Sweet Danger

11 Chapter Eleven


Notas iniciais
vou confessar que fiquei com dor no coração por ter que deixar vocês sem capítulos por quase um mês :/
então, ao invés de postar somente nas segundas, vou me esforçar pra poder postar o máximo de capítulos que eu puder.
senti falta dos comentários no capítulo anterior... eu sei que ficou uma bosta, mas posso garantir que esse vai compensar :)
esse cap é pra Gaby Campolina, espero que você entenda, amica :3 kk
boa leitura!

Sara estava deitada na cama, de bruços, apenas vestida com meias pretas e uma calcinha de renda vermelha. Seus cabelos estavam soltos e os fios bagunçados em pequenos cachos. Enrolava uma mecha no dedo enquanto analisava a expressão de Grissom.

Ele estava incrédulo. Ela ter apenas 15 anos? Não, ela estava de brincadeira com ele, só podia ser. Aquilo era uma mulher... Provocante, sensual, ardente. E linda, uma beleza angelical. De anjo caído, talvez. E o coração dele bateu mais forte, como se nunca mais a pudesse deixar ir. Era mais do que sexo, ele tinha que admitir.

Ela mexia com ele, não apenas com seus hormônios masculinos e com sua virilidade, mas também com uma parte que ninguém mexera antes. Uma parte que ele pensou um dia ser intocável, seu coração. Ele estava apaixonado, vidrado, viciado no cheiro dela, na forma em que ela o seduzia.

Então caiu a ficha de que teria apenas mais uma semana com ela, e tudo estaria acabado. Seu coração ficou pequeno, angustiado. Iria sentir falta dela, com toda certeza.

– Vai ficar aí só olhando? – Sara agora estava de barriga para cima, passando um dedo pelo vão de seus seios descobertos, enquanto a outra mão caminhava pela sua perna flexionada.

Sem protestar Grissom a pegou no colo, e sentou-se na cama com ela em cima dele. Beijava o pescoço dela enquanto ela gemia e puxava seus cabelos acinzentados. Sara jogava a cabeça para trás e podia sentir a ereção, já pulsante, dele sob o tecido jeans.

Grissom descia agora até um dos seios dela e o sugava com vontade, enquanto roçava o polegar no outro, até eles ficarem eriçados. Repetiu os movimentos no outro seio, deixando Sara cada vez mais excitada. Ela o deitou na cama, abrindo sua camisa, botão por botão, depositando um beijo em cada parte da pela que era exposta.

Ele era lindo, bem definido e uma pequena camada de pelos negros cobriam seu peitoral. Sara o arranhou com suas unhas, do tórax ao cós da calça dele. Brincou com suas unhas ali, e o viu prender a respiração. Ela adorava provoca-lo. Adorava tanto que o coração apertou quando lembrou que aquilo acabaria.

Ele era especial. O primeiro com que Sara tinha dormido, tinha sido apenas por diversão e o prazer de seduzir um professor. Mas, com Grissom era diferente. Ela gostava de provoca-lo pois sabia que ele gostava daquilo, e ela gostava de satisfaze-lo.

Abriu o cinto e sem demora retirou a calça dele, deixando-o apenas de cueca. Boxer branca... Como aquela cueca a enlouquecia. Acariciou a ereção dele por cima do tecido fino, mas forte, da cueca e o ouviu gemer rouco. Ele mantinha os olhos fechados. Gostava de sentir o toque dela, com a expectativa de não saber o que vinha depois. Sara agarrou a bainha da cueca e a arrastou pernas abaixo, arranhando levemente a pele de Grissom.

Grissom parou de sentir o toque dela por alguns segundos, até ser drogado pelo o toque da boca dela nele. Ela lambia toda sua extensão, o engolia por inteiro, e ele gemia, sussurrava o nome dela, pedia por mais.

Sara pode sentir que ele estava quase lá, quando sua ereção ficou ainda mais volumosa dentro de sua boca. Parou com a carícia e foi subindo beijos pelo abdômen, depois o tórax, pescoço, queixo e quando Grissom achou que ela o beijaria a boca, ela parou.

– Não tão rápido, Sr. Grissom... Eu também quero me divertir. – sorriu com toda sua malícia e usou seu tom mais sensual.

Grissom olhava fixamente nos olhos dela agora, tentado entender como uma menina podia ser tão mulher. Ele inverteu as posições, ficando em cima dela agora. Desceu beijos por seu pescoço, insinuou brincar com um dos seios, e riu quando ouviu o gemido frustrado dela por ele não fazer o que pretendeu. Continuou descendo os beijos pela barriga lisa, brincou com a língua no umbigo dela e sentiu-a arquear o corpo.

Chegou perto do elástico da calcinha dela e percebeu que ela prendeu a respiração. Acariciou-a, ainda por cima do tecido vermelho rendado, que mal a tampava. Segurou de cada lado da calcinha e a escorregou pelas pernas cobertas pelas meias pretas.

O coração de Sara falhou uma batida quando sentiu a língua gelada de Grissom, devido ao choque térmico de sua entrada úmida e quente. Puxava-lhe os cabelos enquanto implorava para que ele não parasse. Grissom chupava o clitóris dela, mordia os grandes lábios, a penetrava com sua língua enquanto acariciava o clitóris com o polegar.

Sentiu o corpo de Sara tremer, ela estava quase no ápice do prazer, enquanto Grissom parou o que estava fazendo. E antes que ela protestasse, lá estava ele dentro dela. Com movimentos urgente, compassados e ritimados. Eles tinham uma sintonia incrível. Sara arqueou o corpo para que Grissom pudesse chegar mais fundo.

– Sara, não vou aguentar por muito tempo.

– Vem comigo, meu bem.

Gritaram ambos os nomes quando juntos chegaram a orgasmo esplêndido. Deliciaram-se com o êxtase do prazer e ainda ofegantes se abraçaram.


Notas finais
e aí? como ficou?
comentem, preciso saber o que vocês estão achando! kk
beijão, Mari Sidle :)