Notas iniciais
Demorei só um pouquinho,mas to aqui e o próximo já ta pronto tá.Comentem por favor

Regina continuou na mesa, ela não queria chorar. Estava cansada de ser fraca. Mas ele era seu filho, seu menino. Ela não conseguia entender como tudo tinha desmoronado mais uma vez. Por mais que ela fizesse sempre acabava perdendo aqueles que amava. Henry era só um garotinho de 10 anos que deveria ser feliz, ter amigos e no fim do dia encontrar sua mãe para jantar sua comida predileta. Mas não com ela, com ela tinha que ser sempre o pior caminho. Sempre fora do normal. Sua mãe poderia ama-la, ela poderia ter se casado por amor ou ter o amor do seu filho. Mas por algum motivo infernal, ela tinha sido destinada a infelicidade.

Ruby estava prestes a bater na porta quando ouviu as vozes alteradas do lado de dentro. Seu coração se partiu ao ouvir Regina e a reação de Henry. Ela nem se lembrava da sua própria mãe, fora criada pela Vovó desde que se lembrava. Entendia Henry de uma certeza forma. Mas ela era adulta. Sabia o quanto deve ser difícil criar uma criança ainda, mas sozinha, agora fazer isso por escolha, era muito mais bonito. Adotar o filho de alguém de você nem conhece, sem nenhum tipo de vínculo familiar, e ama-lo acima de qualquer coisa era algo extremamente altruísta. Agora ela daria tudo pra não ter que tocar a campainha. Na verdade, o que ela queria mesmo era dar umas boas palmadas em Henry. Mas aquilo não era da conta dela, ia fazer seu trabalho e pronto.

A prefeita abriu a porta com um sorriso que mal disfarçava o rosto entristecido pelo que tinha acabado de acontecer.

“Olá Ruby.” A loba apenas levantou a pasta com os documentos e sorriu para sua chefe.

Ruby entrou na casa e ficou olhando pra Regina que não chorava mais, sua máscara estava intacta, porém apesar da pouca idade ela sempre tivera um intuição muito aguçada, máscaras e muros de proteção que Regina era mestre nunca foram um impedimento pra lobinha. Ela sempre via bem mais que os outros, sentia as pessoas.
"Obrigada por vir até aqui, vamos até o meu escritório que podemos resolver algumas coisas agora mesmo."
"Como esta o Henry?" Ruby tentou
"Ele... Ele esta bem."
Algumas horas se passaram e nem Ruby nem Regina percebeu, estavam tão mergulhadas em seus trabalhos que nem viram o tempo passar. Já era a hora de dar mais uma dose do remédio de Henry, mas Regina estava realmente lamentando ter que ir ao quarto do garoto. Era sempre tão imprevisível e na maioria das vezes doloroso pra ela.
A prefeita deixou Ruby por alguns momentos e foi até o quarto do filho, e como ela já esperava o único tratamento que recebeu foi o silêncio. Quando voltou ao escritório teve que mais uma vez disfarçar toda a sua frustração.
"Ele está bem?"
"Ele esta bem Ruby, obrigada."
Regina voltou a cuidar dos documentos, enquanto Ruby a observava.
"Regina?" A prefeita apenas tirou os olhos dos documentos e esperou ela falar. "Eu estava pensando que... se não tiver nenhum problema eu podia levar o Henry pra jantar no Grannys." Regina franziu um pouco a testa e Ruby explicou. "Eu não queria, mas ouvi a briga de vocês quando cheguei. Talvez eu possa ajudar, a vovó me criou desde sempre e eu daria tudo pra conhecer minha mãe, mas depois de tudo que a vovó fez por mim. Ela é minha mãe, e você e o Henry, é tudo tão mais bonito, vocês não tem nenhum laço de sangue. Você escolheu ama-lo. Eu adoro a Emma, e entendo os motivos dela, mas ela o abandonou." Ruby percebeu a expressão de Regina suavizar e percebeu os olhos marejados da prefeita. " Enfim, eu acho que eu posso ajudá-lo."

“Ruby eu...”

“Regina eu quero muito ajudar. O Henry é um bom menino, e ele ama você, mas está confuso e infelizmente chefe, você não tem muitas pessoas que possam convencê-lo da mãe maravilhosa que você é.”

“Eu não sei como ele vai reagir. ”

“Me deixe tentar, na pior das hipóteses você terá a noite livre para ir aonde quiser. ” Regina sentiu que havia algo por trás dessa última frase de Rubi, mas decidiu ignorar.

“Eu vou chama-lo, mas porque favor não deixe ele tomar gelado ou ficar fora do restaurante e espero vocês aqui até as 21:00 ok?”

“Prometo.”

Regina deixou o escritório para buscar o filho e voltou minutos depois com um novo casaco mais pesado e lugar para mantê-lo aquecido, Ruby observava que eles mal se falavam, mas a prefeita o ajudava a vestir as luvas com todo amor do mundo.

“Divirta-se querido. ” Henry saiu antes que ela pudesse beija-lo, mas Regina continuou com a mesma expressão, assim como foi com Cora ela estava aprendendo a não demostrar.

No Grannys Emma e Mary Margaret ocupavam uma mesa afastada, a Xerife contava para a morena como tinha sido passar a noite na mansão Mills. Mas ela estava quase falando sozinha porque a professora não tirava os olhos de David que estava no balcão. Emma seguiu os olhos dela expirou alto.

“Acho que você precisa seguir em frente.”

“Eu também acho...” Ela nem mesmo ouviu o Emma disse. “Não, o que você disse? ”

“Eu disse que você precisa seguir em frente, ele não parece estar interessado em resolver as coisas. ”

“Nossa Emma você nem parece que é minha amiga, claro que ele quer estar comigo, mas tem tão pouco tempo que tudo aconteceu. ”

Antes que Emma respondesse viu Henry e Rubi entrando no restaurante e o garoto correndo para encontrá-la. Rubi não seguiu o menino porque viu David sentado no balcão e resolveu ajudar um pouco mais.

“Como vai bonitão? ” Rubi sentou do lado de David no balcão, olhando para os lados pra ver se alguém os ouvia. David apenas sorriu e continuou bebendo seu café.

“Se eu fosse você iria vê-la.” Ruby balançou a cabeça impaciente quando David olhou pra ela com uma expressão de estranheza no rosto. “A Regina.” O loiro quase engasgou ao ouvir a loba falar. “ Antes que você perca mais tempo. Sim eu vi vocês na floresta e Não eu não vou contar isso a ninguém. Mas ela não está bem David. O Henry continua obcecado com essa história de maldição e trata a mãe cada vez pior. Por isso eu o trouxe comigo, pra tentar conversar um pouco com ele. Talvez isso ajude, mas enquanto eu tento aqui ela precisa do seu apoio.

David nem perdeu tempo. Pagou o café. E já foi saindo “Obrigada Ruby.”

Regina aproveitou que estava sozinha tomou um longo banho. Era o único momento em que ela podia chorar livremente. Fazia isso desde a infância. Depois do banho as marcas do choro ficavam disfarçadas e ela não precisava explicar. Ela sabia que tinha que ligar pra David e desmarcar o jantar, mas ela tinha medo de continuar chorando ao ouvir a voz dele. Mas a campainha tocou, antes de terminar de vestir a roupa mais confortável que encontrou no seu closet. Uma camisola e um robe.

David continuou tocando a campainha impaciente, enquanto Regina desceu as escadas irritada com a insistência.

Quando ela abriu a porta viu David ofegante na porta olhando para ela como se ela fosse o mundo dele. Os olhos de Regina se encheram de agua.

“Amor.” É tudo o que ele pôde gerenciar antes que ele está envolvendo os braços em torno dela, regando-a com beijos, enquanto absorve o cheiro dela antes de deixar escapar um suspiro.

"Eu te amo Regina, você sabe não é? Você é a única pra mim" Ele diz-lhe suavemente, retirando uma mecha do rosto dela.”

"Eu também te amo David" Regina disse pouco antes de bater sua boca contra a dele, enquanto sua língua luta por acesso em sua boca .David fechou a porta atrás de si empurrou-a em direção ao sofá na sala de estar colocando beijos de boca aberta em seu pescoço enquanto ela suspira fechando os olhos e enterrando os dedos no cabelo dele

As mãos de David entraram habilmente debaixo camisola de Regina fazendo a desaparecer, ele gentilmente aperta seus seios fazendo-a gemer, ela foi puxando a camisa dele sobre a cabeça, jogando-a descuidadamente outro lado da sala. Ele senta-se um momento, olhando para o seu corpo nu . Regina gemeu baixinho enquanto sentia a língua dele chupar seu pescoço fazendo-a apertar ainda mais o cabelo dele enquanto se perdia em seu mar de beijos.

Antes que ela perceba sua cabeça está se movendo mais para baixo seu corpo, beijando e lambendo e chupando seus seios, parando para tomar o tempo e beijar seu estômago antes que seus dedos habilmente deslizar na cintura de sua calcinha, deslizando-a para baixo de seus tornozelos apenas antes de jogá-los de lado.

"David" ela gemeu com um senso de urgência em sua voz e quase como se sabe, sua calcinha estava fora dentro de um flash e ele já estava se deleitando em sua vagina.

Continua...

Notas finais
Falem suas opiniões.Fora a parte de eu ter parado na melhor parte kkkkkkkkkkkkkkkk