Story of my Life

45 45- Winter inside (parte 2)


Notas iniciais
Olá como vocês estão? Boa leitura e desconsiderem os erros =D Caso vocês queiram falar comigo é só me chamar no twitter @camz_cabello23 Eu queria agradecer a Tay por me ajudar revisando esse capitulo, sem ela esse capitulo não seria postado hoje, pois eu estava totalmente sem tempo para revisa-lo. Escutem esse capitulo ouvindo Coldplay - Fix You

POV Quiin

Continuei sentada naquele chão, ignorando Frannie e Santana em algumas tentativas de falar comigo... Aquelas portas abriam e se fechavam novamente e nenhuma noticia de Rachel chegava. Abracei meus joelhos tentando achar algum conforto aonde não havia nenhum...

A única coisa que resolveria era se ela estivesse ali, mas nesse momento ela pode até estar morta... Eu preciso parar de pensar nisso ou vou enlouquecer. Hiram estava sentado com Claire e Hanna, Shelby tentava consolar Cris que estava com o olhar perdido enquanto Santana, Britt e minha irmã estavam sentadas numa cadeira quase de frente a mim, cada minuto alguma delas direcionavam o olhar para mim.

— Quinnie olha para mim – chamou Frannie ajoelhando-se à minha frente e pegando meu rosto com suas mãos – Quinnie preciso que olhe para mim por favor – pediu docemente para mim e levantei meu olhar tentando focar nela.

— Ela vai ficar bem. Não vai...? Ela vai acordar, né...

— Vai sim Quinnie! Ela vai acordar e tudo vai ficar bem, mas você precisa acreditar nisso, meu amor – falou minha irmã docemente para mim enquanto fazia um leve carinho em meu rosto – Eu preciso que você faça algo por mim agora tudo bem? – perguntou calmamente para mim como se estivesse falando com uma criança – Eu preciso que você venha até o banheiro comigo para se limpar e olharmos suas mãos.

— Não vou... Não...

— Hey! Loira fantasma! – chamou Cris, ajoelhando-se ao lado da minha irmã atraindo minha atenção – Por que você não escuta sua irmã só um pouquinho? – pediu para mim e notei seu olhar vermelho – Minha princesa vai querer nos matar quando souber que deixamos você assim – disse dando um sorrisinho para mim – Você conhece aquela baixinha melhor do que ninguém então facilita nossas vidas – pediu tentando aliviar o clima que com toda certeza estava pesado.

— Quando soubemos da situação eu passei em casa e peguei uma roupa para você – falou minha irmã – Eu não sabia se iria precisar, mas eu trouxe e está no carro – disse para mim – Posso ir pegar, meu anjo? – perguntou para mim e assenti e ela olhou para Cris.

— Pode ir eu vou ficar com ela – garantiu Cris para minha irmã que deixou um beijo em minha testa antes de se levantar e Cris sentou-se ao meu lado.

— Vai dar tudo certo Loira...

— É minha culpa isso... – falei começando a chorar fortemente novamente – Eu devia ter me mexido, deveria ter empurrando-a para o lado... É minha culpa... Eu sabia que algo ruim ia acontecer, mas mesmo assim eu não fiz nada – disse entre o choro que se intensificava ainda mais – Se eu tivesse me mexido isso não estaria acontecendo – falei olhando para Cris ao meu lado – É minha culpa ela estar assim...

— Para com isso Quinn. Você não teve culpa nenhuma do que aconteceu, se vamos culpar alguém e matar essa pessoa será aquele moleque do Finn – disse com raiva virando-se para mim e segurando minhas mãos, mas ao notar os machucados levou sua mão até meu rosto – Você não tem culpa disso! Vem comigo! Eu vou levar você até o banheiro para lavar as mãos – disse levantando-se e me ajudando – Avise a Frannie que a levei até o banheiro – disse para alguém ali do lado enquanto observava meu corpo firmando no chão.

Sun pegou meus braços e começou a caminhar comigo em direção ao banheiro mais próximo e abriu as portas para que eu pudesse entrar, deixando-me parada no meio do banheiro enquanto ia pegar uma boa quantidade de papel para me limpar. Antes de ela chegar até mim virei para o espelho tomando consciência do meu estado.

Meu rosto e meus lábios estavam sujos de sangue, proveniente da respiração boca a boca que eu havia executado, minha roupa estava completamente destruída e vermelha, meu rosto estava mais pálido que o normal e meus olhos estavam inchados por conta de todo o choro... Senti Sun passando aqueles papéis em meus rosto, braços, pescoço e em minhas mãos, limpando tudo com o máximo de cuidado e delicadeza que existia. Enquanto ela molhava os papéis e persistia em executar a minha higiene, sentia minhas lagrimas descendo silenciosamente enquanto observava o sangue de Rachel descendo pela pia.

— Loira vai dar tudo certo – disse Sun limpando minhas lágrimas.

— Eu quero voltar lá, eu preciso estar lá – falei virando-me e vendo a porta do banheiro se abrindo revelando minha irmã.

— Eu deixo você voltar lá com tanto que troque de roupa e deixe alguém ver suas mãos – disse para mim e olhei para minhas mãos notando os cortes nelas – Se troque que nós vamos ver isso, Quinn – avisou para mim sem me deixar qualquer opção enquanto estendia minhas roupas – Você quer ajuda, meu amor? – perguntou para mim e apenas neguei com a cabeça antes de entrar em um dos banheiros tirando minhas roupas e trocando-as no automático.

— O que está fazendo? – perguntou Cris quando me viu saindo do banheiro e indo até o lixo, descartando minhas roupas ali.

— Eu não quero mais essas roupas – respondi sentindo lágrimas descendo novamente.

— Vem, vamos levar você até uma enfermeira – falou Cris caminhando até meu lado enquanto Frannie abria a porta do banheiro e fomos até uma salinha no final do corredor.

— Em que posso ajudar? – perguntou uma senhora olhando para nós.

— Minha irmã está com as mãos machucadas – respondeu Frannie – A senhora pode ver se está tudo certo? – perguntou e a senhora, que abriu um pequeno sorriso, logo depois, abrindo a porta para que pudéssemos entrar e me encaminhou até uma maca ali – Sente-se querida – disse pegando minha mãos – Você é a menina que veio com Rachel Berry? – perguntou para mim.

— Sim – respondi sentindo meu coração se apertando.

— Você salvou a vida daquela moça – disse atraindo minha atenção e das minhas acompanhantes – Todo o hospital estava comentando sobre esse acidente e em como uma jovem moça salvou a vida daquela menina quando prestou os primeiros socorros na hora do acidente.

— Eu... Eu...

— Ela está viva por sua causa – disse ajudando-me enquanto trabalha na minha mão – Pelo que os paramédicos falaram se você não tivesse feito o que fez , de nada adiantaria a chegada deles ali, pois ela estaria morta a muito tempo – disse e senti meu coração aumentar uma batida – Está pronto, querida – disse olhando para minhas mãos – Elas estavam cortadas e machucadas, mas passei um remédio nelas e essa faixa vai protege-la, mas precisará trocar esse curativo pelo menos uma vez ao dia – disse e apenas assenti.

— Vamos – falei para as meninas depois de agradecer a senhora e saí caminhando para a sala de espera novamente.

Quando cheguei lá percebi que nada havia mudado. Tudo estava do mesmo jeito. Apenas sentei-me no chão novamente e voltei meu olhar para a porta a minha frente esperando alguma mudança. Nada nesse mundo me faria sair dali naquele momento.

Quando as portas se abriram, revelando dois médicos com roupas de cirurgia, senti meu coração errar uma batida. Tentei olhar para os seus rostos numa tentativa de encontrar alguma expressão na qual minhas esperanças pudessem se agarrar, mas não via nada.

— Me chamo Dr. Derek Shepherd – disse o primeiro homem – Vocês são parentes de Rachel Berry? – perguntou fazendo todos se levantarem de onde estavam em único movimento.

— Como está minha filha? – perguntou Shelby por estar mais perto do médico do que todos.

— Sua filha teve três costelas quebradas, um braço quebrado, vários cortes pelo corpo, uma hemorragia interna no abdômen e um corte profundo na cabeça sem contar uma grande quantidade de sangue perdido – disse dando uma pausa para todos absorverem as informações – Nós tentamos resolver tudo numa única cirurgia, mas não foi possível devido as lesões sofridas pela paciente então teremos que operar novamente – disse e senti minhas forças indo embora do meu corpo – Nós estávamos conscientes sobre sua filha e seu trabalho então nosso cirurgião plástico suturou alguns cortes evitando deixar marcas exposta nela.

— O que isso quer dizer? – perguntou Cris respirando fundo, olhei para Hiram que tinha seu rosto banhado em lágrimas, já sabendo o que ele falaria provavelmente.

— Veja bem... – perguntou o nome de Cris que respondeu – Veja bem Cristina, Rachel sofreu um sério trauma na cabeça e uma forte hemorragia interna, essa felizmente controlamos, mas seu corpo está muito debilitado e não aguentaria outra cirurgia nesse momento, então precisamos esperar para ver se ela vai sobreviver nas próximas 24 horas para podermos abri-la novamente e finalizar a cirurgia... Minha maior preocupação nesse momento é o trauma sofrido na cabeça exatamente na sub-dural, a hemorragia nesse local foi grande demais para ser controlada e quase a perdemos três vezes durante a cirurgia.

— Você está me dizendo que ela está em coma? – perguntei atraindo todos os olhares menos o de Hiram.

— Era o único jeito para mantê-la viva – respondeu para mim – Precisamos monitorar essas próximas horas para ver como seu corpo irá reagir.

— Você vai simplesmente esperar? – perguntou Shelby com raiva.

— Eles não podem fazer nada nesse momento – respondeu Hiram antes do medico – Ela terá sequelas? – perguntou olhando para o médico a sua frente e senti minha agonia crescer, eu poderia facilmente explodir a qualquer momento.

— Prefiro não falar nada nesse momento, pois não sei como serão as próximas horas. Eu tenho uma noticia boa, Rachel não sofreu nenhuma lesão na coluna e isso afasta sequelas mais graves como a perda dos movimentos das pernas. Rachel passou algum tempo sem receber oxigênio no local do acidente, então durante a cirurgia podem ocorrer alguns problemas.

— Ela pode não acordar? – perguntei olhando para ele.

— Eu não posso responder isso com toda a certeza, mas isso é um risco. A região atingida pela hemorragia nos leva a crer que a paciente pode sofrer de perda das memorias, sem contar com a perda de algumas funções cognitivas – falou fazendo meu coração errar uma batida e sentir a fraqueza chegando até mim, rapidamente senti Frannie ao meu lado, sustentando meu peso – Minha preocupação nesse momento não são com as sequelas que ela poderia ter ou não, mas sim com o risco de morte que ela corre – disse e observei Hanna abraçando Claire fortemente enquanto a namorada chorava compulsivamente ao seu lado, Shelby foi até ela e Hiram abraçou Sun que chorava silenciosamente, San e Britt não estavam diferentes.

— Por favor, não deixe minha filha morrer, Derek – pediu Hiram para o homem que apenas assentiu.

— Vou fazer meu melhor – respondeu para o amigo.

— Nós podemos vê-la? – perguntou Shelby para o medico.

— Ela está na UTI e as visitas não são permitidas, mas como Hiram está aqui, vou permitir que ele entre junto com a mãe da paciente – disse para eles – Vocês querem me acompanhar? – perguntou para os dois que olharam para as meninas ao lado.

— Eu e a Britt vamos ficar com Claire e com Cris – disse Santana para os dois e logo eles saíram dali acompanhando os médicos e notei San indo até Claire enquanto Britt abraçava Cristiana que chova igual uma criança sentada no banco.

Olhei aquela cena sentindo o desespero me dominando, soltei-me de Frannie começando a me afastar.

— Onde você vai? – perguntou minha irmã para mim e notei que todos olhavam para mim.

— Eu preciso sair daqui, agora – respondi soltando meu braço de sua mão.

— Quinnie...

— Eu quero ficar sozinha – disse rispidamente para ela.

— Eu não posso...

— Eu vou até a capela – avisei para ela.

— Tudo bem, mas qualquer coisa você, me avise – falou aproximando-se de mim e deixando um beijo em meu rosto – Não saia daqui, ok?

— Eu não tenho mais um lugar Frannie – respondi virando-me para sair dali sem esperar uma resposta.

Caminhar pelo local seguindo as placas até ver um nome “capela” e segui as instruções até chegar a duas portas de madeira aonde eu abri e caminhei até o primeiro banco, sentindo as lágrimas descendo.

Quando sentei no banco fiz o sinal da cruz, respirei fundo algumas vezes para me acalmar antes de me ajoelhar no chão e juntar minhas mãos. Meus pensamentos estavam uma zona, tudo estava passando como um filme e eram tantas cenas juntas que organizar meus pensamentos estava complicado.

Esperar... Essa era a palavra chave... Eu precisava esperar e logo eu poderia começar... Não sei se foi horas ou minutos, mas quando meus pensamentos se acalmaram respirei fundo novamente pronta para começar.

— Deus eu sei que nem sempre fui uma boa filha, mas Rachel é... Não à leve para seu reino... Leve-me, mas a deixe aqui, por favor – pedi implorando enquanto sentia as lágrimas descendo e molhando minha roupa – Eu nem sempre fui boa e sei o quanto já errei, sei o quanto eu já o decepcionei, mas eu te imploro... Eu imploro que escute minha prece, escute minha oração pai... Não a leve embora... Rachel tem sua luz própria e tem o poder de mudar vidas com sua voz e com sua atuação não prive o mundo dessa estrela... Ela tem tanto para conquistar, tanto para fazer – falei chorando fortemente – Eu perdi o amor da minha vida a cinco anos atrás e somente você sabe o quanto eu já sofri, chorei e o quanto já pensei em inúmeras formas de me matar somente para não ter que sentir a dor de não tê-la em minha vida, mas eu sabia que ela estava bem, sabia que ela estava brilhando, então eu me contentei em ver sua felicidade de longe, pois ela estava feliz e ela estava nesse mundo... Mas agora ela pode ir embora e eu sei que não vou aguentar essa dor... Eu não posso existir num mundo onde ela não exista... Eu acabei de encontra-la novamente Deus – disse chorando e tentei engolir meu choro para continuar já que estava ficando cada vez mais difícil de falar por conta do choro – O senhor vê tudo e sabe de tudo, então sabe que eu preciso dela para viver, sabe que não sou nada sem ela em minha vida... Eu estou sendo muito egoísta, meu pai por pedir para que não a leve embora, eu sei, sei disso, mas não posso não pedir isso... Eu não estou falando somente por mim, mas também pela Beth, pelo Hiram e Shelby, pela Cris, pela Claire que acabou de ganhar uma família com ela, não pode privar essas pessoas dela... Ela é uma estrela... Ela tem a vida inteira para brilhar e levar luz para aqueles que estão na escuridão... Então não a leve embora... Por favor, não a leve para seu reino... Não a leve para perto de ti meu pai...

Falei engasgando com meu choro e apertei minhas mãos juntas tentando de alguma forma fazer aquela dor ir embora. Respirei fundo antes de continuar novamente.

— Se você precisa levar alguém embora hoje me leve Deus... Isso, me leve embora, mas deixe Rachel Berry viva... Ela tem tanto a oferecer e eu não tenho nada... Rachel sempre foi uma pessoa melhor do que eu, sempre foi mais nobre, mais caridosa, gentil, amável, sociável... Ela merece estar aqui, merece viver... Me leve, por favor... Leva-me embora, mas a deixei aqui... Leva-me embora, mas a deixei aqui... Leva-me embora, mas a deixei aqui... Leva-me embora, mas a deixei aqui... Me leva embora, mas a deixei aqui... – repeti incansáveis vezes implorando para ele atender meu pedido e não a levar embora até que senti alguém sentando-se ao meu lado.

— Desculpa Quinn, eu não queria interromper você – disse Claire sentando-se no banco ao meu lado e levantei sentando-me junto com ela – Eu precisava sair de lá antes que eu surtasse e como precisavam de alguém para vir atrás de você eu estou aqui – falou dando um pequeno sorriso para mim e limpei meu rosto antes de puxa-la para meus braços e senti-la chorando novamente.

— Vai dar tudo certo Claire – disse para ela deixando-a chorar e me segurando para ser forte por ela.

— Eu não posso perder outra pessoa – disse para mim – Eu perdi minha mãe e agora que Deus me mandou outra mãe eu não posso perde-la – disse e sorri fracamente olhando para frente... Se Rachel ouvisse isso iria fazer uma festa.

— Quando ela ficar bem diga isso para ela – disse para Claire que assentiu – Você não vai estar só Claire... Independente do que aconteça você não vai ficar sozinha... Rachel lhe deu uma família e todos vamos estar ao seu lado – garanti para ela deixando um beijo em seus cabelos sentindo ela apertar os braços ao meu redor e senti um conforto por esse ato – Você ouviu o que eu disse não ouviu? – perguntei e ela assentiu.

— Desculpa...

— Está tudo bem Claire – garanti para ela – O que queria me falar?

— Hiram está chamando você para ir vê-la.

— Eu posso ir vê-la?

— Pode sim – disse separando-se de mim e levantando-se – Vamos? – perguntou estendo a mão para mim e peguei levantando-me rapidamente.

Antes de sairmos da capela me benzi, fiz o sinal da cruz e peguei novamente a mão de Claire puxando-a para mim enquanto a abraçava e começamos a caminhar.

— Quinn? – chamou-me quando estávamos quase chegando e fiz um barulho nasal para ela – Eu também vou estar aqui para você – disse para mim e apenas beijei sua cabeça antes de chegar até lá.

Hiram fez um movimento para o enfermeiro se aproximar e me guiar até a ala onde Rachel estava. Andamos um pouco até pararmos na UTI e ele apontou onde Rachel estava, mas avisou que eu não poderia entrar no quarto.

Quando meus olhos focaram em minha namorada senti meu coração se apertar... Rachel estava ligada a várias máquinas, havia um tubo em sua garganta e vários curativos tampando seus cortes. Vê-la tão indefesa numa cama apenas reforçou minha prece... Que Deus me leve e a deixe viva... Ela precisa viver.

Lembrei de seu sorriso, ontem, quando nós nos despedimos, no sabor de seus lábios e o modo como ela mordia minha boca antes de esconder seu rosto em meu pescoço, seu cheiro, seu olhar... Quando eu caminhava em direção ao meu carro ontem ela pulou em minhas costas depois de eu ter dado vários passos abraçando-me como se fosse um filhotinho de coala e sussurrou ‘eu te amo meu amor sempre’ e da mesma maneira que ela pulou em mim ela saiu correndo de volta para casa deixando-me com um sorriso besta no rosto. Levei minha mão até o vidro que nos separava como se com esse gesto eu pudesse alcança-la.

— Eu também amo você meu amor SEMPRE – sussurrei mesmo sabendo que ela não ouviria.

Notas finais
ENTÃO O QUE ACHARAM? Comente e favoritem... Preciso falar algo... Os proximos capitulos todos seram tiros... Se preparem e por favor NÃO ME MATEM!!! Lembre-se que autora morta não pode escrever :) Previa: "- Dr. Derek Shepherd comparecer ao centro cirúrgico com urgência. Repito Dr. Derek Shepherd comparecer ao centro cirúrgico com urgência. Código azul. Código azul. Sala 3 Anunciou a voz ecoando pelos corredores fazendo-me ter a certeza de que era Rachel e senti meu corpo inteiro congelando."