Sua voz
10 Capítulo 10 - Um novo ponto na lista
Notas iniciais
— Oh meu deus, esse suflê é incrível. É como se o céu estivesse na minha boca. — Eu lambia a calda caramelizada de minha colher, aproveitando do último pedaço. — Sasuke, você está me ouvindo?
— Eu ouvi. — Seu olhar seguiu a minha língua até o comprimento da colher e engoliu em seco.
O astro do rock em questão se sentou na minha frente à mesa, com o seu próprio café da manhã há muito tempo consumido. Ele provavelmente levantou ao romper da aurora todo em forma e enérgico. Foi para a academia do porão, já que os paparazzi estavam à espreita do lado de fora dado a entrevista de sua mãe. Dois rapazes de segurança estavam lá fora, mantendo um olho nas coisas. Então, definitivamente sem corrida por várias razões, mas por causa do meu tornozelo machucado eu tive que ficar na cama de qualquer jeito.
Minha própria cama menor, infelizmente.
Já que a bota chegou na noite anterior, ele me expulsou de seu quarto. Bem, ele me ajudou a mancar para o meu. De qualquer forma, o resultado final foi o mesmo, eu dormi sozinha.
Na hora que mandei uma mensagem para ele vir me ajudar a descer as escadas, ele já tinha tomado banho e estava vestido com jeans e uma camiseta preta lisa. E agora eu estava me deliciando com o que ele havia pedido na noite anterior. Dane-se cereal para café da manhã, sobremesa era definitivamente melhor. Um suflê de chocolate com bagas e coulis, que eu provei pela primeira vez na vida, foi fantasticamente saboreado.
Melhor. Café da manhã. De todos.
— Eu quero ter bebês desse suflê.
— Ótimo. — Ele disse, olhando-me devorar a sobremesa inocente com muito zelo. O olhar em seu rosto me preocupou com tanta coisa que eu não podia ler. Seus olhos estavam guardados, mas havia outra coisa lá também, algo mais. Uma intensidade que eu não tinha certeza de que poderia corresponder a essa hora da manhã.
— Precisamos conversar. — Ele disse.
Onde existem quaisquer outras palavras tão temidas em toda a linguagem humana? Eu não acho que existia algo pior do que esta.
— Sobre a sua mãe? — Eu perguntei esperançosa.
— Não. — Seus olhos fecharam. — Não há nada a ser falado sobre isso. Ela fez sua jogada e eu só quero esquecê-la agora.
O que não era mais do que justo.
— Ok. O que, então?
— Você decidiu se vai sair com Gaara novamente ou não?
Isso não foi tão ruim. Eu bati a colher de prata contra os meus lábios, pensando. Nosso primeiro encontro tinha ido tão bem, mas então eu corri dele na noite passada. Em seguida, acabei ignorando as duas chamadas dele durante a noite, sem ter cara para responder. A probabilidades era que ele não tinha interesse em me ver novamente.
— Acho que não. — Eu disse. — Ele é um grande cara, mas... Talvez em outras circunstâncias, sabe? Em uma outra vida.
— Tanto faz. Precisamos falar sobre o ponto cinco em sua lista. Ponto quatro não está funcionando, então vamos desistir de você namorar ou se relacionar.
— Hmm. — Coloquei a colher no meu prato infelizmente vazio. — Não havia um ponto cinco na minha lista. Havia apenas quatro, namorar outras pessoas, focar em suas falhas, não ser patética, e ter uma vida, etc.
— Sim, eu fiz o número cinco. Essa lista que você encontrou era uma besteira total e absoluta.
— Lembrando que foi você quem começou, mas tudo bem.
Havia algo de diferente nele. Um tipo estranho de tensão corria por ele. Seus cotovelos foram postos sobre a mesa, o pé batendo. Eu conseguia ouvir, o ruído constante igualando ao ritmo excessivamente ansioso do meu coração. Vamos fingir que o açúcar do suflê me agitou, ao contrário da companhia.
— Então? — Eu incitei. — Você vai me dizer o que é esse misterioso ponto cinco?
— Nós fodermos.
Tudo parou.
Sasuke olhou para mim, totalmente calmo.
Aquilo não podia estar acontecendo.
Não. Não mesmo.
— Sai fora! — Eu ri, sentada na minha cadeira. — Deus, você quase me pegou por um minuto.
— Estou falando sério.
— Claro que está. — Revirei os olhos, balançando a cabeça, ainda rindo.
— Tudo que os encontros fizeram foi nos estressar. E se for totalmente honesto, estou me sentindo sexualmente frustrado esses dias. Não lhe darei muita informação Sakura, mas eu não tenho me masturbado tanto desde... Sempre.
Eu ri.
E eu ri mais um pouco.
E então eu parei de rir, porque a expressão de Sasuke não tinha mudado. Nem um pingo. Ele apenas ficou lá, me avaliando com seus frios olhos pretos, sua boca estava numa linha reta, aparentemente sincera.
— Isso é uma piada. — Eu resmunguei por causa do meu fechamento da garganta. Puxei meu copo de suco para a boca para tentar abri-la.
— Não. Não é piada. Nós deveríamos tentar transar.
O líquido doce passou pelo canal errado e lá estava eu, tossindo o suco para fora na tentativa de respira após um engasgo.
Sasuke empurrou a cadeira para trás, as pernas correndo pelo mármore. Ele correu ao redor da mesa e me puxou para cima, com as mãos debaixo dos meus braços.
— Respire, Sakura. Você está ficando azul. — Ao seu comando meus pulmões funcionaram em alta velocidade, enchendo com o oxigênio. Fazendo o que deveriam. Uma mão forte esfregava para cima e para baixo nas minhas costas, encorajando. Ele empurrou minha cadeira de lado, com o corpo sólido dele parado logo atrás de mim, me aquecendo. — Você está bem? — Ele perguntou, inclinando-se por cima do meu ombro.
Eu balancei a cabeça.
Ele não se afastou. A mão esfregando minhas costas não parou. Cara, isso era bom.
— Você, ah... Você meio que me surpreendeu. — Eu disse.
— Hmm.
— Você está realmente... Você quer... — Eu não podia dizer isso. As palavras emaranhadas, o que tornava impossível tirá-las.
— Por que não? Eu vejo isso como uma situação favorável para ambas as partes. Eu começo a liberar um pouco da minha frustração e você começa a liberar quaisquer sentimentos persistentes da sua cabeça. Nós fodemos, vemos que não temos química, seguimos em frente. O que você diz?
Fazer, ou não fazer, sexo com Sasuke. Nada me pareceu mais absurdo do que isso.
— Eu… — Eu o quê? Era tudo que eu mais queria nessa vida e estava agindo como uma completa imbecil afogada na incerteza. Com um pigarro, busquei minha voz das profundezas de minha garganta amontoada. — Eu acho que podemos.
Sasuke, que permanecia atrás de mim, encostou seu corpo em minhas costas. O homem era magnético, seu calor e músculos de seus braços me puxavam contra ele pela cintura. A maneira como se abriu comigo e me contou seus segredos, o jeito que me deu sua confiança, tudo isso me aproximou. A tentação de me inclinar para trás contra ele era quase irresistível. Cuidadosamente, ele desfez o meu rabo de cavalo, derramando meu cabelo escuro sobre meus ombros.
— Gosto do seu cabelo assim.
— Obrigada. — Minha voz fora apenas um sopro.
Sua mão deslizou até a base da minha coluna e depois foi mais para baixo, sobre a minha bunda, até a borda do meu vestido vermelho de jersey. Nunca a viagem de um membro tinha sido tão importante. Arrepios cobriram minhas costas e não era de frio.
— Eu gosto de você de vermelho. — Ele disse, roçando seus lábios contra a ponta da minha orelha.
— Você gosta? — Eu estava aliviada por não estar de moletom. A bota imobilizadora muito-sexy, azul brilhante com tiras brancas em toda a frente, era ruim o suficiente.
— Oh, sim. — Seus dedos patinaram até a parte de trás da minha perna nua, me fazendo tremer. — Muitíssimo.
Sasuke Uchiha estava me bagunçando por inteira.
— Você quer fazer isso a-agora? — Eu gaguejei ao entender o que todos aqueles gestos significavam.
— Sim. — Sua outra mão deslizou em volta da minha frente, acariciando sob a saliência dos meus seios. Ele pressionou seu corpo duro contra o comprimento do meu, moendo sua ereção contra minha bunda, fazendo-me gemer baixo. — Não estou sendo inconveniente, estou, Sakura?
Eu respirei fundo, minha mente correndo.
— Não. Eu não tenho nada para fazer.
— Ótimo. — Um dedo traçou o elástico da minha calcinha em volta do osso do meu quadril. Me sentia tão bem que o meu estômago praticamente virou do avesso em euforia. Ao tê-lo tão perto, com o calor dele em minhas costas, e o sabonete e a sutil loção pós-barba perfumaram o ar, era o êxtase. Nunca em meus sonhos mais loucos imaginei isso, a chance de realmente estar com ele. Minha pele estava quente, febril. E o meu coração começou a bater em algum lugar entre as minhas pernas. Deus, eu precisava que ele me tocasse lá.
— Eu preciso fazer algo. — Ele disse. Suas palavras flutuaram em mim como um ruído sem sentido. Até que Sasuke me rodeou e afastou a tigela e a colher. Ele me virou, me pegou e me colocou em cima da mesa. — Deite-se. — Disse. O olhar em seus olhos e a tensão eram desejo por mim. Inacreditável. Nunca tinha visto nada tão bonito em toda a minha vida. — Deite-se, Sakura. — Sua mão estava no meu ombro me abaixando até que estivesse deitada contra a madeira dura.
— Nós vamos realmente fazer isso? — Tudo o que podia ouvir era a minha respiração pesada. Tão incrivelmente alta. — Sasuke?
Em vez de uma resposta, ele deslizou as mãos por baixo do meu vestido e começou a despir minhas calcinhas de algodão preta confortavelmente sensatas. Ser colocada na mesa da cozinha pelo meu chefe realmente não tinha passado pela minha cabeça. No entanto, lá se foi a calcinha, voando por cima do seu ombro. Me fazendo acreditar que tudo estava acontecendo.
— Eu acho que vamos. — Eu respondi para mim mesma.
Ele puxou uma cadeira e sentou, os olhos quentes estavam em mim o tempo todo. Um músculo saltava em sua mandíbula repetidamente. Meu rosto esquentou, mas o mais incrível, é que se quer pensei em me cobrir dele.
Me apoiei em um cotovelo com nervos zumbindo na minha cabeça.
— O que você está fazendo?
— O que as pessoas fazem nas mesas. — Mãos fortes seguraram as minhas pernas abertas. — Comendo.
Meu estômago caiu.
— Oh, Deus!
Sua cabeça desapareceu debaixo da minha saia.
Sasuke Uchiha realmente fazia bagunça.
A respiração quente bateu no meu lugar mais secreto. Ok, chega de conversa, era na minha vagina. Em seguida, ele arrastou sua língua até o comprimento dos meus lábios, enviando raios direto para minha espinha.
— Puta merda. — Sob o meu vestido, ele respirava pesado. O som mais doce em toda a criação. Eu me contorcia, tentando me aproximar. — Sasuke.
Sua boca deslizou por mim lentamente, beijando, sugando lentamente. O sangue correu pelas minhas veias à velocidade da luz. Fazia muito tempo que tive isso, e nunca com alguém tão descarado. Sua boca me cobriu, quente e com fome. Dedos afundaram em minhas coxas e sua língua lambia minha entrada, fazendo-me gemer. Eu não sei quando minhas costas bateram na mesa mais uma vez. Logo no início seria o meu palpite. O mesmo foi para quando minhas pálpebras que se fecharam para o teto. O que Sasuke estava fazendo pegou minha completa atenção, cada som molhado e sensação feroz me deixava mais ligada. Meus quadris se sacudiam, virei a cabeça para lá e para cá. Era demais e não o suficiente. Eu não queria que acabasse. Nunca.
O conhecimento de que era ele apertou todos os meus botões, fazendo o meu amor e desejo rugir para a superfície. Tanta emoção e eu me senti pronta para entrar em combustão. Estava na ponta da língua para dizer tudo, para oferecer qualquer coisa. Quão incrivelmente insensato isso seria? Eu mordi com força meu lábio inferior, e o gosto metálico de sangue estava minha boca.
Ele me chupou como um homem necessitado, morrendo de fome. E fez isso como se fosse a sua refeição favorita.
Aparentemente cantores tinham excelente controle de língua e força. Abençoe-os por isso, muitas, muitas vezes. Na verdade, o homem se destacou no oral, além dos meus sonhos. Ele trabalhou a boca entre os lábios do meu sexo, sua língua mergulhava profundamente, me degustando. Então ele trilhou a ponta até o meu clitóris e me provocou até eu gritar. Foi sublime. Os músculos das minhas coxas apertaram. Ele me deu longas, fortes lambidas seguido de beijos. Minha cabeça girava, meus sentidos ainda não tinha se recuperado da sobrecarga. Meu sexo nunca tinha sido tão mimado.
E foi assim que, em seguida, com toda a minha elegante coordenação, a maldita bota imobilizadora robusta bateu-lhe no lado da cabeça e choramos juntos. De dor.
— Merda. — Ele saiu debaixo da minha roupa, esfregando a cabeça. — Você está bem?
— Sim. Você só tem uma cabeça muito dura. — Ele balançou a mencionada cabeça. — Por favor, não pare.
A dor não importava, só gozar importava.
— Por favor.
— Só um minuto. — Cuidadosamente, ele envolveu a perna machucada por cima do seu ombro. — Tem certeza que está bem?
— Eu estou bem. — Eu disse, ofegante.
— Tem certeza disso?
— Sasuke!
O bastardo sorriu maliciosamente.
— Ok, Sakura. Onde eu estava mesmo? — Um olhar provocante.
— Você quer que eu bata na sua cabeça novamente com a bota? — Desespero apareceu na minha voz, pensamentos assassinos atravessaram meu cérebro. Eu era uma bagunça suada, com tesão e ele precisava começar a levar eu e meu orgasmo a sério. Agora. — Você quer? Sério, Sasuke, é isso que você está me dizendo?
Ele riu.
E então ele empurrou a cabeça para baixo do meu vestido. Seus lábios sempre tão talentosos me trabalharam para cima e para cima, a alturas antes inimagináveis. Até onde o ar era rarefeito e as estrelas ao seu alcance. Esse era mais do que apenas sexo oral. Eu me sentia tão alta, a emoção me pegou e eu tinha que tocá-lo também. O poder de como ele mexia comigo, me deixava perdida e era muito intenso.
A ponta de sua língua traçou sobre a minha abertura, fazendo com que os meus músculos apertassem. Cada centímetro meu estava tenso, minhas pernas tremiam. Minha bunda esfregava contra a superfície lisa da mesa. Ele me deixou tão incrivelmente molhada e insaciável. Eu precisava gozar mais do que precisava respirar. Quando a sua rápida, e inteligente língua focou em meu clitóris, estava quase completamente acabada. A longa e dura chupada dele me finalizou, me deixando no limite. A queda livre foi magnífica. O mundo desfocou e sangue rugia nas minhas orelhas. Era basicamente uma experiência fora do corpo. Minha boca se abriu em um grito silencioso.
Levei algum tempo para me recompor. Quando reuni forças para erguer um pouco a cabeça, Sasuke estava parado, ocupado abrindo uma embalagem de camisinha com os dentes. Ele veio preparado.
— Estamos bem? — Ele perguntou. Minha respiração... Eu tinha perdido em algum lugar. Não importa. Eu apenas fiquei ali com a minha vagina brilhando e ainda pulsando com tremores. — Sakura? — Sua sugestão de um sorriso era tão arrogante. Sua prepotência nunca desaparecia. Mas, honestamente, ele tinha feito um trabalho magnífico em mim. Isso era completamente bem merecido.
Eu assenti, dando uma prova que estava viva. Minha mente ainda estava descendo dos céus. Sexo nunca tinha sido realmente celestial antes. Tudo o que ele tinha feito foi colocar a boca em mim, eu não poderia sobreviver a muito mais.
Embora eu definitivamente morresse feliz se não sobrevivesse.
Ele olhou para mim, com as mãos ocupadas rolando a camisinha sobre seu pênis. Antes que eu pudesse me apoiar sobre um cotovelo para dar uma olhada, ele estava se posicionando na minha entrada. A leve pressão da cabeça de seu pênis fez pequenos choques cintilantes. Arrepios correram por toda a minha pele. Ele acariciou minha barriga, colocando a palma da mão contra a pele úmida, até sobre as curvas das minhas coxas. Todas as minhas inseguranças voltaram, apesar do desejo em seus olhos. Ele era tão grande e bonito em cima de mim.
— Eu não vou te machucar. — Ele sussurrou com a voz entrecortada. Eu não podia falar, minha garganta estava seca como areia. Então, eu só assenti. Certamente ele tinha toda a permissão que precisava. Fiquei ali dizimada por ele, molhada e disposta. — Já faz um tempo. — Uma gota de suor correu pelo seu rosto. Seus ombros subiam e desciam furiosamente, a luta pelo controle era óbvia em cada parte dele. — Quero que seja bom para você.
Eu juro que meu coração subiu e morreu com a dúvida em sua voz. Às vezes, éramos mais parecidos do que imaginava.
— Sasuke. Eu preciso de você dentro de mim.
Algo aliviou em seus olhos e ele assentiu.
— Sim. Você precisa.
Eu ri desnorteada.
Então eu calei a boca. Mãos capazes seguraram as minhas pernas e ele começou a empurrar para dentro. E dentro. Os lábios elásticos de minha entranha esticaram em volta dele para acomodar o seu tamanho. Lentamente, mas certamente, o comprimento longo e duro dele preencheu lugares que eu nem sabia que existiam. Honestamente, não foi muito confortável. Fazia alguns meses desde a última vez, mas isso era ridículo.
Mexi e envolvi minha perna em volta dele, tentando ficar em uma posição melhor. Realmente, eu deveria estar molhada o suficiente após o orgasmo fenomenal.
— Qual é o seu tamanho?
— Você consegue me aguentar. — Sua língua passou por cima de seu exuberante lábio inferior e seu olhar ficou onde estávamos unidos.
— Isso não responde à minha pergunta.
Ele me deu um olhar rápido.
— Não gosto de me medir.
— Isso ainda não é uma resposta.
— Pelo amor de Deus. Nós podemos não discutir quando estamos fazendo sexo? Por favor?
— Tudo bem. — Eu parei de observá-lo sobre os meus seios ainda arfando e olhei para o teto. Apesar de suas habilidades excessivas com sexo oral, parecia que nós não combinávamos lá embaixo. Que triste. Pelo menos daqui uns anos, quando olhasse para trás, eu saberia que tinha tentado. Seu polegar brincou com meu clitóris ainda supersensível, me fazendo arcar de volta. Eu soltei um gruído. — Isso é bom. — Eu murmurei.
Ele assentiu, mas não me olhou. Aparentemente nossas virilhas ligadas era mais fascinante. Ele recuou, antes de mover lentamente em mim mais uma vez. Então, novamente, ele deslizou para fora, retirando ainda mais dessa vez, antes de afundar novamente. Cada vez que fazia isso, parecia melhor, e ele fez isso uma e outra vez, tomando perfeito cuidado. O homem se movia como se fosse uma máquina, nenhuma emoção, com seus olhos focados. Apenas suas mãos o traíram, esfregando para cima e para baixo as minhas coxas, segurando apertado e soltando, o suficiente para deixar marcas. Elas não conseguiam ficar paradas, estavam muito ocupadas explorando minha pele. Ele apertou os meus joelhos com força contra ele, mantendo-nos tão perto quanto poderíamos estar. Com certeza, eventualmente, o formigamento começou em todos os meus lugares favoritos, tensão construía embaixo da minha barriga. Eu raramente ou nunca gozava duas vezes na mesma noite. Isso simplesmente não acontecia. Mas tê-lo dentro de mim agora era um prazer, não uma dor.
— Sasuke. — Eu engasguei quando ele bateu em algo particularmente maravilhoso.
Ele não olhou para cima.
— Sim?
— Faça isso de novo. — Meus seios estavam pesados, os mamilos estavam duros e contido. Roupas íntimas más. Eu precisava queimar meus sutiãs.
— O que... Isso? — Seu incrível pênis fez como disse, batendo-me exatamente no lugar certo, iluminando-me como se eu fosse elétrica.
— Deus. — Meus olhos rolaram para trás. — Sim, sim, sim.
— Eu acho que você gosta do meu pau. — Ele riu diabolicamente, pegando ritmo, concentrado em meu lugar feliz, me deixando enlouquecida.
— Eu acho que amo o seu pau. — Eu ofeguei com minha bunda arrastando na mesa.
— Porra, isso é tão bom.
Ele martelava em mim de uma forma que era pura arte. Nossos corpos se entendiam perfeitamente. O ajuste e sensação dele me marcando por dentro, me tomando toda, era perfeito. Cada um e todos os músculos em mim estavam tensos como se fosse uma estúpida bagunça dizimada. Sasuke entrava em mim forte e rápido enquanto eu gemia e gemia de apreciação.
Caralho, ele sabia foder.
Eu nunca conheci ninguém como ele. De jeito nenhum eu poderia manter meus olhos fechados, eu precisava ver. Pele escorregadia com suor e olhos bem apertados, ele martelava em mim com uma precisão absoluta. Ele era tão divino e glorioso que era assustador. Isso tinha que ser um sonho. Quando ele abriu os olhos, o escuro da sua pupila parecia ter engolido todo o opaco. Ele olhou para mim, com seu coração e sua mente expostos.
Ele sentiu. Eu sei que ele sentiu. Era tão grande, tão consumindo tudo, como ele não poderia?
Dessa vez, quando gozei, o mundo inteiro apagou. Meu corpo inteiro foi lançado em alguma orgia de êxtase sem sentido. Parece loucura, mas é verdade. Meu sangue ferveu e meu cérebro apagou, cada pedacinho meu tremia. Ele me transformou em uma criatura do sexo, ligada nele. E a recompensa foi sublime.
Eu ouvi um gemido rouco, depois um peso quente repousou em cima de mim.
Nós dois estávamos ofegantes. O barulho ecoava, enchendo o recinto junto com a batida frenética do meu coração.
Lentamente, eu abri meus olhos novamente. O mundo ainda estava lá, apesar de todas as evidências corporais internas dizendo o contrário. As endorfinas fizeram uma festa com todo o meu ser.
— Hey. — Eu acariciei seu bonito cabelo preto. Imediatamente, Sasuke começou a endireitar-se. Ele levantou de cima de mim, e começou a lidar com a camisinha. Ele amarrou-a no final e, em seguida, fechou o zíper e os botões, tendo um relevo sobre o jeans. Eu senti falta do calor dele instantaneamente. — Sasuke? — Ele não olhou para mim. Entre minhas pernas estava uma maravilhosa bagunça molhada. O delicioso aroma almiscarado de sexo estava espesso no ar. Nenhum dinheiro do mundo compraria o sorriso idiota de êxtase do meu rosto. Eu não podia me importar, e muito menos ficar constrangida. Ele me fez sentir muito bem. — Sasuke?
— Sim? — Ele jogou a camisinha usada na lixeira e apoiou as mãos ao lado da pia, olhando para fora da janela da cozinha, de costas para mim. Com um pouco de dificuldade, me ergui, abaixando as pernas e as deixando pendente. Ignorei a dor incomoda que partiu de dentro da bota.
— Você está bem?
— Sim, sem problemas.
— Bom.
Ele olhou por cima do ombro para mim, com sobrancelhas numa linha preocupada.
— E você, como está?
— Bem. Obrigada. — Cara, isso tudo foi muito educado. Em seguida, poderíamos ter torradas e chá, e conversar sobre o tempo. Seus ombros estavam tensos, ele não disse nada por um longo tempo. Eu tinha sido bloqueada novamente. As paredes estavam erguidas. Ele me estudou em silêncio e eu podia sentir a distância escorrendo de volta entre nós. Primeiro centímetros, em seguida metros, até oceanos inteiros nos separavam de onde estávamos. Eu não aguentava mais, o silêncio estava me matando. — O que está errado?
— Você não deve olhar para mim desse jeito.
Certo. Lá vai ele.
Meu corpo esfriou instantaneamente, tudo evaporou. Eu estava sobre a mesa, seriamente necessitando de outro banho com o meu cabelo em um emaranhado gigante. Esse definitivamente não era o tipo de conversa que eu queria ter sentada na mesa e sem calcinha.
— Eu, ah... Eu preciso de um pouco de ar. — Ele caminhou até a porta da cozinha, sem hesitação, não olhou para trás. Mas em vez disso ele foi direto para o frio ventoso da manhã sem uma jaqueta. Ele ia congelar e na verdade, eu estava bem com isso naquele momento.
Meus olhos ardiam apesar de não estar chorando. Atordoada parecia a resposta certa. Eu só... Eu não podia acreditar que ele andou diretamente para longe de mim depois desse sexo magnífico. Eu não tinha me agarrado a ele, exigindo um anel. Não tinha havido nenhuma discussão sobre bebês. Toda a etiqueta do sexo casual havia sido respeitada.
Chutei meus pés, a bota médica balançando desajeitada para frente e para trás.
— Você poderia ter pelo menos me ajudado a descer, seu babaca! — Eu gritei, apesar de ele estar bem longe para ouvir. — Naruto tinha razão, você não tem nenhum cuidado depois do sexo.
Pior orgasmo de todos.
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