Suicidal Love
13 O que eu estou sentindo?
Notas iniciais
POV Justin Bieber
Depois que eu conversei com a minha mãe sobre Amber a minha cabeça começou a produzir um turbilhão de coisas relacionadas a ela. A primeira vez que transamos eu me senti diferente, não me sente como costumo me sentir a transar com qualquer vadia, eu sei que tudo isso está soando meio gay, mas é o que está acontecendo comigo. Eu evitei vê-la, ou qualquer aproximação dela. Eu precisava ignorar o que estava acontecendo comigo, e eu não sei explicar o que realmente estava acontecendo.
A Pattie, muito observadora por sinal, notou que havia alguma coisa diferente entre mim e a Amber, e veio conversar comigo, eu fiquei sem jeito, afinal, não são coisas das quais eu estou acostumado a conversar, principalmente com a minha mãe. É nessas horas que uma boa relação com o meu pai faz falta. Eu sou uma péssima pessoa, mas não deixo de ser humano, logo, tenho sentimentos.
Lembro da minha mãe dizendo “Justin, não dá para esconder os seus sentimentos. Uma hora ou outra ele vai vim a tona, você tem que enfrentá-lo, vê se realmente é isso que você está sentindo, eu até lhe entendo, pelo fato de você nunca ter se apaixonado e repugnar esse sentimento, mas já está na hora, todos se apaixonam, olha seu pai, até hoje ele não me comeu viva, então penso que isso seja uma forma de paixão – Ele tinha um tom divertido na voz – E agradeço por isso, então, talvez, seja a sua vez querido. E fico feliz por ser a Amber, mundos tão diferente”.
Eu não vou dizer que aceitei aquilo numa boa, após dizer que ela não entendia nada sobre mim e ter a colocado para fora do meu escritório fiquei realmente pensando no que a minha mãe havia dito. E por mais que eu não quisesse, tudo reprojetava como um filme em minha mente. Talvez eu não esteja apaixonado, só que eu nunca me senti assim e devo está... Eu não sei a palavra certa, e minha mãe confundindo a minha mente, só faz foder com tudo. Porque as coisas não podem ser menos complicadas. Eu até comecei a comer algumas vadias, e conhecer outras, pra vê se aquelas coisas saiam da minha mente, mas o dia que foi a gota d’água foi quando troquei o nome de uma vadia lá a chamando de Amber. Sai de lá puto da vida, e ainda matei aquela filha da puta, poderia ser a Amber, mas não sei se teria coragem de matá-la.
Talvez eu devesse enfrentar o que eu estava sentido, talvez eu não estivesse sentido exatamente NADA e isso era o que me confortava. Então resolvi que ia tentar ser diferente com a Amber.
Aquele dia, depois de ter ido verificar a chegada de uma carga, estava cansado e entediado, nada de diferente estava acontecendo, nenhuma adrenalina, nada animado, tudo dava tão certo que chegava a ser tedioso, acho que nem a policia quer se meter em nossos contrabandos, então, além de alguns filhos da puta estilo Clark que quer roubar nossas cargas, nada de animado vem acontecendo.
A visão que eu tive ao entrar em casa fez que um sorriso involuntário brotasse dos meus lábios. GAY! GAY!GAY! A Amber e a dona Pattie sentadas no sofá conversando como se fossem boas amigas. Assim que me viram, a Amber apenas abaixou o olhar, eu gostava desse medo que ela tinha de mim, e minha mãe se aproximou vindo me abraçar. Ah dona Pattie, sempre carinhosa, revirei os olhos.
— Oi! – Disse seco e minha mãe balançou a cabeça em negação.
— Eu e a Amber estávamos conversando, ela é uma menina tão boa filho – Revirei os olhos mais uma vez.
Eu apenas resmunguei e subi as escadas indo para o meu quarto, precisava de um banho e descansar, estava entediado.
POV Amber Clark
Eu estava cansada dessa oscilação de humor do Justin, uma hora ele diz que vai tentar, outra hora ele fica tão frio quando um iceberg, eu não estava esperando muita coisa da parte dele não, de modo algum esperava que quando ele entrasse por aquela porta ele viesse me abraçar ou algo do tipo, eu sei que não faz a linha Justin Bieber, mas ele custava ter sido pelo menos morno? Argh, eu sinto tanta raiva de mim, porque ao invés de odiá-lo eu estava completamente a mercê dele, quando ele sente vontade eu vou para onde? Pra cama com ele, eu sei que foram poucas vezes que aconteceram e essas poucas, duas, vezes não eram para ter acontecido com o meu consentimento. Eu não queria ser estuprada, longe de mim. Mas ir para cama com o cara que me sequestrou, de certa forma faz meu estômago revirar de tanto nojo que eu estou sentindo de mim nesse momento. Eu poderia ter ligado para o meu pai, conversado com ele, falado o quanto eu sentia a sua falta, e pedir para ele me tirar desse inferno, mas eu fiz tudo errado, só se passava em minha cabeça o quanto ia doer falar com meu pai, e imaginar que nada iria ser feito. Eu tinha medo de ouvir a sua voz e ver o quanto ele estava sofrendo e o quanto iria sofrer ao meu ouvir tão abatida, preferir adiar esse sofrimento. E ai onde estava o erro, então foi a primeira vez que eu me deixei ser tocada pelo Justin, e só de pensar um arrepio sombrio corre pelas minhas espinhas, e o pouco que me sobra se lucidez faz com que eu sinta nojo de mim, sabe-se lá o que Justin é capaz de fazer comigo ou com o meu pai, e eu ao menos pensei nisso quando deixei que fosse tocada por ele mais uma vez, e o que mais me dói é que eu não consigo senti arrependimento, acho que se o tempo voltasse, repetiria da mesma dose, e se outra oportunidade me surgisse não recuaria.
Eu passei um tempo conversando com a Pattie e eu só me perguntava o porque dela ter parado ali, ela se demonstrava ser totalmente diferente daquele mundo, e ela pareceu ler a minha mente, quando confessou que o amor a faz parar naquele local, que ela se apaixonou perdidamente pelo Jeremy, mas que o destino dela era aquele mesmo, a sua família seguia o mesmo caminho por várias gerações e que ela nunca foi de correr do que estava sentido. Eu senti uma pontada de indireta em cada palavra dita por ela e isso me cansou, foi quando decidi que eu precisava ir para o meu quarto para descansar. E eu vi em seus olhos satisfações, ela viu que eu “entendi” o recado o qual ela queria me passar. Odiei a minha atitude, até porque não faz sentido eu querer descansar. Afinal, eu nada fazia, eu deveria dizer que queria fazer algo, faxinar aquela casa, por exemplo, ou um quintal para eu poder capinar – Eu me surpreendo com meus pensamentos – Mas de fato, eu precisava movimentar meu corpo, estava cansada de está sempre pisando no mesmo local, acho que já tem uma trilha marcada por mim naquela casa, quarto, cozinha, sala, banheiro.
Estava passando pelo corredor quando vi o Justin saí do quarto, eu esqueci como se respirava no mesmo momento e como andava. Acho que a falta de exercícios estão fazendo com que as minhas pernas perca os movimentos lentamente, não é possível. Eu fiz menção de voltar de onde eu vinha, mas senti suas mãos irem ao meu braço e me puxar para si.
— Aonde pensa que vai senhorita Amber? – Ele estava perigosamente próximo, e eu estava me sentido sufocada pelo fato de não conseguir respirar – Está querendo fugir de mim? – Seus lábios roçaram o meu e meu ar resolveu sair quando não foi chamado.
Justin prensou meu corpo contra a parede do corredor e aproximou seus lábios do meu, ele fez menção de beijar, mas logo se recuou indo em direção ao meu pescoço, ele se divertia naquela área enquanto arrancava gemidos involuntários dos meus lábios. Seria doentio dizer que um simples toque do Justin deixava meu corpo completamente aceso, a minha calcinha toda molhada. Suas mãos percorriam pelo meu corpo com tanta destreza como se conhecesse milimetricamente cada ponto meu. Cada centímetro do meu corpo. Suas mãos ágeis e firmes foram até a minha coxa dando impulso para que eu subisse em seu colo, assim fiz, entrelacei as minhas pernas em sua cintura e nossas intimidades se chocaram fazendo surgir um gemido de ambas as partes. O Justin atacou meus lábios beijando-os com voracidade, abafando alguns gemidos meus que insistia em sair por conta dos seus simples toques, não era simples toque. Era o Justin que estava ali me proporcionando todo aquele prazer que me consumia e me deixava em chamas. Ele foi descendo seus beijos para o meu colo, e logo cuidou de tirar a minha blusa.
— Justin, pelo amor, aqui não – Disse o interrompendo. Ele me olhou com uma cara de “porque não?” Eu apenas olhei em volta mostrando-o que ainda estávamos no corredor. Ele riu nasalado e foi caminhando meio sem jeito, comigo ainda em seu colo, até um quarto.
Senti meu corpo bater contra o colchão macio e logo o Justin veio por cima de mim murmurando “vamos continuar de onde paramos”. Justin foi descendo os seus beijos por minha barriga, ele tirou o meu short e em seguida a minha calcinha. Estava completamente nua e em desvantagem, puxei o Justin para cima e logo tratei de despi-lo. Mais uma vez seus beijos fizeram uma trilha do meu pescoço, colo, barriga e virilha, onde ele mordiscou me fazendo gemer, arqueei um pouco a minha cabeça para olhá-lo e ele me olhou no mesmo momento. Senti sua língua pincelar a minha intimidade, gemi, senti o Justin sorrir enquanto me chupava, tentei remexer meu quadril em sua boca, mas ele me prendia com força sobre a cama. Senti sendo penetrada por um dedo e logo depois outro. Meu corpo já estava entrando em combustão, eu queria gemer o mais alto possível, eu queria por para fora todo o prazer que eu estava sentindo enquanto o Justin me chupava, o que não ia demorar. Quando estava chegando ao meu ápice o Justin parou me fazendo murmurar. O Justin beijou os meus lábios fazendo com que eu sentisse o meu gosto. A sua língua percorria por toda extensão da minha boca. Ele virou para o lado saindo de cima de mim. Fiquei com a maior cara de tacho sem entender o que estava acontecendo, quando o Justin se pronunciou.
— Hoje eu quero você por cima – O Justin dizia mais safado que o normal. Meu estomago revirou de tanta emoção. Eu queria está no comando e ele havia me permitido isso.
Fiz o que ele mandou, fiquei por cima. Eu queria retribuir todo prazer que ele me fez sentir aquele momento e em outras transas. Ataquei seus lábios beijando-os com urgência a qual foi retribuída. Parti o beijo pela maldita falta de ar, desci meus beijos para seu pescoço e ali fiquei por um momento me deliciando, mordiscando e chupando. Fui em direção a seu abdômen, onde passei a minhas unhas até um pouco mais abaixo do seu umbigo, ele contraiu a barriga e sorriu malicioso, eu sei o que ele queria, e eu iria fazer. Deixei uma trilha de beijo do seu peitoral até a sua barriga, ali, lambi e chupei. Agarrei seu pênis com a mão fazendo com que o Justin gemesse, sorri em satisfação, comecei a fazer um movimento de vai e vem enquanto o ouvia gemer abafado. Depositei um beijo na glande antes de abocanhar seu pênis por inteiro, fiquei fazendo o movimento de vai e vem, enquanto a parte que eu não conseguia por na boca eu masturbava com a mão. Fiquei ali por um tempo. As mãos do Justin foram até o meu cabelo, fazendo um rabo de cavalo mal feito para me auxiliar nos movimentos. Um tempo depois ele puxou-me pelos cabelos murmurado um “eu vou gozar”. Subi e ele me beijou.
— Você é boa nisso – Sorri com o seu elogio e voltei a beijá-lo.
Ainda por cima do Justin, me ajeitei sobre seu pênis, que foi me preenchendo aos poucos. Quando ele estava completamente dentro de mim, gemidos ecoaram pelo quarto de ambas as partes. Fiquei um tempo parada para me acostumar com toda aquela extensão dentro de mim, mas não me demorei a começar a me movimentar.
Nossos corpos suados imploravam por mais, eu estava, literalmente, cavalgando sobre o Justin. Eu estava chegando ao meu ápice, às mãos do Justin estavam espalmadas sobre a minha bunda, e, vez ou outra, iam a meus seios, os quais ele apertava com força fazendo-me gemer com tais atitudes. Não demorou muito para que eu atingisse meu orgasmo, cai para o lado, o Justin veio sobre mim, me penetrando. Ele investia em suas estocadas, seu rosto estava repleto de prazer. Não demorou muito para que ele também chegasse ao seu orgasmo e caísse sobre mim, depositando todo o seu peso sobre o meu corpo.
Fale com o autor