Sweet Child O Mine
15 O QUE ELE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO?
EEEEE TEMOS UMA VENCEDORA — já tava hora — IUAHSDIUHASIUHDIUASUOA
rufem(? — isso me lembra ruffles .-. ) os tabores... tarararara *entendam isso como aquelas aberturas dos desenhos looney tunes* IUAHDUIHASDUHIASHIU RoseHalle foi pelo instinto e ganhou LOL
afinal eu não gosto que meus personagens se chifrem na historia .-. UASYHDYGASDYGASIUYGDYUAS
Vou mandar o Shadz por sedex, chega em 7 dias... quem sabe a Samara vá junto .-. JHSBGDAJSDLK
Enfim... demorei muito? Espero que não (:
Agooora... Sabem a Desappear? Então ela tem uma fic que eu amo de mais a 'Will You Stay Away Forever?' Deem uma passadinha lá, eu agarantio que ces não ce arrependeram (:
OOO Edvard, eu te amo seu emo xD IAUHEHAEUIHAIUHEIUHAEHU -n
Tou com crise de tedio .-.
Vamos ao cap., espero que gostem
Enjoy
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Acordei com um cavalo batendo na porta do meu quarto. Abri os olhos e a desgraça ainda estava batendo como se fosse morrer a qualquer momento. Por ter atrapalhado meu sono... MORRA INFELIZ!
Levantei com um olho aberto e outro fechado, cai nos meus tênis, levantei e fui abrir a porta.
–Porque motivos... TÊM UM CAVALO BATENDO NO MEU QUARTO A ESSA HORA DA MANHÃ, CACETE?! – gritei. É eu estava fula da vida. O ser parado no outro lado da porta apenas riu. Abri os olhos e vi alguém que não imaginava.
–Belo ninho de rato. – apontou pro meu cabelo. Bufei.
–Entra e fala, se demorar muito eu vou dormir. – falei dando espaço para o bolota passar e me joguei na cama com o travesseiro na cara. Pude ouvir seus passos e logo o barulho da cadeira. Explique-me porque alguém que se irritou tanto comigo ontem, veio aqui na manha seguinte sentar na cadeira do meu quarto? E ainda mais em silêncio.
Era possível ouvi-lo respirar. Levantei o rosto e fitei-o. Ele parecia meio perdido. Revirei os olhos.
–Melhor você ir embora antes que meus problemas apareçam novamente. – falei ironicamente. Ele que estava com o rosto apoiado na mão apenas levantou os olhos. Ficamos nos encarando por um bom tempo até me cansar. Ele me acorda e vai ali somente para fazer nada? Já estou começando a ficar irritada de verdade com o cara.
–Eu e a Gena. – falou de repente. Tirei o travesseiro do rosto e olhei-o. O que eu tinha a haver com ele e a namorada? Seus olhos voltaram para o chão.
–Poderia me explicar em vez de somente citar nomes? – perguntei. Qual é, eu precisava pelo menos entender sobre o que ele estava falando. Revirou os olhos.
Senhor, vou matar alguém a qualquer minuto. Ficamos nos encarando por mais alguns minutos e nada dele falar. OK. Isso está estranho ou é só impressão minha? O que ele queria que eu descobrisse ou seja lá o que fosse? E eu... MEIN GOTT! Eu sou estúpida, ok. Mas tipo, o cara estava todo mimi e nervoso antes e depois vem e fala da namorada e eu não me toquei? Que tipo de pessoa idiota eu sou? Acho que a convivência com o Gates já está me afetando.
Olhei-o meio preocupada, afinal eu não era boa em consolar as pessoas. Podem ver pelo episódio do ônibus. Eu deveria estar com uma cara de psicopata para ele me olhar daquele jeito e rir. Sério, ele riu tanto que chegou a chorar. Era alguma pegadinha e eu não estou sabendo?
–O que se passa hiena obesa? – perguntei quando ele, finalmente, parou. Mostrou-me o dedo. A que lindo! Suspirou e... O QUE ELE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? Caminhou calmamente até a cama e sentou na ponta. Fiquei olhando-o. Na verdade, fiquei olhando o V e metade do E nas suas costas, que estavam aparecendo por causa da regata. E depois para o resto das tatuagens presentes no braço.
–Katerina?
Deixei os olhos sobre os dedos tatuados e acho que era a primeira vez que notava que o I estava um pouco torto. Ou seria só impressão minha?
–KATERINA!
PAFT!
Esse era o barulho de um corpo caindo no chão. No caso, o corpo era meu. Acho que estava concentrada até de mais e por isso o susto. Desgraça.
Minha coxa estava doendo, até porque cai de lado e essa não era uma posição agradável de cair. Mas quer um conselho? Nunca caia. Não é bom de jeito algum.
Ouvi-o rindo.
Revirei os olhos. Legal, mais um que ri da desgraça dos outros. Maldito guitarrista.
–'Cê 'tá bem? — perguntou olhando-me de cima e ainda rindo. Suspirei.
–Claro! 'Tô ótima, melhor impossível e... AI! — assim que fui mexer a mão uma dor terrível bateu. Parecia que um elefante havia pisado e chutado ela. E depois eu descobri o que era aquilo em baixo da minha perna. A única coisa que me falta é eu ter quebrado a mão.
–Acho que não. — falou e levantou-se da minha cama, dando a volta e agachando-se a frente de onde eu estava caída. — Me deixa ver.
–Não! — quase dei um soco nele com a outra mão quando ele tentou pegar a que estava doendo. E aquela porra 'tava doendo pra cacete. Bufou e revirou os olhos.
–Será que dá, por um minuto, não ser a porra de uma criança, Katerina? — perguntou irritado. Acho que a única vez que meu sangue ferveu tanto foi em uma competição esportiva na escola em que uma garota quase arrancou meus rins. E eu quase matei ela depois. Na verdade, o rosto dela ainda está meio desfigurado. Como mencionei antes, sou agressiva. É.
–Sai. Agora. — falei baixo, não estava com vontade de gritar logo de manhã cedo. E minha voz saiu tão calma que chegou a assustar. Revirou os olhos novamente.
–Deixa de babaquice Katerina, deixa eu...
–SAI DAQUI PORRA! — teria avançando nele se não fosse justamente à mão que eu usava pra bater em alguém. Sim, até isso eu tenho separado.
Ele apenas ficou me olhando com cara de bosta. Já falei que a mão boa está gritando para ir parar naquela pele branca e deixar uma puta marca? Não? Pois então, é exatamente isso que eu deveria fazer.
Bufei porque ele ainda continuava me olhando. Além disso minha mão continuava doendo.
–Você não vai sair, né? — perguntei passando os dedos pelo pulso e apertando levemente. Era exatamente ali que doía. Resmunguei qualquer coisa.
–Não. — sua voz até estava divertida. Olhei-o novamente. Ele sorria. Não sei por que raios, mas acabei rindo da situação também. Talvez por ser parecida com a do ônibus, só que inversa.
–Anda, deixa eu ver se quebrou. — falou. Suspirei e dei meu pulso a ele. Que coisa estranha de se falar. Dar o pulso. Oi, eu não tenho lepra para isso acontecer.
Foi só o demônio tocar no lugar que, com a outra mão, bati nele. É. Na mão dele, só para esclarecimento geral.
–Nem sei por que fui deixar você ver já que médico eu tenho certeza que tu não é. — reclamei enquanto ele mexia nos meus dedos. Cada vez que levantava cada dedo, parecia que estavam tentando cortar eu pulso fora. E eu não estou sendo dramática.
Fui ignorada enquanto ele parecia fazer fisioterapia nos meus dedos. E a dor estava diminuindo. Okay. Ele virou pai de santo foi?
–'Tá só torcido. — disse levantando e estendendo-me a mão. Levantei.
–Como sabe disso? — perguntei segurando o pulso com a outra mão. Ele deu de ombros.
–Já fiz uma coisa parecida.
E como sempre, veio o silêncio novamente.
Passei a mão pelos cabelos e olhei para o lado.
–Então... O que veio fazer aqui?
–Na verdade, o bosta do Gates me empurrou pra cá. — ele fez uma careta que não consegui evitar a risada.
Mais um pouco de silêncio e sentei-me na cama com o travesseiro sobre o colo e a mão repousando na mesma.
–Será que tem como você ir naquela mala grande ali de rodinhas, abrir e pegar uma bolsinha com um pentagrama? — perguntei fazendo a melhor expressão de fofura que conseguia. Eu espero que isso dê certo.
'Cês já notaram que eu sou meio bipolar né?
–O.k. — certo, acho que o termino do namoro do cara afetou-o de um jeito... estranho. Mas tinha alguma coisa me incomodando quanto a isso. Algum detalhe que deixei passar. O que será?
–Essa? — sai dos meus pensamentos mais estranhos do que ele, vendo-o com a bolsa nas mãos. Sorri.
–Essa ai. — se aproximou e entregou-me o trocinho. — Obrigado. — desde quando eu agradeço?
Abri e vi alguns remédios, tipo para enjoo, e outras coisas. Achei a caixinha das minhas lentes.
Na 'tampa' da bolsinha havia um espelho que usaria para botar elas.
–Segura assim. — mostrei como ele deveria segurar a tal da tampa para que pudesse ver direitinho onde botar a lente. Vai que eu boto ela no nariz. Lente azul no nariz, grande piada Katerina.
Botei-as e logo pisquei algumas vezes para que elas se ajeitassem.
–'Tá certo? — perguntei olhando-o e referindo-me a tal das lentes. Sempre tinha que perguntar a alguém quando elas estavam certinhas, até porque depois da primeira vez que as botei acabei ficando um pouco traumatizada. É. Assentiu.
Sorri.
Estou sorrindo muito ultimamente. O que há de errado comigo?
–Certo, meu interior é curioso de mais para deixar passar... mas o que aconteceu? — perguntei enquanto fechava a bolsinha e deixava-a em cima do meu notbook. — Sabe... entre você e a Gena. Sempre achei os dois tão fofos juntos. — O.k. Para e pensa, Kat.
PORQUE DIABOS EU FUI FALAR ESSA ÚLTIMA COISA?!
Para a felicidade mundial, ele apenas riu um pouco.
–Claro, não precisa dizer se não quiser.
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E ai mereço reviews?
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