Suicidal Love
8 Eu prefiro não falar
Notas iniciais
P.O.V Justin Bieber
Estávamos todos entediados ali, meu olhar ia da Amber para a minha mãe, da minha mãe para o Jeremy. O Jaxon já havia sumido com aquela vagabunda, que comia mais que tudo, aposto que ele ia matá-la depois daquela festa de tanta vergonha que ela nos fez passar, e meu pai se divertia com a situação, mas ele não iria matá-la sem antes comê-la, isso era obvio.
— Vamos sair daqui, preciso tomar um ar – Sussurrei ao ouvido de Amber.
Ela não hesitou e levantou-se me deixando assustado, eu continuei sentado e ela me olhou com uma cara de “não vai?” me fazendo acordar do meu transe, esperava que ela resistisse e não aceitasse meu pedido, ela é estranha. Assim que chegamos a um lugar mais reservado daquela casa, era uma sala que estava inutilizada, Amber se recostou ao peitoril da janela e ficou olhando lá fora.
— Justin! – Disse ela com receio.
— Pode falar – Falei frio. Eu não a chamei para conversar, mas também não queria deixá-la com meus pais.
— Sobre eu poder falar com o meu pai – Ela deu uma pausa longa, quando eu estava preste a falar “fala caralho!” ela se pronunciou – Você vai mesmo deixar? – Ela não olhava para mim, ainda olhava para o nada.
Ela de costas para mim me deixava com a visão completa de suas costas nuas, cujo vestido me dava o privilégio de ver. Eu apenas balbuciei um “sim”. O que fez com que ela se virasse para mim, agora colocando uma enorme interrogação em minha mente.
— Você veio mesmo sem ter certeza que eu iria deixar você falar com seu pai – Agora foi vez dela dizer que sim em um murmúrio.
Ficamos em silencio olhando o nada, e eu estava louco para ir embora quando eu vi a Catarina, filha do Pablo se aproximar.
— Faz um favor? – Eu não era muito de pedir favor, eu queria apenas que fizessem por mim e ponto final, mas aquele momento a minha unica intenção era evitar qualquer tipo de diálogo com a Catarina.
— Sim – A Amber disse eu nem a esperei completar a frase e a beijei. No começo era recusou o beijo, mas aos poucos a minha língua foi pedindo passagem e ela cedeu. A minha língua percorria por toda a extensão da sua boca, a minha mão estava em sua cintura e hora alisava as suas costas, hora faziam menção de descer até a sua bunda, mas ela a retirou dali; as mãos de Amber foram aos meus cabelos, e uma das faziam um carinho gostoso em meu pescoço. No começo era só para se livrar da Catarina, mas eu estava curtindo aquilo, e nada se passava em minha cabeça a não ser chegar em casa e foder gostoso com a Amber, mas algo dizia que não iria acontecer. Ouvimos um pigarro o que nos fez nos afastar. Era a Pattie.
— Justin, vamos? – Disse ela com um sorriso.
— Já era sem tempo – Disse passando por minha mãe deixando a Amber para trás.
O sonho de minha mãe era que eu arranjasse uma namorada, era que eu me apaixonasse, eu já havia perdido a fé em mim e que isso fosse acontecer, e tinha a plena certeza de que quando chegássemos em casa ela me chamaria para uma longa conversa, aquelas conversas de amiguinhas, só de pensar meus olhos já reviram. Minha mãe fazia esse tipo de querer saber mais sobre mim do que eu mesmo, e aposto que esse beijo com a Amber que foi presenciado por ela vai ser motivo para a dona Pattie surtar quando estivemos a sós. — Alguém explica a dona Pattie que eu não sou mais um moleque e nem uma garota?
O caminho de volta para casa não foi melhor do que a ida para a casa do Pablo, pelo menos o percurso não foi tão longo. Assim que cheguei caminhei lado a lado com a Amber até meu escritório, assim que entramos, tranquei a porta e dirigi-me ate a mesa que ficava no contro, peguei o aparelho de telefone, o qual, com toda a certeza, seria descartado após aquela ligação e lhe entreguei, sentei em minha mesa e fiquei observando enquanto ela fitava o celular em suas mãos.
Levantei, ao me sentir cansado ao olhar aquele celular como se fosse algo de outro mundo.
— Vamos Amber, não tem tanto tempo que você usa um. — Eu estava ficando impaciente, afinal, tudo me deixava impaciente.
— É que eu não sei se quero falar com meu pai – Disse com uma voz embargada me entregando o telefone.
— Como assim? – Eu realmente havia ficado assustado com tal atitude e agora ela estava chorosa.
— Vai doer Justin, e eu estou bem assim – Eu não sabia o que fazer, então peguei o celular de sua mão e a abracei.
Eu não sei que merda havia acontecido comigo, e que se foda, também não queria descobrir, eu só a abracei meio que desconcertado enquanto era chorava em meus braços. Encostei-me a mesa e aproximei seu corpo mais do meu, ela ficou ali escondendo o rosto na curvatura do meu pescoço e eu realmente não sabia o que fazer. Ficamos por um longo minutos abraçados ate que ela fungou se afastando de mim e enxugando as lagrimas, eu não a soltei e nem ela fez com que eu o fizesse, ela ficava olhando nos meus olhos e abaixava o olhar, e ficou nisso por alguns longos segundos até que pronunciou um “desculpas” e começou a fitar os seus pés. Como se fosse algo interessante.
Eu não sabia o que fazer então a beijei. Desta vez foi completamente diferente da primeira, ela não recusou, logo de inicio me beijou como se precisasse daquilo, e eu me aproveitei daquela situação, eu queria levá-la para cama, e saber que não era nada forçado era extraordinário.
Em um movimento rápido e involuntário a virei encostando-a na mesa, fiz com que ela sentasse e meti-me em suas pernas, nos beijávamos com urgência, suas mãos estavam em meus cabelos bagunçando-os. Eu não era daqueles que faziam o tipo de que gostava de preliminares, então arranquei aquele vestido fora me dando uma bela visão de seus seios fartos e redondos, abocanhei o direito enquanto o esquerdo preenchia as minhas mãos, ela puxava meus cabelos, assim que parei ela murmurou em reprovação e eu sorri satisfeito. Passei a mão por cima da mesa derrubando alguns documentos que eu julgava ser importante, sabia que iria dá o maior trabalho para arrumar depois, mas agora eu só pensava em uma coisa, fodê-la naquela mesa. E era o que eu ia fazer.
Já estávamos nus, e eu estava ansioso para entrar dentro dela, me ajeitei em meio as suas pernas, eu queria fazer com que ela sofresse um pouco, o seu rosto cheio de desejo e luxuria me deixava mais excitado que nunca, meu pau chegava a pulsar. Comecei a masturbá-la e sem aviso prévio a penetrei com o dedo o que fez com que ela sussurrasse meu nome, fui ao delírio.
Acabei com aquilo a penetrando, eu estava curtindo esse negócio de torturá-la, ela tão gostoso ouvi-la implorar por mais, então fiquei apenas colocando a cabeça e tirando de sua intimidade, e parece que aquilo estava a deixando louca quando berrou um “porra Justin! Dá para andar logo com isso?”, se não ela tivesse falado isso em outro momento certamente minha mão iria fazer um estrago em sua cara, mas no momento em que essa frase foi pronunciada foi mais do que adequado, eu ri e fiz o que ela pediu, entrei-me por inteiro dentro dela a fazendo gemer alto, aquilo era música para os meus ouvidos, o barulho dos nossos corpos se chocando e seus gemidos de suplicas por mais. Ficamos ali por longos e prazerosos minutos ate que senti sua intimidade contrair contra meu pênis e ela se amolecer em meus braços, logo me derramei dentro dela e fiquei ali ate que retomasse minhas forças.
Após alguns minutos ela se levantou e se vestiu sem olhar para mim, fiquei observando-a enquanto se vestia e desejado tirar toda a sua roupa e comê-la novamente. Ela sentou no sofá e voltou aquela feição de subordinada novamente, eu apenas vesti minha boxer e minha calça e a chamei.
— Vamos, vou levá-la de volta ao quarto – Ela apenas se levantou e caminhou em silêncio ao meu lado.
A minha vontade era de acertar a cara dela por aquele silêncio atormentador que estava entre nós, mas não o fiz, de repente muita coisa começou a passar em minha mente sobre ela não querer falar com o pai e depois transar comigo sem nenhuma resistência, não foi ruim a filha da puta era uma puta de uma gostosa e bem apertada. Se ela me permitisse mais vezes, ou não, eu iria arrombar ela todinha.
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