Sweet Child O Mine
16 Send Me An Angel
Bem vindos leitores novos *o*
então sobre o cap. — acho que eu ratiei feio nele .-. tava lendo agora e ficou um pouco estranho.
Enfim, Ed percebe alguma coisa com esse cap. eihn tio? IUOSHDIOUAHSDIUAOHUS anyway
e gent... nunca imaginei que essa fic fosse pra frente, sério mesmo e eu tenho que agradecer muito a vcs por isso *-* nos chegamos aos 140 e poucos reviews *o* *emoção*
o nome do cap. tem a ver com a musica 'send me an angel' do Scorpions (novidade) e eu tava ouvindo ela qdo escrevi (:
Enfim, espero que gostem desse e não me matem por ele estar rui D':
Enjoy
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–Claro, não precisa dizer se não quiser.
Ele coçou a cabeça de jeito meio engraçado.
–Espero que não saia correndo igual uma louca para botar a notícia em algum lugar. — Okay. Quantas vezes ele já me ofendeu desde que chegou aqui?
–Sério, só me diz o que eu ganharia se fizesse isso? — perguntei mexendo a cabeça levemente para o lado.
–Muita coisa. — falou em meio a um suspiro. Revirei os olhos e ajeitei o travesseiro nas pernas já que estava sentada na famosa posição de índio. Dei três batidinhas no meio do travesseiro.
–Vamos, deite no 'divã'... — fiz aspas com os dedos na parte do divã — …e conte-me seus problemas, filho. — falei sorrindo igual ao último psicologo que dona Elizabeth havia me mandado visitar uma vez por semana. Ele sempre dizia isso com um sorriso falso e os dedos das mãos juntos. Bem, isso eu não podia fazer.
Okay. Talvez eu tenha cara de louca ou qualquer outra coisa, porque ele olhou-me com muito medo. Certo. Acabei rindo.
–Não vou morder, bater, socar, assoprar ou arrotar. Prometo. — cruzei os dedos da mão esquerda – que estava boa – e sorrindo. Ou quase. Ele meio relutante, virou-se e deitou no travesseiro. Deixei a mão machucada no espaço que ele não ocupava. Beleza, só necessito fazer um comentário: que cabeção Vengeance.
Comecei a rir da cara de assutado dele.
–Finja que está no psicologo e pare de me olhar como se eu fosse te matar a qualquer momento. — continuei rindo da cara dele.
–Isso é meio difícil já até a poucos minutos atrás você queria me bater. — comentou olhando para cima, no caso, para mim. Dei de ombros e franzi o cenho.
–Você quer me matar desde que eu cheguei aqui então estamos quites. — falei – Mas agente fugiu do assunto. Agora conte para a tia Way o que te aflige, porpeta. — minha voz séria de mais e ele ainda estava me olhando assustado.
–Vai me insultar ou vai escutar a bosta da historia que eu nem deveria estar te falando? — já disse que ele também é meio bipolar? Então. Ri.
–Fala logo, que merda. — continuei rindo. Zacky respirou fundo umas duas vezes e – deveria ter — começado o monologo.
Ele ficou em silêncio fitando a parede oposta. Senhor, como psicólogos tem paciência para aguentar ficar ouvindo as pessoas? Ou, nesse caso, ficar ouvindo o nada.
Tapei seus olhos com mão. Ele deu um pulo me fazendo rir mais. Tirei a mão dali e repousei-a no outro espaço do travesseiro que ele não ocupava. Zacky virou os olhos para cima novamente e apenas sorri. Vish. Aaron você vai ganhar um irmão. E sim, se você acha que Aaron me chama de mãe – às vezes -, acertou.
Respirou fundo.
–Então... eu não sei como começar. — fez uma careta. Dei um peteleco no nariz dele. — AI! — resmungou enquanto coçava o local. — Mas será que dá pra parar, sua peste?
–Primeiro: obrigada pelo elogio. Segundo: começa pelo começo e se você vier a falar da criação do mundo eu 'te bato. — enquanto falava enumerava as coisas com os dedos – Terceiro: têm sorte que foi só isso. Poderia ser um tapa. — comentei enquanto deslizava delicadamente os dedos sobre seu cabelo, que, se vocês querem saber, era bem macio.
–Bem, você é fã da banda, certo? — perguntou e só depois notei que seus olhos estavam fechados. Murmurei alguma coisa em concordância para que ele prosseguisse. — Provavelmente sabia que eu e a Gena estávamos noivos. — Okay. Ai está o detalhe que antes estava me incomodando. Tipo, pensem comigo: eles estavam noivos e terminaram? Estranho.
–E, se eu entendi bem, vocês terminaram? — perguntei muito surpresa e ele pareceu notar, pois abriu os olhos, fitando-me. Franzi o cenho. — Que foi? — Zacky voltou ao normal, de olhos fechados. E é melhor eu parar de passar a mão no cabelo dele que vai acabar ficando oleoso.
–Só que nesses últimos meses nós acabamos discutindo mais do que o normal e com as turnês, acabou que não dava para ficamos juntos, até porque é difícil alguém que não seja das 'estruturas' ficar junto. Já é meio complicado ter você por aqui, pois requer mais quartos e serviços, entende? — falava calmamente. — E não tinha como levar ela junto. E por consequência disso acabava reclamando que não tínhamos mais tanto tempo para nós. Realmente era verdade. Nós nos falávamos por telefone e não parecíamos mais um casal prestes a se casar. — respirou fundo – Dai acabamos conversando e decidimos o que seria melhor: continuar ou parar por aqui. Porque eu também não queria que ela se sentisse presa a mim, sendo que não podia dar o que ela merecia. Além de que, nós parecíamos mais amigos do que outra coisa. No final, nós terminamos, mas vamos continuar amigos. — terminou e sorriu.
Por essa eu realmente não esperava.
–Mas se vocês decidiram juntos isso, pelo que eu entendi, porque estava daquele jeito no ônibus? — perguntei olhando para ele que permanecia com os olhos fechados.
–É um pouco difícil pensar que realmente acabou depois de tanto tempo. — disse num suspiro. Ele parecia cansado e, de fato, suas olheiras estavam maiores do que o normal.
Ficamos em silêncio mais uma vez. Estava absorvendo o fato que ele havia me contado. É, de certa forma aquilo realmente parecia uma boa decisão para ambos pelo modo que descreveu-me o fato. Acho que eu faria a mesma coisa. Apesar de que não me casaria, isso eu tenho certeza. Vish.
–Zacky? — chamei-o, abriu os olhos e ficou me encarando. — Faz quanto tempo que tu não dorme direito?
–Uma semana. — respondeu calmamente. Revirei os olhos. Como assim uma semana? Nem pensar, ele vai dormir é agora. Nem que seja na base da paulada.
–Bem, você tem até as três da tarde para dormir e acho bom começar agora. — falei. Ele riu.
–Não vou dormir até as três da tarde, Katerina. — falou.
–Mas vai mesmo, nem que eu tenha que te sedar. — reclamei – Não sei se tu já se olhou no espelho, mas 'cê 'tá com mais cara de drogado do que o Syn.
–Porra, então eu 'tô horrível mesmo. — nós rimos. É, eu ri de uma 'piada' dele.
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Então ruim ou pessimo?
mas enfim queria saber de vcs duas coisas hoje:
música preferida do a7x e algum palpite/ideia/dica para o decorer da fic... minhas ideias estão acabando >.
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