Suicidal Love

9 Ele está me evitando


Notas iniciais
E ai minhas goxxxtosas, como estão? Estão pronta para mais um capitulo? HAHAH' Então vamos ler que ta bem legal kkkk

P.O.V Amber Clark

Muita coisa havia acontecido depois daquele jantar, a minha cabeça estava muito confusa sobre os meus sentimentos. Eu não sei mais se eu odiava o Justin, de certa forma eu sentia um carinho imenso por ele. Era quase um gostar, eu sei que é doentio, mas eu não conseguia o olhar com ódio como antes, e sim eu o via com carinho. Eu não sei o que aconteceu comigo de não querer falar com meu pai, mas em minha cabeça só passava que iria aumentar tanto o meu sofrimento, quanto o dele, por isso não o fiz. Depois eu transei com o Justin, como eu já disse, eu estou muito confusa com os meus sentimentos, a minha cabeça chega a doer em pensar sobre esse assunto, eu me sinto completamente atraída por ele. E depois daquela transa eu só conseguia pensar em seu jeito, seu toque, sua voz rouca, seus olhos me olhando com puro desejo.

Já havia mais de uma semana que aquilo aconteceu, e muita coisa mudou desde então. Para melhor é que eu podia sair do quarto e andar pela casa, sim isso aconteceu.

Lembro-me que, na manhã seguinte após o jantar de Pablo, estava trancada em meu quarto, quando a figura masculina de um cara denominado por Ryan apareceu na porta. Ele disse meio confuso, que era ordens do Justin e que agora eu estava liberada a andar pela casa, saiu deixando a porta destrancada. Naquele dia não tive coragem de sair, então fechei a porta, trancando-a e permaneci no quarto. No outro dia eu ousei a sair do quarto, todos me olhavam com curiosidade e alguns até faziam comentários sobre mim, uns disfarçavam, outros nem tanto. Já no segundo dia as pessoas não comentavam tanto assim e eu saia do quarto para comer alguma coisa, ficava na sala vendo algum programa de tevê e coisas do tipo. Mas desde o tal dia eu não via o Justin, nem na casa e ele também não ia a meu quarto me visitar como de costume, nos primeiros três dias eu estranhei e até senti falta da sua presença, mas agora, eu estou costumada a me acostumar com todas as situações que a vida me oferece, simples assim. Na verdade eu só o vi uma vez depois que sair do quarto, assim quando estava indo para a cozinha, comer alguma coisa, ouvi uns gemidos vindo de um quarto, e para meu azar a porta estava aberta, pude ter a visão do inferno, Justin comendo uma vadia, que gemia como uma cadela no cio enquanto ele a comia de quatro. Preciso contar que chorei e voltei para o quarto com a mente atordoada, e foi esse dia que fiquei pensando em mim e o Justin. E percebi que minha pouca sanidade que eu tinha havia ido por água a baixo.

Como em todas as outras manhãs, desde que me foi permitido sair do quarto, fiz minha higiene matinal, coloquei uma roupa e desci até a cozinha, a mulher que ficava na cozinha, a Srª. Dalva, era um amor de pessoa e me tratava tão bem, meus cafés da manhã duravam cerca de uma hora ou mais, pois eu ficava ali conversando. Eu havia contado sobre toda a minha vida, e ela perguntou se eu era maluca, mas depois começou a me tratar como se fosse a minha mãe.

— Bom dia Dalva – Disse me sentando a mesa.

— Bom dia minha filha – Ela tinha um sorriso materno nos lábios – Ordens do Justin, fazer tudo o que a senhora gosta.

Aquele momento uma tristeza profunda me tomou, e eu pensei o porque do Justin está me evitando.

— O que foi minha menina? – Perguntou ela enquanto sentava ao meu lado e alisava meus cabelos

— Nada – Sorri forçado – Nunca mais vi o Justin – Ela fez uma careta o que me fez rir – Ele parece está me evitando.

— Você gosta dele Amber? – Seu humor mudou de materno para raiva.

— Não sei – Disse e cortei um pedaço de bolo que estava em minha frente, comi um pedaço e preferi mudar de assunto ao vê a Dalva tão indignada – Está uma delícia, você tem mãos de fadas – Ela sorriu e apenas voltou a fazer o que estava fazendo.

Ficamos ali conversando por mais alguns minutos logo após o meu café, e ela conseguia arrancar os meus sorrisos mais sinceros. Vi uma silhueta masculina, que eu reconheceria de longe, do Justin cruzar a cozinha. Fiz que não o vi.

— Dalva! – Disse em um cumprimento. – Estou com tanta fome, o que tem de bom ai? – Ele passou o olhar sobre a mesa ignorando a minha presença.

Eu não sei o que me deu, mas tudo foi mais rápido do que eu, então soltei um – Bom dia Justin! – Disse meio sarcástica.

Ele continuou ignorando a minha presença.

— Mas que merda deu em você hein? – Disse batendo as mãos na mesa e me levantando e indo para o quarto.

Assim que subi as escadas senti algo me puxando e meu corpo foi de encontro ao chão, logo depois senti algo me puxando e uma bofetada em cheio acertou a minha cara fazendo com que eu caísse novamente. Olhei o Justin, cuja feição estava transformada, ele me arrastou até o quarto e me jogou na cama com toda brutalidade.

— Você está maluca sua vadia, quem você acha que é para falar comigo desse jeito? – Ele ia me bater novamente, mas recolheu-se. Ainda com os punhos cerrados. Ele olhava para mim em busca de alguma resposta – Fala porra!

Eu poderia dizer alguma coisa, poderia? Mas não tinha nada para dizer, até porque nada explicava a minha reação além de “eu gosto de você” o que seria tosco e escroto, então não disse nada só fiquei olhando esperando que ele me batesse ou reação do tipo, mas nada veio.

— Que merda aconteceu com você Amber? Será que é preciso explicar como as coisas funcionam por aqui? Que as coisas funcionam do meu jeito? – Eu apenas acenei a cabeça fazendo que não – Boa menina, se continuar assim você lhe dá um presente – Disse com toda a ironia que tinha dentro dele.

Ele se ajeitou na cama encostando-se na cabeceira e me chamou, eu continuei parada no mesmo local no pé da cama.

— Será sua puta que eu vou ter que te ensinar de novo?

— Não é assim que as coisas funcionam Justin, você não tem o direito de me bater, me xingar e depois querer transar comigo, não é assim.

Ele revirou os olhos e me puxou pelos braços. Jogou-me na cama e me prendeu em baixo dele.

— Sabe Amber – Disse alisando meus cabelos – Você me deixa com um puta tesão, se você soubesse como eu fico quando estou perto de você.

Ele dizia coisas do tipo enquanto beijava meu pescoço e sua mão tinha livre acesso pelo meu corpo. Ele subiu seus beijos ate alcançar a minha boca, de início eu recusei, mas aos poucos fui cedendo a todos os seus charmes e palavras sujas que o Justin dizia ao meu ouvido que estava me fazendo quase ter um orgasmo só de ouvir sussurrando com aquela voz rouca ao pé de ouvido.

Os nossos beijos eram sempre com urgência e não havia nenhum sentimento ali além de desejo, da parte dele é claro, ele foi descendo seus beijos para o meu colo, e logo cuidou de tirar a minha blusa e meu short, Justin foi descendo os seus beijos por minha barriga até se aproximar da minha intimidade coberta com a calcinha, arqueei um pouco a minha cabeça para olhá-lo e ele me olhou no mesmo momento, sorriu e mordiscou a minha virilha e logo depois arrancou a minha calcinha fora. Justin começou a me chupar, eu tentava remexer meu quadril em sua boca, mas ele me prendia com força sobre a cama. De fato, o Justin gosta de ter controle sobre tudo em todos os momentos. Ele me penetrava com a língua, eu sabia que não ia agüentar muito com aquela tortura, e quando eu estava chegando ao meu ápice, Justin subiu, eu queria reclamar dizer o quanto ele era um filho da puta por ter feito aquilo, mas eu só consegui balbuciar algumas palavras não traduzíveis o que o fez sorri.

Eu estava cansada daquilo então tratei de desfazer das roupas do Justin, que assim que se viu livre de suas roupas, roçou seu pênis completamente duro em minha intimidade o que me fez gemer mais alto que o necessário, eu estava completamente sensível e qualquer toque me faria chegar ao prazer de imediato, sem delongas o Justin me penetrou o que me fez soltar um gemido abafado, e prender as minhas pernas em sua cintura, eu queria que ele ficasse para sempre dentro de mim, a sensação de transar com o Justin era uma das melhores, ele investia em suas estocadas com força e eu cravava as minhas unhas em suas costas, aposto que deixaria todo arranhado, mas eu estava completamente tomada pelo prazer, vez ou outra nos beijávamos para abafar o gemidos. Senti o Justin aumentar a velocidade de suas estocadas e sabia que ele estava chegando ao seu ápice assim como eu, não demorou muito para que eu desmanchasse de prazer em cima da cama, e após algumas investidas, senti o liquido do Justin me preencher e ele cair sobre mim. Por fim ele se deitou ao meu lado.

Notas finais
E ai amores de my life, o que acharam? Mais um capítulo HOT HAHAH', vou confessar a vocês que sou péssima em escrever, mas com a pratica a gente melhora, sim? kkk Espero que vocês tenham gostado. Deixem a opinião de vocês Um grande beijo e até o próximo capitulo.