Notas iniciais
Olá meninas! Peço perdão pela demora, mas o importante é que estou aqui para vos oferecer novo capítulo. Eu sei que nem nada compensa pela demora, mas já sabem como a minha está preenchida. Enfim, Start está na reta final para quem sabe e ainda acompanha. Boa leitura,

Pela madrugada, acordei seguido por um pesadelo e me levantei de forma brusca na cama. Ao meu lado, Anastacia parecia segura em seus sonhos ali toda agarradinha ao travesseiro. Confesso que me senti ligeiramente tentatado a viajar minhas mãos sobre seu corpo delicado e altamente quente. Então, porque a vontade vale mais que o próprio juizo, aproximei dela muito calmamente a beijando no ombro para despertá-la de mansinho desse sono.

Anastacia abre um olho, seguido do outro e me fica arrastando um sorriso fraco dos seus lábios ao qual sinto uma intensa falta em explorar. A continuo a beijar mais a cima da sua pele, ela começa se soltando do travesseiro e se vira de barriga para o alto, talvez para se deixar mais confortável e me olha com aqueles olhos azuis claros e brilhantes que tanto já mergulhei só de os observar, e os mesmo estavam cheios de sono.

Havia dias que não tinhamos nada, dias que sentia falta do seu toque, da sua macia pele roçando contra a minha em ato de criar atrito constante. Mas também não desejava por nada forçá-la a algo que não se sentisse capaz devolver agora, pois sei respeitar o seu estado de luto. Luto é tudo o que ela precisava de fazer para voltar a ser quem sempre fora.

— Christian... — a sua voz sai arrastada, mais parece um gemido cantante ao sair do fundo da sua garganta.

A sua mão sobe a minha face e roço os lábios na sua pele a beijando com delicadeza que merece. Anastacia fecha os olhos uma vez mais e a sua mão começa descendo até aos lençóis de novo. Agacho mais um pouco me deixando apoiado por uma das minhas mãos e vou de encontro aos seus lábios os tomando para mim num beijo calmo. Rapidamente invado sua boca livremente abre uma curta passagem para que a minha língua entre e arrase todos os cantos com a sua exploração calorosa. A sua respiração se torna ofegante em minha boca, e consigo descer com brevidade a mão livre sobre a pele macia do seu corpo, a moldando entre os meus dedos extensos. De novo ela solta um gemido, arqueja igualmente e travo de imediato.

— Hm... — ela geme em contra gosto à minha súbita travagem.
De novo vejo o seu braço enlançando a volta do meu pescoço e a puxo comigo para que se molde ao meu corpo, me vindo comandar literalmente. Anastacia realmente acaba se movendo e fica entre minhas pernas, seu sexo ainda escondido sobre pijama desponjado e liso.

Os meus lábios devoram os seus com uma fome urgente, a minha língua incansável obrigando todos os obstáculos afastarem, para ter uma passagem livre até achar a sua língua atrevida e puxá-la de forma envolvente para que pudessem dançar livres dessa prisão de luxuria e amor.

— Hm... — de novo da sua boca saiem gemidos deliciosos que engulo com satisfação, sendo que me deixa bem excitado e o meu volume da calça está terrivelmente pulsante vibrando nesse roça contra a intimidade dela bem húmida.

Calmamente desço as mãos até ao tecido fino do seu pijama de alça e sem pressas os meus dedos voláteis o começam puxando para cima e quando chegam próximos da curva dos ombros me obrigo a travar o nosso beijo para despi-la.

Os seus cabelos caiem em escada sobre o meu rosto e sorrio com a suavidade do seu toque e o cheiro que me permitem inalar. O sorriso que transborda dos meus lábios é o mais bonito que alguma vez me permiti deslumbrar. Com Anastacia tudo é novo, mesmo que já tenha acontecido tantas outras vezes, ela faz com que tudo possa parecer como uma primeira vez, sempre perfeito ao seu lado. Sempre uma descoberta de nós mesmos.

— Saudades desse seu corpo meu amor... — sopro para ela que me rouba um beijo do canto do lábio e sorrio com o seu atrevimento.

Enterro mais a cabeça sobre o travesseiro me deixando ser presenteado por ela que me começa beijando cantinho por cantinho acima da pele do meu pescoço e peito. Alguns urros saiem da minha boca sem qualquer controle e vejo felicidade escapar dos seus lindos olhos, os mesmos olhos que durante o dia só tinha lugar para dor. Nada é mais maravilhoso do que vê-la assim, retomando a sua felicidade ainda que a curto prazo.

— Eu amo você... — ela sussurra palavra por palavra ao rastro de beijos molhados que solta na minha pele.

Com essa intensidade as minhas mãos vão obrigatoriamente ao encontro a sua bunda a apertando contra meu quadril e ela reage arqueando o corpo para cima e levanto apoderando da sua sensualidade, abraçando pela cintura e agora com a minha Anastacia no colo, tem tanta coisa que lhe posso fazer.

— Está me olhando com malicia... — diz ela num sopro de voz ofegante ao desviar os cabelos desalinhados para um único lado.

— Estou desejando você, baby!
Em resposta às minhas palavras, ela levanta do meu colo e apanha os cabelos me deixando de queixo caido a olhando. Anastacia pisca um olho e caminha sensual para a frente do espelho e vira de bunda para mim de seguida, rindo é certo. Pois o reflexo demonstra uma Ana sensual, mas atrevida e gosto de vê-la assim. Eu amo a Ana que é forte, que não se abala e que independemente da vida cruel, é surpreendente.

A calcinha em forma de short de dormir começa descendo por suas pernas e os meus olhos se estreitam um pouco mais seguindo de perto aquele movimento e me seguro horrores para não chegar ali e segurar para inalar o aroma inebriante a seu sexo. Instantes depois de libertá-la de entre os pés, procede à libertação do sutiã dos seus seios e o meu sorriso só aumenta pois amo os seus seios soltos e livres para que eu os possa morder, devorar com devoção e desejo por serem os mais bonitos que alguma vez toquei.

Tão pronta se vira para mim de frente e vem caminhando igual modelo modelando em passarele e arqueia um pé ao meu volume, o amassando com ajuda dos dedos e gosto da sensação que me proporciona. É um toque suave, excitante e me deixa urrando louco de desejo e com o animal interior bem desperto.

Os olhos carregados de lúxuria que me faz erguer o seu pé entre as minhas mãos e beijá-la desde o dedão, planta, caneleira e subo continuamente o rastro até ao joelho, travando ali um pouco, pois estou começando a tremer de uma excitação tal que preciso controlar um pouco ou irei gozar sem nem ou menos ter começado. O que deixa de ser estranho quando esta Anastacia me excita somente me oferecendo essa visão sensual de uma deusa.

— Hm... isso... gosto, oh se sim... — geme ela fechando os olhos com os beijos que passo a largar sobre sua coxa lisinha, sem pelos e bem depilada do jeito que venero. — meu deus... — ela sopra arfando.

A minha boca fica próxima do seu sexo e sorrio malicioso com esse cheiro inebriante e o beijo ali mesmo na entradinha da buceta, tão melada, gostosa e terrivelmente húmida.

— QUENTE, MINHA MUITO MINHA BUCETA! — urro excitado ao extremo e com um movimento brusco levo as mãos ao seu quadril e a sento no meu colo de novo. — PRECISO FODÊ-LA!

Anastacia morde os lábios volumosos de desejo e os beijo com certa volúpia, as suas mãos atrevidas descem loucas para me tocar, soltar o meu membro doido para fodê-la. Acontece que com uns movimentos breve o solto e acabo de vez com a tortura a que estamos sujeitos a penetrando de uma só vez, lhe ofereço o merecido prémio de consolação a fodendo do jeito que gosta. Brusco, violento e altamente inebriante.

Os nossos corpos começam vibrando com as bruscas estocadas que lhe proporciono. Anastacia por sua vez em uma troca intensas de gemidos colados na minha orelha, do qual vem sussurrando o meu nome diversas, começa rebolando no meu pau de uma forma que me faz aumentar mais e muito mais a estocadas me levando a crer que se continuasse nesse ritmo louco logo estaria gozando, mas precisava aguentar, não seria nada justo ganhar satisfação sozinho.

— GEME PARA MIM, QUERO OUVI-LA MAIS ALTO! — ordeno com suavidade na voz rouca e cansada.

— CHRISTIAN, MEU CHRISTIAN... — geme ela arqueando o corpo todo para trás, deixando os seios tão expostos aos meus olhos, saltitantes. — OH eu preciso disso, preciso tanto...

Nunca perdendo o ritmo de como me movo dentro dela, vou caindo de boca em seu vale dos seios e abocanho um dos seios, o chupando, mordiscando e brincando ali com o biquinho do seio tão extensivel e ereto. Anastacia começa abrandando o seus movimentos e afasto atenção dos seus seios para lhe dar a ela. Principalmente à sua boca livre que não para nem um segundo de gemer enloquente.

Prenso o seu corpo mais a mim, o tornando num único só, me movo com bruscidão e a tapeio na bunda um vez, ela geme mais agudo com esse toque que sei que pode ser perturbado, mas só quero excitá-la mais.

— Dói? — questiono ofegante junto do lóbulo da orelha pronto para repetir o procedimento.

— Não... quero mais... — sussurra num gemido arrastado.
Sorrio de canto e a estocando sempre com movimentos regulares.

— O Quer mais? — questiono rouco a tentando torturar.

Aliso a mão com suavidade sobre a bochecha da nádega e ela arfa afastando os cabelos do pescoço onde cria maior onda de calor. O seu corpo todo está numa combustão visivel.

— Quero você! — ela exige irritada e quase que rio.

De novo defiro com um novo tapa na outra bochecha da bunda, sei que logo ficariam rubras, afinal a pele de Anastacia é tão branquinha e senivel ao toque que ficaria marcada com certeza.

— Oh Christiannnnnnn....

A deixo tombar para cima do meu corpo, sei que está começando a fraquejar, o seu corpo todo treme, o meu igualmente pois estou espasmado louco e vibrando com esses movimentos e tapas que me excitam muito, acordam aquele animal cedendo de prazer dentro de mim.

— Minha Anaa...

Gemo o seu nome próximos dos seus cabelos fazendo um esforço tal para tomar seus lábios nos meus e nos entregarmos de véspera para o duplo gozo tomado por nossos corpos nesse ápice momentaneo e a deixo deitada sobre meu corpo ao qual escorrega para o lado provavelmente incomodada, e sai de dentro de mim.

— Descanse, meu amor! — sussurro de cabeça apoiada no cotovelo a observando enquanto afago os seus cabelos com sauvidade.

~*~

Acordo com o meu despertador biológico e espreguiço ligeiramente achando a minha Anastacia toda esponjada dormindo de bunda desnuda no ar. Observo as marcas que lhe deixei e mordo o canto do lado me levantando num pulo da cama e vou correndo para o banheiro afim de pegar hidratante para essas manchas. Voltando, sento na beirada da cama e passo com suavidade na sua pele, óbvio que Anastacia começa se mexendo, sussurrando alguma coisa que não entendi, mas que provavelmente estaria falando no sono.

Quando terminei tratei de deixar um beijo gostoso na base da sua cintura e levantei para ir tomar uma ducha deliciosa, pois tinha uns pendentes no escritório para resolver, apesar de ser bem cedo. Isto umas 8:50.

Assim sendo vou para o banheiro de novo e ligo a água ao qual vou entrando sem cerimónias por estar demasiado relaxado e quente. O choque termico não me assusta e começo me banhando de olhos fechados até sentir um toque na minha pele. Abro os olhos e vejo ela toda nua me encarando enquanto morde o lábio. Porra esse lábio fodido.

— Bom dia amor... — cumprimenta manhosa roçando sua coxa contra a minha, contra a minha ereção. — Acordei com o som do chuveiro e me deu uma apetite, hum...

— Está com fome, baby? — questiono passando as mãos sobre os cabelos humidos por conta da água que cai em forma de cachoeira neles. — Posso pedir para a sra. Jones providenciar alguma... merda, é cedo... — coço a nuca perdido.
Mas os olho dela reviram para mim, ok! Estou fazendo deduções super erradas, mas que merda, sou Christian Grey, tenho que estar mais atento. A minha mulher praticamente está se insinuando.

— Minha fome é outra... — sussurra manhosa subindo discretamente o braço até ao meu pescoço, seus dedos tocarem com sauvidade a pele. — estou com desejo, amor... desejo de grávida é ordem!

Arregalo os olhos com as suas palavras e a puxo mais para mim aproderando melhor meu corpo do seu, sentir a sua vibração excitante e abocanho os seus lábios com uma sede intensa. Anastacia revida me enlaçando com maior facilidade o pescoço e desço as mãos abaixo da sua bunda para deixá-la presa a mim, presa a minha ereção bruta.

— Vou te saciar, meu amor... te foder para saciar o desejo de mim... — sopro nos seus lábios e ela sorri semicerrando os olhos e tombar a nuca assim que os liberta de mim.

Abro caminho entre nossos corpos quentes e a penetro tal como deseja, entrando muito lentamente, mas assim que bem moldada a mim, começo com movimentos mais ritmados.

— Força! — pede num gemido arrastado ao encostá-la na parede gelada da boxe.

— O quê? — entro no caminho torturante. — O que você quer, hein? — deposito um beijo molhado na base da sua clavícula.

— Você amor, mais forte dentro de mim... — ordena com uma voz brava.
Isso realmente me excita tanto, Anastacia brava e faminta de sexo é a melhor coisa que podia ter. Então porque o meu lema é satisfazer as vontades da minha futura esposa, a começo estocando com mais força, entrando com os movimentos de vai e vem bem encurtados e ritmados. Os seus seios tão gelatinosos movendo graviticamente.

— Oh sim, oh gosto... maravilhosooo... — ela geme libertando um braço da volta do meu pescoço para se segurar melhor na parede onde se mantém espalmada.

Aumento o grau de violência, tem vezes que não consigo controlar isso, é um impulso grave e insaciante que me faz ficar cego de prazer. Então dou uns tapas na sua bunda, Ana geme mais alto e isso me fazer estremecer bambo. De novo estoco com força, brando, estoco com mais força e sinto que estou quase no meu apice.

— Oh Ana, quica para mim! — ordeno com suavidade.

Ela começa a quicar, rebolar em meu pau e urro sem conseguir parar, é uma sensação tão inebriante que nem tem explicação. Gemo o seu nome, ela geme o meu e ambos descendo por essa boxe até ao polibá nos deixamos entregar ao clímax da relação.

— Oh fodasse foi fodidamente sexy, amor! — sopro para ela que tomba no meu peito extaseada.

~*~

Pov. Anastacia

Creio que adormeci no banho com Christian, pois agora que acordo me vejo completamente vestida dos pés à cabeça e até de cabelo escovado. Dou um bocejo e olho para os lados afim de procurá-lo, mas não o vejo em lado algum. Teria eu sequer sonhado? Oh meu deus o que eu ando a fazer? Eu nem devia ter vontade de fazer essas coisas, eu... eu... perdi a minha mãe!

Rebolo um pouco na cama e observo a porta do quarto entreaberta e decido ir na cozinha, pois estou com uma fome de leoa. Talvez seja um dos fatores de estar grávida. "TALVEZ, NÃO! É MESMO" o meu subconsciente vem relembrando. A minha deusa curtindo uma de lontra de cama nem ai para nós.
Caminhando pelo corredor em direção à cozinha, vem ao nariz o odor de bacon frito e logo sinto umas voltas na barriga de me deixarem bem enjoada logo pela manhã.

— Srta. Steele está passando mal? — Taylor aparece nesse momento saído do elevador para me auxiliar.

— Não, estou bem! — digo com uma voz baixa afastando suas mãos atenciosas e por vezes até demais. — Não precisa de se preocupar... — descomplico.

Christian passa a língua discretamente nos lábios e me olha com semblante divertido ao folhear as folhas do "The Seattle Times". Ainda meio vacilante aproximo da bancada e sento ao lado dele que devora um café da manhã bem americano. Um tanto calórico para começar o dia, mas tudo bem ele sabe como queimar tudo isso depois.

— Você podia ter me acordado... — sussurro discretamente para ele enquanto a sra. Jones serve meu chá English Breakfast na xícara.

— Não tinha como, amor... — diz ele. — Você estava tão tranquila que eu mesmo te carreguei para o quarto. — encolho os ombros mexendo com a colher logo que adiciono o açúcar.

— Oh! — começo a fazer um bico com os lábios e uma fatia de bolo de chocolate bem gorda logo surgue na minha frente criando logo água na boca.
Christian parecia absorto me observando. E o olho por cima do meu café da manhã com uns olhos pidões.

— Isso não é demais para você logo pela manhã, amor? — reviro os olhos com a sua pergunta.

— Estou grávida, Christian! — informo para que ele não esqueça. — E estou com desejo de bolo de chocolate, posso comer? Ou você quer que o seu filho nasça com cara de bolo de chocolate?

Ele encolhe os ombros tomando o último trago de café da sua xícara e levanta vindo até mim deixar um selinhos nos lábios muito insatisfeito que levanto indo atrás dele e dar aquele tapinha na bunda que o faz rolar os olhos em reprovação assim que olha por cima do ombro. Eu conheço esse homem de baixo para cima.

— Tenha um bom dia! — aceno para ele o vendo entrar no elevador junto com Taylor, mas fixar o seu olhar em mim como presa.
Assim que as portas do elevador se fecham o meu primeiro impulso é voltar na cozinha e comer a fatia de bolo, mas travo o passo quando sinto uma leve pontada de dor na barriga que me faz encolher ligeiramente.

— Ai ai... — rastejo até ao sofá e sento nele me encolhendo um pouco.

— Stra. Steele? — a voz é feminina chama por mim e quando dirijo o olhar, vejo os olhos doces e preocupados da sra. Jones. — Está sentindo alguma coisa? Quer que chame o sr. Grey? — ela passa afagar o meu ombro com delicadeza. — Talvez seja melhor eu chamar um médico! — deduz ela, mas a travo com a minha mão em seu pulso.

— Foi uma pontada de dor, nada demais até porque já está passando... — a tranquilizo me equilibrando de novo para acompanhá-la na cozinha.

— Tem a certeza? — ela volta a pergunta insistente, como se as minhas palavras não fossem suficientes. — Não estou gostando nem um pouco de a ver nesse estado, talvez seja melhor mesmo eu chamar... — mas a interrompo.

— Por deus, já falei que não quero ninguém, não preciso de ninguém! — falo meio irritada e logo arrependo, pois não sou assim. — Desculpe! — baixo o olhar igual submissa.

Não sei o que se passa comigo, tem vezes que dou comigo agressiva, outras vezes perdida e ainda a desvalorizar outras coisas mais. Acho que preciso de sair, é talvez esteja à tempo demais trancada literalmente nesse apartamento. Preciso de clarear as ideias saindo dessas quatro paredes.

Decido então voltar no quarto e pegar o meu casaco e saio descendo até ao estacionamento. Sawyer logo aparece bem funcional pronto a me acompanhar com as suas funções de motorista pessoal. Ele logo me abre a porta com uma cortesia sem demoras ou sorriso. Simplesmente sendo discreto e profissional.

— Me leve na SIP, Sawyer! — peço por gentileza me instalando devidamente no lugar traseiro.

Notas finais
Gostaram do capítulo? Então nem percam tempo porque de agora em diante as emoções vão esquentar até ao fim. Não percam os próximos capítulos finais. COMENTEM, FAVORITEM, RECOMENDEM Até ao próximo capítulo, Lucy.