Surpreendente
16 "Que esse amor seja forte o suficiente para mantê-la viva.”
Notas iniciais
Depois do que parecia ser para sempre, ele fazendo-a gemer e choramingar seu nome em voz alta e liberar em sua boca. A respiração da rainha estava trabalhosa, ofegante, o que não a impedir de se inclinar para cima puxando-o para outro beijo enquanto uma mão serpenteia um caminho para sua cueca, acariciando-o, fazendo-o gemer. Ela não parou até que a cueca estivesse jogada em um canto do quarto e ele bombeando seu membro dentro dela.
É lento, sensual, cheio de paixão, e não seria uma daquelas fodas rápidas cheias de urgência. Aquela noite tinha tudo para ser especial, marcante. Ela estava fazendo amor apaixonado com sua segunda chance, e queria aproveitar o máximo possível. Regina estava gostando do sexo lento, incrível, porém queria mais dele por isso usou umas das pernas pra puxa-lo, forçando-o a estar mais fundo dentro dela. Logo, ambas as pernas longas são enrolados em torno de seu torso e suas mãos estão presos acima de sua cabeça enquanto ele empurra-se mais profundo, fazendo-a arquear as costas e choramingar doces palavras para ele.
"Oh Deus, David"
"Meu Deus"
"Hmmm, David!"
Em poucos minutos Regina está à beira do êxtase, ela está tão perto, está prestes a deixa-lo louco, que com mais algumas investidas, fez ela gritar com ele.
"Oh Deus, sim! David! Oh Deus baby! Eu ... Eu estou ... Oh Deus DAVID! Estou gozando! Oh Deus!"
O orgasmo a fez murchar e tremer debaixo dele, que continuava a empurrar para dentro na intenção de prolongar o seu clímax quando Regina choramingava, gemia e gritava seu nome, mais e mais até sentir David liberar sua semente dentro dela enquanto seus quadris mexiam freneticamente,ele se tornou muito mais vocal.
"Oh Deus Regina!"
Foi preciso um total de 15 minutos e um monte de beijos, antes que ele puxa para fora dela, fazendo-a choramingar um pouco, mas ele a puxa para cima dele, onde ele esfrega círculos em suas costas com uma mão e preguiçosamente afaga seus cabelos com a outra, olhando para baixo com amor em seus olhos.
"Meu Deus, eu te amo", ele diz-lhe baixinho enquanto empurra cabelo suado de sexo para fora do seu rosto.
"Será que agora a gente pode conversar?"
Ela continuou quieta traçando linhas invisíveis no peito do seu amor.
"Regina?"
"Eu não quero falar David, por favor, só me deixe aqui."
"Amor você não pode tentar esquecer as coisas com sexo."
"Eu não ouvi você reclamando Sr Nolan." Regina sorriu e David percebeu, mesmo sem olhar pra ela graças a posição que estavam.
"Claro que não, eu estava de castigo por uma semana e quando chego aqui você me recebe desse jeito. Eu seria louco se reclamasse."
"Não pense que eu esqueci do seu castigo."
"Droga!" A gargalhada do príncipe a animou um pouco mais.
" Vou encontrar outra forma de te castigar, mas eu precisava sentir algo mais, além de tristeza, precisava parar de pensar em quanto a vida está disposta a me derrubar."
"Tirando a parte do castigo, que a gente ainda vai falar sobre. A vida não vai te derrubar, pelo menos não enquanto eu estiver do seu lado."
Regina suspirou e David se moveu um pouco pra poder olhar pra ela.
"Você ainda não acredita que eu te amo?"
"Claro que eu acredito David, mas as vezes só amor não é suficiente. As vezes algumas situações fazem com que o amor não consiga sustentar a relação. Temos pouco tempo juntos, como saber se depois que nos conhecermos de verdade esse amor vai conseguir nos manter unidos?"
"Regina se ele foi forte pra nos trazer até aqui, nós vamos ficar bem."
"David há um motivo para as pessoas terem medo de mim."
"Claro que existe e eu sei qual é."
Regina sentou e encarou o príncipe assustada.
"Sabe."
"Mas é claro que sim, eles não conhecem a mulher maravilhosa que existe dentro da Madame Prefeita."
"Como eu vivi tanto tempo sem você?"
"Juro que eu não sei como você conseguiu, mas tenho certeza que não vai precisar descobrir." David apertou ainda mais seus braços ao redor da rainha e beijou seus cabelos. Assim eles ficaram por alguns minutos, Regina se sentia tão segura nos braços de David, ouvir o coração dele bater, sentir sua respiração. O medo de perder aquilo queria paralisa-la. Mas não dessa vez
"David?"
"Hum?"
"Vem morar comigo?" Regina sentiu o corpo dele enrijecer, mas quando ela levantou para olha-lo a única reação que havia em seu rosto era surpresa.
No Grannys Ruby deixou que Henry jantasse! Com Emma e Mary Margaret. Apesar de não estar de acordo com a forma que o menino tratava a mãe adotiva sabia o quanto era importante esse contato. Emma explicou ao garotinho o motivo de ter ido embora sem se despedir e Henry como sempre a entendeu e perdoou na mesma hora até porque ele já tinha descontado sua frustação na outra mãe.
“Vamos Henry? Prometi te levar de volta as 21:00 não quero abusar da confiança da sua mãe. Disse Ruby se aproximando da mesa em que eles estavam.
“Ahh Ruby só mais um pouco, eu não quero voltar pra ela. ”
“Mas você vai e agora. Se despeça da Emma e da Mary Margaret. ” Ruby foi firme, estava aprendendo com Regina.
“Ruby? ” Mary Margaret indagou a atitude da amiga, que nem deu atenção.
“Henry?”
“Tchau Emma e até segunda Mary Margaret.”
“Até mais Henry, e Ruby posso te ligar mais tarde?”
“Pode amiga, só vou levá-lo pra mãe e volto pra cá. ”
Tanto Mary quanto Emma ficaram acompanhando os dois com o olhar, ambas se perguntando o que estava acontecendo. Até Emma pensar alto
“Parece que Regina fez sua mágica e atraiu mais um dos nossos. ”
“Mais um dos nossos? ” A professora indagou confusa.
“Nada, só pensando alto. ”
Já no carro Henry estava emburrado.
“Henry eu pedi a sua mão pra traze-lo comigo. Porque temos coisas em comum. ” O menino olhou pra loba curioso?
“Você também quer encontrar sua mãe? A vovó te ama Ruby.”
“A Regina também Henry. ”
“Não Ruby ela finge.”
“Por 10 anos Henry? A vovó me criou porque ela é minha avó Henry, mas a Regina escolheu amar você.”
“A Rainha má não pode amar ninguém.”
“Henry se ela é a rainha Má porque ela adotaria o neto da Branca de Neve? Você tinha tudo pra ser a criança mais feliz de StoryBrooke. Acha que a Rainha Má daria tudo que a Regina te deu, se você fosse da família da sua maior inimiga? ”
“Eu.. Eu também não entendo isso. Mas a Emma.”
“Henry você pode amar a Emma e querer conhece-la, mas não pode ignorar e machucar Regina. ”
“MAS ELA É UMA VILÁ”
“ Você tem sido o que, maltratando alguém que só te deu amor?
“Porque você está defendendo ela Ruby? ”
“Porque eu nunca vi tanta dor em uma expressão antes Henry. E eu sei que nem mesmo ela teria coragem de te dizer essas coisas. Todos acham que eu não tenho juízo então posso fazer algumas coisas desse tipo. ”
“Eu quero ir pra casa. ” Henry voltou a cabeça para a janela e parou de dar atenção a Ruby.
“Henry olha pra mim. Eu não vou continuar te enchendo. Mas eu queria te pedir um favor. ” O menino estava magoado, mas ainda assim virou.
“Olha se a Emma é a salvadora ela vai quebrar a maldição de uma forma ou de outra. Mas enquanto isso tente olhar pra sua mãe Henry. Esqueça que ela é a Rainha Má, e olhe para a mulher que cuidava das suas febres, a pessoa que você corria em noites de tempestades. ”
“Mas Ruby...”
“Me prometa Henry? Nós somos amigos, e é como amiga que eu tô te pedindo isso. ”
“Mas é a Emma? ”
“Henry você vai ter duas mães. Melhor coisa que qualquer um podia pedir. E quando a maldição quebrar nós vamos lidar com isso, ok?
“Mas Ruby. ”
“Sem mais! ” Henry voltou a emburrar, mas Ruby deu partida e resolveu ignorar.
Na Mansão...
“Eu... Eu pensei que você iria gostar da ideia. Queria contar a todos desde o primeiro dia. Me perdoa eu me precipitei. Esquece. ” Regina ficou muito envergonhada, mas nem teve tempo porque David tratou de fazer ela se calar beijando-a com a mesma paixão de sempre.
“Posso ir pegar minhas coisas? Nem ele nem Regina conseguiu segurar o riso que encheu a casa.”
“ E o Henry?”
“Não importa o que eu faça eu não consigo traze-lo pra mim. Eu não sou a Emma.” Regina tentou esconder as lagrimas que se formaram, mas era impossível estando tão perto dele.
“Não fica assim. ” David falou trazendo o rosto dela pra mais perto dele.” Agora você vai ter muita ajuda.”
“Muita ajuda?”
“Eu vim pensando eu te contar, mas quando chegou alguma coisa me fez perder o foco. Mas o nosso segredo não é mais tão segredo assim. A lista só aumenta..”
“Droga quem mais nos viu?”
“A Ruby, por isso ela levou o Henry, pra que eu pudesse vir aqui. Parece que seu clubinho está crescendo amor.” David aproveitava toda a oportunidade pra distribuir beijinhos no rosto dela. Ela precisava se sentir amada.
“Imaginei que ela sabia de alguma coisa. Não poderia ter escolhido melhor assistente, muito esperta e discreta. Mas onde ela nos viu. Ah meu Deus será que ela viu a gente...” David ficou vermelho com a suposição de Regina e ela se não estivesse assustada teria rido.
“Ela disse que foi na floresta, mas acho que estávamos vestidos. ”
“É melhor a gente se vestir, a Ruby já deve estar trazendo o Henry. ” Regina já foi saindo dos braços dele depois de olhar o relógio. ” Se importa em esperar na cozinha? Não quero que ele te veja ainda. Amanhã de manhã, tomamos café juntos e contamos para ele. Assim que colocá-lo na cama eu volto pra comermos alguma coisa.”
Enquanto eles terminavam de se vestir a companhia tocou, ambos correram David pra cozinha sem antes roubar um beijo de Regina que arrumou os cabelos e foi abrir porta.
“Pronto chefe, seu pequeno príncipe está entregue.”
“Boa noite Ruby, e obrigada. Henry? ” O menino continuava de cara fechada do lado da assistente da mãe.”
“Obrigada Ruby.” Falou o menino de má vontade “Posso ir pro meu quarto? ”
“Pode. ” Regina respondeu resignada, e passou a mão nos cabelos de Henry quando ele passou pela porta.
“Não é com você, é que eu não sou sua pessoa predileta hoje. Tivemos uma conversa séria. Mas não se preocupe, você vai tê-lo de volta” Regina sorriu um pouco com a fé de Ruby.
“Ele jantou, por acaso a febre voltou? ”
“Tudo certinho, mamãe urso, a vovó preparou uma sopa daquelas pra ele. ”
“Mais uma vez muito obrigada. Por tudo. ”
“Por falar em tudo. Você ficou sozinha a noite todo, nenhuma visita. Ninguém? ” Regina teve que rir da tentativa de Ruby.”
“Eu disso por TUDO Ruby. E acho que você merece um voto de confiança. O David não é mais uma visita nesta casa. ”
“UHHHH”
“RUBY! Quer que a cidade toda acorde? ”
“Desculpa chefe, mas eu acho que se você me demitir posso ser um ótimo cupido. Agora deixa eu ir, pra você poder aproveitar seu boy. Te vejo na segunda chefinha.”
Ruby foi embora enquanto Regina riu da reação dela. Ela estava agradecida porque enquanto houvesse a maldição ela teria David e Ruby pra contar.
Os próximos minutos passaram rápido, Regina pôs Henry na cama que estava de cara amarrada, mas a olhava de uma forma diferente. Talvez aquilo fosse bom. Logo o menino estava dormindo e ela pode voltar para seu homem que a esperava com sanduiches para o jantar, que também foi bem rápido. Regina estava esgotada, depois da noite mal dormida com Henry ainda passou a tarde inteira trabalhando com Ruby. Por isso ambos decidiram entrar no banho juntos o que não foi tão rápido quando ela gostaria, mas imensamente prazeroso. E um pouco depois das 23:00 eles estavam deitados na cama, aninhados um nos braços do outro e extremamente felizes. Essa seria a primeira noite do resto de suas vidas.
Apesar de ser tarde Gold ainda estava na sua loja, quando sentiu algo diferente no ar.
“Vejo que a Rainha decidiu ignorar meus conselhos. Espero que esse amor seja forte o suficiente para mantê-la viva.”
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