Submissive
5 I Take The Madness
Notas iniciais
" Você me perseguiu
Como um lobo, um predador,
Senti-me como uma serva nas luzes do amor. "
– David Guetta
Não vou dizer que não aproveitei a festa de Silena, porque eu gostei muito, tanto da recepção, tanto como a companhia delas. O fato de ter que voltar ao trabalho me animou em partes, talvez por minha vontade de ver o Sr. Di Ângelo, e outras coisas mais, que eu realmente prefiro não dizer. O tempo de recesso durou duas semanas, que passaram muito rápido. Silena e Rachel viajaram para uma convenção de moda em Paris, e queriam me arrastar junto, mas para eu não falar a verdade do que eu achava sobre isso, as respondi dizendo que estaria ocupada com outra coisa. Clarisse me mostrou a empresa de seu pai, Ares La Rue, que fabrica armas para a guerra. Bianca havia me dito que Annabeth tinha ido para a ilha de Montauk, com Percy.
Nesse meio tempo me aproximei muito de Ella Olympus, e pude conhecer Tyson, e a famosa Sally Jackson. Sendo recebida por deliciosos Cupcakes azuis. Sally realmente ganhou mais um voto meu como a melhor cozinheira de NYC. Era final de tarde de uma Quinta, e eu estava na casa de Ella, ainda não tive a chance de conhecer Apolo, que segundo Ella, não parava em casa dando plantões no Hospital St. Olympus.
– Eu preciso comprar outro jogo, já zerei esse umas mil vezes, tá ficando chato. – A loira disse e se virou pra mim, fazendo um bico.
Parei de ler a revista New York Magazine e levantei o olhar para Ella.
– Então joga outro, porque mesmo que eu queira, não vou sair te arrastando por ai. – Ela me olhou indignada. – Vai que pensam que estou te sequestrando.
– Está dizendo isso porque não quer me levar. – Ela semicerrou os olhos. – Não sou tão infantil assim.
– Se está dizendo. – Ela bufou e virou-se para procurar outro jogo.
– Tyson está demorando, deve estar dando o rabo por ai, quando ele chegar vou dizer a ele que eu guardo o segredo dele ser um suposto gay. – Sorriu.
Em minha opnião, Ella tinha uma “ quedinha “ por Tyson, mas isso só fica entre as várias opiniões que eu tenho sobre a família Olympus. Durante esse tempo, eu soube que eles eram tudo uma família. Por trás do sobrenome, todos tinham Olympus, mas Apolo era o único que usava o sobrenome. Levantei o olhar para a parede de Ella e fixei no relógio, 19h58min.
– Ella eu tenho que ir... – Busquei minha bolsa no enorme quarto lilás. – Já vai dar oito horas.
– Ah, não! – Ela fez menção de chorar. – Não vai, eu to no tédio.
– Preciso ir, depois a gente se fala. Tchau. – Abri a porta do quarto e acenei para ela, a mesma correspondeu tristemente.
* * *
Ser acordada por beijos é bom, mas ser acordada por beijos de Jason é melhor ainda. O loirinho começou a pular em minha cama, enquanto eu a tateava, ainda de olhos fechados, a procura de seus pés. O pequeno ria, enquanto pulava para lá e para cá. Sorri. Abri o olho esquerdo e me virei, o observando. Ele deitou-se ao meu lado e ficou me olhando com aqueles lindos olhinhos azuis.
– Não se deve acordar as pessoas a essa hora da manhã. – Comecei a fazer cócegas nele.
– Mamãe que mandou. – Falou o loiro dando pequenas pausas, tentando respirar, rindo. – Para, Lia.
Peguei-o no colo e saí do quarto, descendo as escadas. Entrei na cozinha e mamãe estava fazendo o café da manhã.
– Está se sentindo bem, Mãe? – Perguntei dando-lhe um beijo no topo da cabeça.
– Claro Thalia. – Ela sorriu e pôs os ovos com bacon no prato. – Fiz pra você.
– Vou lá em cima tomar um banho e já volto.
Subi as escadas correndo, abri a porta do quarto e entrei rapidamente no banheiro, logo me despindo completamente e caindo na água gelada, logo estremecendo. Depois de todo o processo, sai do box, me vesti e desci as escadas. Sentei-me à mesa e comi rapidamente, me levantando e pegando a bolsa. Dei um abraço na minha mãe e fui em direção à porta.
– Já vou mãe, qualquer coisa é só ligar. – Gritei.
O ônibus estava chegando e eu corri pra dar o sinal ao mesmo, que logo parou e eu subi. Sentei lá no fundo como sempre e coloquei os fones de ouvido, começando por Somewhere I Belong do Linkin Park. Fechei os olhos e apreciei a música, depois de um tempinho o ônibus deu um ronco alto, que sinalizava que já tinha chegado ao local esperado. Abri os olhos e coloquei o celular na bolsa, descendo do ônibus. Andei calmamente observando o arranha-céu a minha frente. Quando cheguei às portas da Empire, as mesmas se abriram automaticamente, revelando funcionários chegando e saindo, alguns na pequena cafeteria que tinha dentro do prédio, outros apenas conversando sobre a vida de alguém. Direcionei-me a Lilian.
– Bom Dia. – Pigarreei.
– Só se for pra você. – Ela levantou o olhar, logo o abaixando para a revista.
Não tentei mais assuntos depois disso, marquei logo minha chegada.
Não tentei mais assuntos depois disso, marquei logo minha chegada à Folha de Ponto, e entrei no elevador, ouvindo o mesmo estilo de música que sempre tocava, o Jazz. Observei o elevador subindo, vigésimo, trigésimo, quadragésimo. As portas se abriram e eu saí, dei um bom dia para Maddie, que não foi retribuído, e entrei na sala. Nico ainda não havia chegado. Olhei no relógio, 07h13min.
– Ainda bem. – Murmurei baixinho.
Sentei-me à mesa que havia no canto da sala e comecei a remexer nos papéis que havia em cima da mesma. Havia planilhas bem atrasadas para serem feitas, como sempre, a alegria dura pouco. Me levantei e passeei pela sala. Sentei-me na cadeira de Nico e observei a paisagem lá fora. Quarenta andares abaixo de mim havia pontinhos pretos na enorme NYC. Ouvi a voz de Nico lá fora falar com Maddie, a secretária. Me levantei rapidamente da cadeira do mesmo e sentei na minha.
– Pode marcar sim. Vou pedir pra Bianca ir por mim. – Ele abriu a porta e acenou para Maddie.
Nico era um completo desleixado se me permitem dizer. Ele estava com uma camisa de botões branca, o paletó sobre os ombros, e a gravata folgada. Ele fechou a porta e se direcionou pra sua mesa, largando tudo em cima da mesma.
– Bom Dia, Grace. – Falou ele se virando pra mim, sorrindo.
Murmurei um bom dia baixinho, que eu espero que tenha sido ouvido por Nico. Ele começou a remexer em alguns papéis e os separava em cima da mesa.
– Estava me evitando na festa. – Ele arqueou uma sobrancelha. – Por quê?
– Não estava te evitando.
– Então eu posso terminar o que eu comecei naquela festa? – Ele sorriu safado.
Engoli em seco. Eu ainda não tinha me preparado psicologicamente e nem fisicamente para as relações em lugares inapropriados com Nico. Digo inapropriados porque que pessoa transa no local onde trabalha? Nico, claro. Que pergunta idiota. Ele se levantou de sua mesa e se dirigiu a mim. Estremeci ao pensar em seu toque. Olhei para ele e o mesmo sorria, logo parando a minha frente. Nico me puxou pelo braço e colou nossos corpos, me guiando para sua mesa, logo me pondo em cima da mesma.
–Você é muito gostosa. — Ele beijou meu pescoço, me arrepiando. — Você não tem ideia de como me provoca.
Encaixou suas mãos firmemente na minha cintura, colando nossos corpos e me beijou de forma intensamente alucinante. Era minha oportunidade. Quando faltou-nos ar, ele ia continuar seu trabalho, mas impedi-o com beijos e mordidas em seu pescoço, enquanto arranhava seu couro cabeludo. Nico suspirou e aceitou colando nossos corpos ao limite. Minhas mãos trabalhavam em desabotoar parte dos botões da camisa de Nico e arranha-lo, sentindo-o arrepia-se na ponta dos meus dedos. Ele se mexeu e rapidamente tirou minha camisa social e desliza-la até meus cotovelos, provocando-me com toques intensos pro cima do sutian.
– Você vai se ver comigo desta vez. — Nico sussurrou roucamente no meu ouvido e mordeu o lóbulo enquanto eu soltava uma série de suspiros, suas mãos voaram para o fecho do sutian e em segundos ele já estava em um canto qualquer da enorme sala. Não que eu estivesse ligando no momento.
Gemi baixo quando meus seios tiveram devida atenção, agarrando os curtos e macios cabelos de Nico e puxando-os, ouvindo seus deliciosos gemidos contidos. Minhas mãos desceram para o cós da sua calça, desfivelando o cinto e desabotoando-a, ela caiu até seus tornozelos, onde o mesmo tirou-a com os pés junto com os sapatos. Quando meus seios começaram a ficar doloridos e muito vermelhos, Nico se afastou e me tirou de cima da mesa, ficando atrás de mim, onde pude sentir o quanto excitado estava. E não era pouco e nem pequeno. Dedilhou minha cintura até chegar a lateral da minha saia justa, onde o zíper era um inimigo para nós dois naquele momento, e desceu lentamente, tornando aquela demora uma tortura infernal.
No mesmo momento em que minha saia tocou o chão, joguei-a longe, me sentindo muito mais frustada com as últimas peças íntimas que nos separava de algo totalmente inusitado. Nico me virou e beijou-me de forma lenta e proveitosa, arrancando-me um pequeno gemido acompanhando de um longo suspiro após ele terminar o beijo mordendo meu lábio inferior. Sem eu perceber, fomos caminhando até sua cadeira de couro, onde ele me sentou cuidadosamente, suas mãos passearam livremente até a barra da minha calcinha, que logo foi tirada e jogada para um lugar aleatório.
Lentamente introduziu dois dedos na minha entrada, um gemido escapou de minha garganta em um timbre alto. Me contorci e me inclinei pra trás na cadeira, com uma mão apertando fortemente o braço da cadeira e a outra agarrada á seu couro cabeludo quando sua língua quente e profissional acariciou levemente meu clítoris, me excitando como nunca tinha sentido. Gemi mais uma vez e empurrei sua cabeça contra minha intimidade, querendo sentir muito mais daquela sensação inusitada. Um grito prazeroso se instalou na minha garganta quando ele trocou as posições e sua língua me penetrava enquanto seus dedos lentamente estimulavam meu clítoris.
Isolamento Acústico, bem útil, pensei assim que atingi um alucinante ápice, soltando um grito prazeroso. Me contorci fechando os olhos, respirando pesadamente e ouvindo risos vindos de Nico, que se afastou e me olhou intensamente. Me puxou fortemente pela cintura e apertou-a, escondendo o rosto em meio a meus cabelos, sua boca rente ao pé do meu ouvido.
– Vai ficar me devendo Grace. — Me arrepiei. — E eu vou cobrar.
Rosnou pondo-me novamente em cima da mesa, beijamos-nos mais uma vez, em meio ele me penetrou de surpresa, um longo e alto gemido foi abafado pelo contato de nossas bocas. Entrelacei sua cintura com minhas pernas e agarrei sua nuca, arranhando seus ombros enquanto sentia-o ir mais forte e rápido.
–Oh, Nico. — Sem perceber, gemi seu nome alheia as consequências. Nico revirou os olhos em prazer, aumentando a velocidade e a intensidade das estocadas.
Nossos corpos estavam em verdadeira combustão, quentes e suados. Fechei os olhos em busca do meu orgasmo, estava perto, Nico arfou e colou totalmente nossos corpos. Instantaneamente, e novamente, chamei seu nome em um sussurro fraco, alongando-o com um gemido baixo, atingindo meu orgasmo. Nico veio logo depois, arfante e deliciosamente quente. Ele me encarou com seus olhos mais negros que o normal, sorrindo perversamente.
–Você acha que acabou, Grace?- Me puxou da mesa e eu quase cai, ainda pelo efeito do orgasmo, se não tivesses sido apoiada por Nico. Roçou nossos lábios e apertou minhas nádegas, sussurrando coisas sujas no meu ouvido.
Rolei os olhos extasiada, suspirando a todo movimento. Tomei uma atitude, pegando-o pelos ombros e empurrei-o até ele cair na cadeira, atordoado.
Andei lentamente até ele, como uma felina cercando sua presa.
Sentei em seu colo e puxei-o para um beijo lento e forte, suas mãos apertaram minhas nádegas, minhas mãos agora arranhavam seus peitoral por inteiro.
Encerrei o beijo com um puxão no lábio inferior e me encaixei nele, sugando o ar entre os dentes enquanto Nico me preenchia por inteiro.
Um gemido curto e baixo escapou entre seus lábios, me enchendo de atitude para começar a me movimentar. Nico rosnou e me ajudou com os movimentos, tornando-os mais rápidos e profundos.
Uma de minhas mãos segurou firmemente na cadeira, me apoiando, enquanto a outra estava nos cabelos de Nico, enquanto o mesmo deliciava-se mais uma vez dos meu seios.
Tão perto, esse pensamento me atingiu brutalmente quando senti que eu e Nico estávamos em beira ao ápice. Intensifiquei os movimentos e mais uma vez chegamos ao orgasmo. Cansados, suados, marcados e satisfeitos.
Tirei-o de dentro de mim e desabei em seu peitoral, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço e minhas mãos repousadas em seu peito, tentando recuperar o fôlego. Senti os braços de Nico me envolvendo e ele reclinando a cadeira, respirando fundo e fechando os olhos, relaxando lentamente.
Alguns minutos depois, quando me senti segura de levantar, fui impedida pelo entrelaçar forte de seus braços, e quando ergui a cabeça para olha-ló, ele estava olhando maliciosamente para mim. Nico se inclinou um pouco mas para a frente, colando nossos narizes, investigando meus sentimentos através do olhar.
– Cheia de atitude, não? — Alisou meu rosto com a ponta do nariz e depois me soltou. Sai de seu colo e começamos a vestir novamente nossas roupas. Quando terminamos, ele se virou pra mim. — Adoro mulheres de atitude. — Sussurrou cara a cara comigo e me beijou lentamente, de tirar o fôlego, e se separou. — Até o fim do dia. — E saiu da sala.
* * *
Depois do pequeno acontecimento com o Sr. Di Ângelo, eu permito-me dizer que pude relaxar. Terminei de fazer algumas planilhas, e as enviei para o e-mail da empresa. Peguei meu celular e chequei as horas, 18h04min. Saí da sala e me direcionei ao elevador, com Maddie logo atrás de mim. Entramos no elevador e ela se virou para mim.
– O que você tem com o Nico? – Ela me perguntou, olhando as próprias unhas.
– Nada.
– Não adianta mentir amor, eu não sou surda. – Ela falou com uma cara de deboche.
Aí vem aquele momento em que você pensa no que você fez, mas eu não devo me preocupar com isso, não devo satisfações pra Maddie. Aliás, porque deveria? Estava na cara que Maddie gostava de Nico, tinha percebido isso desde o dia que tinha entrado naquela empresa. O modo como ela se dirigia a ele, e como se vestia vulgarmente.
– Não devo satisfações a você, e se ouviu algo, foi porque realmente aconteceu. – Sorri cinicamente para ela.
– Então você está se sentindo especial Grace? Saiba que não é, você é apenas um brinquedo para Nico, ponha-se no teu lugar. – Ela fez uma cara de nojo me olhando de cima a baixo. – Acha mesmo que ele vai querer você?
O elevador se abriu e Maddie deu uma ultima olhada em mim, sorriu falsamente e saiu. Saí do elevador logo em seguida, acenei para o ônibus subindo no mesmo, retirei o celular do bolso e disquei para Annabeth.
“ Loira, onde tu está? “
“ Na casa da Silena, porquê? “
“ Pergunta pra Silena se eu posso dar uma passadinha aí. “
“ Claro, espera um momento... Pode vir sim. “
“ Ok, estou indo. “
Depois da pequena discussão com Maddie, tava na hora de esquecer os problemas por hoje, e nada melhor do que elas para fazer isso. Mas é claro que eu parei para pensar no que Maddie havia me dito. Eu não sei se estava errada ou não, mas eu acho que dessa vez foi diferente. Pode ser delírio, eu sei. Mas ele não foi grosso, nem rude comigo. O ônibus parou perto da casa de Silena e eu desci. Andei alguns metros e parei em frente a enorme casa.
– Patrick, sou eu, Thalia. – Acenei para o porteiro que me observava.
– Oh, me desculpe. É que está escuro e eu quase não te vi... – Ele ajeitou os óculos. – Essas coisas antigas.
Sorri pra ele, e o mesmo liberou a passagem, observei a frente da casa de Silena. Era uma área verde com Copos de Leite enfeitando o jardim. A casa era linda, Atena realmente era boa no que fazia.
– Thalia! – Silena abriu a porta rapidamente, segurou-me pelo braço e me puxou para dentro. – Novidades?
– Nenhuma.
– Thals, você conseguiu falar com a Bianca? Não a vejo desde sexta... – Annabeth falou, entrando na sala.
– Não, a última vez que falei com ela, tinha me dito que tu tinhas viajado para Montauk com Percy. – Peguei meu celular, discando o número de Bianca.
– Então, é, eu fui. Mas eu to ligando pra ela faz um bom tempo e só caí na Caixa Postal. – A loira se jogou no sofá e começou a remexer no cabelo de Silena.
– Caixa Postal. – Retirei o telefone do ouvido e guardei. – Silena, sabe de algo?
– Duas opções, ou ela está com o Leo, ou discutiu com o Hades.
– É, geralmente quando Nico ou Bianca discutem com Hades eles desaparecem por uns três dias. – Annabeth comentou. – Hades não é o tipo de pai compreensivo.
Já tinha ouvido falar de Hades Di Ângelo na Empire, mas foram coisas vagas. Segundo o pessoal, ele raramente ia lá à empresa, porque cuidava dos negócios no exterior. Quem controlava a empresa era Nico, e às vezes, Bianca. Hades era casado com a mãe de Nico, Maria Di Ângelo. Mas ela também era pouco vista na empresa, porque não fazia a questão de tê-la. Bianca havia me dito que o pai tinha mudado depois que a Empire havia ficado mundialmente famosa.
– Bianca me disse que Hades estava pensado em fazer uma festa, em comemoração aos 35 anos da Empire. – Silena falou entusiasmada. – Adoro esse tipo de festa onde só tem gente de classe alta. É onde acontecem os melhores babados.
– Parece que vai ter sim. – Annabeth se pronunciou. – Só não sei a data exata. Acho que vai ser para os sócios, funcionários e amigos da empresa.
– Amigos? – Fiz uma cara confusa.
– Sim, tipo o Poseidon com a Royal Sea. Hades e Poseidon são velhos amigos, assim como Hefesto, e mais outros. – Silena explicou.
– Olha, Si... – Guardei meu celular na bolsa. – Eu preciso ir, minha mãe ta em casa sozinha, e já ta ficando tarde, então eu já vou indo.
– Ah, Lia. Fica. – Annabeth fez um bico. – A Clarisse já ta vindo, eu mandei uma mensagem para ela...
– Eu preciso ir. – Me desculpei com ambas e sai da mansão Beauregard.
Silena morava no Queens, um bairro nobre de NYC. Para chegar em casa, eu tinha que passar por pelo menos três bairros até chegar ao meu destino, então haja paciência.
* * *
Depois de todo o processo de ônibus, finalmente eu cheguei em casa, morrendo mas cheguei. Desci do ônibus e andei algumas quadras até chegar em frente a minha casa. Andei até a porta da mesma e a abri, fechando-a atrás de mim. Meus olhos bateram no homem gordo que havia alia, parecia um porco. O mesmo se virou e sorriu do mesmo modo de antes. Minha mãe apareceu na sala e eu desviei meu olhar para ela.
– Eu voltei anjo, voltei por vocês. – Bill falou, se aproximando de mim.
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