Storms of War - The Dance of Fury
6 Rianna Leya I
Notas iniciais
Ilhas de Ferro,
Rianna I
A cerimônia foi bastante rápida. Os corpos de sua família foram colocados a bordo de um navio, em alto mar, coberto de fogo — vivo. Então contra o vento uma flecha com ponta em chamas foi atirada em direção a esse tal navio. A ponta da flecha em chamas atingiu o seu alvo, o fogo — vivo, e aquele barco explodiu juntamente com os corpos de seus pais e de seu irmão. Uma morte digna de canções... Pensou Rianna Leya, filha de seus falecidos pais: Paine Leya e Joanis Leya. Queria chorar e ser confortada pela sua amada mãe, mas ela estava morta e Rianna deveria ser forte. Pelo menos ali, em frente a todos os homens de ferro, pois, para liderá-los precisava-se sangue frio e determinação nos olhos. Se fosse fraca e insegura certamente teria que se curva perante eles ou ser morta.
Usava sutiã de couro preto colado igual o mini-short igualmente preto. Seja igual eles se quiser conquistar eles. Boa parte dos homens de ferro que assistiram a cerimonia estava se retirando da costa para ir para suas casas ou seus navios.
–Sua família esta com o Deus Afogado agora. — disse-lhe Osmund Caurin, o seu cavaleiro. — Talvez seja hora de ir, Rianna. Agora você herdará as Ilhas de Ferro.
–Não tenho tempo para ir para meus aposentos. Tenho coisas a tratar sor Osmund. — disse ela, agora já a ultima de sua linhagem.
–Minha senhora... — disse ele receosamente — não estaria pensando em...
–... Vingança? – indagou-o com fervor no coração e sorriso nos lábios. -Não estou pensando e nem tentarei sor. Eu FAREI! Minha família era tudo que eu tinha na minha vida. — falou ela com muito ódio. -Minha mãe... Meu pai... Meu irmão... Eles foram tudo que amei nessa vida... — Só de pensar em seu irmãzinho, Milan Leya, temia chorar.
–Eu imploro Rianna, muitos do qual entraram nesse rumo logo falharam. Uma vez dentro de um ciclo de vingança é matar ou morrer.
–Então matarei ou morrerei tentando.
–Oque pretende?
–A cabeça de todos nos da família Leya vale ouro em Westeros, tudo por causa do dito-rei, Symon Hundred. Para mim é mais que obvio que não foi um de seus homens que o matou e sim alguém de que não é daqui. Das Ilhas de Ferro.
–Não pode ter tanta certeza...
–Sim, eu posso! Meus pais eram pessoas extremamente admiradas e temidas pelos homens de ferro. É como meu pai, Paine Leya, sempre falava. "Só a um jeito de nunca ser traído. É fazendo os seus homens temer mais você do que o próprio inimigo.". Alguém se infiltrou nos homens de ferro e matou minha família, isso é certo.
–Rianna... Está se envolvendo em uma guerra perigosa. Diga-me: Oque faria se tivesse razão?
–A questão não é "se tivesse". Eu tenho razão.
–Rianna...
–Irei declarar guerra contra a família do rei: Os Hundreds e todos os seus aliados. — Decretou ela com toda a sua ousadia e tais palavras fizeram os pelos de Osmund se arrepiarem.
–Por favor... Não faça... Não faça isso. — pediu ele gaguejando.
–Deixe-me Osmund. Eu sei oque faço. Não sou uma garota indefesa que um dia defendeu. Sou uma mulher, uma pirata renascida no mar. Não fará bem eu ter um cavaleiro ao meu lado. — pegou na ponta de sua adaga que estava amarrada em seu short. — Eu sei me virar sozinha.
Ele se foi com cabeça abaixada e olhos melancólicos. Ele não é um verdadeiro homem de ferro. Pensou Rianna os homens de ferro nunca abaixam a cabeça. Ela caminhou pelos campos até chegar ao porto das Ilhas de Ferro. Foi lá onde encontrou oque pretendia, capitão Tales Pyke. Ele estava observando os seus homens carregar caixa de frutas para o seu navio, o Terror, e nem percebeu a presença de Rianna, até que esta se aproximou dele e disse:
–Capitão Tales!
–Oque é? — perguntou ele com desdém.
–Aonde o senhor pensa em ir com o seu navio?
–Não é da sua conta garota.
–Não ouse falar assim comigo! — gritou ela — Meu pai esta morto! Isso faz de mim a sua líder!
–Eu servia ao seu pai. Agora ele estar morto e jamais eu me curvarei diante de uma garota. — suas palavras eram frias e duras assim como seus olhos penetrantes. Tales era o maior de todos os piratas uma vez que Paine Leya estivesse morto. Era dono de um grande exercito e muitos navios. Definitivamente ele era decisivo na sua vingança.
–Não desejo que dobre seus joelhos a mim. Tudo que quero é sua ajuda na minha vingança em nome do meu honrado pai. — disse ela firmemente e ele finalmente pareceu interessado.
–Sabe quem matou eles garota?
–Quem matou... Não! Mais sei quem mandou. Os Hundreds. Foi Symon Hundred, o dito-rei, que ofereceu bastante ouro, terras e honrarias a qualquer homem que extermine os Leyas.
–Eu sei! Eu me lembro! Tudo porque metemos algumas espadas no cu dos Torents, os ex-habitantes das Ilhas de Ferro. Mas... Poderia ter sido um homem de ferro que matou sua família. Poderia ter sido qualquer um... Até mesmo eu.
–Não foi! — respondeu ela decididamente. — Se houvesse matado meus pais, não estaria fugindo quando ainda resta eu para matar. Se matou meus pais, porque não mataria eu? Uma garota. O verdadeiro assassino está entre nos esperando o meu vacilo para exterminar de uma vez por todas, a linhagem dos Leyas.
–Garota... — pronunciou seus lábios com um breve sorriso. — É vingança que quer? — suas mãos triscaram em sua espada e instantaneamente Rianna triscou em sua adaga. — Então terá. — com aquelas palavras Rianna Leya também se permitiu um sorriso nos lábios. — E sabe de uma coisa? Você me lembra seu pai.
Notas finais
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