Strange Love

11 Capítulo onze - O Passado se encontra com o Futuro


Notas iniciais
Eu sei que todas querem a minha cabeça. Mas eu fiquei sem idéias de como continuar o que eu queria fazer. Esse capítulo é menor referente aos outros. Mas relevem, que só hoje eu tive que tomar uma injeção para minha gripe que piorou, e eu pesquisei na Marvel enquanto assisti os Vingadores e Capitão America para escrever. Precisei de idéias para minha mente fraca e doente xD. Mas finalmente saiu. Não desisti e não desistirei da fanfic. Roupas e fotos dos personagens eu colocarei depois. Fiz tudo essa madrugada quando deveria estar fazendo trabalho da Faculdades, mas minha cabeça não tirava o Capitão America dela. Um horror UAHAUHUAH.
DEIXEM COMENTÁRIOS QUE EU PROMETO RESPONDER DEPOIS. BOA LEITURA!

Capítulo onze — O Passado se encontra com o Futuro

Tony, Fury e Natasha estavam em uma pequena “reunião” na sala de comando. Depois de tentarem “apertar” Hammer, Fury estava tentando encontrar um plano para saber mais sobre os projetos que Tony e Stella haviam roubado dos computadores dele. Natasha olhava os arquivos pela sétima vez, tentando achar alguma falha, algum detalhe que pudesse ter passado desapercebido. Nada. Olhou para Tony, suspirando longamente, olhando para Fury em seguida, jogando a pasta na mesa. Tony olhou para ela como se perguntasse se aquilo era necessário.
– Hammer não vai abrir a boca de forma tão facil. — Constatou de forma irritada, olhando para o computador de Fury.
– O jeito é meter a porrada nele. - Tony citou novamente sua ideia, fazendo Fury se virar do computador para a mesa.
– Já discutimos sobre está atitude, Stark. Estava pensando em contatar alguém para uma pesquisa mais funda. — Olhou para Natasha, sabendo que ela entenderia o que ele quis dizer.
– O senhor diz um outro espião? — Ele confirmou a pergunta dela com um aceno de cabeça.
– Isso mesmo. Pensei em alguém que conhecesse fundo a história. Assim como alguém que tivesse alto conhecimento sobre o soro. - Natasha olhou para ele sabendo muito bem aonde ele queria chegar.
– Não acha que a Agente 13 talvez não aceite? — Perguntou de forma irritada. Tony ficou confuso.
– Quem é a Agente 13? — Perguntou como uma criança curiosa, se ajeitando na cadeira. Até aquele momento, estava jogado de forma entediada, com os braços cruzados. Fury jogou a ficha da Agente 13 de um computador para outro, aumentando os dados para que Tony pudesse ver.
– Agente 13 é sobrinha da antiga parceira do Capitão Roger, Margaret Carter. Por conta de sua tia, ela tem um grande conhecimento sobre o soro. Está em missão na Jugoslávia, mas pensei em abortar. — Ele falou pensativo, analisando os dados da ficha dela.
– Jugoslávia? O que ela faz lá? — Natasha perguntou olhando para a tela do computador.
– Checando alguns dados para mim. Muito bem, entrarei em contato com ela, e logo estaremos contando com a ajuda dela em nossa equipe.- Natasha levantou e se aproximou de Fury, cruzando os braços.
– Acha que seria uma boa ideia, Senhor? — Fury olhou sem entender a pergunta dela.
– O que quer dizer com isso, Agente Romanoff? —
– Ela seria uma boa companhia para o Capitão Rogers? — Natasha sabia muito bem o que devia estar acontecendo entre Stella e Steve, e sabia muito bem sobre o passado dele com a tal Peggy Carter. — Talvez ela pudesse trazer lembranças ruins, Senhor. — Ela amenizou sua preocupação, fazendo Fury ponderar por um momento.
– Nós precisamos dela, Agente Romanoff. Não há muito o que fazer.- Deu a palavra final, se retirando da sala. Tony estava lendo a ficha da Agente, olhando rapidamente para Natasha.
– Com medo de outra espiã na equipe? — Perguntou debochado. – Ela parece ser tão boa quanto você. — Natasha suspirou olhando a foto dela.
– Você não entenderia nem em um milhão de anos, Stark. — Natasha se retirou da sala, irritada, ainda de braços cruzados. Clint olhou para ela, encostado na porta da escada que dava para a sala de treinamento, brincando com uma flecha.
– Stark te tirou do sério de novo? — Perguntou sorrindo de forma brincalhona. Natasha parou em frente a ele, suspirando longamente.
– Antes fosse. Fury quer trazer Carter de volta. — Clint fez uma careta, rindo baixo.

– É bom a Stella se cuidar. Ela é a cara da tia, a tal Peggy. — Virou a flecha duas vezes em uma mão, olhando para ela em seguida.
– Vou precisar ficar de olho nela. Stella é uma amiga querida. Posso não me dar bem com seu pai, mas ela foi uma das melhores pessoas que eu já conheci. — Olhou para Clint em uma mistura de ternura e carinho, sorrindo de uma forma tão imperceptível que só Clint sabia identificar. Ele cutucou a ponta de seu nariz com a flecha, rindo ao saber que uma das pessoas era ele.
– Um pouco de treino para distrair? - Ergueu as sobrancelhas de forma convidativa. Natasha massageou as têmporas, soltando um longo suspiro.
– Eu passo, obrigada. Preciso falar uma coisa com Banner. - Sorriu da mesma forma de antes para ele, antes de ir em direção ao laboratório.

– Jugoslávia? — Bruce perguntou parando suas anotações.
– Pensei que isso faria um pouco de sentido para você.. - Ela sentou na cadeira, cruzando os braços. Bruce pensou por um momento, tirando os óculos para limpar as lentes na barra da camisa.
– Um pouco.- Olhou para ela com um ar de devaneio.– Acho que você se lembra do... Do meu incidente no Harlem..- Ela confirmou com a cabeça, em sinal para ele prosseguir. – Bem, quem me atacou foi Emil Blonsky, que se tornou o “Abominação”. Desde que fiz ele ser preso pelo próprio FBI, não soube mais dele. - Falou tentando não se lembrar do incidente há alguns anos atrás.
– Isso significa? —
– Significa que Fury pode estar de olho nele. Soube que ele era de lá quando estava no Brasil me refugiando.- Olhou para Natasha com os óculos agora limpos.
– É uma possibilidade. Ele queria ficar como você para tentar te derrubar. — Ela mexeu no computador, digitando rapidamente a ficha de Emil Blonsky. – Aqui diz que ele esta trabalhando por conta própria.- Bruce olhou de relance para ela, suspirando de forma desinteressada.
– Não quero ser grosso mas... Não quero me intrometer nisso. Se Fury precisar da minha ajuda, ele virá me pedir pessoalmente. - Natasha se levantou indo até ele.
– Não estou aqui pedindo ajuda. Só estou te deixando ciente do que está acontecendo. Você se tranca nesse laboratório e parece não estar totalmente a par do que está acontecendo.- Bruce não gostava de se meter naquele assunto, a menos que Fury pedisse. Tudo o que ele queria fazer era terminar seu trabalho e ir embora.
– Eu sei muito bem o que esta acontecendo, Natasha. Obrigado por querer me incluir nas conversas que eu não participei. Mas eu quero terminar meu lado e voltar para meu laboratório, bem longe das pessoas. Dessas pessoas. — Ele especificou, no que ela lhe deu as costas, saindo do laboratório.

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Eram cerca de duas da tarde. Stella tinha aprendido a fazer macarronada com molho branco sem colocar fogo na cozinha, o que já a deixou bastante satisfeita. Steve não havia saído de seu lado, cinquenta porcento temeroso de ela botar fogo na cozinha, cinquenta porcento apaixonado. Ele beijou a topo de sua cabeça sorrindo, quando roubou com um garfo um macarrão para experimentar. Ela sorriu em resposta, beijando rapidamente seus lábios em seguida. Eles haviam perdido a conta de quantos dias haviam se passado. Mas sentiam de forma igual que estavam sendo os melhores de suas vidas. Eles não ficavam preocupados, vivam de forma totalmente normal e anonima, o que chegava a agonizar Stella em alguns mínimos momentos. Ela se pegou checando sobre si mesma na internet, vendo que haviam espalhado boatos de que ela estava de férias com os pais em uma ilha deserta, curtindo as boas vendas dos últimos tempos. Isso soava bem Stark.
– Pega os pratos pra mim, por favor.-
Pediu desligando o fogo. Ele lhe passou os pratos, no que ela colocou uma porção razoável para ambos, entregando os pratos para ele em seguida. Ela tampou a panela, pegando duas latas de coca cola na geladeira. Estava sentindo falta de se embebedar, rir com as amigas e de dançar em uma balada. Nunca havia proposto isso a Steve por sabia que ele não iria gostar. Mas isso estava lhe sufocando. Ela pegou dois garfos e deu uma das latinhas para ele, sentando ao seu lado no sofá.
– Vamos ver um filme? — Perguntou sorrindo de leve, trocando para um canal muito bom de filmes. Ela se ajeitou com o prato, deixando a latinha já aberta na mesinha de centro.
– Qual filme? —
Ele olhou novamente no jornal, provavelmente tendo escolhido o filme na programação que sempre saia na pagina de entretenimento.
– Dear John. — Ela olhou para ele como se esperasse ele rir e falar que era uma piada. – Por que essa cara? - Ela revirou os olhos olhando a primeira cena começar;
– Você só deve ter escolhido por causa da história de herói de guerra. - Debochou, enchendo a boca com uma garfada de macarrão.
– Pareceu me interessante. Tocante para ser mais sincero.-
Ele imitou ela, começando a comer.
– É meio água com açúcar, Steve. Convenhamos.- Mal tinha comido a segunda garfada, escutou um bater firme na porta.
– Não deve ser a síndica. - Steve em dois segundos tinha deixado o prato na mesa, e já estava com seu escudo em mãos. Ele deixava o escudo de dia embaixo da mesa de centro, a noite ao seu lado na cama quando dormiam. Ele fez sinal de silencio para ela, andando sem fazer barulho até a porta.
– Quem é? —
Perguntou a mão direita na maçaneta, seu corpo já em posição de projetar o escuto com o braço esquerdo.
– Agente Fury, Capitão Rogers. Abra por favor. — Ele manteve o escudo próximo a seu corpo, mas não tão em guarda como antes. Fury entrou rapidamente, Steve fechando a porta atrás dele.
– Fury, aconteceu alguma coisa? - Stella perguntou preocupada, deixando seu prato na mesa.
– Nada demais, Senhorita Stark. Todos estão bem e Hammer está sob os olhos dos nossos melhores agentes. O problema agora são vocês.- Eles se entreolharam confusos.
– Não estou entendendo, senhor. - Steve falou franzindo a testa.
– Hammer quer raptar – lo para retirar seu dna e extrair o código do soro que está em seu sangue. Comparado ao do Senhor Banner, o soro em sua corrente sanguínea serviria melhor para uma pesquisa. — Stella olhou de Fury para Steve já sabendo o que viria em seguida.
– Quer que voltemos para a base com você para que Steve fique seguro e eu ajude meu pai e Banner a descobrir a fórmula do soro? — Stella perguntou de forma firme, olhando rapidamente para Steve quando pronunciou seu nome.
– Não vamos discutir isso aqui. - Parou de falar, olhando para as paredes de forma desconfiada. – Mas é basicamente isso. Arrumem suas coisas, vamos partir imediatamente. — Falou se retirando do apartamento. Eles se olharam, e olharam para a comida na mesa por um momento, no que Stella suspirou longamente fazer uma careta.
– Foda – se, isso vai junto. Deu trabalho pra fazer. - Ele riu de sua reação, indo até ela, beijando seus lábios de forma demorada e carinhosa.

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Três horas depois, Steve e Stella já estavam na companhia de Fury. Eles tiveram tempo para arrumar todos os seus pertences em suas mochilas, recolher lixo, limpar a louça e arrumar a casa. Eles sentiram um certa tristeza quando devolveram a chave, no que Stella abraçou Steve com vontade de chorar, com medo do que poderia acontecer dali para frente. Não pareciam correr perigo, mas algo parecia alerta – la de que algo ruim poderia acontecer em breve. Os dias que eles passaram ali haviam sido como um sonho. Eles se aproximaram e descobriram que se gostavam da mesma forma, sem ter certeza se estavam mesmo apaixonados. Pelos menos, eles não poderiam reclamar que não tinham aproveitado cada momento, pois haviam. Fury esperou por eles em um pequeno avião, no mesmo local que haviam sido deixados quando chegaram em Boston. Steve prendeu sua moto a um dos assentos, sentando – se ao lado de Stella, sem pensar. Fury notou que eles usavam alianças e agiam de forma diferente da última vez que ele havia visto os dois. Eles não conversaram durante o trajeto, mas Steve não soltava a mão dela durante toda a viagem. Só quando eles já estavam pousando na base da S.H.I.E.L.D que Fury notou que eles estavam usando as alianças, e seus dedos tinham marcas que indicavam que eles estavam usando elas por mais tempo que o necessário. A única coisa que se passou pela cabeça de Fury foi que Tony não ficaria nem um pouco feliz com aquilo.

– Pai! — Ela correu de encontro a Tony, deixando ele abraça – la como uma criança, levantando – a do chão. Ele retribuiu o abraço sorrindo, beijando sua bochecha de forma demorada.
– Olá pequena. Aposto que sentiu muito a falta desse seu pai lindo. — Ela revirou os olhos sorrindo, assentindo com a cabeça.
– Claro que senti.- Steve apareceu logo em seguida com as mochilas, deixando elas na porta do corredor. Ele parou em seguida próximo a Tony, estendendo sua mão direita para um aperto amigável.
– Stark, como vai? — Perguntou de forma firme. Tony soltou ela por um momento, retribuindo o aperto de mãos.
– Ótimo. Cuidou bem da minha filha, Rogers? – Perguntou com uma expressão facial que Stella conhecia bem desde seus treze anos. Expressão de: Se você abusou dela, você é um homem morto.
– Pode ter certeza que sim. Eu honro meus compromissos, Stark. Disso não tem de duvidar. - Falou segundo Fury em seguida. Tony olhou para a filha, apontando Steve com o polegar por cima do ombro.
– Ele não fez nada mesmo né Stella? - Ela revirou os olhos rindo.
– Ele me estuprou. Pronto. Era isso que queria ouvir? — Ele arregalou os olhos por um momento.
– Isso... é... uma brincadeira de mal gosto. — Ela riu revirando os olhos.
– Deixa de ter tanta paranoia.-
Falou pegando sua mochila, entrando com ele em direção a seu quarto.

Em meia hora, Stella, Steve, Tony, Pepper, Natasha, Clint, Bruce e Fury estavam todos na sala de controle, ao redor da mesa, olhos na tela do computador e em Fury. Ele deixou um grande arquivo na mesa para todos, ampliando os monitores, do lado esquerdo a câmera do quarto de Hammer, do lado direito a foto e descrição do soro de supersoldado.
– Como todos sabem, Justin Hammer tinha como alvo o Professor Banner e Capitão Rogers por conta do DNA modificado pelo Soro que o Professor Abraham Erskine produziu na Segunda Guerra Mundial. Sua escolha na época foi o Capitão Rogers, no que Banner tentou reproduzir o soro, remetendo em efeitos colaterais permanentes em si mesmo. — Todos já sabiam da história, mas Fury achava melhor manter todos a pé de igualdade de informação, mesmo que fosse sobre a gravidade e a importância de se descansar quando necessário. – Justin Hammer e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos fizeram um acordo: Justin conseguiria a tecnologia das empresas Stark, entroca, daria para o governo o senhor Rogers como um experimento ultra secreto para reprodução em massa do soro. - Ele apontou para o arquivo na mesa, em sinal para que todos olhassem. Natasha alcançou a papelada rapidamente, repassando os papeis para todos na mesa.– Sua finalidade não foi ainda identificada, por isso quero pedir para que os senhores Stark e Banner, e a senhorita Stark criem isto – Falou apontando para o lado direito do monitor, mostrando uma arquivo que falava de um anti super soro. Tony riu no que Stella franziu a testa de forma confusa.
– Quer tirar a glória do vovô, Fury? Isso é o viagra permanente dele. - Tony debochou, no que Stella terminou de ler o arquivo na tela.
– Quer um soro que faça o contrário do super soro? Que diminua o potencial humano tornando a pessoa inútil? — Perguntou de forma horrorizada.
– Por que o horror, Senhorita Stark.- Fury perguntou sem entender.
– Isso vai contra os direitos humanos. - Respondeu firmemente. – Fora que se isso for parar em mãos erradas, podem injetar em Steve ou Bruce. - Fury deu um passo a frente, se apoiando em um pedaço da mesa.
– Na verdade não. Eles irão implantar um programa como o que o Capitão Rogers se voluntariou na Segunda Guerra. Quem aparecer lá, saberá muito bem dos riscos que esta correndo. Fora que eu pretendo pedir para que isso seja temporário. Se fosse permanente, ai sim iria contra os direitos humanos. — Explicou no que Stella manejou a cabeça, entendendo melhor o plano.
– Não precisamos matar ninguém. É só uma bomba de gás moral para eles, metaforicamente falando. - Tony concluiu vendo um cartaz da programa que chamariam os jovens para o campo de batalha, ironicamente utilizando o poster do Capitão América. Ele mostrou para o resto da sala, debochando. – Que irônico, o mascote do time também será o ratinho de laboratório deles. Hilário. - Falou rindo antes de Steve arrancar o poster de sua mão.
– Eles estão usando a minha imagem para recrutar inocentes? — Perguntou olhando para Fury.
– Eles usarão sua imagem para recrutar soldados, Capitão. Enquanto o governo não o tiver em mãos, não podem começar o programa.- Ele voltou para perto do monitor, olhando por um momento a câmera no quarto de Hammer. — Tomei a liberdade de pedir a ajuda de uma velha amiga da equipe que conhece tão bem a história do soro quanto o senhor Rogers. - Todos, com exceção de Tony, Natasha e Pepper, ficaram confusos.
– Quando ela chegará, Senhor? — Natasha perguntou, deixando os papeis em sua mão em cima da mesa.
– Em cinco minutos. Deve estar pousando no convés agora mesmo.-
– Senhor, Agente 13 acabou de pousar. - Reportou um Agente na porta da sala, saindo logo em seguida.
– Certo. Obrigado. Vamos então. Quero que todos conheçam a Agente 13.- Fury falou indo na frente. Todos seguiram Fury sem pensar, chegando bem a tempo de ver uma figura esguia sair de dentro de um avião com outro agente, uma mochila em um ombro, uniforme da S.H.I.E.L.D e óculos rayban em seu rosto. Ela era loira e conversava de forma séria com o agente, terminando a conversa com um aperto de mão, antes de ir em direção a todos.
– Suponho que tenha feito uma boa viagem, Agente 13. — Fury saldou ela, apertando sua mão. Steve engoliu a seco quando ela colocou os óculos no cabelo. Suas feições eram parecidas com a de Peggy Carter, ficando um pouco mais branco que o normal, paralisado. Até a forma de se mover lembrava a de Peggy. Ele ficou confuso.
– Extremamente agradável, Senhor. Tive a companhia do Agente 2. Um velho conhecido. - Sorriu de forma gentil para Fury, apertando sua mão.
– Bem vinda de volta. — Ela voltou a ficar um pouco mais séria, ainda sim parecendo animada.
– É bom estar de volta, Senhor.. — Ele fez sinal para que ela fosse apresentada aos outros.
– Quero que conheçam Agente 13, velha amiga e ótima agente da S.H.I.E.L.D que estava na Jugoslávia até ontem a noite. Ela ajudara Stark e Banner com o soro. — Ela apertou a mão de todos, parando mais tempo em Steve, não acreditando que estava cara a cara com o famoso Capitão América das histórias de sua avó.
– Prazer em finalmente conhece – lo Senhor. Escuto sobre você a mais tempo do que pode imaginar. — Falou apertando firmemente sua mão.
– Acredito que sim. -
– Lembra- se da Comandante Carter, Senhor Rogers? —
Perguntou fazendo a mesma expressão que Peggy havia feito quando ele a viu pela primeira vez, falando sério com um soldado que a havia desrespeitado. Por um momento, Steve teve um flash de quando acordou, lembrando da mulher que falou com ela pouco antes de fugir com o choque de realidade. Sharon parecia ser a mesma mulher, mas era loira. Acabou ficando na dúvida, demorando um pouco mais do que o normal para responder.
– Claro. Foi uma grande amiga. Servimos o exército juntos. — Ele falou as palavras com cuidados por conta dos presentes, especialmente por sentir o olhar raivoso de Stella atrás dele.
– Eu sei. Comandante Carter é minha tia, Senhor Rogers. — Falou deixando a mente de Steve ao mesmo tempo clara e confusa. Ele sentiu seu coração palpitar ao perceber que estava perto de seu passado. Literalmente de fronte ao seu passado. Mesmo que em uma versão mais nova.