Sweet Child O Mine
8 E a velha voltou!
Notas iniciais
não tem muito o que eu falar aqui já que quase ngm le essa bosta IUAHEIUHEIU
a não ser agradecer os reviews e pedir: alguém ai indica? >.
relevem os erros e eu acho que escrevi um brain ali no meio .-.
Enfim...
Enjoy
Assim que cheguei no nosso andar, vi o Brian vindo com umas olheiras que parecia que a maquiagem do Ozzy ou do Alice, havia baixado na cara dele. Que merda.
-Quem te mordeu? – perguntou enquanto passava por mim. Vir-me-ei para ele.
-O seu amigo que acha legal gritar o meu nome no meio de um restaurante. – falei fazendo-o rir.
-Agora você sabe por que o pseudônimo dele é Vengeance. – comentou rindo. E eu achava que ele não pensava. Ri.
-Tem razão... Mas... er... – comecei. Como eu vou falar que vi o vocalista e o baterista da banda mais bêbado do que pobre em dia de carnaval? – Acho melhor tomares cuidado para o Shadows não dar uma de Super-homem e tentar sair voando por ai. E nem o Arin tentando dar uma de Buzz Lightyear.
Ele riu alto.
-Sexta-feira é normal isso. – falou e saiu andando.
Digo e repito: onde fui me meter?
Voltei para o quarto vendo meu tio, já vestido, falando no celular com alguém sobre palcos. E falando em palcos...
Assim que ele desligou, olhei-o com uma cara de detetive do CSI.
-Quando tudo isso começou, eihn? – perguntei de braços cruzados, enquanto sentava na cama. Ele riu.
-Quando Adão e Eva decidiram acreditar naquela cobra... – falou. Tentei, juro que tentei não rir, mas não deu.
-É sério. Como você os conhece? Ou seja lá o que for. – ele começou a contar toda a história enquanto arrumava a mala.
Resumindo: o cara trabalhava como auxiliar. E isso já fazia cinco anos.
E o maldito me esconde uma coisa dessas.
Passado um tempo, estava com meu notbook no colo, montando um logotipo para um desafio que lançaram no curso que eu fazia lá na Itália. Se eu quero trabalhar com publicidade, melhor começar cedo, hm? Era algo tipo uma universidade virtual. Lá eles propunham trabalhos dos mais diversos tipos para que as pessoas começassem cedo a aprender a trabalhar na área.
Nessa semana, o desafio era criar um tipo de símbolo para alguma banda, na qual você teria de inventar o nome e todo o resto. No final, eram escolhidos os três melhores, que teria de fazer uma tarefa que seria dada na hora.
O nome da “minha” banda era “Rebels Nightmares”, idéia do Franchesco – o namorado de Aaron. E eu não faço a mínima idéia de onde ele tirou esse nome. Vai ver que juntou Rebel Yell com aquele jogo que ele é meio viciado. Como é o nome? Nightmares the Adventures? É, isso mesmo.
Senti algo voando na minha cabeça. Ai!
-Mas que putaria é essa agora? – resmunguei. Mark riu.
-Desde quando você fala desse jeito, garota? – perguntou fechando a última mala dele e... a minha? Que é isso agora?
-Desde que eu descobri o que é o amor... AH! O amor... – falei ironicamente o fazendo rir. – Mas então, o que você esta fazendo? – perguntei.
-Não é obvio? – perguntou com uma sobrancelha erguida. Revirei os olhos. – Acho que aqui tudo pronto. Vou ver o resto. – falou.
-Pronto pra que? – gritei quando ele quase saiu do quarto. Virou-se para mim e sorriu.
-Vamos para Nashville. – disse e saiu, me deixando com cara de retardada. Nashville?
Só alguns minutos depois que a ficha caiu. O Avenged estava em turnê. E meu tio trabalha pra eles. E eu estava aqui, com meu tio.
Sai correndo do quarto.
-MAAAAAAAAAAAAAAAAAAARK! – gritei na esperança que ele ainda estivesse no corredor, mas a única coisa que estava no corredor era uma velhinha com uma bengala. Espera... eu conheço essa ai. Era ela que estava sentada do meu lado no aeroporto.
A velha olhou para mim.
-Você! – gritou. Arregalei os olhos. Memória querida, porque você não falhou nessa cabeça de vento dessa mulher? Ela levantou a bengala dela e tentou correr para vir bater em mim, mas fui mais rápida e sai correndo do quarto.
E trombei em alguma coisa. Nesse caso, em alguém. E nós caímos no chão. Olhei para a pessoa que amaciou a minha queda. Caralho! Acho que eu matei o baixista do Avenged.
-Johnny! Filho acorda! – tava segurando os braços dele e balançando igual uma maluca. Acho que o psiquiatra tinha razão quando disse que tenho alguns problemas na cabeça.
-Eu vou te pegar, sua peste! – e lá vinha à velha com a bengala na mão.
-Porra, eu vou vomitar! Da pra me soltar, cacete?! – o baixinho berrou quase me deixando surda. Vish. Podemos substituir o Shadows. Soltei-o. – Mas não era você que o Zacky gritou no restaurante? – perguntou confuso enquanto se sentava. Botou a mão na cabeça.
-É, mas no momento estou tentando preservar a minha vida. – comentei. Sua expressão tornou-se confusa. Apontei para trás do meu ombro.
-Tu ‘tá brincando, né?
-Não. – ri olhando para a velha que vinha a 2km/h até onde nós estávamos. Levantei e estendi a mão para o baixista, logo o puxando para que também ficasse em pé.
Agora eu sei por que eles tiram uma com o coitado. Até eu sou mais alta que ele. EU!
Ele riu.
-‘Cê é a sobrinha do Devon, não? – perguntou enquanto nós olhávamos a velha que ainda estava com a bengala levantada e caminhava lentamente até nós.
-Pois é.
-Ô filha, você deixou isso cai no aeroporto. – a velha havia acabado de nos alcançar e estendeu-me uns fiozinhos pretos. Meus fones. Como pode?
-Obrigado. – sorri meio estranho. Por essa eu não esperava mesmo. Johnny riu. Assim que ele abriu a boca para falar alguma coisa, pude ver meu tio correndo de volta para o nosso quarto.
-Kat, rápido aqui! – gritou antes de entrar no quarto. Quem morreu?
Despedi-me do baixinho e fui até o nosso quarto.
-Pegue suas malas que nós temos apenas alguns minutos para não perder o ônibus. – falou. Então ta.
Peguei as duas de rodinhas, botei a de mão em cima de uma delas e minha mochila. Saímos do quarto com um Mark quase morrendo. Acho que alguma coisa havia dado errado para que ele saísse naquela correria.
Paramos em frente ao elevador.
-Ei! – virei o rosto para ver quem chamava. Brian. Mas esse até parece assombração, cadê lugar que tu vai, ele aparece. Credo. Chegou perto de nós com uma expressão confusa. – Aonde vão?
-Aconteceu um problema com o palco do próximo show e a equipe está indo para lá resolver. – explicou enquanto aquele elevador não chegava de jeito nenhum.
-Porra! De novo? – perguntou passando a mão pelos cabelos, nervoso. – Não é nada que possa comprometer a estrutura ou o show?
-Não. – falou. Brian suspirou aliviado.
O elevador chegou e entramos nele. O doido do solo botou o pé impedindo que as portas fechassem.
-Tira o pé, cacete! – Observação importante: nunca se meta com o trabalho do meu tio. Ele é meio estressado.
-Acho que a pequena não trabalha para a banda. – falou como se fosse obvio. Onde ele queria chegar com aquilo?
-Não vou deixar minha sobrinha no hotel, Gates. – falou irritado. – Agora tira a porra do pé!
-Agente leva ela. – ofereceu.
Arqueei as sobrancelhas. Meu tiú riu ironicamente.
-Nem que o Sadãn Russen volte à vida. A cabeça dela já é suja o bastante sem influencia nenhuma.
-Ei! – resmunguei fazendo o guitarrista rir. – Mas em uma coisa o idiota tem razão... Eu não trabalho para a banda e você já está todo atrasado e irritado. – comentei. Resmungou qualquer coisa em italiano que eu não entendi merda nenhuma.
-Sai do elevador, então. – falou.
Sai né, fazer o que?
Ele apertou o número do andar e olhou para o guitarrista com um olhar deverás assustador.
-Se você fizer alguma coisa a ela, eu juro que te mato. – Mark não é brincadeira não. Ele falou tão sério aquilo que parecia mesmo que ele iria matar o Brian caso ele fizesse algo comigo. Vamos repensar a teoria do serial killer. Acenei para meu tio quando as portas fecharam.
-Então... – Brian começou — ...vem, vamos deixar suas malas lá no quarto. – falou fazendo um gesto para que eu o segui-lo. Caminhamos até o final do corredor. Era quase a ultima porta, ele abriu-a.
Acho que o meu quarto era mais arrumado que o que eu vi naquele lugar. Tinha até umas coisas suspeitas no chão. E duas camas de solteiro. Com que ele estava dividindo o quarto?
-Pode deixar as coisas aí por enquanto. – apontou para um ponto perto de uma mesinha que havia ali. Deixei as coisas e sentei numa das cadeiras. Fiquei olhando o quarto um tempo enquanto o Brian ficava olhando alguns papeis.
Uma porta, que pelo jeito era a do banheiro, abriu e...
Notas finais
mas e ai? que vcs acham que aconteceu?
quem acertar leva um mini Johnny de chocolate LOL
mas não seria mini-mini Johnny? IUAHIEUHIUHE
agora queria saber tbm, se a Kat acabar ficando com alguém, com quem vcs acham que ela ficaria? e porque? IAUHEAHEIUA certo que pareceu pergunta de prova, só faltou botar o explicite no lugar do porque uashdiuasiuhdus
enfiim
Byebye
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