Sweet Child O Mine

10 Hellway, Vengeance University e o taco do Shadz


Notas iniciais
HELLO PEOPLE LOL
como cês tão? AUHEIUHEUHI
Enfim... outro cap. mais "normal" e... espero que gostem
já que eu ñão tenho ideia do que botar aqui .-.
Bem vindas(os) leitoras(es) novas(os) :D
Enjoy

Então... depois deles ficarem conversando séculos no saguão do hotel, nós saímos e eu vi um ônibus parado no estacionamento. E tipo, ele era gigantesco. Brian me ajudou a botar minhas malas naqueles compartimentos da parte de baixo e só me restou à mochila.

Fui à última a entrar. Por dentro o ônibus também era grande.

Sentei-me no sofá que ficava ao lado da porta e peguei o notbook para poder terminar o tal do logotipo, pois eu precisava entregá-lo pronto amanha à tarde.

-E ai bando de filho da puta! – agora eu descobri onde o Shadows se enfiou. Levantei o rosto e ele olhou-me e sorriu.

-Katerina, certo? – olha, não é que ele falou certinho? Apenas assenti sorrindo. Só restava-me saber onde estava o baterista. Onde será que aquele palito foi?

-M. Shadows ou Matt, como preferir me chamar. – ele deu de ombros sorrindo. Oh deus, posso apertar aquela bochechas dele?

-Kat ou Hellway, como preferir. –ri. Só naquele momento havia notado uma coisa: ele tinha sido o único a se apresentar.

-Hellway é? – comentários com malicia eu nem preciso dizer de quem surgem.

-Gates menos, bem menos. – que corte Arin. Comecei a rir. O baterista se jogou ao meu lado no sofá. E eu achei que ele era mais tímido.

-Arin Ilejay. – estendeu a mão. Cumprimentei-o.

Johnny riu. É, acho que ele viu.

-Temos um plágio aqui Sanders. – ele tinha que falar justamente isso? Porra Crist!

Todos os presentes naquele espaço olharam-me. Acabei sentando em cima da minha mão.

-Que ‘cê ta falando seu doente? – da onde saiu o Zacky? Porra! Crist apontou para mim. Er... o que eu faço agora? O base acabou olhando-me com as sobrancelhas levantadas.

-Mostra. – o baixinho pediu. Mas nem fodendo! Já passei vergonha de mais por aqui.

-Não. – uma coisa que descobri: Johnny consegue imitar o gato de botas perfeitamente. Senhor, que coisa fofa! Ok. Se controla, filha.

Suspirei.

-Aqui ó. – levantei a mão esquerda que havia o deathbat do Jimmy, exatamente igual ao que o vocal tinha na direita. – Satisfeito seu pequeno pedaço de gente? – perguntei meio irritada. Eles riram.

Depois desse pequeno episodio cada um foi fazer alguma coisa. Fiquei fazendo e refazendo o logotipo, mas nenhum dos que eu já havia feito parecia bom o suficiente. Eu queria ganhar aquele desafio, já que naquela aérea especifica, eu não ia tão bem quanto as outras.

A idéia de como fazer já estava na cabeça – e no papel -, mas fazê-la acontecer não era fácil. Já haviam se passado umas três horas e as únicas coisas prontas eram o fundo, as letras, as asas e alguns sombreados. Faltava editar as caveiras, mas parecia que aquelas diabas não queriam colaborar comigo.

Mas pelo menos eu teria tempo já que essa era a única coisa que faltava. O tal “discurso” de venda da falsa banda já estava feito, o símbolo também e só faltava aquilo que era pra ser como a capa do CD. E ainda mais que nós iríamos para Nashville, então teríamos de atravessar três estados. Mas porque eles não foram lá antes de irem para NY? Enfim...

Estava tão concentrada em modificar os dedos das caveiras que nem ao menos notei quando alguém se sentou ao meu lado. Fui perceber isso, dois minutos depois. Tirei os fones e olhei-o.

-Certo, tu é bipolar ou que? – perguntei ao Zacky.

-Queria ver o que tu tanto xingava. – ele riu. Eu estava falando e não percebi? Mas que coisa...

-Hm... desculpe se atrapalhei alguma coisa. – falei.

-Atrapalhou eu fazendo bosta nenhuma. – falou rindo e não desgrudando os olhos da tela do notbook – Cara, que banda é essa? – perguntou. Ri.

-Nenhuma. É só um desafio de um projeto que tem na Itália. – falei voltando a mexer no programa para ver se conseguia arrumar aquelas porras de dedos das caveiras. Queria alongá-los para que depois pudesse juntar cada mão com um nome.

-Projeto? Caralho, foi tu que fez isso tudo? – perguntou como se eu tivesse acabado de desenhar o Slash em tamanho real.

-Fala isso como se fosse uma coisa ‘ual! Que de mais’. – suspirei. Notei ele olhar-me estranho.

-E não é? – virei os olhos e mirei-o.

-Você não viu os dos meus colegas. Aqueles sim são “ual!”. – comentei enquanto mudava de pagina para que ele visse alguns que já estavam sendo mostrados. A votação só iria iniciar assim que o prazo de entrega acabasse. Virei o not para que ele pudesse ver melhor.

-Puta que pariu! – murmurou. Comecei a rir.

-Esse aqui... – rolei a pagina para que ela mostrasse o do Igor. — Ele é o melhor em design gráfico da nossa turma. – apontei para a tal da capa do CD da banda dele. Percebia-se que ele havia tirado a idéia das caveiras do Iron. Aquilo sim estava de mais.

-OK. Mas até agora não entendi o motivo disso tudo. – falou com uma expressão confusa. Bati a mão na testa. O que a falta de escola não faz? Suspirei.

-Então... Na Itália existe um programa para que as pessoas aprendam antes sobre a carreira que vão seguir. Ele é via internet. Daí elas podem ter uma idéia de como vai ser quando forem para o mercado de trabalho de verdade. E como eu vou fazer publicidade, me inscrevi nele e a cada mês nós temos uma tarefa diferente para fazer. Quanto melhor a sua for, mais pontos ela vai ganhar. – respirei. – E nossa tarefa do mês era inventar uma banda. Fazer um marketing para que pudéssemos vendê-la, produzir a capa do CD da tal banda e apresentar aos outros alunos. O prazo final pra entrega é amanha e eu ainda não consegui fazer igual ao projeto inicial. – finalizei.

Será que ele entendeu alguma coisa do que eu falei?

-Tem certeza que tu tem 16 mesmo? – perguntou meio assustado. Sorri e assenti.

Ficamos em silêncio por um tempo enquanto voltava a arrumar os dedos da maldita caveira. E... DEU CERTO! ALELUIA IRMÃOS!

Levantei as mãos, igual uma retardada quando deu certo fazendo o cara ao meu lado rir.

-Posso ver o projeto inicial? – perguntou.

-Te pergunto: até hoje de manhã tu não me odiava? – ele sorriu.

-Se vou ter que conviver o resto da tour contigo é melhor nos darmos bem. – falou – Além de que... preciso de alguém para me ajudar a desenvolver umas ideias novas que tive para a Vengeance University.

-Você que fazer uma pessoa enfartar cara? – perguntei. Não acreditei que ele realmente falou aquilo. Imagine desenhar alguns modelos pra VU? Senhor me segura.

-Então, posso? – perguntou.

-‘Tá dentro da minha mochila. Pode pegar no primeiro bolso. – apontei para a dita cuja que estava ao lado dele.

Bem agora vamos arrumar essas caveiras no cenário. Apaga. Apaga. Vira. Bota as mãos na cabeça... que vai COMEÇAAAAAAAR... o Rebolation-tion-tion! Er... então...

Tinha alguma coisa errada. Que silêncio é esse?

Olhei para o ser ao me lado. Ele estava com o papel nas mãos.

-Ahn... tudo bem? – perguntei. Ele levantou os olhos do desenho.

-Com certeza, você vai desenhar. – falou me entregando o papel onde estava todo o esboço da capa do CD. Eihn?

-De que ‘cê ta falando? – perguntei com as sobrancelhas juntas. Comecei a cantarolar Only Time Will Tell baixinho já que estava tocando.

-Pra ajudar em alguns modelos da VU. Tenho idéias. – olhou-me quase com uma cara de maníaco, mas na real, ele tem sempre cara de maníaco, ou seria de débil mental? Ri.

-Fala sério. – falei descrente. Era muito de mau gosto de ele fazer uma brincadeira daquelas comigo.

-To falando. – comentou. Olhei-o e ele não estava rindo nem nada do tipo. Fiquei olhando para ele uns bons minutos. Aquilo era sério mesmo. – Que tal? – perguntou com o canto dos lábios levantados.

-Me diz que você não esta querendo se vingar de mim ainda. Por favor! – choraminguei. Ele riu.

-Acho que na frente da Bullock já foi vergonha o bastante. – 3, 2, 1...

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – sim eu gritei. Cara, imagine que eu já consegui um trabalho. Mano, to tendo um infarto. Socorro.

-EU TO ARMADO PORRA, SAI DAÍ! – um Matt com a cara toda amassada veio correndo até onde nós estávamos com um taco de beisebol nas mãos. Ele olhava para os lados procurando por alguém que fosse. Nessa hora eu estava morrendo de rir. E o castor ao meu lado também. – Mas que porra? Zachary você esta tentando estuprar a garota? – ele perguntou com o taco em cima do ombro.

Chegava a me abanar de tanto que eu ri naquele momento. Essa sim foi à cena mais engraçada que presenciei em toda a minha vida.

-Não, ele só... HAHAHAH... socorro, eu ‘to morrendo... HAHAHA... – e essa é daquelas crises que não parariam tão cedo.

-Vou voltar a dormir. Se eu ouvir mais algum grito, faço qualquer um dos dois engolir essa bosta. – ele apontou pro taco e foi sabe-se lá onde.

Respira, inspira, respira...

Assim que controlei o acesso de riso, olhei para o Bozo 2 que estava vermelho de tanto rir também. Oh Gott. Somos pessoas problemáticas.

Notas finais
IUSHDIUASDIUIASHU então... que comecem os negocios MUAHAHAHA .-.
Bem... hoje o leilão sera aberto com esse lindo especime de pigmeu...
Quem acertar a música existente no prox. cap. tera uma participação na fic com o Johnny...
p.s: a musica é do Michael J. e se relaciona a gent morta...
facil IUASHDIUSAHDUHASHUI
Nós vemos mais tarde
byebye