Stronger feelings

31 Capítulo 31


Notas iniciais
Segurem o coração porque nesse capítulo tem cenão hot Hotlia (meu deus que trocadilho estranho). Não vou dizer muito sobre ele, apenas o de sempre: Boa Leitura!

Entrego-me por completo. Consciente de que aquele beijo não ficaria apenas no roçar de lábios. E de certa forma, o que se sucedeu era apenas algo que ambos controlamos tempo demais.

As mãos de Aaron foram ágeis em segurar-me pelas pernas, encaixando-me perfeitamente em seu colo e o calor que vinha de seu toque invadia-me totalmente.

O beijo que começara intenso seguia no mesmo ritmo, desejoso e tão urgente que se por alguma razão viéssemos a nos separar, mesmo que por poucos segundos, acho que não conseguiríamos nos manter afastados por mais do que dois segundos.

Encontrava-me completamente perdida ali em meio a tantas carícias e toques demorados que ele parecia fazer questão fazê-las, o toque — muitas vezes ousado — em momento algum se tornou desconfortável ou impróprio. Ele parecia saber exatamente o que estava fazendo ali e meu corpo sabia exatamente o que queria dele.

Perdida, sequer consegui tempo de perceber quando viemos para o quarto, o som da porta sendo fechada e o latido de Doug foram dois sons que ficaram para trás rapidamente.

Hotchner me deitou na cama e logo já estava sobre meu corpo, cobrindo-me com peso. Seu beijo tornou-se mais ávido, tirando de mim qualquer vestígio de algo racional.

Suas mãos encontravam-se ainda repousadas em minhas pernas, como se ele quisesse que elas continuassem a envolvê-lo, uma delas passou a traçar um caminho forte e marcante por toda a extensão da minha coxa enquanto ambos os quadris se encontraram, num movimento simples, mas que me excitou. Pude sentir sua excitação também, um murmúrio escapou de seus lábios deixando claro que ele já estava quase tão descontrolado quanto eu.

Movimentei meus dedos para a gola de sua camisa, aquela peça assim como todas as demais que nos cobriam um do outro logo tornaram-se incômodas e tão desconfortáveis que era como se não suportasse mais estar com elas em meu corpo. Afrouxei sua gravata, desfazendo o nó perfeito e a joguei para o lado. Não me importando para onde ela foi parar.

Voltei meus dedos para o primeiro botão de sua camisa e comecei a desabotoá-la muito lentamente, tirando cada botão de sua casa com muita calma. Até que a abri por completo sentindo-o arfar em meio ao beijo quando meu dedos tocaram a carne que passou a ser exposta, tocando os poucos músculos que eram sempre escondidos.

Deslizei a peça por seu corpo com lentidão, sentindo ele estremecer por cima de mim até finalmente jogá-la de lado também. Hotchner segurou meus braços, elevando-os para o alto e os sustendo ali por um bom tempo, mantendo-os daquele mesmo jeito.

Suas mãos agora desceram até minha cintura e com lentidão ele começou a desabotoar a blusa que cobria meu corpo.

Franzi o cenho quando senti seus dedos tocar minha pele. Uma grande insegurança me dominou quando senti a blusa ser aberta um pouco mais, não era uma insegurança por estar prestes a ficar nua na sua frente, mas sim pelo que ele iria ver ali caso continuava.

— Aaron… — Sussurrei levando minhas mãos até os últimos botões da blusa, o impedindo de continuar.

Percebendo a minha hesitação, seus lábios se afastaram um pouco mais dos meus.

Seu rosto também se afastou e seus olhos me encararam com dúvida. Mordi meus lábios com força, já havíamos ido longe demais para parar agora; eu mesma não queria que nada daquilo parasse. Contudo, naquele momento fora algo necessário.

— O que foi? — Ele perguntou sem entender o motivo que o fiz parar.

Engoli seco respirando fundo antes de abrir minha boca, não sabia como ele iria reagir àquilo. Citar aquele assunto depois de tanto tempo era desconfortável, principalmente no momento em que estávamos.

Ele então olhou para as minhas mãos e devagar as tirou dali, dando-se conta de que era melhor ele ver o que eu tanto temia do que simplesmente contar de ver o que era.

Ao ver o motivo da interrupção ele enfim parece compreender tudo o que se passava em minha mente e o motivo de minha insegurança em deixar que ele visse aquilo.

— Acha que vê-las faz com que eu a deseje menos? — Perguntou com a voz num tom baixo demais, quase pendendo para um tom sensual.

Eu tentei responder, mas não consegui pensar em nada que pudesse servir de resposta; nada que fizesse sentindo. Ainda queria lhe explicar aquilo, havia mentido quando lhe disse que James não chegou a fazer nada comigo, mas Aaron sequer parecia se importar com aquilo no momento.

E talvez nem mesmo eu devesse me importar com aquilo.

Devagar eu assenti, tirando minhas mãos da blusa já aberta e lhe dando permissão para que ele continuasse de onde havia parado. Hotchner moveu-se sobre mim, descendo sua boca bem devagar até chegar em minha barriga onde a blusa já não a cobria mais.

Seu olhar mudou por completo, Hotchner agora me fitava com lasciva — um olhar do qual nunca o vi usar antes, fazendo-me esquecer de tudo rapidamente — arfei quando Aaron começou a distribuir beijos longos por toda aquela área, demorando um pouco mais nas inúmeras cicatrizes que já foram expostas.

Ele desabotoou o restante da blusa até abri-lá por completo, uma de suas mãos tocando toda a pele desnuda indo em direção ao fecho do meu sutiã. Hotchner continuou a beijar-me na barriga, passando sua língua em certos momentos; fazendo-me estremecer ainda mais.

Meu tronco se arqueou quando notei que seus beijos agora subiam, bem lento e demorando um pouco mais entre o vale entre meus seios. O ajudei a tirar a blusa de meu corpo, vendo ele a jogar para um canto qualquer. Todo o meu corpo foi tomado por um longo arrepio, seus lábios subiram por meu tronco e passaram a beijar-me no pescoço enquanto suas mãos foram em direção ao botão da calça social que eu vestia.

Ele fez tudo aquilo muito devagar, prolongando cada segundo; mal sabendo que aquilo fazia-me sentir cada vez mais ansiosa. Sua barba sempre bem aparada, dava agora poucos indícios de que estava crescendo e roçava levemente em meu pescoço conforme seus demorados beijos continuavam a serem depositados.

A sensação quase extasiaste obrigou-me a morder os lábios com força para segurar o gemido que veio. Contudo foi impossível, suspirei algo sem sentido, estremecendo ansiosa por mais.

No mesmo momento senti quando a calça ficou mais larga em meu corpo. Fechei os olhos jogando minha cabeça para trás ao senti-la descer muito lentamente por minha pele, levantei o quadril, ajudando-o no processo novamente. Tinha meus braços em volta de seu pescoço, os dedos enroscados e perdidos em seu cabelo curto dando-lhe puxões leves conforme seus beijos se intensificavam.

Os desci, arranhando a pele de suas costas quando nos movemos ao mesmo tempo de forma que nossos quadris se chocassem um ao outro mais uma vez. Começamos juntos a retirar a sua calça, sem pressa alguma; como têm sido feito desde o momento exato que começamos aquilo.

Não demorou muito para que em pouco tempo não houvesse mais barreira alguma entre nós, estava ali, completamente despida para ele sem sentir-me envergonhada com aquilo.

Aquela não era a primeira vez que me entregava de tal maneira para um homem, mas confesso que a experiência estava sendo de fato bem mais prazerosa com ele. Hotchner não parecia apressado, na verdade tentava prolongar cada ação ao máximo, ambos aproveitado de cada momento ali, deliciando-se com tudo aquilo.

A ansiedade que me dominava por completo apenas se tornando maior à medida que estávamos nos tocando, movendo-nos de forma inconsciente não nos dando conta de que aquilo só nos atiçava ainda mais.

Estremeci na cama quando pude sentir a extremidade de seu membro esbarrar em minha entrada. Hotchner afundou o rosto em meu pescoço respirando muito profundamente, roçando a ponta de seu nariz em minha pele causando-me um longo arrepio pelo corpo.

Até que o rosto se voltou para o meu e assim estávamos a nos encarar outra vez. Seus lábios estavam levemente entreabertos e minimamente distantes dos meus, tocando-os no menor movimento que fosse feito. Afastei minhas pernas, dando-lhe um pouco mais de espaço e me arrumei mais entre ele, minha respiração se acelerando a cada segundo.

O frio que sentia em minha barriga cresceu e meu coração que já batia num ritmo beirando ao descontrole dava-me agora a sensação de que ele pudesse saltar de meu peito a qualquer momento.

Minhas mãos se firmaram mais em seus ombros e o trouxe para perto, fazendo com que Aaron se afundasse sobre mim num movimento lento e muito intenso, jogando todo o quadril para frente e não contive o gemido alto que escapou de meus lábios.

Num ato automático finquei minhas unhas em seus ombros, o arranhando mais uma vez quando o senti entrar mais uma vez. Hotchner então olhou-me com atenção, relaxei bem mais as pernas e, foi a minha vez de me movimentar. Ergui meu quadril e também o lancei na sua direção, fazendo com que ele se chocasse mais uma vez ao meu.

Logo ambos começaram a se movimentar ali, estranhamente sincronizados. Concentrei-me apenas em seu membro que agora estava pulsando dentro de mim, nossos movimentos tornando-se mais constantes.

Apertei meus braços em seus pescoço, passando meus dedos por suas costas nuas sentindo seus músculos se contraindo a cada novo movimento que era feito. Seus lábios agora estavam próximos ao meu ouvido, tornando assim possível de escutar seus gemidos. Ele afastou um pouco o corpo do meu, a mão passando por meu ombro, descendo muito lentamente pelo meu tronco tocando em meus seios desnudos e expostos, chegando até a minha coxa.

Onde ele parou, erguendo-a para então passá-la por sua cintura, facilitando assim a aproximação de nossas intimidades. Suas mãos grandes e masculinas voltaram a passear por meu corpo, passando pela minha cintura, correndo por toda a minha pela pele e levantando meus braços mais uma vez. As mãos entrelaçaram-se e nossos lábios procuraram um pelo outro de forma mais urgente.

O quadril dele não parava de mexer, e parecia tomar uma velocidade mais ousada à medida que continuamos.

Já era quase impossível conseguir segurar os gemidos que escapavam de meus lábios, acho que em certo momento o chamei, mas estava tão perdida e mergulhada por completo naquele momento que não tive tal certeza.

— Julia — Meu coração saltou em meu peito ao ouvi-lo chamar meu nome, a voz falha e completamente rouca invadindo meu ouvido antes dele volta o rosto para meu pescoço e começar a beijar-me ali.

Ele então enfiou a mão forte muito facilmente por debaixo do meu quadril, levantando-me em direção ao seu corpo. Fechei meus olhos quando ele fechou a mão esquerda na minha, enquanto a direita permanecia por debaixo de mim, ajudando-me com os movimento.

Nossos lábios se encontraram finalmente, beijamo-nos de forma mais intensa, ele invadindo minha boca com sua língua buscando por mais espaço. E foi desse mesmo jeito que ficamos por um longo tempo, já havia perdido completamente a noção de tempo. Não ligando para absolutamente nada que me rodeava ali.

Nossos movimentos então aceleraram ainda mais e, não demorou muito para que eu apertasse sua mão com força extrema, a outra o segurando pela nuca puxando seu cabelo com a mesma força, sentindo-me quase sem fôlego. Travei minhas pernas em sua cintura fortemente, meu corpo se arqueando e minha respiração tornando-se entrecortada. Aaron mergulhou o rosto em meu ombro, aumentando a força de suas estocadas; ao perceber que eu já estava perto de alcançar meu clímax.

Abri minha boca deixado um gemido alto de puro prazer escapar-me de meus lábios quando cheguei ao meu máximo.

Ele chegou ao seu prazer alguns segundos mais tarde, a respiração tornando-se mais rápida, o corpo ondulando ao mesmo compasso que continuei a movimentar-me até que ele beijou-se para abafar o próprio gemido, que soou tão masculino quanto erótico. Logo em seguida ele desabando o corpo quente e suado de encontro ao meu, quase tão ofegante quanto eu estava.

— Isso foi… Por que adiamos esse momento? — Aaron sussurrou; sua voz havia se tornado um murmuro rouco e cansado.

— Como eu disse antes, vamos deixar os celulares em casa na próxima vez — Respondi, sentindo minha garganta terrivelmente seca.

Passei a ponta do dedo por seu rosto, fixando cada detalhe de seu rosto em minha mente, demorando um pouco mais em suas linhas de expressão.

Meu peito ainda subia e descia da mesma forma de antes, mesmo que eu estivesse tentando voltar ao meu fôlego normal ao perceber que continuávamos naquela mesma posição, era quase impossível.

Meu corpo parecia pedir por mais, apesar de já estar exausto. Houve um breve momento em que nossos olhos se encontraram, a forma intensa como nos olhávamos e respirávamos só deixavam mais claro que o que havia acabado de acontecer poderia muito bem ser iniciado mais uma vez a qualquer momento.

Ficamos em silêncio continuando com aquela troca de olhares demorada e muito significativa, Aaron ainda por cima de mim, — o corpo masculino sobre o meu ainda unidos como minutos atrás — até que o quebramos, soltando uma risada fraca ao mesmo tempo. O mais velho puxou meu rosto com gentileza, beijando-me mais uma vez.

Agora, porém sendo um beijo igualmente bem mais gentil e lento que todos os que foram trocados durante aquela noite. Suas mãos outra vez traçando caminhos por toda a extensão de meu corpo enquanto apertava mais as minhas pernas em sua cintura, ele erguendo meu quadril minimamente fazendo um movimento tão lento e intenso que não contive o gemido abafado por seus lábios quando ele o fez.

Aquela mesma sensação tão prazerosa e extasiante que senti antes retornara, dando-me uma impressão de que todo o meu corpo estivesse queimando ali mesmo. Com nosso lábios ainda unidos soltei um gemido enfraquecido ao senti-lo pulsar dentro de mim novamente; ele talvez tão desejoso quanto eu.

Minhas mãos passearam por suas costas desnuda, tocando a pele ali exposta e a arranhando com um pouco mais de força quando houve um segundo movimento. Este inconscientemente vindo de nós dois e iniciando ali mesmo um segundo round para aquilo que havíamos acabado de fazer. Perdendo-nos no mais puro êxtase e prazer.

•••

Acordei de repente quando senti uma mão se mover por minhas costas ainda desnudas, assustei-me com aquele toque que até o momento para mim foi um pouco inesperado. Abri meus olhos até que eles estivessem totalmente acostumados com a pouca claridade que anunciava o início de mais uma manhã.

Com um pouco de esforço, ergui parcialmente meu rosto logo notando que eu não estava deitada sobre o colchão de minha cama e sim encontrava-me quase que toda debruçada sobre o corpo adormecido de Aaron Hotchner. Ele quase tão mergulhado no sono profundo quanto eu deveria estar minutos antes de ser despertada.

O lençol fino e numa cor pastel cobria apenas a parte debaixo do meu corpo, escondendo apenas do meu quadril para baixo, o mesmo com ele. A mão esquerda praticamente me mantinha perto dele, estava atravessada por minha cintura pousada sobre a minha pele, fazendo com que aquela área parecesse queimar com seu toque.

Hotchner pareceu respirar fundo quando também ergui meu tronco minimamente do seu, notei quando ele virou o rosto na direção da janela deixando que a baixa claridade daquele começo de manhã iluminasse seu rosto de forma mínima.

Olhei ao meu redor apenas para me situar melhor do que me cercava ali e do que acontecia. Pela iluminação da manhã que invadia meu quarto de forma invasiva e sem autorização, pude ver que ainda era relativamente cedo. O sol não estava tão alto, sequer parecia ter amanhecido por completo. Cedo demais, pensei comigo mesma num bocejo.

Ajeitei-me ali conseguido me aconchegar melhor, sentindo sua mão mover-se sobre minhas costas de maneira discreta e rápida, porém que foi o suficiente para fazer com que eu me arrepiasse por completo com aquele simples toque.

Fechei meus olhos mais uma vez, apurando devagar o perfume que vinha do homem ali deitado comigo, aquele mesmo cheiro que noite passada parecia ter impregnado por meu nariz. Já seria possível reconhecer aquele cheiro até mesmo se estivesse de olhos fechados.

— Não acha que é muito cedo para você já estar acordada? — Ele perguntou com a voz amolecida por causa do sono. Ergui meu rosto de forma mínima o olhando, seus olhos ainda fechados.

— Foi você o culpado por me acordar tão cedo — Respondi rindo, seus braços se fecharam em meu corpo, ele parecia trazer-me para si. Sua mão subiu por meu cabelo, onde ele começou a mexer, afastando um pouco dos fios que estavam em meu rosto.

— Que horas são? — Ele perguntou num tom bem mais baixo. Franzi minha testa pensando, eu também não sabia exatamente que horas eram, só sabia que era muito cedo.

— Cedo. — Respondi soltando um pouco do ar. Sua outra mão se movendo por minhas costas com movimentos leves. — Muito cedo, eu acho.

Meu corpo relaxou outra vez, me indicando que voltaria a dormir logo mais. O mesmo pareceu acontecer com ele, Aaron suspirou muito devagar, relaxando o aperto em meu corpo. Entretanto, qualquer vestígio de sono foi retirado de mim no segundo que ouvi o celular de Aaron tocar. Ele fez um som com a própria boca como se resmungasse por causa daquilo; estaríamos sendo interrompidos novamente?

Aquilo nos despertou por total quase que de forma imediata, em poucos segundos já estávamos os dois levantados; ninguém parecendo se preocupar muito por ainda estarmos nus um na frente do outro.

Ele atendeu a ligação, falava com muito profissionalismo o que fez com que eu estranhasse aquilo, evitando demonstrar muito a voz pouco sonolenta. Mas não continuei a prestar muita atenção em sua conversa. Como já estava acordada e sabia que não voltaria a dormir novamente peguei meu celular na cômoda e verifiquei o horário.

Seis e quarenta da manhã. Mais ou menos o horário exato em que costumava me levantar para me aprontar para o trabalho.

Do outro lado Hotchner ainda estava falando com alguém e notei que seu tom pareceu mudar muito de repente. Ele virou o rosto me olhando rapidamente e continuou a conversa.

Sentei-me de costas para ele, me inclinando para frente e pegando a primeira peça de roupa que encontrei ali caída. Minha blusa que durante a noite anterior havia se tornado algo indesejado e completamente incômodo.

— Julia, eu não queria que o dia já começasse dessa maneira, mas acho que tenho obrigação de lhe contar isso — Virei meu rosto para Hotchner assim que ele começou a falar, estava também sentado sobre a cama, mas agora de maneira que ele ficasse de frente para mim. — O presídio estadual, onde James Sawyer estava preso acabou de ligar e eles acabaram de me informar sobre sua morte.

— O quê? — Perguntei franzindo meu cenho sem entender muito bem o que aquilo poderia significar.

Ele fez uma pausa, olhou-me em silêncio pelo breve momento em que se calou e soltou o ar.

Mostrando-se tenso com a resposta que me daria. Imediatamente me preparei para uma futura notícia de que ele poderia ter conseguido escapar, afinal, por qual outra razão ele teria recebido uma ligação do presídio onde ele estava? Porém me surpreendi quando a resposta de Aaron veio, para ela eu não havia me preparado nem um pouco.

— Julia, James Sawyer está morto.

Notas finais
~Primeira vez que escrevo algo desse tipo e fiquei com os olhos arregalados quando terminei, não sei de que parte da minha mente eu tirei isso porque eu nunca escrevi hot nenhum. Enfim, espero que tenham gostado.