Surrender

11 Fim do embate


Notas iniciais
Hello soldiers!! Voltei depois dessa manutenção do Nyah que me fez ver como minha vida é um tédio sem esse site maravilhoso. Pensei em postar esse capítulo antes, mas nem deu por causa desse tempo em que o site ficou parado, mas aqui está ele *o* Quero falar que apesar de não ser uma fic hentai (hihihihi) hoje teremos um momento hot entre a Nat e o Steve, então quem não quiser ler, pula pra metade!! Além dos comentários magníficos de sempre, recebi 2 recomendações novinhas em folha *--* Vitória Potter e Marie Monteiro, vocês me deixaram muito feliz com suas palavras, esse capítulo de hoje é dedicado a vocês, lindas ;D Obs: Em caso de dúvidas, a cozinha da Nat se parece com essa aqui: http://marlaxusa.com/img/slideS/kitchen_old.jpg Tradução do gif: Admiração - Um forte sentimento de aprovação ou encanto no que diz respeito a alguém ou algo.

Ela não fazia ideia de como conseguiu encontrar a fechadura para abrir a porta, só sabia que ela e Steve haviam entrado no apartamento e a fechado com um estrondo. Natasha logo sentiu suas costas sendo pressionadas contra a madeira da mesma e os lábios do soldado encontrando os seus de forma quase desesperada, como se os segundos em que ficaram separados fossem o suficiente para deixá-lo sedento por mais. A ruiva levou uma mão até a nuca dele, o puxando com força para o beijo ficar ainda mais intenso, depois puxou os fios loiros levemente e o empurrou na direção da parede ao lado.

Tudo o que Rogers conseguiu fazer naquele segundo foi tirar sua jaqueta azul, pois Natasha avançou novamente e voltou a capturar seus lábios em outro beijo ardente. Ele a ergueu do chão, fazendo-a entrelaçar as pernas ao redor de sua cintura e, de repente, o caminho para o quarto pareceu um labirinto.

Steve parou de andar ao sentir um tranco, percebendo que as costas de Natasha haviam batido em uma estante grande do outro lado da sala de estar, fazendo alguns livros caírem no chão ao redor dos dois. A espiã deu um gemido contra a boca dele, descendo suas mãos por suas costas e deixando uma trilha com suas unhas, mesmo que ele ainda estivesse de camisa.

Ele a soltou para poder remover a peça de roupa, enquanto ela fazia o mesmo com sua blusa e sua calça, porém antes que ele pudesse remover sua própria, ela o puxou pelo cinto para perto e acariciou o peito nu do herói, distribuindo beijos suaves por seu pescoço. Ele pôs as mãos nas costas de Natasha e a trouxe para mais perto, afundando seu rosto na curva do pescoço dela para poder beijar aquele ponto, desceu as mãos pelo corpo esbelto e curvilíneo até chegar às suas coxas e erguê-la novamente, dessa vez pressionando as costas da espiã contra o vão da porta da cozinha.

Natasha apoiou um dos pés no outro lado do vão para poder se equilibrar. Ergueu a cabeça ao senti-lo começar a deslizar os lábios por seu pescoço, sugando e beijando cada centímetro da pele dela. Quase sem fôlego por conta do êxtase e da excitação, a ruiva praticamente o jogou para o lado e o fez bater com as costas no balcão da cozinha. Agora o quarto estava definitivamente longe demais, e eles não queriam esperar nem mais um segundo. Ambos não faziam ideia do quanto haviam sentido falta um do outro durante aqueles dois dias, só naquele momento percebiam isso, enquanto se acariciavam e sentiam um ao outro.

Ela o ajudou a se livrar de suas calças e depois arrancou seu sutiã vermelho, logo sentindo-o puxá-la e fazê-la ficar de costas para si. As mãos fortes percorriam a frente do corpo de Natasha e os lábios quentes e macios estavam próximos a orelha dela, o que só fez outro gemido escapar. Depois disso foi só questão de tempo até eles se livrarem do resto de suas roupas íntimas e voltarem à ação.

Rogers a colocou sobre o balcão de mármore negro e a observou enquanto ela se deitava ali. Distribuiu beijos suaves pelo tronco dela e desceu até a parte interna de suas coxas, fazendo Natasha arfar e arquear o corpo só por sentir a respiração dele perto de sua intimidade. O loiro sorriu e a puxou para se aproximar mais, encaixando-se dentro dela devagar, sentindo as pernas da ruiva puxarem sua cintura, o forçando a ir mais depressa.

Daquela vez ela não o deixou ser gentil e carinhoso, queria ver outro lado do soldado, algo mais selvagem, queria que ele perdesse o controle e se soltasse e mostrasse a ela o que era capaz de fazer com todo aquele desejo.

Sem a ajuda dele ou das mãos, Natasha levantou o corpo e voltou a beijá-lo com avidez, seus braços se apoiando nos ombros do loiro conforme sentia as estocadas lentas e longas. Ela colocou os pés sobre a bancada do lado oposto para poder acompanhá-lo e mover sua cintura no mesmo ritmo, mordendo o lábio inferior para controlar os sons que escapavam por entre seus lábios.

As respirações de ambos já saíam entrecortadas quando Steve aumentou a velocidade, abafando seus gemidos juntamente com os dela no beijo ardente que compartilhavam. Ele segurou as coxas da espiã com firmeza e a retirou da bancada, apoiando-se na outra do lado oposto para não cair junto com ela em seu colo, então a sentiu mover o quadril mais rapidamente, permitindo que ele mergulhasse ainda mais fundo nela. Afastou o rosto o bastante para poder olhá-la nos olhos, aquelas esmeraldas brilhantes estavam mais escuras por conta da dilatação das pupilas, sua boca estava entreaberta e dela saiam gemidos tão perfeitos que fizeram Steve querer beijá-la novamente. E foi o que ele fez.

Com um rápido movimento, ele a levou até a parede mais próxima e pressionou seu corpo ao dela de tal forma que a sensação fez uma onda de prazer percorrer seus corpos. Natasha sentiu suas pernas ficarem bambas e tinha certeza de que se ele não a estivesse mantendo erguida, teria desabado no chão. Sentiu um calor subir de seu âmago para todo o seu corpo e logo em seguida uma sensação de relaxamento total, apoiou o queixo no ombro dele para poder aproveitar seu clímax, sentindo-o alcançar o dele alguns segundos depois.

Steve a sentiu envolver os braços ao redor de seu pescoço e manter as pernas envolvidas em seu pescoço, e como não queria mesmo soltá-la tão cedo, continuou com as mãos em sua cintura e andou até a sala de estar, a deitando primeiro no sofá para depois se posicionar ao seu lado. A ruiva deixou metade de seu corpo sobre o dele e olhou para cima, sorrindo ao ver o loiro respirar fundo e passar a mão no rosto.

— Você até que leva jeito pra isso, mesmo sendo um fóssil — ela fala, acariciando o peito dele.

— Tenho uma ótima treinadora — ele devolveu o sorriso e envolveu mais seu braço ao redor de sua cintura.

— Não quebramos nada? — ela ergueu a cabeça para olhar em volta, o vendo negar com a cabeça. — Que decepção.

Esse comentário o fez dar uma risada profunda.

— Se eu soubesse que queria quebrar coisas, não teria me segurado tanto — ele a viu se levantar rapidamente e ficar de quatro sobre seu corpo, deixando o rosto bem acima do dele.

— Agora sabe — Natasha sorriu com genuína felicidade, sentindo-o segurar sua nuca com um aperto firme.

Eles ficaram impressionados por não terem recebido uma visita da polícia depois de fazerem amor mais uma vez, pois os sons de coisas caindo, se quebrando e de gritos e gemidos podiam ser ouvidos por todos do prédio.

§

Na manhã seguinte, Romanoff acordou e sentiu uma das mãos de Steve em sua barriga, assim como sua respiração em sua nuca. Um sorriso apareceu instantaneamente em seus lábios quando se virou para trás e viu o loiro abraçado a ela enquanto ainda dormia pacificamente. Ela correu os dedos pelo rosto do soldado e depositou um selinho suave em sua boca, logo se virando para voltar a dormir. Teve, porém, a sensação de que iria rolar da cama, então se virou e percebeu que um lado estava mais alto do que o outro.

— Ah, claro — ela sussurrou para si mesma quando se lembrou que haviam quebrado a cama também. Sua risada contida ecoou pelo quarto e a ruiva voltou a se deitar, percebendo que Steve esfregava os olhos na tentativa de acordar. — Bom dia, Rogers.

— Bom dia, Romanoff — o loiro sorriu, segurando a mão de Natasha e puxando-a para mais perto. — Satisfeita com a bagunça que fizemos?

— Muito. Valeu a pena — ela deitou a cabeça no peito dele.

— Prometo consertar sua cama.

— Vamos quebrar de novo, qual seria o ponto de consertá-la agora? — ele sorriu e beijou o topo da cabeça dela, acariciando suas costas. Eles ficaram um bom tempo daquela forma até ele se afastar e tentar se levantar, porém a sentiu puxar seu braço e caiu na cama novamente. — Por que acha que vou te deixar sair dessa cama?

Steve não conteve a risada e levou uma das mãos ao rosto de Natasha, olhando fundo em seus olhos e roçando os lábios nos dela de forma suave.

— Porque vou fazer waffles para o café da manhã — ele sussurrou, vendo-a torcer a boca e pensar por alguns segundos.

— Ok, pode ir — a ruiva o empurrou dessa vez, observando o soldado fazer seu caminho para a porta. — Bela bunda!

Ele parou ao ouvir isso e a viu dar uma piscadela antes de se deitar novamente. Rogers balançou a cabeça em sinal negativo com um sorriso no rosto e saiu. Depois de tomarem um café da manhã delicioso, os dois heróis foram para a Torre dos Vingadores ao receberem uma mensagem de Tony, pedindo uma reunião de emergência.

Sempre que Stark os chamava para uma reunião e não Maria, os Vingadores sabiam que ele havia feito merda e não queria deixar a SHIELD saber.

— A noite foi boa, pombinhos? — Tony falou no momento em que Steve e Natasha saíram do elevador.

— Qual é a emergência? — Romanoff ignorou a pergunta dele.

— Temos um problema — Sam falou. Ele, Wanda e Bruce se encontravam na sala também.

— Houveram relatos de que um tal de Ossos Cruzados estava causando problemas em Wakanda, — Stark apertou um botão em seu celular e as imagens holográficas de um homem mascarado com um "X" branco no peito surgiram no meio deles. — Recebemos um pedido de ajuda do rei T'Challa, vamos para lá assim que o Legolas chegar.

— Esse Ossos Cruzados tem algo a ver conosco? Já o vimos antes? — Viúva Negra perguntou.

— Você, o Capitão e o Falcon já tiveram o prazer de conhecê-lo — Bruce respondeu. — O Tony e eu fizemos algumas pesquisas e descobrimos que se trata de Brock Rumlow.

— Rumlow? — Steve repetiu, incrédulo. — Achei que tivesse morrido.

— Todos achávamos — Natasha disse, também surpresa.

— Ele é perigoso, seja lá o que estiver fazendo em Wakanda, é muito sério — Sam acrescentou.

— Vamos cuidar dele — o Capitão garantiu.

— É só colocá-lo dentro de um elevador com o Steve de novo que tudo dará certo — Natasha deu um meio sorriso para o loiro. — Tenho que pegar meu equipamento que deixei em casa, acham que podem esperar?

— O Gavião só chega amanhã, então podem continuar o que estavam fazendo antes de virem para cá — Tony sentou-se em uma cadeira giratória e deslizou até sua mesa do outro lado.

— Ok. Até mais — a ruiva falou para todos, porém se dirigiu mais diretamente a Steve.

— Capitão, posso dar uma palavrinha com você? — Stark pegou um pacote de doritos sobre a mesa e andou na direção da oficina no andar de cima, como se esperasse que Steve o seguisse.

O herói olhou para Bruce, esperando por uma explicação, mas o cientista apenas deu de ombros e voltou a se concentrar no computador a sua frente. Rogers suspirou e subiu atrás do moreno, já se preparando para uma conversa cansativa ou uma discussão, pois era tudo o que eles haviam feito nos últimos dias. Ele realmente considerava Tony um amigo e um ótimo herói, mas o bilionário conseguia tirá-lo do sério de vez em quando.

— Foi mal… — Stark falou assim que o loiro fechou a porta. Steve franziu o cenho e o encarou, confuso.

— O quê?

— Não vou repetir, já fiquei horas treinando no espelho para falar a primeira vez, então não interrompe meu discurso — Tony levou mais um punhado de doritos a boca e os mastigou antes de voltar a falar. — Sei como esse assunto do registro é delicado e você está certo em alguns pontos. Também não quero ver o time se separando dessa forma, quero poder ver o mundo seguro com todos nós do mesmo lado. Essa lei não vai ser aprovada, então vamos ter que dar nosso jeito de continuar protegendo o mundo, sem brigas, sem rivalidade.

Steve estava mesmo impressionado por ouvir as palavras do colega, já esperando que aquilo fosse uma pegadinha ou brincadeira de mal gosto, mas Stark estava sério.

— "Uma casa dividida contra si mesma não pode permanecer", foi o que Abraham Lincoln disse, não foi? — Tony deu um sorriso. — Juntos somos mais fortes, não quero dar motivo para esses idiotas do governo encherem nosso saco, então é melhor fazermos um trabalho bem feito.

— Realmente não esperava ouvir isso de você — Steve ainda estava atônito com aquilo.

— Bom, eu sou um gênio, sei quando é hora de falar sério. Não confunda meu senso de humor com falta de inteligência, Rogers.

— Nunca duvidei da sua inteligência, e concordo com tudo o que falou — o Capitão se aproximou, estendendo a mão na direção do moreno e vendo-a apertá-la. — Aceito suas desculpas.

— Hum, você deveria dizer algo como “Eu também sinto muito! Você estava certo, eu sou só um velhote que não sabe o que é 4G” — Tony zombou de forma dramática, e o loiro revirou os olhos.

— Te vejo amanhã — Steve se virou e andou para fora.

O herói desceu as escadas e viu que Sam o esperava, com uma expressão nada contente no rosto.

— Caiu da cama, Sam? — Steve colocou a mão no ombro do amigo, que arqueou uma sobrancelha ao ouvir a frase dele.

— Está passando muito tempo com a Natasha, já está falando igual a ela — os dois deram uma risada.

— Sério, tem algo te incomodando? — o loiro ainda tinha um leve sorriso no rosto, porém Sam voltou a ficar sério.

— Eu fui ver o Barnes essa manhã…

— E…? — Steve já começou a se preocupar.

— Ele sumiu — Sam respondeu, com certo pesar na voz.

O Capitão passou a mão no rosto, pensando que devia ter previsto essa. Bucky ainda estava confuso e não aguentaria ficar num lugar só, iria querer procurar por respostas sobre seu passado. Ele poderia estar em qualquer lugar, mas com certeza não estava longe, eles poderiam encontrá-lo se fossem rápidos.

— Vou pegar minha moto, vamos nos encontrar no último lugar onde ele esteve e começar a procurar — Steve falou e o moreno assentiu, correndo com ele até o elevador.

§

Natasha terminava de colocar suas armas e equipamentos dentro da bolsa enorme sobre o sofá, pensando que deveria contratar uma faxineira para limpar a bagunça que ela e Steve haviam feito em seu apartamento. Um sorriso se formou nos lábios da ruiva assim que pensou nele, porém se repreendeu mentalmente por fazer aquilo. "Quantos anos você tem?", gritou para si mesma em sua cabeça.

Amor era apenas uma fraqueza. Ela só gostava de estar ao lado de Steve, não podia se apaixonar por ele... Ou podia?

Mesmo perdida em seus pensamentos, a espiã conseguiu ouvir o som extremamente baixo de um passo sendo dado. Rapidamente pegou sua pistola e apontou na direção do homem de pé há alguns metro de si, seu braço de metal refletindo a luz do som que vinha de fora.

— Наталия (Natalia) — ele falou em russo, como se a cumprimentasse.

— Яша (Yasha), — Romanoff baixou a arma e o encarou por um longo tempo. — Он не остановился показывая на меня сзади и попробовать удивить меня ? (Ainda não parou de tentar me surpreender aparecendo pelas minhas costas?)

Ela pôde jurar que o viu sorrir por um milésimo de segundo.

— Старые привычки не умирают (Velhos hábitos nunca morrem)...

Notas finais
Sex on the kitchen!! Kkkkk porque cenas de amor na cama ficam chatas a um certo ponto, não acham?? E ainda tivemos essa bomba final o.o Caso queiram saber, sim, o Soldado Invernal treinou a Nat na sala vermelha, vou colocar isso aqui porque gosto de ser fiel aos quadrinhos, e como não tem filme do Guerra Civil ainda, tenho que improvisar e me basear no que já sei hehehe Mas ele não vai ser um problema para o casal Romanogers, fiquem tranquilos. A Nat só conhece o Bucky como "Yasha", "James" ou "Soldado Invernal", só uma obs final. O que estão achando dos gifs?? Estou adorando fazê-los kkkkk Já fiz mais uns 4, uma mensagem mais fofa que a outra!! Obrigada por lerem e até a próxima!! Un beso mis amores :*