Notas iniciais
FALA POVO BONITO, AQUI QUEM FALA É A FILHA DO PESCADOR, COM MAIS UM CAP, E COM CERTEZA MAIS DO QUE ÉPICO! (Malenaaa ♥) Hey povão ^^, oque está achando da fanfic? RUIM? PÉSSIMA? UMA BOSTA? Ou estão achando simplesmente fantástica e épica? =3 Vou parar de enrolar, comentem fofuchos c: Kisses no Heart, Filha do Pescador

" Mas te confesso que um beijo,

Já me desperta o desejo do que a gente faz

Mas se for pra ser desse jeito,

Sem compromisso eu respeito,

Mas não quero mais.

Eu não quero mais,

Te amar demais, me entregar demais. "

– Ludmilla

Não interessa o quanto você queira algo, sempre vai ter algum infeliz para atrapalhar. É irritante quando você está com sono e as pessoas não te deixam dormir. E isso se aplicava à mim naquele momento. Rachel cutucava, gritava e me estapeava por todo o corpo. Bufei, já irritada. Me levantei, levantando o rosto para Rachel. A ruiva sorriu satisfeita, e se levantou da cama. Revirei os olhos, me deitando novamente.

– Me deixa dormir, porra! — Gritei, sendo atingida por um travesseiro na cara. Rachel deu uma risadinha de lado, colocando a toalha nos ombros. — Eu tô com sono.

– Nem tente dormir, Thalia. Eu não vou deixar. — Sorriu, entrando no banheiro. Suspirei, sendo vencida por Rachel.

Estava surpreendida com a minha pura preguiça hoje de manhã. Acho que nunca tive problemas desse tipo, mas só fica no talvez mesmo. Sentei-me na cama, observando o quarto, que agora estava silencioso. Me levantei completamente da cama, indo em direção a janela, e observando o movimento lá em baixo. Se não iriam trabalhar, qual o estúpido motivo de acordar cedo? Hades e Maria dividiam um banco, com Hazel no meio dos dois. Apolo, Nico, Percy e Annabeth estavam deitados em espreguiçadeiras, e Annabeth sentava-se no colo de Percy. Ella se apoiava à borda da piscina, conversando com Chris, que estava sentado no chão.

O banheiro foi aberto, e Rachel saiu de lá já vestida, trajando um vestido básico. Entrei depois dela, e tomei uma ducha rápida. A ruiva havia deixado algumas roupas em cima da pia, dizendo que Bianca havia deixado aqui antes que eu acordasse. Vesti a regata e o short, penteando meu cabelo e saindo do banheiro. Rachel estava sentada na cama, e segurava um pó compacto nas mãos. — Maquiagem agora de manhã?

– É pra você, gracinha. — Franzi o cenho, não entendendo. Rachel sabia que eu não morria de amores por maquiagem. — Acredite, se você não usar essa coisinja aqui vai ser alvo de críticas bem maldosas. Claro que, você poderia ter levado uma pancada feia no pescoço, oque só um retardado não perceberia que está numa situação pós noite de sexo.

Minha mão foi automaticamente para a curva de meu pescoço, me fazendo entender oque Rachel queria dizer. Sorri de lado, sentando-me a sua frente na cama. Rach passava o pó em torno de meu pescoço, e em minhas pernas. Ao terminar, guardou a maquiagem e me levou para a frente do espelho. Pelo menos conseguiria disfarçar, acho.

– Pelo menos não está muito percetivo, não é? — Virei de lado, procurando outros arroxeados. Que para minha eterna felicidade, não existiam. — Eu tô com fome.

– Provavelmente não está pior do que eu, Thals. — Disse, saindo do quarto. A segui, descendo as escadas. Rachel foi em direção à cozinha, encontrando Afrodite, Silena, Charles e Luke lá.

Me apoiei na bancada, me surpreendendo ao ver Afrodite e Silena cozinhando. Certo, isso é uma novidade. Elas disseram que haviam terminado, e desligaram o fogo. O que me deixou reparar mais no que acontecia ao meu redor. Luke havia ficado ao lado de Rachel, e sussurava algo para ela, que a mesma ignorava. Ela bufou irritada, saindo da cozinha, com Luke a seguindo.

– Café da manhã! — Silena gritou da porta que dava ao exterior da casa, chamando a atenção de todos. Eles se levantaram, e entraram na cozinha, cada um servindo-se. — Leo, me dá esse pano.

Ele jogou o pano para Silena, indo para o lado de Nico, que estava de costas. Leo se inclinou para o lado, traçando linhas aleatórias em suas costas. Nico se virou, franzindo o cenho para Leo. — Cara que merda aconteceu com você?! — Falou com um sorriso no rosto, gargalhando em seguida. — Um animal atacou suas costas, hein Di Ângelo?

Nico tocou as próprias costas, sem saber oque dizer a Leo. Naquele momento, todos presentes naquela cozinha gargalhavam alto. Menos Hades. Ele sabia, ou tinha a impressão que havia sido eu quem arranhou Nico. Seu olhar pairava sobre mim, mas eu não me atrevia a retribuir o olhar. Nico começou a rir com os outros, voltando a se servir. — Foda-se, isso quer dizer que eu mandei bem.

– Isso já estava aí? — Percy perguntou, me fazendo odiá-lo por um breve período de tempo. — Ou é recente?

– Estava. Acho que... — Pensou por um instante, dando um sorriso de lado, e levantando o olhar discretamente para mim. — No início da semana. Depois que conversamos.

Percy deu um sorriso sacana, sentando-se e começando a comer. Resolvi fazer o mesmo, tentando esquecer por um mísero segundo Hades. Era fato que eu queria correr dali, mas eu não sabia como. Não tinha uma desculpa esfarrapada para dar. Então era melhor ficar calma, e fingir que eu não tinha nada haver com quaisquer assunto.

Ponto de Vista: Rachel Dare

– Rachel, eu já pedi desculpas. — Rangi os dentes, virando em direção a outro corredor. Luke me seguia, enquanto eu queria dar uns bons tapas na cara dele. — Você sabe que ali foi só uma única noitada, não é?

Me virei bruscamente para ele, colocando o dedo em seu peito, num gesto de acusação. — Não adianta, Luke. Nada vai mudar a gente agora. Então, vê se me esquece. — Dei um sorrisinho falso, entrando no quarto em que estava hospedada. Tentei fechar a porta, mas Luke a forçou e entrou.

Maldito seja, que insistência!

– Não dá pra esquecer você, ruivinha. Você é inesquecível. — Se aproximava de mim, enquanto eu dava passos para trás. Me encostei na parede, tateando-a. Ótimo, começou a chantagem emocional. — Eu quero você, agora.

Me prensou contra ele e a parede, me fazendo arfar. Segurou meu queixo, levantando-o e dando uma mordida em meu pescoço. Sua mão que estava em minha cintura deslizou sobre meu corpo, chegando em minha bunda, e puxando-me para cima. Dei um pulo, entrelaçando minhas pernas em torno de sua cintura, agarrando seus cabelos loiros para um beijo. Minhas mãos desceram para a barra da blusa que vestia, retirando-a. Luke me puxou de seu colo, me jogando na cama. Deu aquele sorriso infinitamente sexy, me excitando cada vez mais.

Puxei meu vestido para cima, ficando de calcinha e deixando meus seios à mostra. Luke sorriu, subindo na cama e debruçando-se sobre mim. Ele tirou minha calcinha, deixando-a de lado. Luke pôs-se de joelhos, e começou a desabotoar a calça, ficando apenas de box. Me sentei em cima da cama, e segurei a box, puxando a para baixo e jogando-a em algum canto do quarto. Sorri para ele, que foi retribuído.

Deitei-me em meio de tantos travesseiros, abrindo as pernas para mais espaço à Luke. Ele ficou entre minhas pernas, colocando um braço em cada lado de meu rosto. Direcionou sua boca ao meu pescoço, me penetrando. Os movimentos eram fortes e rápidos. Minhas mãos foram às suas costas, descontando o prazer que tanto me proporcionava. O atrito de nossos corpos suados fazia com que deslizassem em sincronia.

Entrelacei minhas pernas em sua cintura, sentindo-o ir mais fundo. Nossos gemidos eram compostos por xingamentos e nomes de ambos que estavam naquele quarto. A cada vez que eu gemia seu nome, a intensidade aumentava. Sabia que o ápice estava perto, e Luke também havia percebido. As estocadas ficaram mais rápidas, enquanto eu sentia algo se contrair em meu ventre. Dei um último gemido, sentido o orgasmo chegar como uma bomba para mim, explodindo em vários sentidos. Luke se movimentou um pouco, chegando ao ápice em seguida.

Sorri involuntariamente, caindo ao seu lado e me aconchegando em seu peito. Havia uma mistura de cheiros nele, desde perfumes caros à sexo. Num movimento surpresa, Luke me empurrou de seu peito, me fazendo ficar de cara com o travesseiro. Olhei para ele confusa, levantando o lençol na altura de meus seios para cobri-los. — Qual o problema, Luke?

Se levantou da cama e vestiu o jeans, pegando a blusa que estava no chão. Colocou as mãos nos bolsos, tirando de lá um comprimido. — Tome as pílulas. — Disse, colocando a blusa. — Rachel não se faça de ingênua, sabe que isso aqui não se passa do prazer.

Sabia que meu olhos estavam marejados, e que estava a beira de um choro. Ele se aproximou de mim, levantando meu queixo para olhá-lo. Não conseguia me mexer, era como se estivesse paralisada. — Por que faz isso comigo Castellan?

– Já conversamos sobre isso, certo Rachel? Lhe avisei que era só sexo. E vai ser só sexo. — Falou, e deu de ombros. — Não vamos ter nada maior que isso. Você para mim, é só um corpo bonito em cima de uma cama.

– Você disse que... — Sussurei baixinho, e Luke bufou.

– Eu digo qualquer mentira para ter você numa cama denovo. E sabe que essa não vai ser a última vez. — Foi em direção a porta, abrindo-a e virando-se para uma última frase. — Eu não quero você. E muito menos gosto de você.

Saiu do quarto, me deixando lá, paralisada. Me cobri totalmente com o lençol preto, indo em direção a porta e trancando-a. Me encostando na mesma e deslizando até o chão. As lágrimas caiam freneticamente, e eu não sabia nenhum modo de as parar.

Provavelmente meu coração estava em pedaços. Luke o partira de um modo tão cruel, mas simples. Eu já sabia que uma hora ou outra aquilo ocorreria. Mas não havia ligado, havia confiado nele. Tive a estúpida esperança que Luke um dia seria meu. Esperança que, a partir de hoje, acabara de morrer.

Ponto de Vista: Thalia Grace

Saí daquela cozinha na primeira chance que tive. Isto é, quando havia acabado de comer. Como não tinha nada para fazer, resolvi dar outra explorada na enorme casa dos Di Ângelo. Fui para os fundos da casa, observando o local. Um pouco depois da piscina, havia bancos de concreto. Me sentei num deles, observando a paisagem em minha volta. O tempo estava calmo, e as folhas das árvores balançavam levemente.

Senti uma mão em meu ombro, me fazendo virar em sua direção. Nico sorriu para mim, me dando um breve selinho. O moreno apoiou os cotovelos na coxas, juntando as mãos. Seus olhos estavam grudados nos meus, sedutores como sempre.

– Então foi essa mesma vadia que você transou ontem, não é Nicolas? — Me assustei com a voz ameaçadora. — Eu já disse que não quero você com ela.

O maxiliar de Nico travou de repente, com a acusação de Hades. Sabia que ele iria explodir ali. Não tinha mais ninguém perto. Éramos só nós três. Nico virou-se lentamente para o pai, dando um sorriso irônico.

– É pai, eu transei com ela. — Falava lentamente, e percebi que até o próprio pai estava embasbacado com a coragem do filho. Meu coração palpitava em meu peito, ansiosa para saber se aquilo me arrecadaria problemas. — Eu tenho toda a honra de proporcionar prazer à ela, todos os dias.

– Fique quieto! — Hades rosnou, a mão se fechando em um punho. — Me obedeça, e ela vai ficar bem, do contrário Nicolas... Ela irá se ver comigo.

– Oque vai fazer? — Cuspia as palavras, havia nojo em sua voz. — Se quiser tocá-la, vai ter que passar por mim primeiro.

– Ah não... — Deu um sorriso mortífero, olhando-me. Nico se levantou, ficando cara a cara com o pai. — Não sujaria minhas mãos com ela. Outra pessoa faria isso por mim.

Nico avançou em cima de Hades, derrubando-o e ficando por cima. Socou Hades no olho esquerdo, fazendo o pai gritar e chamar a atenção de todos que estavam dentro da casa. Eu apenas via a cena se passar em meus olhos, numa câmera lenta. Poseidon corria junto a Ares e Hermes, em direção à Hades e Nico. Hades empurrou Nico, enquanto Poseidon e Ares o seguravam. Nico se debatia violentamente, parando de se mexer aos poucos, percebendo que não iriam soltá-lo. Rangia os dentes, e a mão estava fechada em um punho. Hades se levantou, retomando a postura de superioridade.

– Eu odeio você! — Nico gritou para Hades, empurrando Poseidon e Ares. Se virou para sair, inclinando um pouco o rosto, olhando para baixo. — Não se importa com ninguém, além de si mesmo.

Ele saiu, entrando na casa. Poseidon suspirou, sentando em um dos bancos que haviam ali. Todos fizeram o mesmo, dividindo o olhar entre mim e Hades. Poseidon levantou o olhar para Hades, tomando uma postura ereta. — O que aconteceu aqui, Hades?

– Nada que vocês precisem se preocupar. Ele está estressado, muito trabalho. Precisa descansar. — Mentiu, dando um sorriso falso. — Eu vou cuidar dos problemas dele. — Me olhou discretamente, mais ainda assim ameaçador. Foi na mesma direção de Nico, adentrando à casa.

– Tudo bem... — Disse Clarisse. Ela segurou a mão de Chris, chamando-o para entrar em casa. — Está calmo agora. Depois Nico e Hades se resolvem, do jeito deles, mas se resolvem.

Eles assentiram, entrando na casa e me deixando lá, sozinha. Eu precisava, acho. Mas queria falar com Nico, e precisava ser agora. Me levantei, fazendo o mesmo percuso que os outros. Nico provavelmente estaria em seu quarto, acho eu. Entrei na casa e alguns deles conversavam no sofá. Bianca estava sentada em um dos primeiros degraus da escada, e tinha a cabeça encostada na parede.

– Bianca... — Sussurei. Ela levantou o olhar devagar, forçando um sorriso. Me sentei ao seu lado, e ela apoiou a cabeça em meu ombro. Acariciei seus cabelos, e a mesma soluçou. — Aconteceu algo?

– Eu realmente achei que podia ser diferente. Mas Nico não ajuda, muito menos meu pai. — Disse, levantando a cabeça totalmente de meu ombro. — Acho que isso influencia nas pioras de minha mãe. Mas também acho que Nico deveria de esforçar um pouco para ter uma boa relação com Hades.

– Sabe que Hades precisa se esforçar também, não é? Eu não entendo o porque eles se desentendem tanto... — Falei, observando Bianca sorrir de lado, olhando para um ponto desconhecido. — Por quê eles tem essa relação tão "turbulenta"?

– Hades tem as próprias regras. Nico também. Eles são iguais, mesmo que neguem isso até a morte. Meu pai quer que Nico siga as regras dele, mas Nico nunca faz por onde. Parece que adora irritá-lo. — Ela se levantou, me puxando junto. Passou as mãos na blusa, limpando uma sujeira inexistente. — Bem, eu vou falar com minha mãe. Quero ver se ela está bem.

Assenti, e subi as escadas. Resolvi me perder de novo, para ver se achava o quarto de Nico. E me surpreendi pelo fato que o achei rapidinho. Dei duas batidas leves na porta, e ouvi Nico gritar um "já vai" de dentro do quarto. A porta foi destrancada e aberta, revelando Nico apenas de toalha. Seus cabelos estavam molhados, e escorriam algumas gotas de água por seu peito.

Joguem água em mim, estou incendiando.

Ele segurou em meu pulso, me puxando para dentro do quarto, fechou a porta, me encostando nela e pondo sua mão atrás de minhas costas, trancando a mesma. Ele deu um sorriso safado, e a única coisa que eu sentia era que estava vermelha. — Precisa de algo, querida?

– Precisamos conversar. — Ele mordeu o lábio inferior, segurando na barra de minha blusa para tirá-la. Tirei sua mão de lá, saindo de seu encurralamento. Mesmo que eu quisesse muito ele agora, tratariamos disso depois. — É sério, Nico.

– Tudo bem. — Ele deu um sinal para que eu continuasse, e se sentou na cama. Se encostou na cabeceira, e deu um sorriso. — Mas antes, vai ter que se sentar comigo.

Bufei, e fui até ele, sentando-se ao seu lado na cama. Nico negou com a cabeça, abrindo suas pernas e me pegando pela cintura, me pondo em meio à elas. Encostei minha cabeça em seu peito ainda molhado, recebendo carícias, e olhando para o teto. Eu tentava inutilmente fingir que ele não estava apenas com uma toalha em seu corpo. Coisa que poderia retirar a qualquer momento. Suspirei, tentando manter meu controle.

– Aliás, a Ella vai ter encher o saco mais tarde, ok? — Sua voz estava tensa, e suas mãos estavam inquietas. — Mas isso não interessa muito, acho. O que você quer dizer para mim?

– Eu não quero que você discuta com Hades por mim, certo? — Falei, e Nico parou de acariciar meus cabelos. Ele segurou meu queixo, levantando meu rosto para olhá-lo. — Se ele tem implicância comigo, sou eu quem tenho de resolver.

Nico bufou, mostrando que estava começando a se irritar denovo. — Ele não quer conversar, Thalia! Ele acha que pode controlar quem quiser, inclusive à mim. Ele não vai tocar em você, mi principessa. Nem se quisesse.

Franzi o cenho, confusa. — Desde quando você sabe falar italiano? Ou francês?

– Italiano. E sou italiano nato, baby. — Disse, a voz deslizando o sotaque sexy. Arqueei uma sobrancelha, me virando e ficando sentada em seu colo. Encaixou suas mãos em minha cintura, me pressionando para baixo. Dei um gemido baixo, e Nico sorriu convencido. Sua boca veio em direção à minha, e trocamos um beijo apaixonado.

– Eu odeio quando você me excita em momentos inadequados. — Falei entre o beijo, e Nico mudava seu rumo, descendo pelo vale entre meus seios. — Principalmente agora.

– Estamos em um momento inadequado? — Perguntou, adentrando minha blusa com as mãos. Mordi o lábio inferior, contendo um gemido ao Nico dar leves apertos em meu seio. — Mas se você quiser ficar aqui comigo, num cliché romântico, tudo bem. Podemos trocar juras de um amor proibido.

Revirei os olhos, saindo de seu colo e voltando a antiga posição. Nico levantou minha blusa, deixando minha barriga de fora. As pontas de seus dedos deslizavam por ela, me causando arrepios. — Então, qual a sua jura de amor?

– Eu não sei ser romântico. Em nenhuma hipótese. — Comentou, e deu uma gargalhada. Beijou-me o topo da cabeça, levando sua carícia de volta para meus cabelos. — Eu sou do tipo canalha.

– Sei disso. Mas... — Me virei, apoiando meus cotovelos em seu tórax. Nico abraçou minha cintura, se aproximando de mim e roçando nossas bocas. — As pessoas mudam, não é? Digo, se quiserem de verdade.

– Não precisa fingir que não está insegura comigo. Mesmo sabendo que você não teria a insanidade de ficar com outro cara, eu ainda me preocupo. — Disse, acariciando meu rosto com o polegar. Meu palpite era que ele falava de Spencer. — Então não brinque comigo. Eu sou muito ciumento, Thalia.

– Sem provocações? — Fiz um bico, e ele sorriu. Abraçou-me pelo pescoço, distribuindo beijos por meu rosto.

Ele parou os beijos, roçando nossos narizes. Me deu um selinho, tirando-me de seu colo e se levantando. Pegou umas roupas que estavam em cima da bancada, voltando ao banheiro. Me levantei da cama, observando o quarto. A enorme parede de vidro me chamou a atenção, revelando a bela vista. Eu não sabia se estava certa. Ficar com Nico me parecia tão errado. Primeiro pelo fato de Hades não gostar nem um pouco de mim, e eu nem sei o porquê. Segundo, ele ainda era o meu chefe. Mesmo que não seja assim, as pessoas falariam que estou com ele por interesse. O mundo é assim.

Ninguém vive de fatos, o mundo é formado de suposições.

Senti braços fortes me abraçarem por trás, dando mordidinhas em minha clavícula. Suspirei, me virando para Nico. Ele me empurrou até a parede de vidro, me colocando em seu colo. Passei a mão por seu peito ainda nu, dando um sorriso leve.

– Tinha algo que eu queria perguntar... — Falou baixinho, atacando minha boca num beijo cheio de desejo. Puxei seu lábio inferior, agarrando seus cabelos lisos. — A sua safadeza repentina é pela convivência comigo?

– Por que não descobre sozinho? — Dei um sorriso malicioso, descendo de seu colo e empurrando-o para a cama. Me sentei em cima dele, debruçando-se sobre seu peito, que era arranhado. Desci meus beijos para seu tórax, dando algumas mordidinhas. — Devíamos estar lá embaixo, não acha?

– Talvez, mas aqui está bem melhor. — Sorriu abertamente, me olhando por cima. Mordeu o lábio inferior, e relaxou a cabeça no travesseiro. Desabotoei sua bermuda, descendo-a até seus pés, e a retirando totalmente. Desci minha língua por sua barriga, chegando na box e a mordendo. Nico mordeu o lábio inferior, agarrando meus cabelos. — Aliás, eles perceberam os arranhões que você fez em mim.

– Devo fazer outros? — Levantei a cabeça, e lhe mandei um sorriso. Nico sentou-se na cama, parecendo desconfortável. Me sentei a sua frente, e cruzei as pernas. — O que foi?

– Acredite, eu queria me matar por interromper isso agora. Mas bem, é a minha vez de querer evitar problemas. — Disse, pegando a bermuda e vestindo-a. Ele se levantou da cama, estendendo a mão para mim. Segurei-a, me levantando e abraçando-me ao seu corpo. — Estou totalmente arrependido. Você poderia continuar amanhã, não é?

Sorri, apoiando meu queixo em seu peito. Me soltei dele, indo em direção à porta do quarto. Dei uma última olhada em Nico, e sorri sedutoramente, lhe dando uma piscadela e saindo do quarto. Podia-se dizer que eu também estava arrependida de não ter continuado. Deuses, o que o Di Ângelo está fazendo comigo? Além de ser extremamente sexy, tem que me provocar justo aqui? Suspirei, descendo as escadas. Annabeth, Bianca, Ella e Silena conversavam animadamente na sala. E é claro, eu resolvi me juntar à elas.

– Onde estava, Thals? — Annabeth se virou para mim, ainda remexendo no controle que havia em suas mãos. — Rodei os quatro cantos desta casa, e não te achei.

– Desencontro. — Menti, e a mesma assentiu, voltando a mudar o canal. Ella se levantou do sofá em que estava, se sentando ao meu lado. Cobriu a boca com as duas mãos, se aproximando de meu ouvido.

Sussurou que precisava falar urgentemente comigo, e que eu teria cinco minutos para dar uma desculpa extremamente esfarrapada para elas e sair dali. Apenas assenti com a cabeça, e Ella saiu da sala. Annabeth, Bianca e Silena conversavam animadamente, fazendo planos para hoje à tarde. Bianca se virou para mim com um sorriso, apoiando seus pés no braço do sofá. — O que acha de fazermos uma trilha, Thals?

– É pode ser... — Me levantei, dando um sorriso falso de "ótima idéia!", e saí dali em encontro a Ella.

Ao sair da casa pela porta dos fundos, avistei Ella sentada em uma das espreguiçadeiras que haviam em volta da piscina. Ela me olhou vagamente, pedindo para que eu sentasse à sua frente. Se deitou na espreguiçadeira, fechando os olhos e inspirando o ar profundamente. Ela sorriu abertamente, começando uma gargalhada alta. — Droga, Thalia! — Ela parou por um instante, controlando a respiração. Eu provavelmente estava parecendo uma idiota ali, porquê definitivamente eu não sabia o que Ella queria dizer. — Olha, eu acho super legal você e o Nico se pegarem sem ninguém saber, mas...

– Como é? — Dei um pequeno grito. Então era sobre isso que ele havia se referido à Ella. A loira deu um sorrisinho, marcando as maçãs vermelhas do rosto. — Ella se você... — Minha voz estava trêmula, e eu tentava inutilmente deixá-la firme. — Não diga para absolutamente ninguém, entendeu?

– Tudo bem! — Ela levantou as mãos, em sinal de redenção. Botou a mão direita em cima dos lábios, tentando abafar um riso. Semicerrei os olhos para ela, e a mesma retomou uma postura ereta. — Eu fiz uma chantagem emocional para o Nico me contar aonde ele havia se enfiado ontem à noite. Mas então... Como é o relacionamento de vocês?

– Não temos um relacionamento. — Falei, meio desgostosa. Ela balançou a cabeça afirmativamente, entendendo. Ela me estudava, e eu arqueei uma sobrancelha. — Mais alguma coisa, espertinha?

– Na verdade, muitas. Mas são perguntas indiscretas. Você não iria em hipótese alguma me responder. — Revirei os olhos, dando um sorriso mínimo. Ella se levantou da espreguiçadeira, e eu fiz o mesmo. — Vai fazer alguma coisa agora?

– Dormir. Rachel não me deixou dormir o tanto que eu queria ontem a noite. — Comentei, caminhando pela trilha de pedras e entrando na casa. Ella foi em direção ao sofá, deitando-se no mesmo e começando a mexer no celular. Subi as escadas, indo para a última porta do corredor. A abri, e o quarto estava vazio. — Menos mal.

Levantei minha blusa, me jogando na enorme cama. Puxei o edredom até minha clavícula, fechando os olhos, esperando o sono vir de qualquer modo. Ella era do tipo chantagista, realmente. E ela iria fazer isso comigo, é óbvio. Eu estava querendo muito ele comigo agora. Me abraçando por trás, para dormirmos juntos. Tentava com todas as forças esquecer que ele estava naquela maldita casa, a mínimos metros de mim. Que ele poderia me ter a quaisquer momento, mas que haviam pessoas contra isso. Eu não queria amá-lo a ponto, me apegar tanto, para sofrer tão quanto.

Foi tão rápido o sentimento. Eu queria ouvir aquelas palavras moldando seus lábios. Queria ouvir um simples "Eu Te Amo" de Nico. Uma única prova, para me fazer saber que aquilo tudo realmente valia a pena.

Notas finais
HELLO GENTE! Cheguei cedo de novo Êêê! Fiquem felizes ♡♥ CARA, OKLAHOMMS, SUA DIWA, MUITO, TIPO MUITOOOOOOOOO OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO SUPER DIVOSA! EU AMEI, SUA LIMDAAA! NÃO SABE COMO PULEI DE ALEGRIA GENT! ~Quem quiser seguir o exemplo dela eu aceito, ok? POIS BEM MEUS PIMPOLHOS, a tia aqui não vai usar a chantagem master de novo. Sabem porque? Sabem? Sabem? PORQUE VOCÊS ESTÃO SENDO DIVOS E NOS DEIXANDO HAPPY COM OS REVIEWS ♡♥ Então, continuem assim que eu também continuarei com esse LINDJO ritmo de postagem. Pois bem gente, hoje eu tenho mais outra perguntinha para vocês. (Quem ganhou o possível especial foi PERCABETH, e essa cena de Rachel e Luke foi só pra destruir coraçõeszinhos.) PERGUNTA: Vocês gostariam que o Nico narasse algum hentai? (Preciso que respondam, please. A idéia passou como um vulto em my mind) ENTÃO É ISSO GENTEN, COMENTEM, FAVORITEM, RECOMENDEM A FANFIC PORQUE AS TIAS AQUI FICAM MTU HAPPY OK? Aliás, podem me mandar opiniões como a Miss Angel fez, porque se colar com oque eu quero, eu boto no capitulo! ANTES DE ACABAR:::::::::::: Meus pimpolhos, eu e a Filha do Pescador estamos com um projeto que se chama The Woman Of Mafia, que também é THALICO. Claro que irá ter outros shipps, mas foco THALICO. Então, se um pimpolho meu quiser ler e aparecer por lá, dá um oizinho nos reviews e diz que leu a fanfic porque eu fiz essa nadica de divulgação aqui, okey? Aqui esta o link gent: http://fanfiction.com.br/historia/629804/The_Woman_Of_Mafia/ POIS BEM, GOSTARAM DO CAPITULO? MANDEM OPNIOES, COMENTEM E TUDO! TIA AMA VOCÊS, E SE VOCÊS FIZEREM A TIA FELIZ, TIA POSTA PROXIMA SEMANA DE NOVO! Bjãuns, Filha das Sombras ♡