Strange In The World Behind My Wall

45 Capítulo 42. E ótima para outros :9


Notas iniciais
Liebes da minha vidinha, apenas dois avisos [ou três õO]:
1- Nunca mais deixem eu beber coca zero, vez eu viajar demais na hora de escrever este capítulo ÕÕ
2- Está meio indecente este capítulo
3- Cada hora é um que fala, apenas a penúltima parte é narrada pelo Bill, as outras vocês escolhem entre a Kerli, a Midori e a Megan [Fox]
Aaaah! A partir de agora vou postar uma vez por semana, sempre nos finds ^^

*Flashbacks da noite anterior on

Ontem fora definitivamente a noite mais maluca da minha vida, mas para ser sincera, todas são as mais malucas de minha vida. Eu fiquei puta da vida quando Bill nos mandou parar de dançar... Para que fazer isso? Estava tão bom lá em cima! As luzes, o álcool fazendo efeito. Tudo estava girando, eu estava hipnotizada pelas luzes da boate, a música, as pessoas, a dança... E ele vem e manda a gente descer #Billestragaprazer -.-

Com sorte – e um pouco de sacanagem – nós conseguimos convencer ele a ficar um pouco mais... Mas não era isso no que eu estava pensando, e sim no que aconteceria depois... Eu podia ter conhecido aquelas garotas há poucas horas, mas parecia que eu as conhecia fazia séculos, e de uma coisa eu estava certa, a sacanagem não iria acabar por ali...

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Finalmente eu e a M. conseguimos o que queríamos. Bill decidiu nos levar para um lugar mais... Calmo... Calmo como uma suíte de hotel... Eu saí da boate abraçada a ele. Não que eu estivesse bêbada a ponto de não agüentar andar sozinha, mas sim porque eu achei que essa seria uma ótima desculpa para ficar agarrada a ele.

Saímos da boate e, como era de se esperar, a rua estava lotada de paparazzi. Bill deu uma de pegador e passou a mão por minha bunda, eu beijei seu pescoço. Fizemos o percurso da entrada da boate para seu Audi em menos de 15 segundos, tempo que eu julgava ser impossível. Ele rapidamente entrou no carro, M. sentou no banco ao lado de Bill enquanto eu me sentava no banco de trás com a garota desconhecida.

- Aii Bill, está quente aqui hein? – ela disse para Bill.

- Concordo com você amor... Está mesmo muito quente! – M. disse se abanando de uma forma provocativa. Bill olhou para o lado e parecia que ele gostara do que viu.

- Posso abrir a janela? – ela perguntou.

- Claro! Por que não? – Bill respondera se concentrando na estrada.

- Você está tão quieto Bi... O gato comeu sua língua? – eu perguntei sussurrando em seu ouvido.

- Ou foi a gata? – ela perguntou me fazendo rir – Sabe o que eu acho? Você está precisando se animar um pouco! – ela completou e me olhou de uma forma significativa. Eu entendi o recado e comecei a beijá-lo na nuca.

Ele continuara calado, mas eu sabia que ele estava gostando, ele estava ofegante e parecia precisar de muita concentração para conseguir dirigir. Quando eu estava me cansando de tentar ficar com ele ela tomou uma decisão ousada.

Sua mão estava indo de encontro à suas calças, ela abrira o zíper dele e começara a estimulá-lo. Ele estava ficando realmente doido, pois, pouco tempo depois, o carro começou a fazer umas curvas muito fortes e perigosas.

- Para com isso. – ele começou a reclamar.

- Mas está tão delicioso... Vai me dizer que não? – ela perguntou manhosa.

- Porra! Eu estou tentando... Aaah! – ele gemeu e depois recobrou a “lucidez” — Dirigir cacete! – ele disse enquanto a gente quase batia em outro carro.

- Obedece ele cara! – Ela gritara em pânico quando nós quase batemos em um caminhão pela segunda vez em dez minutos. Foi aí que ela parou, e conseguimos chegar ao hotel com segurança.

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Nós subimos as escadas com uma relativa pressa. Ríamos como verdadeiras loucas e, a cada degrau que nós subíamos, era uma queda que nós sofríamos. Finalmente, depois de certo tempo e esforço, conseguimos chegar ao 20º andar. Quando chegamos lá encontramos Bill na porta da suíte.

- Como você chegou aqui tão rápido? – elas perguntaram ao mesmo tempo.

- Pelo elevador, bobinhas. – ele disse como se fosse O ser superior.

Olhamos umas para as outras e começamos a rir novamente. Estávamos tão cansadas que nem reparamos quando Bill abriu a porta da suíte e nos mandou entrar. Quando finalmente ele pigarreou e indicou a porta, nós entramos e fomos logo tirando os saltos e os vestidos. Bill apenas nos observava com certa... “alegria”.

- Meninas... É impressão minha ou ele está vestido demais? – eu perguntei.

- Acho que ele está vestido demais pro meu gosto. – ela disse dando um sorriso sedutor. E foi em sua direção.

Mas ela havia chegado atrasada demais. A outra já estava fazendo o favor de deixá-lo seminu, e eles estavam no maior amasso. Senti ciúmes, mas não entendia o porquê. Eu nunca fora ciumenta.

Olhei para ela e comecei a beijá-la. Era uma mistura tão grande de sentimentos, isto porque eu estava beijando uma garota. Eu nunca for preconceituosa, para ser sincera eu sempre fui muito simpatizante dos homossexuais e dos bi, mas eu nunca fui uma... E agora eu simplesmente beijava uma garota apenas por curtição.

Era simplesmente tudo o que eu não deveria fazer. Eu sabia que nunca faria isso sem ter bebido, ou pelo menos eu nunca teria pensado em fazer isso na frente de alguém como fizera na festa, mas eu fiz. E gostei. Eu não estava apaixonada por ela, mas eu a queria, eu a desejava. E agora eu simplesmente tinha o que eu queria. E eu não deixaria essa chance passar.

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Eu o joguei na cama e comecei a beijá-lo. Sentia suas mãos escorregando por minha nuca e direção à minha cintura, logo depois para minha bunda. Senti meu sutiã sendo aberto e suas mãos apalpando meus seios. Não contive o gemido.

M. apareceu ao meu lado e começou a me puxar de cima dele. Ela já tinha colocado uma música para dançarmos e então eu me juntei a elas. Fazíamos nosso pequeno “show particular” enquanto nos tocávamos, tiramos nossas roupas e beijamos. Ele só assistia a tudo.

Ele já estava ereto, eu sentia uma vontade louca de tê-lo em mim. Parti para o ataque. Eu já estava razoavelmente lubrificada e por isso me sentei em cima dele. Ele entrou em mim com certa dificuldade, porém ele foi delicado. Depois de ter entrado ele esperou um pouco até eu me acostumar com ele em mim e me puxou para um beijo.

Quando percebi eu já deslizava nele com facilidade, e nós gemíamos. Elas ora o beijavam, ora me beijavam, ora se beijavam. Elas também não se continham em se tocar, ou nos tocar... Eu sentia o clímax cada vez mais perto, ele também latejava bastante dentro de mim. Saí de cima dele enquanto ainda estava louca de desejo e puxei a que estava mais perto de mim para um beijo, enquanto a outra era possuída por ele.

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Eu não sabia até quando eu iria resistir. Ambos eram deliciosos, e eu não conseguia escolher só um. Uma tinha doces, macios e tenros lábios, deliciosos de se beijar e tocar, o outro tinha olhos que liam minha alma. Uma tinha fartos seios, deliciosos de se brincar. O outro tinha um duro membro, delicioso de se encaixar.

Eu, no fundo de meu ser, sabia que, se tivesse que escolher entre um e outro, eu o escolheria, mas era tão bom ter ambos para mim! Pelo menos por um curto período de tempo. Nunca mais eu os veria, disso eu estava certa. Talvez em uma futura premiação, algo no tipo, mas nunca em um quarto de hotel.

Era por isso que eu não estava pensando em escolher um. Apenas curtir. E que curtição! Ela fazia o melhor oral que eu já experimentara na vida, isso entre homens e mulheres. Ele tinha a melhor pressão de todas. E aquela... Ela era simplesmente perfeita.

E era por isso também que eu a larguei. Eu não queria me apegar a algo que nunca seria meu. E voltei para ele. Ele era o mais selvagem de todos, pelo menos era o que eu achava, já que ele estava daquele jeito e era o mais sóbrio de todos nós.

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Eu a agarrei e a encaixei em mim. Ela já escorregava com facilidade sobre mim, me levando à loucura extrema. Beijávamos-nos ao mesmo tempo em que gemíamos. Não sabia como isso era possível, mas com ela nada era impossível.

Ela rebolava de um lado para o outro enquanto eu dava estocadas cada vez mais fortes. Os gemidos eram intensos. Eu não sabia se agüentaria por muito mais tempo e não sabia se ela agüentaria mais tempo ainda. Seus seios balançavam na medida em que eu a estocava. Então eu saí dela. Não que ela não fosse gostosa ou sensual, e sim porque eu queria acabar a noite com “A” outra. Aquela conhecida, ainda desconhecida por mim.

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Eu já estava exausta. Ela também. Eu já havia chegado ao clímax diversas vezes, várias dela foram com ela até. Ela ainda não. Eu estava me esforçando para fazê-la chegar lá. Foi quando eu estava acariciando-a que ele chegou e delicadamente me afastou de lado e começou a beijar o seu pescoço.

Foi nessa hora compreendi o porquê dela ainda não ter chagado lá. Ela aproveitara ao Maximo o seu tempo comigo e com ela, mas não aproveitara nada com ele. E era ele que ela amava. Eu, e ela, poderíamos ficar a noite inteira tentando satisfazê-la, mas apenas ele a faria feliz. Era a ele que ela amava na verdade.

Notas finais
Reviews??
Küsses meine shörnes :*