Notas iniciais
CAPA NOVA *---* GOSTARAM?
Então pessoas, sobre o capítulo anterior, muita gente concluiu que a Sarah está grávida. Quando as pessoas chegaram a essa conclusão da primeira vez que postei a fanfic, várias leitoras ficaram de mimimi como "ai, como assim ela ficou grávida em pleno apc zumbi?", "nossa, eles já tem um bebê, pra que outro?", "eles podiam ter usado camisinha, né?". PARA CO ISSO!( a faltam do m em "com" foi proposital porque eu sempre falo assim ) Cara, vocês sabem que eu tento ser o mais realista possível, e acho que é algo totalmente plausível quando se tem relações sexuais desprotegidas frequentemente. Mas "aaain, por que eles não usaram camisinha?". Por favor né gente! Vocês acham que o Daryl é o tipo de cara que iria à farmácia pegar preservativos ou mesmo pediria para alguém fazê-lo? Para todas vocês que shippam CarolxDaryl ( eu não )na série, se eles chegarem a transar, você imagina o Daryl dando uma paradinha para pegar a camisinha?! Pelo amor de Deus. Daryl é um cara impulsivo, Sarah uma garota inocente. Pra quem está achando ruim, vocês já pensaram como seria se as pessoas desistissem de engravidar por que é arriscado? A raça humana seria extinta '-' As pessoas todas morreriam sem deixar descendentes. Posso estar sendo exagerada, mas é assim que eu penso. Garotas engravidam por sexo desprevenido o tempo todo, por que é apocalipse zumbi as coisas mudam? É proibido engravidar? Não quero que minha fanfic seja forçada como já vi muitas, onde o casal transa de meia em meia hora sem proteção alguma e por intervenção divina a mulher nunca fica grávida.
Aliás, a fanfic é minha e se eu quiser que ela tenha quadrigêmeos ela vai ter. Se você não está contente, saiba que em nenhum momento te obriguei a ler minha história. Não quero de forma alguma ser grossa, mas é algo que realmente está me incomodando.
Sinto muito pelo desabafo e pras pessoas que não mereciam ler isso, mas vocês sabem como sou sincera. Na fila onde distribuíam paciência lá no céu, eu provavelmente fui derrubada e pisoteada e quando chegou a minha vez eu fiquei sem. '-' JSOIAS
Enfim, fiquei muito feliz com todos os comentários que magicamente aumentaram *-*

— POV SARAH —

Mais um longo mês havia se passado. Incrivelmente tudo estava calmo. Calmo até demais, para ser sincera.

Eu estava começando a temer que tudo desabasse como costumava acontecer quando uma maré de felicidade chegava ao grupo.

Nesse meio tempo Rick tornou-se completamente insano. No primeiro mês ele parecia apenas triste e abatido, porém agora ela parecia ouvir coisas, e até mesmo falava sozinho.

Já não sabíamos mais como ajudá-lo, ninguém conseguia chegar perto o suficiente para conversar, e quando raramente alguém o fazia era rapidamente afastado.

Podia dizer Carl até estava lidando bem a com a dor. Como Rick estava visivelmente sem condições para ajuda-lo, Carol e Sophia sempre estavam ao lado dele, fazendo de tudo para que ele voltasse a sorrir novamente.

Hoje eu iria buscar suprimentos com Glenn e Maggie. Como iríamos a um lugar maior, eles precisariam de ajuda. Daryl não estava nem um pouco de acordo com isso, contudo, como Rick resolveu sair de seu estado de letargia e queria dar um jeito no muro dos fundos da prisão, Daryl era um dos poucos capazes, então ele teve que ajudar.

— Se cuida, está bem? — disse-me pela décima vez enquanto me abraçava.

— Sempre — respondi sorrindo, revirando os olhos.

— Isso é mesmo necessário, Sarah? — questionou firme em sua ideia de me fazer desistir.

— Claro que é, eles vão precisar de ajuda. Além do mais, nunca me aconteceu nada nessas saídas — dei de ombros enquanto mexia em seu cabelo.

— Você tem razão, mas eu sempre estava lá para o caso de acontecer alguma coisa — testou, em sua última tentativa de me convencer a ficar.

— Daryl, não seja teimoso, eu vou. É melhor você se conformar. Prometo que te recompenso depois — deslizei minha mão sugestivamente por seu peito, o que fez com que ele soltasse um pequeno suspiro.

— Vou cobrar com juros — encarou meus olhos, me puxando pela cintura.

— Sarah, — pigarreou Maggie. — nós já estamos indo — concluiu enquanto sorria.

— Se comporta, está bem? — comentei enquanto beijava levemente os lábios de Daryl.

Ele apenas bufou e revirou os olhos, então levei isso como um sim.

Apressei o passo para chegar até o carro onde Maggie e Glenn estavam.

Já no shopping, nos separamos.

Glenn foi até um pequeno supermercado que havia ali; Maggie seguiu para a praça de alimentação, e eu fui para a farmácia, buscar fraldas e produtos de higiene para a Judith.

Não havia muitos walkers vagando dentro shopping, considerando que era um lugar extremamente grande.

Encontramo-nos no saguão principal e saímos sorrindo, conversando amenidades. Senti falta de Daryl naquele momento. Ver Glenn e Maggie tão próximos fazia com que eu me sentisse um pouco sozinha.

— Hey, larguem as armas e levantem as mãos! — disse um homem com uma voz extremamente irritante.

Obviamente fizemos justo o contrário: Viramos em sua direção e apontamos nossas armas para ele.

Ele era muito grande, não gordo, na verdade ele era muito forte. Seus cabelos eram curtos e ele não tinha uma mão, o que era algo realmente assustador, pois ele tinha uma faca presa naquele lugar.

— Olha só se não é o meu velho amigo Glenn! Que tal abaixar a arma e vir aqui dar um abraço no Merle? — continuou em tom de deboche. Ele abaixou a arma lentamente, todavia, continuamos na mesma posição.

De alguma forma eles se conheciam, porém por algum motivo Glenn não estava feliz em vê-lo novamente. Merle? Eu conhecia esse nome de algum lugar...

— Você é o irmão do Daryl? — questionei após alguns minutos de silêncio, dando um passo a frente. Seria mesmo possível? Ele não estava morto?

— Sarah... — Glenn sibilou nervoso. Acho que fiz besteira...

— Olha só! A boneca conhece meu irmãozinho! Ele está com vocês? — indagou entanto se aproximava. — Qual é gente?! Só quero saber se ele está vivo.

— Ele está — Glenn respondeu áspero. Nunca o vi agindo daquela forma.

— Então me levem até ele! — Merle pediu.

— Não o levaremos conosco. Você fica aqui e nós o trazemos até você. — concluiu Glenn, guardando sua arma. Eu e Maggie repetimos seu gesto.

— Você me conhece Glenn, eu só quero que me levem até meu irmãozinho... — insistiu caminhando a nosso encontro, entretanto, Glenn não se mexeu um centímetro sequer.

— Não o levaremos até lá, eu já disse. Diremos pra ele vir até você — Glenn continuou firme.

De repente Merle derrubou Glenn com um forte soco no rosto. Prontamente peguei minha arma em meu cinto e mirei nele, contudo, ele segurou Maggie, colocando aquela espécie de faca no pescoço dela.

— Solta ela! — pediu Glenn entredentes.

— Entra no carro japonês! — Merle ordenou, ainda sem tirar a faca do pescoço de Maggie. — Eu disse pra entrar no carro! — gritou. — E abaixa essa arma boneca, antes que sua amiguinha se machuque! — rosnou para mim e apenas fiz o que ele mandou, sem mais escolhas.

Ele praticamente jogou Maggie dentro do carro, e fez sinal para que eu entrasse também.

Assim que passei pela porta, senti uma forte pancada na nuca e minha visão escureceu de vez.

Acordei sentindo-me completamente desorientada. Um enjoo horrível tomava conta de mim toda vez que mexia minha cabeça.

Tentei abrir os olhos, contudo, as coisas apenas pioraram. Mantive os olhos fechados até que o mal estar foi passando aos poucos.

Quando abri os olhos novamente, reparei que estava presa numa cadeira. Alguém com certeza não queria que eu saísse dali, considerando que meus pés, mãos e minha cintura estavam amarrados por firmes cordas presas a cadeira.

Virei meu rosto para o lado rápido demais e uma súbita tontura tomou conta de mim. Que diabos estava acontecendo comigo?!

Aquela pancada na cabeça havia mesmo mexido com meus sentidos. Lágrimas escaparam de meus olhos. Eu tinha esse problema: Todas as vezes que eu passava mal eu acabava chorando.

Dei uma olhada rápida no local, tomando cuidado para não virar meu rosto muito rápido como da última vez.

Eu estava em uma sala escura. Pela pouca iluminação que entrava por debaixo da porta e por algumas pequenas frestas na parede, consegui observar que era uma sala pequena, e não possuía janelas.

Havia uma mesa a minha frente e uma cadeira do outro lado. Parecia uma daquelas salas que usavam para interrogar as pessoas em filmes policiais.

Sou tirada de meus devaneios quando ouço um barulho na porta. Arrepiei-me completamente, com certeza não esperava que algo bom saísse dali.

A porta abriu-se e um homem bem vestido caminhou lentamente até mim. Ele parecia muito bem para uma pessoa em meio ao apocalipse zumbi.

— Posso? — pediu cortês, indicando a cadeira e usando uma voz falsamente educada.

Apenas virei meu rosto para o lado oposto a fim de não encará-lo, porém a tontura me atingiu novamente. Fechei meus olhos com força até que ela passasse.

— Você está bem? — questionou calmamente, fingindo preocupação. Aquele cara estava me dando nojo. “Estou ótima para alguém que está amarrada em uma cadeira”, pensei comigo mesma. — Olha moça, nós não queremos te machucar, apenas queremos saber onde está o resto de seu grupo. Vamos ir até eles e ajudá-los.

— É mentira! Se você fosse mesmo nos ajudar por que eu estaria amarrada? — inquiri irônica. Nunca diria para ele onde minha família estava. Família: Era isso que eles eram para mim.

— Nós não te conhecemos, é apenas uma precaução — sorri sarcasticamente. Uma garota de um metro e meio devia representar muito perigo mesmo... — Vamos. Diga onde eles estão e eu irei te soltar, ninguém precisa se machucar — ressaltou a última palavra de forma demasiada. Eu podia ver em seus olhos que sua paciência estava chegando ao fim, entretanto, ele esforçava-se para manter-se calmo.

— Não. Eu nunca vou contar onde eles estão — concluí firme.

— Então vamos tentar de outra forma — falou pausadamente, e cada sílaba parecia estar carregada de ódio. Levantou-se e parou ao meu lado.

Ele ergueu lentamente a manga de minha blusa comprida, em seguida puxou um pequeno e afiado canivete de seu cinto.

— Vou tentar de novo: Onde seus amigos estão? — ele cravou o canivete profundamente em meu braço e desceu de forma lenta, fazendo um corte profundo por sua extensão. O sangue escorreu imediatamente.

Travei meus dentes reprimindo um grito. Eu não daria esse gostinho a ele.

— Você é bem forte para uma pessoa desse tamanho — comentou com escárnio.

Dirigiu-se até o outro lado da cadeira e ergueu também a minha outra manga, dessa vez menos paciente.

Ele colocou o canivete sobre meu braço novamente, mas dessa vez sem fazer nenhum corte ou pressão.

— Onde estão escondidos seus malditos amigos? — gritou entredentes.

— Você nunca vai pega-los — murmurei enquanto tremia. A dor estava se tornando insuportável.

Ele cravou o canivete sem dó em meu braço, fazendo outro corte profundo. Um grito agudo escapou por meus lábios, contudo, em seguida trinquei meus dentes, deixando que apenas as lágrimas escorressem de meus olhos.

— Quero ver até onde você aguenta sua vadia! — bradou em fúria, perdendo o controle. Após proferir tais palavras, ele começou a fazer repetidos cortes atravessados sobre o último que havia feito. O sangue pingava no chão. — Onde estão seus amigos desgraçados?! — insistiu novamente.

— Faça o que quiser comigo. Eles não deixarão isso barato! — disse entre soluços e gemidos de dor.

— Sua maldita! — sibilou dando-me um forte tapa no rosto com a mão livre. Em seguida cortou as cordas que me prendiam a cadeira, arrastando-me pelos cabelos. — Vamos ver quem desiste primeiro — continuou a arrastar-me até outra sala.

As mangas de minha blusa branca caíram novamente sobre meus cortes, sendo manchadas de vermelho pelo sangue que ainda escorria por minhas mãos.

Ele abriu a porta e lançou-me lá dentro, fazendo com que eu esbarrasse fortemente em Maggie que estava ali parada, junto a Glenn.

Minhas pernas fraquejam, devido a tontura que me atingiu novamente, então Maggie segurou-me.

— Eu vou tentar pela última vez: Onde seus amigos estão? — inquiriu apontando a arma para a cabeça de Glenn, que estava completamente ferido.

— Maggie, não fala — Glenn pediu enquanto a encarava. Maggie apenas chorava descontroladamente.

— Fala agora ou eu estouro os miolos dele! — o homem bradou, destravando a arma.

— Na prisão! — Maggie disse em um fôlego só. — Eles estão na prisão... — repetiu esperando que ele abaixasse a arma.

— É assim que eu gosto das coisas — sorriu satisfeito saindo da sala e batendo a porta com força.

— Vocês estão bem? — perguntei enquanto Maggie corria para os braços de Glenn, e o abraçava fortemente.

— Aquele maldito do Merle me bateu! — reclamou Glenn nervoso. — Ele trancou um walker aqui comigo enquanto eu estava preso!

Olhei para trás e realmente havia um errante ali. Ele estava com a cabeça completamente esmagada e seu cérebro espalhado pelo chão.

Mantive a visão fixa naquela cena e então o cheiro de carne podre acertou em cheio meu nariz, fazendo com que o enjoo se tornasse insuportável e eu acabasse vomitando, caindo de joelhos no chão. Eu suava frio e minhas mãos tremiam.

Maggie correu até mim, ajudando-me a levantar.

— Você está bem? — questionou preocupada.

— Estou, deve ter sido a pancada forte que levei na cabeça. Fiquei meio desorientada... — apontei sinceramente. Parte disso devia-se também ao fato de que eu devia estar entrando em choque. Eram coisas demais para um dia só.

Maggie apoiou-me, levando-me até perto da porta. Ela segurou em meus braços para que eu pudesse me sentar próxima à parede sem cair.

— O que é isso? — disse ela, notando que suas mãos estavam sujas de sangue. Maggie abaixou-se e olhou diretamente para meus braços. — Meu Deus, Sarah! Aquele maldito fez isso com você? — inquiriu erguendo minhas mangas e analisando a profundidade de meus cortes. Eu apenas acenei positivamente com a cabeça. — Glenn, me empresta sua camisa — ele prontamente retirou sua camiseta e entregou a ela.

Glenn estava tão mal quanto eu, se não pior.

Maggie rasgou sua camisa em pedaços e amarrou-a em meus braços, como se fossem faixas.

Sem dizer uma palavra sequer, Glenn levantou e caminhou até o walker morto no chão. Ele arrancou um dos braços dele e depois tirou toda a carne, deixando apenas os ossos. Em seguida, quebrou-os ao meio.

Assistir aquela cena estava embrulhando ainda mais meu estômago. Levei minha mão à boca, e o cheiro de sangue não me ajudou. Felizmente, não havia mais nada para por pra fora.

Maggie passou a mão por minhas costas, confortando-me.

— Eles virão nos buscar, você vai ver — comentou, esforçando-se para sorrir.

De repente Glenn voltou até nós em silêncio, entregando um pedaço de osso para Maggie.

Agora as coisas começaram a fazer sentido: Os ossos quebrados e pontudos serviriam como armas.

Ouvi passos em direção a nossa sala.

— É agora — Glenn sussurrou. — Sarah, fique perto — apenas acenei positivamente.

Ficamos de pé ao lado da porta. Assim que um homem a abriu, Glenn enfiou osso na garganta dele e Maggie fez o mesmo com o outro que estava o acompanhando. Ela roubou sua metralhadora e corremos em direção à saída.

Mais deles estavam vindo em nossa direção e o medo tomou conta de mim. No momento seguinte, alguém lançou uma granada e uma fumaça branca tomou conta do lugar.

Senti alguém puxar-me pelo braço.

— Me solta! — gritei debatendo-me, tentando me soltar.

— Calma Sarah. Sou eu — reconheci a voz de Daryl e aproximei-me dele. Por Deus, ele tinha vindo me buscar.

Não tivemos muito tempo para pensar. Logo saímos correndo para fora do saguão no qual nos encontrávamos.

Paramos em uma rua, e o local parecia-se com uma cidade perfeita, como as de antigamente, com casas bonitas e jardins floridos. Quebrando todo o encanto, tiros ecoavam por todo o lugar.

Eles estavam atrás de nós, por algum motivo que não pude compreender.

Corremos até um beco e o tiroteio continuou, tanto da nossa parte quanto da deles.

Escondemo-nos no beco a fim de nos proteger.

— Como vamos sair daqui? — questionou Maggie.

— Eu dou cobertura! — exclamou Daryl, colocando o corpo para fora do beco e dando alguns tiros.

— Nem pensar! Você ficou louco? — indaguei, perdendo a paciência.

— Confie em mim... — disse olhando profundamente em meus olhos, mesmo que apenas por alguns segundos.

— Vamos Sarah... — pediu Rick, puxando-me pelo braço, sem me dar a chance de protestar.

Fui arrastada até um carro, e nos escondemos atrás dele.

Esperamos alguns minutos e nada de Daryl aparecer. Eu estava começando a ficar aflita.

De repente uma mulher negra apareceu e Rick praticamente avançou sobre ela.

— Onde você estava? — inquiriu apontando o dedo em seu rosto. Ela continuou calada. — Não importa. Nós vamos embora agora.

— Não! — bradei aumentando o tom e chamando a atenção para mim. — Não podemos deixar Daryl aqui... — concluí remexendo-me nervosamente.

Rick refletiu por alguns minutos, deixando-me desesperada.

— Leve Glenn e nos espere na estrada — Rick instruiu a mulher. — Vamos voltar e procurar por Daryl — disse virando-se para Maggie e eu.

O tiroteio havia cessado. Provavelmente acharam que acabamos escapando.

Ao longe podia se ouvir uma multidão gritando coisas desconexas.

Caminhamos em direção ao barulho. A cidade inteira deveria estar lá, a julgar pelas ruas que estavam vazias. Escondemo-nos para assistir ao que estava acontecendo.

— Irmão contra irmão, lutando até a morte. O vencedor estará livre — anunciou o homem que havia me agredido.

Fiquei na ponta dos pés, tentando enxergar alguma coisa.

Não queria acreditar em meus olhos... Não podia ser verdade...

Daryl e seu irmão estavam bem no centro do tumulto.

Eu precisava tirá-lo de lá... Precisava!

Em um ato impensado lancei-me a frente, tentando correr em sua direção, mas Rick me segurou-me.

— Você quer se matar?! — murmurou nervoso. — Nós vamos tirar ele de lá, fique calma!

Calma?! Como eu poderia ficar calma quando o sentido da minha vida estava no meio de uma luta, onde seu próprio irmão não hesitaria em lhe matar?

Notas finais
Gente, me desculpem por não ter respondido aos reviews do capítulo passado ainda, é que voltei a trabalhar hoje e estou meio na correria D: Prometo que amanhã respondo a todos eles com carinho *-*
Bjks e não deixem de comentar nesse u_u ♥