virgindade dela. Claro, pro seus pais ela era pura, coitados. Chegando ao hotel, seu pai pegou as chaves dos quartos. Pelo menos isso, ela teria um quarto só pra ela. Antes mesmo que pudessem subir, seus pais foram abordados por vários cientistas e estudiosos. Aquilo era pra matar Sara, precisava sair daquele lugar. Pegou a chave da mão de seu pai e foi procurar o quarto.

– Pai, cadê a chave do meu quarto?

– Tá aqui, porque?

– Porque eu já quero deixar as minhas malas lá.

Edgard entendeu o recado da filha e lhe entregou a chave. Sara pegou a chave da mão de seu pai e foi procurar o quarto.

Ao chegar, se atrapalhou com as malas e acabou deixando a chave cair, quando abaixou-se pra pegá-la, sentiu uma mão se aproximar e pegar antes dela.

– Aqui moça! – ela enfim olhou pra cara do sujeito.

Ficou sem fala. Talvez aquele fosse o homem mais bonito que ela veria em toda sua vida. Olhou praqueles olhos imensamente azuis e depois de cima a baixo e teve pensamentos pervertidos com ele. Saiu acordou de seus pensamentos quando ouviu mais uma vez a voz dele.

– Hey, tá aí? – Sara pode vê-lo balançar as chaves.

– Ah, me desculpe! – ela sorriu. – Obrigada...

– Gil Grissom, mas me chame só de Gil.

– Obrigada Gil!

– Por nada...

– Sara Sidle, mas me chame de Sar, pelo amor de Deus! – ela disse em drama e eles riram.

– Tudo bem, Sar. Agora tenho que ir!

– A gente se esbarra por aí!

– Se esbarra mesmo, estou no quarto enfrente ao seu!

– Pois é!

– Tenho que ir mesmo, até mais!

– Até! – Sara se virou e começou a abrir a porta do quarto.

Deixou as malas em um canto e se jogou na cama. Aquele homem era bonito. Deveria ter uns 30, não passava disso. Era charmoso, cabelos castanhos bem cortados... E aqueles olhos! Não pode deixar de reparar na camiseta preta que marcava os músculos do braço e tórax, meu Deus, começou a imaginá-lo sem camisa, deveria ser um deus grego. Achou melhor ir tomar banho e abaixar seu fogo, afinal ele era uns 15 anos mais velho do que ela.


Notas finais
e aí, o que acharam?
se gostou, deixa um review *-* hehe
beijão, Mari Sidle!