Sweet Child O Mine

9 O Susto da Cabrita


Notas iniciais
IUIASUHDIUASHDIOUASHDIUHASIUDHUHSADIOUHSADUIASIUODHUIAS nem me perguntem o porque do titulo ser esse. É 2 e 47 da manha e a essa hora eu tenho cada ideia idiota...
enfim... será que da pra alguém apresentar pro Shadows uma calça jeans? porque PORRA! ELE NÃO PERCEBE QUE AQUELAS CALÇAS QUE USA NO SHOW MARCAM DE MAIS? UAHEIUAHEUIHAIUHEIAUUIAUHE -ignorem.
ah sim... como eu sou uma pessoa muito esperta, nem notei que como a fic se passa final de novembro de 2011 eu poderia ter colocado como se fosse a Buried Alive. E agora vou tentar meio que ajeitar pra encaixar com ela e vamos ver o que que sai *correemcirculos*
Agora... todo mundo quer o Brian com a Kat né... se eu disser que não vai ser ele, ces me matam? .-. IAUSHDIUSAHDIUAHSUHPodeseroJohnnyIUAHSDIUSAHUIHU
deixa eu ver se tem mais algma coisa....
AAH SIM
OBRIGADO PELA RECOMENDAÇÃO! EU SEI QUEM FOI QUE MANDOU MAS NÃO SEI ESCREVER O NOMEZINHO XD
era isso...
Enjoy

Sugiro que leiam as notas ;)

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Uma porta, que pelo jeito era a do banheiro, abriu e... por reflexo acabei mordendo os lábios.

–“…come on baby, I've got a license for love and if it expires, pray help from above…”* – sim, eu cantarolei isso. O cara dos olhos verdes me olhou como se eu fosse algum tipo de alienígena.

–QUE PORRA VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?! – ele gritou correndo de volta para o banheiro, enquanto o Bozo 1 ria desesperadamente. Não sei se foi do que eu havia falado ou pela reação do base.

Preciso mencionar que ele havia saído do banheiro somente de toalha? Pois é.

–Pelo menos... a música é boa. – Brian continuava rindo. Acabei sorrindo para ele. – Acho que ele nunca mais sai desse banheiro. – comentou parando de rir.

–Até parece que eu seria a primeira a ver o cara quase sem nada... – comentei sarcasticamente. Ele riu.

–Gostei do gênio. – comentou sorrindo meio malicioso. Vish. Vira esse negocio pra lá.

Dei mais uma olhada no quarto e um negocio preto me chamou atenção, estava aos pés da segunda cama. A oposta a que Brian estava sentado. Era um case, isso não tinha duvidas.

–De qual dos dois é? – perguntei apontando para o mesmo.

–Vengeance. – falou.

Uh. Vou assaltá-lo.

Algum tempo depois o dono do case saiu do banheiro devidamente vestido e não olhou para mim. Não sabia se ria ou chorava de rir. É, as duas eram tentadoras.

Ficou um silêncio por que o Brian ainda estava olhando para aqueles papeis, o Zacky tinha se jogado na cama e eu estava fazendo merda nenhum. ‘Bora ouvir música. Procurei na mochila onde havia jogado meu mp4. Depois de revirar aquele negocio, achei-o.

Conectei os fones que a velhinha havia me devolvido – e eu achei que ela ia querer me bater – e botei em uma das listas de reprodução que tinha naquele negocio.

A primeira música era All Nightmare Long, do Metallica. Estou começando a achar que a palavra nightmare me persegue. Recostei a cabeça no apoio da cadeira e fechei os olhos. Se eu dormisse... bem, eles se fodem.

Uma Katerina dormindo é o mesmo que uma pedra. Não acorda nem se jogarem água. E olhe que já fizeram isso antes e eu não acordei.

Alguns minutos depois fui perceber que a mania de seguir a musica não havia passado. Droga. Meus pés pareciam mexer sozinhos e os dedos das mãos também. Ô dedinhos lindos das minhas mãos... minhas pernas não são tons nem pratos! Alguém os avisa pra mim?

Fiquei ouvindo música até sentir algo no meu rosto. CARALHO! ELES TÃO TENTANDO ME MATAR SUFOCADA! SOCORRO! NASA! ALGUÉM!

Hm... depois percebi que um deles só tinha jogado um travesseiro na minha cara. Levantei a cabeça e abri os olhos. Tirei um dos fones e olhei-os. Não sei qual dos dois tinha a expressão mais engraçada no rosto.

–Me dêem um bom motivo para parar de ouvir Mama Kin e não matar os dois... – falei calmamente. Os dois trocaram olhares. Suspirei. Botei os fones novamente e deitei a cabeça na cadeira mais uma vez.

Tempos depois senti um chute no pé. Abri os olhos. Brian fez sinal para que tirasse os fones. O fiz.

–Nossa hora de ir. – sorriu. Retribui e levantei, coloquei o mp4 em um dos bolsos da calça e fiquei com somente um fone no ouvido.

Arrumei as malas do mesmo jeito de antes e notei que o quarto parecia ter sido trocado enquanto estava com os olhos fechados. Ele estava arrumado! Notei que o bolota não estava mais por lá. E nem o Brian estava com as malas.

–Sou a última? – perguntei. Ele riu.

–Uma coisa que aprendi com a Michelle foi que não se deve acordar uma mulher. Em hipótese alguma. – acabei rindo. E ele acabou pegando a mala de rodinhas com a mala de mão em cima. Só espero que dessa vez, ela não tente matá-lo.

Fomos até o elevador em silêncio. Estava pensando...

–Brian, o Zacky não vai muito com a minha cara, né? – perguntei. Ele acabou rindo.

–Nem estressa. Ele é que ta com uns problemas com a namorada e acaba descontando um pouco nos outros. – sorriu – É falta de sexo. – minha vez de rir escandalosamente.

O elevador chegou e nós entramos. Ele apertou o botão do térreo.

–Por acaso, você toca bateria? – perguntou assim que saímos do elevador e íamos para arecepção.

–Notou isso quando? – perguntei rindo.

–Porque ‘cê ‘tava tocando Metallica no quarto. – dei de ombros. Ele riu. Que ouvido, cara. Mas isso não é meio obvio, não?

Chegamos à recepção e vi os outros quatro e mais um cara, nos esperando. Matt e Arin pareciam estar bem melhores do que quando os encontrei na frente do elevador.

Aproximamo-nos deles e...

We scream! We shout! We´re the Power Rangers!

A voz – que eu acabei distorcendo – de Andy Six invadiu o local, fazendo com que Brian risse mais uma vez. Acho melhor mudar esse toque antes que o guitarrista solo deles morra de rir. Literalmente.

Atendi.

–Oi?

–Passa pro Gates.- Mark... que mau humor é esse filho? Revirei os olhos.

Afastei o celular da orelha.

–Bozo, digo, Brian... celular. – estendi para ele que o pegou ainda rindo. Não acredito que o chamei de Bozo em voz alta. Essa foi foda.

–Bozo? – levei um susto quando a voz do Johnny veio de algum lugar ao meu lado. Como ele foi parar ali tão rápido?

–Credo. Assombração. – falei. – E sim. Nessas horas que passei perto dele, o cara teve uns 50 ataques de riso. – comentei. O baixinho sorriu. Já falei que ele é a coisa mais fofa que eu vi?

Brian continuava falando com meu tio alguma coisa que eu não prestava atenção. Zacky mofava no sofá ali perto. Johnny tinha acabado de pegar o fone solto, botado-o no ouvido.

–Ei! Quem deu permissão? – perguntei fingindo raiva. Ele sorriu.

–Tem um gosto musical bom. – falou tirando o fone. Nem havia notado que estava tocando Almost Easy. Sorri.

–Idiota.

–Ei! – reclamou rindo.

–Pode parando anão que a garota não é pra ti. – Brian chegou me entregando o celular e falando com o baixinho de uma forma que me fez rir. O que ele deve sofrer na mão desses caras, eu nem imagino.

Uma coisa que tinha notado era que o vocalista e o baterista sumiram. Do nada. Bando de assombração.


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* 'Venha querido, eu tenho uma licença para amar e se ela expirar, peça ajuda aos céus' – trecho de Rebel Yell, do Billy Idol. Deem uma olhada na música inteira.

Notas finais
Então... agora, como sou uma pessoa muito amavel, só postarei o próximo cap. se tiver 8 reviews. Sou uma pessoa abusiva(¬¬') eu sei IUAHEIUHEUHAHUIE (:
Byebye