Sweet Child O Mine

11 Ghost, Mendigos e Michael Jackson


Notas iniciais
Pobre Johnny vai ficar sozinho até o fim dos tempos .-. AIUHEIUAHEIUAIHU
como assim NINGUEM acertou a musica?
enfim... TEM UMA PESSOINHA AI QUE ACERTOU UMA COISINHA SOBRE A FIC SÓ EU NAO VOU DIZER O QUE É :B
bem... eu nao sou homofobica ou coisa do tipo e vcs vao entender o motivo de eu dizer isso pelo cap.
E não, Gerard Way não é gay AUHEIUHAEUIH
Escrevi o cap ouvindo Ghost e Narcissistic Cannibal se quiserem o link vai a seguir, respectivamente:
http://www.youtube.com/watch?v=Xh9Cp4rd7mI
http://www.youtube.com/watch?v=CUOlc_j4rMA&ob=av2e
Enjoy

Leiam as notas ;D

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–AHÁ, PODE PAGANDO! – ouvia isso a cada meia hora. E olha que já fazia seis horas que havíamos entrado naquele ônibus. Mas que será que esses idiotas estavam apostando tanto? As únicas pessoas na parte da frente do ônibus era eu e o motorista. Que quando já havia ajeitado parcialmente a capa do CD, fui conversar com ele.

Neste momento estava fazendo nada no sofá. Eu podia não ser muito educada, mas não iria invadir aquele espaço lá pra trás. Vai que eles estão jogando Strip Poker... mas pensando bem... será que...? Uhg. Tenho que evitar pensar nesse tipo de coisa. Vai que o lado “Aaron” existente em mim, desperte.

Então... Música? Música. Que foi? Minha vida se resume a: dormir, comer, música. Também, tenho 16 anos, que mais eu faria?

Como os fones estavam no not, acabei ligando por lá mesmo. Aquele ritmo começou e minhas mãos já começaram a mexer. AH NÃO! NÃO COMEÇE A DANCAR GHOST AGORA KATERINA!

E sim, era uma do Michael Jackson. Fazer o que se as músicas do cara são ótimas?

There's a ghost down in the hall
There's a ghoul upon the bed
There's something in the walls
There's blood upon the stairs
And it's floating through the room
And there's nothing I can see
And I know its restless tune
Because now it's haunting me

I don't understand it
Don't understand it
Aoww!

There's a thumping in the floor
There's a creep behind the door
There's a rocking in the chair
But there's no one sitting there
There's a ghostly smell around
But nobody to be found
And a coffin nearly open
Where a restless soul is floating

Sabe aqueles gritinhos que ele soltava de vez em quando? É, eu fiz aquilo. Continuei dançando sentada. Uma dica: não faça isso sentada. Vão achar que alguma coisa está te eletrocutando.

Depois dessa, vieram mais algumas extremamente animadas. MJ era um dos únicos “fora do padrão” das músicas que existiam no notbook.

Assim que The Way You Make Me Feel acabou, abri os olhos. Quando eu digo que a Lei De Murphi me persegue, não é brincadeira. Ali, em pé na minha frente, cinco seres estavam parados. Não sabia onde enfiar a cara. Porque eu tinha que incorporar o cara e começar a dançar no sofá? Me diz?

O resultado foi meter a cara no meio das pernas, olhando para o chão. Sentia meu rosto pegando fogo.

Legal que eu, ás vezes, me soltava de mais e a bixisse do Gerard Way incorporava a Katerina aqui. Mas deveria ter pensando umas 28312637312 vezes antes de fazer isso naquele ônibus.

Pude ouvir a risada deles enquanto voltavam para o lugar de onde vieram. Não, eles não voltaram para o útero das mães deles.

Então, o que aprendemos hoje, eihn Kat? Nunca, nunca mesmo, dance no sofá de um ônibus de banda. Principalmente se for do Avenged. Prevejo zoação. Muita.

Alguns minutos a mais xingando-me mentalmente por fazer aquela bobagem e Raymond (o motorista) foi diminuindo a velocidade. Não era possível que já tivéssemos chegado. Pelas minhas contas a viagem seria de mais ou menos dez horas ou mais. Mas nunca se sabe, minha matemática é terrível.

Assim que o ônibus parou, o silêncio reinou naquele lugar. É nessas horas que você deve ter medo e... AAAAAAAAAH QUE QUE É ISSO MEU DEUS?

Um bando de gente saiu correndo de onde eles estavam, passaram por mim – quase pisando nos meus pés – e saindo do lugar. Pareciam cachorros quando vêem uma cadela no cio. Credo! Agora estou pensando seriamente na hipótese de que eles sejam retardados e que acompanhar eles não era – e não era – uma boa idéia.

–Não se assuste. Eles são assim mesmo. – Arin parou do meu lado, e a desgraça estava rindo ainda por cima.

–Como não? Parece que estão vivendo dentro do ônibus como se a mãe deles tivesse parido os caras aqui e essa seria a primeira vez que eles saem. – falei meio revoltada. Ele riu.

–Você se acostuma com o tempo. – deu de ombros. – Ou não. – sorriu. Revirei os olhos. – Nós vamos “jantar”, vem? – perguntou quase na porta do ônibus. Levantei-me. Mas é obvio que eu iria. Precisa acalmar os duendes que vivem dentro do meu estomago.

Saímos do ônibus e... OMG! Já disse que amo restaurantes/barzinhos de estrada? Não? Então, eu amo. E meu estomago reclamou fazendo o baterista rir alto. Bem, agora já sei por que eles saíram correndo.

Entramos no lugar que era bem limpo e tenho certeza que vi Brian olhando para as pernas da garçonete. Michelle... tenho pena de você filha.

Logo depois vi os cinco – Arin já havia juntado-se a eles – na fila para pegar a “janta”. Bem... vamos acompanhar esse bando de esfomeados.

Entrei na fila e peguei um prato. Assim que cheguei à balança, a moça deu o valor e fui procurar a carteira na mochila. Só que havia um pequeno problema... Não havia levado a mochila, porque estava tão acostumada a ela estar nas minhas costas que nem notei que tinha deixado-a no ônibus. Xinguei a caixa, a mochila e o prato em italiano. Resumindo: todos tinham culpa, menos eu. Lindo né?

A moça estava querendo chamar ou o gerente ou o segurança para me tirar dali, dava para ver no rosto pálido da mulher.

–Então... Posso pagar depois? – perguntei fazendo a melhor carinha de cachorro que consegui. Não deu certo.

–Pagar antes é a regra. Se não tem dinheiro, saia da frente que há pessoas esperando. – falou como se eu fosse à pessoa que explodiu as torres gêmeas. Revirei os olhos, a única pessoa atrás de mim era um mendigo. Ou pelo menos parecia um.

Vir-me-ei para ir embora e trombei com alguém. Nesse caso, Matt.

–Problemas no paraíso? – perguntou com um sorrisinho o que, consequentemente, levou-me a fazer a melhor cara de “Que porra é essa?” Ele riu.

–Vou desistir de perguntar sobre esse tipo de transtorno mental que parece que vocês compartilham. – falei – Esqueci o dinheiro dentro da mochila e o travesti da atendente não quer me deixar pagar depois. – suspirei dando de ombros. – Fazer o que? A vida é dura.

Ele deu com a própria mão na testa e riu.

–Um minuto. – falou e foi conversar com a atendente.

Juro que vi um negocio saindo da boca dela e caindo no uniforme quando o vocalista foi lá falar com ela. Cocei a cabeça. Um segundo depois ele voltou com meu prato e mais a água em uma bandeja. É, o que um cara tatuado não faz?

–Aqui. – sorriu entregando-me o negocio. – E depois você me paga. – riu.

–Não preciso de ninguém pagando o que eu vou comer, me sinto uma mendiga. – falei emburrada. O cara que antes estava atrás de mim, olhou-me feio. Vish, um mendigo mesmo. Será que ele não quer discutir comigo os prós e contras da vida de mendigo não? É talvez.

–E depois quem tem transtorno mental somos nós? – perguntou com os ombros levemente levantados.

–Enfim... obrigado. – agradeci. Alguma educação esse ser chamado Katerina, têm. Ele sorriu.

Chegamos à mesa e todos estavam concentrados na sua comida. Bando de esfomeado. Mas eu também não posso falar muito. Parecíamos um bando de gente que nunca viu comida na vida.


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Leiam as notas ;D

Notas finais
Minhas ideias estão acabando .-.
não me matem pelo cap. fail DD:
AAA BEM VINDA LEITORAS NOVAS *-*
então como so vou postar ano que vem... quero reviews de TODAS vcs viu? DAs 17 viu viu viu? IAUHEAUHEIUHAU
Feliz Natal pro ceis o