Submissive
9 Submission
Notas iniciais
" Então, o que está tentando fazer comigo?
É como se não pudéssemos parar, somos inimigos
Mas nos damos bem quando estou dentro de você
Você é como uma droga que está me matando
Te elimino totalmente
Mas eu fico tão alto quando estou dentro de você. "
– Maroon 5
Trabalhar num starbucks não era o tipo de emprego dos sonhos, mas realmente era melhor do que nada. A primeira semana foi bem receptiva, e os meus colegas de trabalho eram legais. Mas é claro que talvez, só talvez, eu tivesse sentindo falta do Nico. Mas em minha visão era porquê eu o via todo dia, então havia virado rotina. Ou pelo menos eu tentava me enganar com isso, não aceitando a verdade que, eu o queria.
– Desculpe tirar você do devaneio, Cinderela. — Ariana se apoiava no balcão, com um sorriso de lado. — Vai atender a mesa catorze. Eu preciso fazer uma ligação. — A ruiva olhou-me com um bico e eu bufei, aceitando. — Valeu, Thals!
Sorri minimamente e peguei o bloquinho de Ariana. Refiz meu coque e me direcionei a mesa, retirando a caneta de meu bolso e destampando-a.
– Oque vai querer? — Levantei meu olhar, vendo os olhos negros brilharem, e um sorriso divertido nascer em seus lábios. — Ah.
– Um café, apenas. — Deu um sorriso de lado e me observou, com as mãos no próprio queixo, os cotovelos apoiados na mesa. — Não acha essa saia curta demais?
– Necessário usar, Senhor. — E virei-me para sair.
Meu coração estava acelerado, e turbilhões de sensações pairavam sobre mim. Minhas pernas estavam trêmulas, fazendo-me pensar em cair. Segurei-me no balcão, procurando algo que me apoiasse. Subi o olhar, e Ariana tinha a bandeja em minha frente, com o café em cima. Peguei a bandeja firmemente e me direcionei a mesa de Nico.
Coloquei o café sobre a mesa, enquanto Nico me olhava atentamente. — Servido. — Me virei para sair, mas a mão de Nico se fechou em meu pulso, fazendo-me virar para olhá-lo. — Quer mais alguma coisa?
– Na verdade, sim. — Ele soltou minha mão e se levantou, me fazendo arquear uma sobrancelha. Em um movimento rápido, passou sua mão por minha cintura, apertando meu corpo contra o seu. — Eu quero você. Em minha cama, apenas para mim. Entendeu?
– Maddie está lá para satisfazê-lo. — Tirei sua mão de minha cintura, fazendo-o abrir a boca para retrucar. — Afinal, ela deve estar muito feliz agora, já que voltou a comer ela, certo?
Nico me olhou com raiva, e sorri cinicamente para ele. — Até quando eu vou ter que repetir Grace? — Segurou meu braço esquerdo, me puxando com violência, indo até a porta dos fundos da cafeteria. A porta dava no estacionamento, que era ao ar livre. Nico me encostou na parede, colando nossos corpos ao limite. Colocou um braço na parede, e outro em minha cintura, apertando-a com raiva. — É você quem eu quero não a Williams. E é você, quem eu vou ter.
– Eu tenho que trabalhar. — Me apertou mais contra a parede e mordeu meu pescoço, logo me fazendo arfar. Beijou o local, e passou sua língua quente ali. — Para de fazer com que eu me sinta especial. Isso é tortura.
– Tortura, é ficar sem te sentir. — Ele levou sua mão a minha bunda, e deixou um tapa lá, me fazendo gemer vergonhosamente. Seu sorriso malicioso foi perceptivo em minha pele. — Assuma, você sente a minha falta.
– Eu não quero você com ela, Di Ângelo. — Me surpreendi com a frase. Fechei os olhos, esperando uma resposta arrogante vinda de Nico.
Senti sua mão em minha bochecha, o polegar acariciando-a. Segurou meu pescoço, e finalmente senti seus lábios se encaixarem nos meus. O beijo era lento, e sua mão fazia questão de me prender a ele, enquanto a outra acariciava meu rosto. Coloquei uma mão em seu cabelo, e a outra em sua nuca, trazendo-o para mim. Nico subiu minha perna, fazendo a entrelaçar-se em sua cintura, enquanto o beijo se tornava mais urgente, com nossas línguas brincando em sincronia. Arfei quando seus beijos e mordidas mudaram de rumo, descendo pelo meu pescoço.
– Vamos sair daqui, Lia. — Ele me olhou, e eu senti a estúpida vontade de perdoá-lo por tudo que havia feito. Tudo. Nico suspirou e colou nossas testas. — Por favor, morena.
– Eu preciso voltar ao trabalho. – Me soltei dele, e prendi meu cabelo, voltando a observá-lo.
– Você trabalha para mim. – Sua voz era dura, arrogante. – Eu preciso ficar com alguém hoje. Eu preciso de você hoje.
Sua feição relaxou, e ele bagunçou os cabelos negros, deixando-o mais sexy. – Tudo bem. – Ele sorriu, e me abraçou fortemente, enquanto eu acariciava seu rosto pálido. Ele me soltou e seus olhos negros brilhavam intensamente. – Para onde vai me levar?
– Um lugar calmo, você vai gostar. – Ele sorriu de lado e segurou minha mão, me fazendo levar um pequeno choque. Abriu a porta do Jaguar, me pedindo para entrar. – Apenas confie em mim.
E foi aí que eu percebi o quanto apresentável eu estava. Minha sai estava suja de café, e havia canudos em meu bolso. Meu cabelo estava desarrumado, e minha blusa amarrotada. Suspirei, colocando uma mecha rebelde atrás da orelha, juntando as mãos em seguida.
– Não é um lugar público certo? – Me virei para Nico, e o mesmo sorriu. – Eu não estou vestida para sair em público, sinceramente. Principalmente pelo porte que você tem.
– Relaxe Thalia. – Nico se inclinou sobre mim e me deu um selinho rápido. – Vais ser só eu e você, em minha casa. – Ele relaxou no banco e apoiou seu braço na janela do carro.
– Não é esse o caminho da sua casa. – Observei as ondas cristalinas quebrarem na areia. O vento bagunçando meus cabelos.
– Casa de praia. – Assenti, entendendo. Nico tirou o paletó e jogou no banco de trás do carro, e afrouxou sua gravata em seguida. – Aí está.
O portão da garagem foi aberto, e Nico estacionou o carro, saindo do mesmo. O segui, entrando na casa. O moreno começou a desabotoar sua camisa social, jogando-a no sofá. Desafivelou o cinto, e retirou a calça, ficando apenas de Box. Se dirigiu a parte externa da casa, mergulhando na piscina. Observei-o submergir, bagunçando os cabelos molhados.
– Vem? – Nico se apoiou na borda da piscina, me observando. – Só tirar a roupa.
Levantei a blusa, retirando-a e colocando em cima da espreguiçadeira. Fiz o mesmo com a saia, pondo-a no mesmo local da blusa. Me aproximei da borda da piscina, sentando lá. Nico ficou entre minhas pernas, apoiando sua cabeça em minha coxa. Passei minha mão por seus cabelos negros, acariciando-os. Começou a apertar minhas coxas de leve, e me puxou para dentro da piscina.
– O que quer fazer? – Entrelacei meus braços em seu pescoço, dando pequenos beijos no mesmo local.
– Não sei. – Nico segurou minha cintura, dando alguns apertos. Roçou seu nariz no meu, me dando um breve selinho. – Mas acredite, aqui ou lá em cima, não muda o fato de eu querer te apertar todinha.
Dei um sorriso nasal, enquanto Nico me colocava em seu colo, e minhas pernas se entrelaçaram em sua cintura, colando nossos corpos ao limite. Passei a mão por seu tórax, enquanto Nico passava sua mão por minhas coxas, e com a outra, puxava meu cabelo de leve. Sua boca veio de encontro a minha, num beijo feroz. Puxei seu lábio inferior para mim, fazendo o moreno gemer baixinho. Nico apertou minha bunda, me fazendo arquejar.
– Vamos lá pra cima. – Falou baixinho, provocando arrepios por meu corpo. – Eu to com saudades.
Assenti devagar, saindo da piscina. O moreno fez o mesmo, colocando uma toalha sobre os ombros e passando a mão por minha cintura. Entramos na casa, e Nico me puxou em direção as escadas. Algo tocou na enorme sala, e Nico virou-se para o lugar, o maxilar já travado. Desceu lentamente, a mão direita apertando a barra da escada.
Nico pegou o celular, colocando-o no ouvido. Seu rosto estava sério, impassível. – O que quer Harry?
Ele saiu da casa, gesticulando furiosamente com as mãos. Percebi que gritava pelo movimento intenso que fazia com a boca. Sentei-me no sofá, enquanto a porta batia violentamente. Senti sua mão apertar meu ombro, enquanto jogava minhas roupas em meu colo.
– Vista-se. – Reabotoava a camisa social, me observando. – Eu vou te levar a outro lugar, Grace.
Obedeci, e comecei a me vestir. Ao terminar, Nico indicou a porta, e fui até lá, com o moreno atrás de mim. Ele entrou no carro, e eu fiz o mesmo. Queria saber oque havia acontecido, o porquê de ele ter mudado de humor tão repentinamente. Mas se ele estava com raiva, será que me trataria mal? Não iria mentir, eu estava desconfortável com aquele jeito dele ali. Senti seu olhar sobre mim, mas preferi não encarar os profundos olhos negros.
Olhei-o de esguelha, e os cabelos negros caíam rebeldes por sua testa. Minhas mãos brincavam com a barra de minha saia. Prendi meu cabelo, observando o moreno estacionar o carro perto da baía. Seu olhar pairou sobre mim e meu corpo, e Nico sorriu satisfeito. Abriu a porta do carro e saiu, fiz o mesmo e ele veio em minha direção, passando seu braço por meus ombros, me guiando pela plataforma de madeira, o vento bagunçando meus cabelos presos. As ondas quebravam nas rochas, e sinceramente, a vista era linda. O foco da minha visão foi dominado pelo enorme iate à minha frente. Nico soltou meus ombros e foi em direção ao homem presente ali. Olhei a paisagem em volta, apreciando o vento que soprava em minha direção.
– Thalia. – Me virei, observando Nico a minha frente. – Vamos. Está anoitecendo e eu pretendo passar a noite com você ai dentro.
Ele apontou para o iate e me segurou pela cintura, levando-me até lá. – Isso é seu?
– Sim. Claro que não foi planejado te trazer aqui, mas me deixaram puto da vida. Então, eu quero sumir pelo menos por hoje. – Ele se virou em minha direção, e me deu um selinho rápido. – Porque você é a única que me acalma, morena.
Sorri de leve, e mordi o lábio inferior, entrando no enorme iate, com Nico ao meu lado.
O local era amplo, agradável. Por dentro eu diria que era praticamente uma mini-casa. Uma mistura de vermelho e branco. Nico estava sério, e sua mão continuava em minha cintura. Ele soltou-me, e se dirigiu ao outro cômodo. Sentei no sofá branco, refazendo o coque que acabara de se desfazer. Minhas mãos estavam inquietas em meu colo.
– Não parece estar confortável. – Nico voltou à sala, com um copo de uísque em mãos. – Algum problema?
– Nenhum... – O moreno sentou-se ao meu lado, colocando o copo na mesinha presente ali. Pôs seu braço direito em meus ombros, subindo seus lábios por meu pescoço, causando-me arrepios intensos na região. – Estou muito confortável aqui.
Nico mordeu minha orelha, infiltrando sua mão por dentre a minha blusa, logo retirando-a. Seu olhar escureceu, e um sorriso safado nasceu em seus lábios. Ele segurou meu pescoço, apoiando-me no braço do sofá e me beijando. Mordeu meu lábio inferior, o puxando para si, enquanto sua mão passeava por meu corpo, estudando-o. Parou no fecho de minha saia, retirando-a e a jogando longe. Seus beijos desceram em direção aos meus seios, ainda cobertos pelo sutiã. Sua mão infiltrou-se dentro de minha calcinha, colocando um dedo, masturbando-me.
Apertei fortemente o braço do sofá, enquanto Nico distribuía chupões pelo meu pescoço e clavícula. Nico colocou o segundo dedo, fazendo-me sentir o orgasmo perto. Segurei seus ombros, ficando minhas unhas ali, sendo consumida pelo prazer. O moreno retirou meu sutiã, chupando meu seio esquerdo, massageando o outro. Soltei um gemido contido, e Nico desceu seus beijos e mordidas por minha barriga, mordendo a área do umbigo, lambendo em seguida.
Segurei seus cabelos lisos, direcionando-o para minha intimidade. Nico deu um sorriso nasal, me encarando intensamente. — Ah Lia, hoje eu vou brincar tanto com você...
Mordeu a lateral de minha calcinha, descendo-a lentamente por minhas pernas, causando-me arrepios por onde seus dedos passavam. Nico abriu minhas pernas lentamente, se colocando entre elas. Segurei seus cabelos lisos, direcionando sua boca para minha intimidade. Arqueei as minhas costas, sentindo sua língua quente percorrer por toda extensão íntima. Empurrei sua boca mais fortemente contra minha intimidade, fazendo-o depositar um tapa em meu quadril. Soltei um gemido alto, embaçando minha visão, ao atingir o orgasmo. Minhas pernas tremeram de leve, e Nico levou sua boca a encontro da minha. O beijo era lento e intenso. Sua língua era rápida, e explorava todos os cantos de minha boca. Ele se levantou e me puxou, minhas pernas bambearam, ainda pelo efeito do orgasmo. Segurou em meu braço direito, puxando-me para o quarto. O quarto continha a mistura igual de cores, nos tons de vermelho e branco. Nico me empurrou para a cama, mandando-me ficar quieta ali. Obedeci, vendo-o procurar algo no enorme quarto. Seu rosto estava sério, impassível. Ele virou-se para mim, ficando em pé, me observando na cama. Começou a desabotoar a camisa lentamente, e a jogou no chão, revelando seu peitoral definido. Deitou-se na cama e veio em minha direção, subindo em cima de mim. Encostou sua boca em meu ouvido, mordendo o lóbulo.
– Se me desobedecer, apanha. — Nico falou rouco ao meu ouvido, lentamente, me provocando. — Estamos entendidos, Thalia?
Assenti devagar, ele segurou os meus pulsos, prendendo-os cada um com as algemas. Por um tempo, me olhou de cima a baixo com um olhar de satisfação e tesão, cortando o olhar para se esticar e pegar algo na mobília ao lado. Algo cobriu meus olhos, levantou minha cabeça e deu um nó rapidamente, abri a boca para resmungar, um ofego saiu dentre meus lábios quando violentamente escorou-se sobre meu corpo, seus lábios gélidos em contato superficial no meu lóbulo.
– Nada de palavras, apenas sinta a onda brutal de prazer que lhe farei sentir na maior intensidade que agüentar. — Sussurrou acariciando suas mãos com força sobre minhas coxas. Saindo de cima de mim, escutei seus passos e o calor que antes me embriagava com nossos corpos em contato excitante cessou em uma nuvem de confusão. Nada me prepararia para o que vinhera a seguir.
Um irritante barulho de algo metálico sendo jogado no chão foi ouvido, acompanhado de o que parecia canetas na mobília me fez questionar se fora uma boa idéia aceitar esse convite. Abri a boca sem fazer qualquer ruído, arqueando-me e me contorcendo quando meu clitóris fora estimulado por oque parecia um vibrador, na maior velocidade, em movimentos circulares e firmes. Frustei-me quando soltei um prolongando gemido enquanto devagar diminuía a velocidade do vibrador, me levando a uma loucura prazerosa e intensamente deliciosa. Minha mente fora dominada por num nevoeiro, os dedos dos pés se enrolaram, minhas mãos apertaram as extremidades da cama que sofria de meus apertos, rolei os olhos por debaixo da venda enquanto uma onda de hormônios me afogava num mar de prazer infinito. Meu corpo caíra com violência sobre os macios tecidos da cama, minha cabeça despencara no travesseiro convidativo. A única coisa que ouvi fora arrepiante e quente risada de deboche vinda de Nico, puxara meu rosto e apertara minhas bochechas vermelhas com a ponta dos dedos, senti seu hálito de menta contra minha face. Roçou nossos lábios e tomou-os superficialmente, sem deixa-me com tempo de retribuir o toque, apertei meus lábios em uma linha fina como sinal de frustração.
– Você tem muito que aprender, não quer aprender por bem. Então será do melhor jeito. — Desta vez, senti que seu corpo não saíra da cama, sons de dois metais se chocando faziam minha criatividade enlouquecer sem nenhuma resposta do que seja. Um grito se instalou na minha garganta quando senti uma pedra de gelo sendo usada como ferramenta de estimulação no meu clitóris novamente.
O choque físico do calor ardente da minha intimidade e do gélido e doloroso do gelo me fizeram tremer em todas as bases que eu poderia ter. Gemia baixinho, em sentidos aguçados pude ouvi Nico gemer comigo, se excitando com minha reação. Sorri ofegante com minha conclusão, logo isso não passava de um pensamento temporariamente esquecido. Com destreza, retirou o gelo e empurrou-o demoradamente torturante para dentro da vagina, enfiando o dedo dentro da mesma, comandando os movimentos lentos, dolorosos, e noviços do gelo, em surpresa acariciou meu clitóris em choque com seus lábios gélidos. Aquilo era tão bom, mas tão errado ao mesmo tempo. Dor e Prazer não deveriam estar juntos. Não deveriam ser tão bons. Nunca deveriam estar me dando essa sensação de submissa por completo. Diante seus comandos e ações, eu sabia que já não havia escapatória. Eu estava completamente e loucamente submissa à aquele pecado em pessoa. O ápice estava muito perto, mas a sensação do gelo já estava dominando o prazer e se transformando em dor completa.
– Pare. — Supliquei com um sussurro, meus braços se encolheram, Nico tirara o gelo de mim, encolhi minhas pernas e apertei-as fortemente, separou-as e alisou-as delicadamente, passando para minha barriga encolhida e meus braços tensos, até tocar no meu maxilar travado pela sensibilidade da dor não ter passado.
– Respire fundo, Thalia. Acalme seu corpo. Domine seu pensar. Ouça atentamente minha voz. — Segurou minha cintura com as duas mãos, roçou suas pernas nas minhas, percebi que já havia tirado a calça, ainda com a boxe. A ponta de seu dedo indicador desenhava linhas aleatórias nos contornos do meu rosto. Com alguns segundos, meu corpo se acalmara.
Levantou-se de prontidão, alguns segundos se passaram até que escutasse som de molho de chaves. Minhas mãos tiveram sua liberdade, meus olhos ficaram um pouco embaçados pelo contato com a luz. A única coisa que me fascinara do ambiente reconhecido era os belos olhos de Nico di Angelo, que estara nú neste momento, me encarara de uma forma diferente, sentimentos escondidos deixados a futuros e vagos pensamentos. Arquejei quando fui puxada pelo mesmo, pela cintura, cada joelho ao lado de sua cintura. Trocamos um beijo prolixo, empurrei-o em ousadia, batendo as costas no colchão, continuara a me beijar sem cessar.
De alguma forma, consegui tirar sua boxe de olhos fechados, enquanto apertada minha cintura com força, toda a certeza que ficaria marcado. Em um giro me colocou de barriga para baixo e me penetrou. Senti a sombra de seu sorriso ao descobri meu Ponto G, começando a se movimentar com destreza. Não conseguia descontar o excesso de prazer recíproco ao apertar o tecido que via pela frente, nossos gemidos se ecoavam com um, seguido do atrito barulhento e constantemente profissional. Apertei os olhos sentindo o ápice chegar lentamente torturador, Nico rosnava destruindo a pele do meu pescoço com seus lábios inquietos, percebera que estava quase em deleito ao orgasmo, voou a mão e começara a estimular rapidamente meu clitóris. Fora o bastante, gemi alto e contorcendo-me agoniadamente, sentindo Nico se derramar em mim em um gemido em sufoco. Estava totalmente exausta e mole ainda em efeito ao orgasmo, mas juntei minhas últimas energias e virei-me lentamente para Nico, que caíra ao meu lado de olhos fechados, pregando pesadamente. Depois de todo seu esforço, ainda me puxara pela cintura e roubara meu último fôlego com um beijo superficialmente delicado. Enterrei minha cabeça em seu peitoral frenético e coberto por uma fina camada de suor.
– Porque cuidara tão bem de mim? — Soprei em sussurro, em um pensamento vago, não percebi que falara alto.
– Porque quando brincamos com uma boneca, também temos que cuidar dela para que dure. — Afagou minha bochecha, sorri abertamente com o gesto e sem perceber, o cansaço me levara ao mundo dos sonhos.
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