Submissive
13 She's My Girl
Notas iniciais
" Eu Não Vou Mentir,
Eu Tenho Uma Garota Que Vale Um Milhão,
Com Uma Vagina Que Vale Um Bilhão,
Toda Vez Que Eu Gozo,
Eu Juro Por Deus...
Eu Sinto Como Se Eu Fosse Ficar Rico. "
– Big Sean
Se a pessoa é livre, qual o motivo de ela ter que dar explicações para a sociedade? Parecia que eu estava num interrogatório naquele momento. Annabeth decidiu usar um óculos de aros enormes, dando a impressão que suas órbitas cinzas eram extremamente grandes. A cada pergunta idiota, eu bufava, tentando mostrar o quão estava com raiva daquela invasão de privacidade. Sinceramente, eu não devia nada a ninguém, e porque eu estava respondendo a elas mesmo?
– Certo, e qual a explicação desse arroxeado que se encontra em seu... — Senti meu sangue subir à cabeça, já de saco cheio daquilo. Estavam indo longe demais. Levantei da cadeira, ouvindo murmúrios de várias delas. — Senhorita, sente-se.
Me virei para Annabeth, descrente de seu pedido. Dei um sorrisinho debochado, voltando a me sentar. — Não precisa nem perguntar mais, Annie. Eu vou te dizer uma coisinha, e espero que você pare de me atormentar. Estamos entendidas? — Ela assentiu rapidamente, se aproximando mais de mim. As outras fizeram o mesmo, arrastando suas cadeiras para o entorno da mesa. — Isso serve para vocês também. Deuses, é consumidor ouvir vocês tagarelando toda hora sobre minha vida.
– Diga logo, merda! — Reclamou Bianca, cruzando os braços abaixo dos seios. — Eu sou muito ansiosa. Já me disseram para tomar remédios por causa disso, mas é um mal incontrolável dos Di Ângelo. E ainda tenho de ir pegar minha prima no aeroporto. Até parece que Zoe não sabe pegar um táxi sozinha.
– Deuses Bianca, a garota é sua prima. Mas bem, vocês tem seus respectivos amorecos, não é? — Elas assentiram em sincronia, murmurando um "sim" em seguida. — Então, eu também tenho o meu. — Silena arregalou os olhos, abriu a boca para gritar algo, mas eu a parei com um gesto das mãos em frente a seu rosto. — Não vou dizer quem é, não insitam, até porque eu sou difícil. Obrigado pela compreensão, e até mais.
Não me interessava se elas estavam gritando depois de eu sair por aquela porta, até porque eu não ligava. Sim, eu estava mais leve, admitiria isso para quaisquer um que perguntasse. Estava cheia das pessoas fofocando sobre manchas que aparecem em mim, como se elas não tivessem. É o mal da "foda selvagem", infelizmente. Ao sair da mansão Beauregard, a única coisa que me veio ao pensamento foi Nico.
Eu precisava, queria e necessitava falar com ele naquele instante. Então, resolvi ir em sua casa. Claro, não iria ligar porque queria fazer uma surpresa. Acenei para o táxi que passava, e indiquei o endereço de Nico para o homem. Silena e Nico moravam quase no mesmo bairro, então não demorou muito para que eu chegasse em sua casa. O Jaguar estava na porta, oque me fez dar um sorriso involuntário. Que ele não esteja ocupado, é oque peço. Me aproximei da porta feita de madeira, tocando a campainha. Me virei, encostando na parede. A porta foi aberta, revelando um Nico apenas de calça jeans. Ele fez uma feição confusa, que logo sumiu, tomando posto uma assustada.
– Thalia. — Lhe mandei um sorriso, que não foi totalmente retribuído. Nico coçou a nuca, dando espaço para que eu entrasse em sua casa. Entrei, ficando de frente a ele. — Aconteceu alguma coisa?
– Não, apenas queria te ver. Está ocupado? — Ele negou com a cabeça, adentrando a casa. O segui, indo em direção a cozinha. Antes de entrar na mesma, Nico me parou, respirando profundamente e segurando meus ombros. — Você está tenso, qual o problema?
Nico suspirou pesadamente, me soltando. — Não fique com raiva, estamos trabalhando. Irá acontecer uma reunião segunda, por isso ela está aqui.
O empurrei, entrando na cozinha. Então, era esse o motivo por ele estar tão nervosinho. Maddie estava ali, digitando algo no notebook. Sua atenção foi tomada à mim, mas a loira deu de ombros. Ah Deus, ela estava na casa do dele e ainda tem a audácia de me ver e não falar absolutamente nada? Senti as mãos de Nico em minhas costas, passando por minha cintura e me puxando de lado. Tirei suas mãos de mim, fitando-o com raiva. — Ah que bonitinho, ela é sua fiel amiga agora, não é?
Nico bufou, passando as mãos em seu próprio rosto. Me olhou descrente, cruzando os braços. E então, o filho da mãe teve a coragem de rir. Mas logo mudou, dando a perceber que a sua risada era cínica e falsa. Retomou o rosto sério, me puxando para a sala. — Você quer discutir, não é?
– Não! Claro que não. Só acho que você tem a obrigação de me dizer quando está com ela. — Retruquei, dando a perceber meu ciúmes.
– E desde quando eu devo satisfações à você? — Perguntou, da maneira mais displicente possível. Sua voz transmitia indiferença. Abri a boca para responder, mas fui impedida por Nico. — Se eu estou ou não com ela, é problema meu. Se eu e ela vamos transar ou não, é problema meu. Se eu a quero aqui, é problema meu. Eu não tenho a obrigação de te dar nenhuma satisfação do que eu faço ou deixo de fazer. Eu sou seu namorado? Não, eu não sou. E está bem longe de essa pessoa aqui — Nico apontou para si mesmo. — Ter alguma relação séria com você.
E aquilo foi como um tapa em minha cara. Eu havia sido estúpida sim por achar que ele deveria me explicar algo. Mas ele não precisava ser grosso assim comigo. Eu só queria mantê-lo como meu. Até porque, para mim Nico era só meu. Mas talvez tivesse nascido dúvidas agora. Ah, seria a mesma história de sempre. Ele me ofende, me deixa magoada, eu choro, ele pede desculpas e depois fazemos sexo. Aquilo já havja virado rotina.
Ponto de Vista: Nico Di Ângelo
Talvez eu não seja a única pessoa que odeia ser desobedecido, mas eu tomo medidas trágicas quando isso acontece. E Thalia estava brincando com a pessoa errada, num momento mais errado ainda. Eu estava puto da vida com aquela reunião, e ela ainda quer me deixar mais puto ainda? Apenas observava aquela gloriosa cena passar-se em meus olhos, até que a Grace finalmente me percebesse ali. O que foi muito torturante, porque observar a minha morena enfiar a língua na boca de um filho da puta igual a Spencer. Thalia deu um sorrisinho de deboche, soltando a camisa social de Spencer e vindo até mim. Numa audácia que até mesmo eu não sabia de onde havia vindo, a morena passou por mim, provocando-me com olhares sensuais.
Dei meia-volta, seguindo-a pelo corredor que dava acesso às salas do térreo. A morena entrou em uma das portas, deixando-a disfarçadamente aberta. Adentrei o local, encontrando-a encostada numa mesa de madeira vazia. Levantou o olhar vagamente para mim, com um sorriso de lado em seus lábios vermelhos. Rosnei, batendo a porta e caminhando com voracidade até Thalia. Segurei a morena pelo pulso, apertando-o e jogando ela contra a parede.
– Eu acho melhor parar com esses joguinhos. — Sussurrei em seu ouvido, demonstrando toda minha raiva com apertos em seu pulso e cintura. — Joguinhos que, ah meu amor, você nunca irá ganhar.
– E o que você sugere em fazermos agora? — Retrucou, sua voz num leve tom de raiva.
Me desencostei dela, sendo minha vez de sorrir vitorioso. — Vai vir comigo. — Thalia arqueou uma sobrancelha, cruzando os braços abaixo dos seios. — Por que você precisa ter a mínima noção de que, comigo, não se brinca.
* * *
Entramos no elevador , apenas nós. A raiva ainda rastejava em minha mente de forma agonizante, eu simplismente não acreditava que ela havia feito aquilo comigo. Pelo canto do olho, observei que estava encolhida, mas Thalia ainda carregava um olhar furioso.
Thalia Grace é minha, e de mais nenhum filho da puta, meu lado obsessivo rosnava enfurecido. De repente, a morena se desencosta da parede, me olhando furiosamente.
– Qual é o seu problema, Di Ângelo? Você me faz ser totalmente sua e ainda quer transar com qualquer puta doentia que passa no seu campo de visão. Seja homem, caralho. — Levantou a voz, me empurrando de leve. Seu olhar estava quase negro, as barbaridades da raiva tomaram o controle de suas ações.
Isso só a tornava mais atraente, mas o fato de Thalia enfiar sua gloriosa língua no submundo da boca de Spencer Parker me trazia a sensação de ódio eterno.
O que me fez lembrar de demiti-lo o quão rápido podia.
Meus pensamentos foram cortados por Thalia me empurrando contra a parede, começando um beijo raivoso, seus dedos dolorosamente puxavam meu cabelo. Reagi e segurei sua cintura fortemente, Thalia colou nossos corpos furiosamente, o ambiente se tornara quente.
– Você pare de me provocar, Grace... — Rosnei, voltando a atacar sua boca com desejo. Minhas mãos desceram imediatamente para a bunda de Thalia, fazendo-a entrelaçar uma perna em minha cintura.
Thalia encerrou o beijo com um puxão em meu lábio inferior, segurando na gola de minha camisa social e a segurando violentamente em sua mão. Puxou-a para baixo, me fazendo encarar os intensos olhos azuis.
– Cala a boca e me fode logo, Di Ângelo. — Puxou-me pela gravata, me obrigando a dar pequenos passos, seu olhar era carregado de malícia, mas suas pupílas dilatadas denunciava sua fúria. Abriu um longo sorriso maldoso, suas mãos brincavam com os botões. — Vamos jogar, baby.
Todos os botões da minha camisa voaram para todos os lados no movimento repentino de Thalia, novamente colei nossos corpos, fui impedido de me aproveitar do seu convidativo pescoço por ela, que tristemente se afastou de mim. Mordeu o lábio ao me observar arfante, logo dando um sorriso sarcástico e sair inacreditavelmente em direção ao corredor.
Ah, mas eu quero foder essa mulher agora.
A morena apoiou-se ao lado da porta, indicando para que fosse aberta. Sem ao menos pensar, obedeci, empurrando a porta, puxando Thalia pelo braço esquerdo. Fechei a porta com o pé, já ocupado demais beijando-a de forma furiosa. Suas mãos foram aos meus ombros, deslizando a camisa social já aberta por meus braços. Dei um impulso, fazendo Thalia entrelaçar as pernas em minha cintura. Segurei a barra de sua camisa, subindo-a, dando total destaque ao sutiã vermelho. Pôs suas mãos em meu pescoço, sorrindo e dando leves arranhadas.
Minhas mãos dedilharam a cintura de Thalia, descendo o zíper de sua saia. Thalia soltou-me, descendo de meu colo, chutando sua saia para longe. Não esperei a boa vontade de Thalia, desafivelei meu cinto, dando o mesmo destino que a saia da morena. Colei nossos corpos mais uma vez, dando um puxão no cabelo de Thalia ao vê-la se aproximar para um beijo. A morena soltou um gemido de dor, diminuindo a intensidade de arranhões que dava em minhas costas.
– Você sabe que quem manda aqui sou eu, não é? — Falei baixinho, ainda com a mão enrolada em seu cabelo negro. Puxei mais uma vez, fazendo Thalia resmungar. — Me responda, Grace.
– Se você está dizendo...
O primeiro tapa. Thalia deu um pequeno grito, retirando minha mão de sua bunda, que agora, tinha a marca de minha mão gravada. Olhou-me indignada, e sorri convencido, dando outro puxão em seus cachos negros. — Seja uma boa menina, e me responda direito.
Resmungou denovo, olhando-me descrente. Subiu sua mão até minhas costas, que logo tratei de retirá-las de lá. Posicionei minha mão para um novo tapa, deixando Thalia em estado de alerta. Ela arregalou os olhos, empurrando minha mão. — Tá certo, Nico! É você quem manda aqui, ok? Agora para com isso, porque os seus tapas doem pra caralho.
Puxei seu rosto de encontro ao meu, começando um beijo lento. Minhas mãos subiram de sua bunda para suas costas, procurando o maldito fecho do sutiã. O abri, descendo o mesmo por seus braços pálidos. Seus lábios vermelhos se abriram num sorriso maravilhoso, me empurrando até o sofá. Fiz um bico, negando com a cabeça.
– Eu quero espaço, morena. — Peguei-a em meus braços, subindo as escadas. A porta do quarto foi aberta em um chute, e logo fechada. Joguei Thalia em cima da cama, que sorria safada. Subi em cima da morena, que logo inverteu nossa posições. Thalia levantou-se, virando de costas para mim, começando a descer lentamente sua calcinha. Mordi o lábio inferior, apreciando a bela vista à minha frente. Thalia retirou a calcinha por completo, virando-se de volta para mim, sentando nua em meu tórax.
Thalia engatinhou até mim, deixando suas pernas em cada lado de meu rosto. Aproximou sua intimidade de meu rosto, enrolando meus cabelos em sua mão. Pressionou para baixo, logo puxando em direção à sua intimidade, sorrindo divertida.
– Me chupa agora, Di Ângelo.
Gargalhei, passando minhas mãos por suas coxas, logo indo para sua bunda, pressionando-a até minha boca. O movimentos era variáveis, ficavam entre o lento e o rápido, enquanto Thalia gemia e xingava palavras sem nexo algum. Puxou meu cabelo contra sua intimidade, soltando um grito, que foi ecoado por todo o quarto.
Minhas mãos passeavam por suas costas e bunda, apertando-a de vez em quando. Thalia mostrou-se trêmula, fixando seu olhar em mim. Minha língua deslizava por toda sua intimidade, causando arrepios e excitação até em mim. A morena mordeu o lábio inferior, jogando a cabeça para trás ao receber que seu orgamos havia chegado. Chupei-a uma última vez, sentindo o gosto doce de minha morena. Soltou meus cabelos com as mãos ainda trêmulas, coisa que me fez rir.
Thalia caiu cansada ao meu lado, me puxando para que eu ficasse em cima da mesma. — Poderia retribuir o favor?
– Vamos acabar logo com isso. — Sussurrou baixinho, virando-se para mim. — Eu juro, hoje não...
– Está me devendo duas agora. Vai acumular? — Fiquei de joelhos, retirando minha box. Abri suas pernas, me posicionando entre elas. — Não é um bom negócio, porque quando eu quiser abusar de você, vou usar esse pretexto para te foder todinha.
Coloquei meu rosto na curva de seu pescoço, segurando em suas coxas para melhor apoio. Penetrei-a devagar, começando com estocadas leves e lentas. Os movimentos foram intensificados, e meus gemidos se misturavam com o de Thalia, tendo como principal argumento os xingamentos. Thalia levou suas mãos as minhas costas, arranhando-as fortemente.
– Deuses, Nico... — A morena gritou, revirando os olhos com tamanho prazer. — Mais...
Os corpos se chocavam, deslizavam em sincronia com o suor. A cada movimento, as estocadas ficavam mais fortes. Thalia gemia loucamente abaixo de mim, mordendo o lábio freneticamente. Deslizei minha mão por seu corpo, entrelaçando suas pernas em torno de mim. Eu sabia que o orgasmo estava perto, e ela também. Não tinha como negar, éramos muito errados, mas aquilo era um erro tão bom. Toda a raiva que eu consegui ter de Thalia havia esvaído naquele momento. No momento em que eu a vi gritar meu nome, chegando ao seu ápice, igualmente à mim.
Saí de cima de minha morena, caindo ao seu lado na cama. Fechei os olhos, apreciando o silêncio existente. A única coisa que ouvíamos era a respiração ofegante um do outro. E bem, aquilo não era a pior coisa do mundo. Me sentei na cama, apoiando-me na cabeceira. Thalia levantou o rosto para mim, dando um sorriso fraco, que foi retribuído.
Puxei Thalia, fazendo com que ela se apoiasse em meu peito. Abraçei-a, escutando-a suspirar levemente. Continuei a questionar meus pensamentos de que um dia, isso não se estenderia.
– Estou presenciando sentimentos inexplicáveis quando estou com você, Nico. — Thalia se virou para mim, seu queixo apoiando-se em meu peito. Levou suas mãos aos meus cabelos, acariciando-os. — Eu queria parar de esconder o que sinto por você. Acha que devíamos contar?
Levantei-me de prontidão, estava atordoado. Não, não poderia estar, eu só convoco prazer as mulheres, não deveria está surpreso que alguma delas estaria criando laços além do planejado. Sentei na ponta da cama, sentindo Thalia se mexer desconfortável atrás de mim.
– Você está brincando com a minha cara. Sentimentos? — Ergui-me, continuando com meu pensamento em voz alta. — Se eu quisesse que você criasse um amor pela minha pessoa, teria encontrado você em um bar, transado com você na madrugada, e te perseguiria por todos os lugares: como um drogado à procura de drogas. — Contornei a cama em resgate às minhas vestimentas. Já estava indo longe demais, esboçava uma expressão de arrependimento. — Nem tudo na vida é fácil, Grace. Já devia ter aprendido não? Pois vou te ensinar uma lição: isso não é um clichêzinho que Rachel e Annabeth adoram assistir nos cinemas. Isso é somente prazer, não existe lugar suficiente para o amor.
Saí do quarto, antes que desmentisse tudo, arruinando todo meu emocional.
Ponto de Vista: Thalia Grace
Ainda estava paralisada com as palavras de Nico. Eu não o entendia. Era o tipo de cara pior que uma adolescente em crise. Senti a primeira lágrima descer, limpando-a com raiva. Me levantei da cama, pegando minhas roupas e vestindo-as. Saí do quarto, pouco me importando com a ignorância em que bati a porta.
Desci às escadas, com a primeira visão de Nico sentado em um banco, com os cotovelos apoiados na bancada. Tinha o rosto escondido pelas mãos, e a observar os movimentos corporais, ofegava rapidamente. Me aproximei dele, sentando-se à sua frente.
– Di Ângelo. — O chamei, minha voz num tom seco.
Ergueu os olhos para mim, e naquele momento, eu tive uma visão que nunca queria ter mais na minha vida. Nico chorava. Seu rosto pálido agora levemente avermelhado era banhado de lágrimas pelos seus antes misteriosos, agora tristes e amargurados olhos cor breu.
– Ela cortou todas as minhas esperanças de amar alguém, Thals. — Sua voz chorosa transmitia vários sentimentos que não pude identificar. Apressei o passo e abracei-o em pé mesmo. Como assim?
– Quem é ela, Nico? — Me abraçou pela cintura e enterrou seu rosto no meu ombro, ainda com alguns soluços. Ergui minha mão e acariciei seu cabelo, sentindo-o tenso à minha pergunta.
Depois de muito tempo, respondeu um nome baixinho, quase que impossível de se escutar.
– Zoe.
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