Notas iniciais
Red Coat foi descoberto. Será que esse é o fim do ciclo?

Façam suas apostas, pois o jogo está pegando fogo.

Samantha o viu.

Ela canalizou toda a seu poder em segundos. A bruxa pensou que, antes de qualquer coisa, poderia passar para a mente dos outros a imagem que estava vendo.

Red Coat sorriu. Depois deu um tapa na cara dela. O poder perdeu força.

Eles começaram a lutar em seguida. Samantha se grudou no pescoço de Red Coat, enquanto o anônimo puxava os cabelos dela para soltar-se.

Quando finalmente se soltou, Red Coat derrubou Samantha no meio do banheiro. Ela deslizou e bateu na parede, levantando as mãos e fazendo Red Coat ter dor. Então, a bruxa levantou e foi até ele, cada passo aperfeiçoando mais o seu poder. Quando estava perto o suficiente, e Red Coat de joelhos, ela chutou o rosto dele e o jogou para trás.

Red Coat levantou e avançou para cima da bruxa, lutando mão a mão. Até que o anônimo puxou uma faca e arranhou o rosto da bruxa três vezes. Samantha se olhou no espelho e viu que o rosto estava encharcado de sangue.

A bruxa então levantou Red Coat com a mente e o atirou nos espelhos do banheiro, fazendo o barulho do vidro se quebrando tremer as portas dos boxes. Red Coat levantou, e encima da pia, chutou o rosto de Samantha, a jogando no chão quase morta.

Red Coat pulou da pia e arrastou a mulher até dentro de um boxe, colocando a cabeça dela no vaso sanitário.

Ela não tinha mais forças, não conseguia prender a respiração. A água do vaso estava vermelha do sangue do rosto de Samantha.

– Descanse em paz. – fala Red Coat com sua voz demoníaca e coloca a cabeça de Samantha no vaso outra vez, agora, deixando ela ali por alguns minutos.

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Sam e Dean esbarraram um no outro.

– Cadê a Veronica? – perguntou Sam.

– Eu não sei, nos separamos e então ela não voltou. Conseguiram pegar o desgraçado? – pergunta Dean.

Sam balança a cabeça negativamente.

– Sammy! – diz Dean olhando para o chão á alguns metros dali.

Ele e Sam dão alguns passos e se abaixam.

– É um microfone. Deve ser da Samantha, perdemos o contato com ela. – fala Dean olhando em volta.

Samara os alcança.

– Viram a Samantha?

– Não, encontramos o microfone dela todo destruído aqui. – diz Sam. – ‘Sam aqui. Jo, Carter, a Samantha e a Veronica sumiram. Nada por aí?’

Jo: ‘Nenhuma delas passou aqui.’

Eles se olham. Algumas pessoas começam a gritar no parque, pedindo socorro.Crianças são puxadas enquanto dão espaço para os adultos entrarem no Riacho do Amor.

Dean, Sam e Samara correm para lá, quando descobrem que o elevador travou e está sendo inundado, com uma pessoa lá dentro.

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Veronica estava com a água um pouco acima da barriga. Ela não tinha mais forças para gritar, ou para chutar. A água não saía de jeito nenhum do elevador, e em minutos a água iria ultrapassar a cabeça da caçadora.

– Socorro! – dizia Veronica, fraca.

Ela ouvia algumas pessoas gritarem ali perto. Pedindo socorro.

‘Há uma pessoa lá dentro’ – as pessoas diziam. Veronica pediu socorro umas últimas vezes, e ouviu baterem na porta com força. A água ultrapassou seu pescoço. A caçadora levantou a cabeça usufruindo do último ar que lhe restava.

Até que a porta foi aberta e a água escorreu, levando Veronica com ela ao chão.

As pessoas deram um ‘oh’ de chocadas ao ver Veronica sair do elevador. A caçadora tossia desesperadamente, cuspindo uma grande quantidade de água. Depois de mais ou menos dois minutos explicando o que acontecera, ela viu alguém ligar para a polícia.

Dean e Sam saíram disfarçadamente, e quando as pessoas olharam para Veronica, ela não estava mais lá.

__

Jo e Carter haviam parado de dançar e ido até o Riacho do Amor, ver a confusão que se fazia. Como eram muitas as pessoas curiosas, eles ficaram mais atrás, sem poder ver o que acontecia. Jo estava calma porque sabia que Veronica estava bem, pois ouvia sua voz.

– Essa é a sua vida? – pergunta Carter. – Assim, freneticamente?

Jo balança a cabeça, confirmando.

– Agora é. Você não caça?

Carter olha nos olhos dela e vê alguns de seus momentos caçando passarem em sua mente outra vez. Ele não era muito bom em caçar. Havia lutado contra alguns vampiros, outra vez matara um lobisomem depois de seu pai capturá-lo e prendê-lo pelos pés e mãos. Nada nunca era surpreendente para Carter.

– Eu queria caçar mais, mas oportunidades não surgem. Mas eu ainda não sei se estou pronto. Me falta treinamento. – diz o garoto.

Jo sorri para ele.

– Isso você aprende rápido quando está em perigo.

A conversa é rachada quando os dois ouvem gritos como ‘A mulher sumiu’ ou ‘Onde está ela?’.

Jo e Carter se infiltram no meio da multidão e percebem que as pessoas se referem á Veronica. Ela não está mais no lugar onde deveria estar.

O celular de Jo vibra. Ela desbloqueia ele e lê a mensagem de Sam: ‘Armamos para Veronica sair dali. Os caras estão chegando. Tente encontrar Samara e recuaremos. ’

Logo em seguida o celular vibra outra vez, anunciando uma nova mensagem de texto.

‘Não querem descobrir mais? Estarei no estacionamento. Mas já vou avisando desde já, o controle estará com vocês. XOXO. – Red Coat’.

Ela olha para Carter.

– Carter, temos que ir. Agora.

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Samara, Dean, Sam e Veronica recebem as mesmas mensagens. Depois de um troca troca de ligações, todos decidem se dirigir para o estacionamento do parque.

Estava lotado de carros, todos estacionados sobre a grama alta e úmida. O pessoal se olha de uma maneira estranha. Poderia estar ali, o Red Coat, no meio de qualquer um dos trinta, quarenta carros estacionados, esperando somente uma boa oportunidade para pegá-los de surpresa e sair vencendo outra vez.

– Isso me assusta. – falou Jo.

Veronica olhou para ela com o intuito de falar alguma coisa, mas então as luzes dos postes do estacionamento se apagaram, e um dos trailers onde ficavam os animadores da festa (um pequeno circo improvisado) se transformou em telão.

O som era alto o suficiente para todos ouvirem. As imagens do telão começaram a passar lentamente. Primeiro eram indistinguíveis.

Eles ouviram passos se aproximando do estacionamento. Depois uma sombra na luz que vinha do parque.

– Shh! – sussurrou Dean e sacou a arma.

Sam fez o mesmo e apontaram para o lugar de onde a sombra sairia.

Era Ruby. Ao ver os Winchesters apontando armas para ela, a demônio levantou as mãos, sem entender nada.

– O que você está fazendo aqui? – perguntou Dean olhando para ela e depois para Sam.

– Recebi a mensagem! – Ruby alega, mostrando um celular para eles.

Nesse exato minuto as imagens do telão no trailer ficam perfeitas, e começa a passar o ‘filme’.

As primeiras imagens eram de Veronica e Rodric, ambos deitados num quarto de motel, sem saber que estavam sendo filmados.

– Acho aqueles Winchesters uns cagões! – falou Rodric, olhando para a TV.

Veronica caminhou e deitou-se ao lado do marido.

– Acho também. Ellen está muito vadia. Eles já sabem do plano, eu aposto o que você quiser, Rodric.

Ele sorriu.

Logo, o vídeo passou para outro ambiente. Era o ferro-velho de Bobby. No meio da noite, eles podiam ver que Sam se aproximava de um dos carros e então abraçou Ruby, que surgiu do nada.

– Eu vim, Sam. – fala Ruby puxando os cabelos de Sam enquanto o abraça com força.

Ele a beija.

– Não consigo ficar sem vo...

Ele interrompe a beijando.

Sam entra num dos carros com Ruby, esquentando a situação. O carro estava inteiro, era um dos mais ‘novos’ do ferro velho.

– Aqui? – pergunta Ruby.

– É suficiente. – fala Sam tirando a camisa e começando a beijar o corpo da demônio.

No estacionamento, Dean olha para Sam. Ele e Ruby estão lado a lado.

– Você me traiu Sammy! – berra o irmão mais velho. – Você me traiu!

Dean avança para cima de Sam e Ruby, mas é segurado por Carter, Samara, Jo e Veronica ao mesmo tempo.

– Me soltem! Me soltem!

Eles percebem que já é outro vídeo. Agora, era Jo que estava num quarto, sozinha. Ela fechava e abria os olhos, fechava e abria, esperando alguma coisa. Alguns minutos depois, ela abre os olhos e revela-os preto, como de um demônio.

Todos olham para Jo. Ela olha para baixo e começa a tremer de nervosa. Ninguém sabe mais o que fazer no estacionamento. Um arrepio passa pelo corpo de todos, pois aquilo não tinha como ficar mais sombrio e apavorante.

Outro vídeo começa. Era Dean, conversando com Bobby.

– Eu já pensei nisso Bobby, é impossível. Sam tem me decepcionado nos últimos meses. Eu não o vejo mais como antes, ele está longe.

Bobby dá três batidinhas em sua escrivaninha.

– Não está pensando em partir, está Dean?

Dean olha para Bobby e depois baixa a cabeça.

– Não posso deixá-lo. Nunca poderei. Mas terá um momento que isso será inevitável. A não ser que...

– A não ser que... – Bobby pede um complemento final.

– A não ser que eu destrua o que o está fazendo ir longe demais. Ruby.

O vídeo adquire uma imagem preta por alguns segundos. Segundos suficientes para todos pensarem como explicar o que cada um acabou de ver. Até que o vídeo retorna com uma imagem no banheiro.

Era uma luta, de Samantha contra Red Coat.

Samara solta um arquejo ao ver a irmã lutar contra o anônimo. Depois, a cada golpe que Samantha sofre, a irmã vai ficando mais apavorada.

O mais interessante é que o rosto de Red Coat não aparecera por nenhum momento. Então, o anônimo arrastou a bruxa até o box e colocou sua cabeça dentro do vaso duas vezes, a segunda mais longa. O desgraçado ainda disse ‘descanse em paz’ e retirou a cabeça de Samantha ali de dentro, á batendo na borda do vaso duas vezes e depois á soltando dentro do Box.

Red Coat fechou a porta do Box e saiu do banheiro.

No estacionamento, Jo foi até Samara para apará-la: a bruxa se atirara no chão, estava afundada em lágrimas. Não saia nenhuma fala de sua boca, apenas grunhidos de dor e tristeza.

O vídeo continua. Agora, deixando todos soltarem um suspiro para dentro.

Eles estavam sendo filmados. Naquele instante, todos olhando para o trailer onde os vídeos passavam no telão.

Sam e Ruby juntos, Dean ao lado de Jo, que aparava Samara, Carter apenas olhando a situação e Veronica com as mãos no rosto. Essa era a imagem. Esse era o veredicto. Red Coat nunca perderia.

A câmera que os filma começa a se mover.

Dean segura a arma que já estava em mãos com mais força e começa a andar para o lugar onde a câmera ia também.

Sam o segue. Mas ambos param quando todos gritam ao ver o que o vídeo mostrava. Era um carro, um carro qualquer do estacionamento. E dentro dele estava Rodric. Desesperado, batendo, gritando.

Ninguém o ouvia. Os vidros não eram quebrados. O carro parecia ser blindado.

Veronica deu um berro e começou a andar desesperada pelo estacionamento, procurando o carro onde Rodric estava preso.

No vídeo, Rodric chutava, berrava, mas de nada aquilo iria adiantar. Ele estava cheio de hematomas, sua cara roxa manchada de sangue. Sua roupa rasgada, seus braços cortados. Ele tentou fazer de tudo.

Veronica quebrou o vidro de um dos carros e entrou. Ela catou uma chave e a encontrou no porta-luvas. Depois, ela ligou o carro, deu ré e começou a procurar Rodric.

– Veronica! – berrou Dean. – Que droga, Veronica!

Ela não o ouvia. Queria apenas encontrar o carro e o maldito que filmava aquilo.

Um telefone tocou. Claramente, seu áudio era transmitido pelas caixas de som que transmitiam o som do vídeo.

O telefone estava bem do lado do trailer, numa mesinha improvisada. Á cada chamada, ele ascendia uma luzinha de cor diferente. Todos olharam para o telefone sem entender nada. Veronica continuava sua rota. Então Samara olhou para o vídeo e apontou para ele. Todos olharam e perceberam que Red Coat filmava seu rosto. Estava com uma máscara de Jason, na verdade era um capuz com a máscara na frente, tapando o rosto e possíveis cabelos compridos.

Prêmio para quem atender. Sabe sua família, Carter? Quem sabe sua mãe, Jo? Ou Bobby? Dean e Sam. Todos eles estão sob minha supervisão. Eu posso fazer eles virarem o churrasco do domingo se não me obedecerem. Ah, Ruby, também há alguém que se importe com você. Você não quer conhecer sua verdadeira família? A sua família quando humana? E você, Samara, não tem saudades da sua vó? Mesmo brigadas, você só tem a ela agora. Eu contratei pessoas muito eficientes que podem fazer o que eu quiser com apenas um toque no celular. É pegar, ou largar.

O livro que Red Coat recitou deixou todos aflitos. O telefone não parava de tocar, e era mais um fator que os deixavam muito nervosos.

– Ei, ei, ei! – falou Dean. – E se...

– O telefone é o controle que Red Coat falou. Se alguém atender... – completou Sam.

Samara balançou a cabeça. Ela ainda estava apavorada com a morte da irmã. Talvez, nem tenha ouvido o telefone, ou Red Coat propondo com sua voz de robô.

– Com certeza é. Não podemos deixar ninguém atender! – disse Jo.

Carter levantou a mão.

– Mas e se não atendermos... Teremos a garantia de que nossa família esteja segura?

Sem respostas, as pessoas se olharam e silenciaram novamente.

Se fosse verdade, todas essas pessoas estarem sob o olhar de Red Coat, bastava alguém ir lá e atender que aquilo acabava.

– Queremos provas! – berrou Ruby para que Red Coat, em qualquer lugar do estacionamento ouvisse.

– A prova sou eu. Veronica nesse exato momento recebeu minha mensagem dizendo as mesmas coisas que falei á vocês. Eu sei que Rodric vale muito á ela. Eu sei que ela o ama. Se ela atender, outro morrerá, e Rodric estará a salvo. Se não, vice-versa.

Veronica estacionou perto deles outra vez, descendo do carro desesperada. Ela começou a correr em direção ao telefone que tocava abaixo do trailer.

Carter dividiu espaço com ela, e acabou a derrubando. Mas Veronica sacou a arma e fez todos avançarem á ela. O tiro que acertaria Carter foi dispensado, e a caçadora levantou como uma leoa.

Ela correu tudo que pôde até o telefone e quando o pegou na mão, ele fez o tu tu tu tu tu tu tu tu.

Todos, perplexos, ficaram atentos ao que poderia acontecer. Veronica baixou o telefone e disse em voz alta:

– Não há nada na linha. Eu atendi! – ela começa a gritar. – EU ATENDI. RODRIC ESTARÁ A SALVO!

A câmera do vídeo filma as travas do carro em que Rodric estava abrir-se. A câmera vai se afastando aos poucos, mostrando que Red Coat está saindo de perto do carro.

Rodric estava mesmo salvo. Red Coat cumprira o que prometera. Mas isso significava que alguém ia morrer. Os que ainda estavam no mesmo luga desde que entraram no estacionamento se olharam. Não queriam que nenhum dos que Red Coat citara morresse, mas no fundo sabiam que isso iria acontecer.

Veronica, embaixo da tela, sorri. Ela saca o telefone e disca o número de Rodric, tremendo. Depois, coloca o celular no ouvido e sorri. Ela queria ouvir a voz dele antes de vê-lo. Ouvir o 'obrigado' antes de sentir seu abraço.

No carro, Rodric coloca os pés para fora. Ele olha para o banco da frente e vê aquilo que imaginou que seria seu fim. O que o deixou mais nervoso todo esse tempo que estivera preso ali dentro, o que causara seu desespero maior, pois á cada segundo, as chances daquele conteúdo serem ativados eram enormes. Era uma mala cheia de explosivos. Explosivos ativados á seu celular.

Veronica sorri por três segundos, até o barulho insuportável da explosão tomar conta do estacionamento. Primeiro um, depois o outro carro. Depois mais um. Era um dominó de explosões.

Veronica deixou o celular cair no chão e quebrar-se. O mesmo aconteceu com a câmera do vídeo. Provavelmente Red Coat havia saído correndo para fugir da explosão e a câmera havia ficado.

Eles puderam ver os últimos segundos de Rodric no telão. Até a câmera ser apagada e eles sentirem o calor, o fogo.

Todos ali, olhando as chamas irem ao céu. Sem reação alguma. A adrenalina tomando seus corpos enquanto eles viam toda a esperança que lhes restavam desaparecer como fumaça. Tudo o que sempre sonharam estava sendo despedaçado. O jogo estava andando, e eles, á cada casa andada, estavam se perdendo mais.

O controle, na verdade, nunca fora o telefone como eles imaginaram. O controle sempre foi o celular. O de Ellen deveria estar assim, o de Bobby, o da mãe ou pai de Carter, o da família da Ruby, ou até mesmo o da vó de Samara. Todos conectados e prestes a explodir.

Veronica desabou, ninguém sabia se havia desmaiado, mas sabiam que apenas ela havia caído de joelhos e depois deixou seu corpo se guiar para onde quisesse.

Essa havia sido a gota d’água. A história de Red Coat precisava acabar.

Uma última mensagem chegou.

‘Para que tentar mudar um futuro que já foi previsto? A vidente sabia do que estava falando quando citou que haveria morte. A verdade sempre aparece, e a escolha do final sempre é de vocês. Desculpem-me, doces, mas estas estão sendo suas escolhas. EU estarei na frente. EU serei o maior. EU serei o mais forte. E, por fim, EU vou destruir vocês.

Feliz Halloween. Descanse em paz, Rodric.

– Red Coat.’

Notas finais
Gente, não quis procurar nenhuma imagem para esse cap, pois um dos gifs que eu queria era muito grande e trancou toda essa carroça que chamo de computador.

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Mais uma vez quer agradecer as cats OmgGenevieve e Blackwell por acompanharem minha fic. Beijos!

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