Supernatural - Behind The Red Coat
2 Aviso de Tempestade.
Notas iniciais
Eles sabiam o que estavam fazendo. Eles sabiam o que estavam procurando.
Flashback On:
Dean e Sam andavam no Impala, quando receberam uma ligação de Ellen. Ela parecia realmente preocupada.
– Alô? Ellen! Tudo bem? — diz Sam, atendendo o celular.
– Sim, Ellen, é claro! Mas ela está bem?
Dean, que estava dirigindo, abaixou o som do carro e olhou para Sam. Ele murmura com a boca: 'Jo?', mas Sam apenas levanta a mão para ele seguir dirigindo.
– Ok Ellen, estamos a caminho. Vamos fazer isso por você. Tchau.
Sam desliga.
– O que foi? — pergunta Dean.
– É a Jo. Ela está com problemas. Ellen acha que aquela coisa sobre o sangue que o demônio a forçou a tomar na caçada que tivemos ano passado está a afetando. — explica Sam.
– E?
– E, Dean, que Ellen quer que levemos Jo para uma caçada. Com segundas intenções. Ela quer que tiremos o sangue dela e demos á um demônio, e isso cortara á relação entre os dois.
– Isso existe?
– Ellen procurou respostas com o Bobby por dois meses. Acham que com um feitiço pode funcionar. Devemos isso á Ellen, Dean. Ela está nos esperando. — diz Sam, por último
Flashback Off
– Então... — começa Jo. — Estamos indo caçar um demônio que soubemos da existência ontem?
– Ahn, sim! — diz Dean, olhando para Sam.
Eles estavam em uma fábrica. Estava, sem dúvidas, abandonada. Depois de três horas de viagem, chegaram ao destino e encontraram-se em um local sem nada. Pelo menos parecia suspeito.
Jo pegou o REM e o ligou. Logo, ele começou a apitar fraco, mas em seguida, todos os lugares eram vistos pelo REM como se fosse um demônio.
– Ei, ei, ei! Olhem! O REM está apontado para a parede. É dali que vem as negatividades.
Sam se aproxima da parede. Ele toca nela por alguns segundos e cheira seus dedos.
– Foi pintada. Recentemente.
– Veremos. — Diz Jo e avança para a parede.
Ela começa a arrancar pedaços da tinta. Dean e Sam a ajudam. Aos poucos, eles vão deixando a parede com sua antiga textura.
– Que cheiro horrível é esse? — pergunta Jo, enquanto tapa seu nariz com o casaco.
– Eu acho que é enxofre! — diz Dean.
Depois que a parede está total descascada, eles se afastam. Jo dá uma arquejada ao ver o que está na sua frente: A textura da parede são fotos. Fotos de pessoas normais, mas com detalhes estranhos.
– O que é aquilo? — pergunta Sam apontando para muitas das fotos que estão manchadas de vermelho. — É sangue?
– De demônio? — indaga Jo.
Sam assente. Jo então percebe alguma coisa incomum nas fotos. Uma foto manchada de sangue de demônio. Mas o que é o mais estranho é que ELA estampa a foto.
– Essa sou... eu? — diz ela apontando para a foto.
Dean e Sam se olham.
– Não estamos aqui para caçar não é? — pergunta ela. — É sobre... o sangue! Eu sabia!
Ela vira as costas para ir embora, mas Dean a segura pelo braço.
– Jo! Estamos fazendo isso pelo seu bem, ok?
Jo se vira para ele e lhe dá um empurrão, muito forte para o normal dela.
– Não quero saber o que você e minha mãe falam pelas minhas costas. Isso é ridículo. EU NÃO PRECISO DE AJUDA!
Sam começa a falar, mas ela dá as costas para eles e se dirige para fora da fábrica. Ao chegar perto do portão, Jo vê seis homens. Seis homens de cabelos negros, pele pálida e de casacos pretos. Num movimento só, ela está rendida.
Sam e Dean chegam e vêem Jo segurada pelos homens. Ela tenta se soltar desesperadamente e grunhi.
– É a do meio. — sussurra Sam.
– Tem certeza? — responde baixo Dean. — Só temos uma chance.
Sam assente.
A demônio que está com Jo é ruiva. Seus cabelos bem vermelhos refletem na luz que entra no local onde estão. Ela possui um sorriso cruel. Sem dúvida nenhuma, é muito sexy e malvada. Aparenta ter mais ou menos uns 35 anos.
Sam saca a arma e começa a atirar nos vampiros laterais á demonio que está com Jo rendida. Os demônios vão desaparecendo, pois nas balas têm sal. Enquanto isso, Dean corre e sadca um pequeno frasco com sangue dentro. A demônio avista o frasco e aperta o pescoço de Jo, deixando ele á um fio de ser quebrado. Dean para e levanta as mãos suadas, deixando o frasco escorregar para cima.
– Não! — grita Sam.
O frasco cai no chão e o sangue se espalha. Isso dá tempo para a demônio pegar uma arma e apontar para Sam. Ela atira. Dean olha para trás e Sam não está mais no lugar. A demônio olha para Dean e diz:
– Game over Winchester. — Ele aponta a arma para Dean, mas alguém aparece do nada.
A pessoa usa um casaco comprido vermelho, botas escuras e sujas e carrega um frasco na mão também. Quando a demônio menos espera, o ser da jaqueta vermelha joga o frasco contra a face do demônio. O frasco o atinge e se quebra, espalhando sangue para a boca da demônio.
A demônio solta Jo, que se afasta. Uma luz vermelha ascende-se no ar, exalando uma sensação ruim á todos. Em segundos, essa luz desaparece.
Dean olha o anônimo que os 'salvou' desaparecer e depois vê a demônio se contorcer. Então ela joga os braços para trás e rachaduras tomam conta de seu corpo. Suas partes do corpo amostra ficam brancas. A demônio começa a cair no chão. Seus cabelos caem. Seu rosto fica masculinizado e cruel. As roupas se rasgam e viram pedaços de tecidos escuros. E então, aos poucos, a demônio vai virando cinzas.
Dean fica surpreendido. Nunca vira nada assim. Não parava de pensar em contar para Bobby e descobrir o que significava aquela luz, e as cinzas, mas algo o dizia para não contar. Ele se distraiu e de repente nada voltou á sua memória. Ele não sabia o que acabara de acontecer.
– Jo, você está ok? — Ele vai até ela.
Jo fica muda.
– Dean! — chama Sam.
Dean olha para ele. Sam está na companhia de Ruby. Ela está com uma jaqueta de couro e carrega aquele olha pesado. Sorrindo, levemente, ela cruza os braços. Fazia meio ano que Dean não via Ruby, ou seja, fazia um ano que estava feliz. Vê-la com Sam o dava nojo.
– Ruby conseguiu me tirar dali na hora que ele atirou. — diz Sam olhando para ela com cara de 'minha heroína!'
Dean levanta as sobrancelhas.
– De nada. — murmura Ruby olhando pros dois.
Então sua atenção se volta para Jo. Ela não estava normal. Estava tonta. Dean e Sam avançam para ela, não rápido o suficiente para impedí-la cair de joelhos. Seus olhos adquirem uma coloração vermelha.
- Oh my God! Jo! — berra Dean.
Depois seus olhos voltam ao normal, e a caçadora cai, batendo a cabeça no chão com força.
As chances de ela estar morta eram grandes.
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