Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço os comentários e peço perdão por ainda não ter respondido, juro que estou tentando gerir, é tanta gente comentando no inicio, no meio e no fim... haha Obrigado vocês são os melhores e me fazem bem feliz como autora. :) E por isso, porque sei que ficaram todas ansiosas com o que rolou no final do capítulo anterior, hoje sai a continuação daquilo que será a briga do casal! É gente, primeira prova de fogo, porque a gente sabe que não rola relação sem briguinha ai... se não briga é caso sério. haha (sinal que está tudo ótimo no paraiso) Idem... Eis o capítulo 46 e por favor não me esfolem, tem coisas que não dá para esconder... mulher é assim mesmo... ou não sabem? Quem aqui nunca discutiu com o cara metade? Leiam as notas finais. Boa leitura

— O que foi? — questiono irônica. — Eu lhe pedi para não fazer nada até que lhe pedisse para intrevir e o que fez? Você chegou passando por cima da minha vontade... apenas fazendo o que lhe interessa, só porque acha que só você como homem pode resolver tudo... — ele nem me deixa terminar me vindo logo segurar na mão, mas que a solto por estar chateada demais. — Não me toque! — peço com repulsa, dando um passo atrás querendo ficar longe dele o tanto quanto possivel.

— Ana, por favor! Eu fiz o que fiz por sua segurança, não aguentei imaginar que estaria alguém perturbando você constantemente...

— E então? Acha que não suficientemente capaz de resolver meus problemas sozinha?

— Não disse isso, Anastacia! — afirma arregalando os olhos para mim.

— Pois fique sabendo que não aprovo isso... — digo me sentindo muito magoada, com a minha confiança abalada.

Então pego no meu casaco e mala de viagem, pois nem a casa fora e preparo para sair do quarto.

— Onde vai? — pergunta se atravessando na minha frente. — Por favor, vamos conversar! — nego abrindo caminho para passar o empurrando mesmo assim. — Ana, por favor! — implora, mas o ingoro trilhando o corredor até ao hall e carregar no botão para chamar o elevador. — Amor entende, somente fiz isso por me preocupar com você, com sua segurança!

— Não preciso da sua preocupação! — digo rude encarando as portas prata, desejando que abrissem para mim. — O que vai ser a seguir? Compra o lugar onde trabalho, é? É isso Christian? Pois fique sabendo se o fizer pode ter a certeza que não vai correr bem e nunca mais olho para a sua cara! — alerto respirando fundo para não encará-lo nos olhos, pois não quero sentir pena, não quero cair nesse truque meloso de que o estou ferindo, quando ele também me feriu.

— Ana... — mas corto fugindo para o interior do elevador virando o rosto para os números da tela superior e as portas se fecharem.

Durante todo o resto do tempo me esforço por não chorar, mas é quase inevitável e acabo chorando sem mais controlar o impulso ferido no meu peito. O senhor do táxi até perguntara se sentia dor, por me ver assim quase em prantos, mas neguei. Se bem que o que sinto é psicológico e sobre isso ninguém me pode oferecer auxilio.

Quando cheguei no apartamento me tranquei no quarto, negando a sair dele o resto do dia. O meu celular continuo ali desligado, sem bateria. Não queria ser incomodada, não queria sequer ouvir a sua voz implorando perdão e minha compreensão.

Foi somente ao cair da noite, que comecei a escutar barulhos de gargalhadas no lado de lá à porta e deduzi que seria Kate chegando de Aspen com Elliot, mas nem ai me deu vontade de os presentear com minha companhia agradável, somente para não ter o risco de me verem nesse estado e me encherem de perguntas que não sei de que modo responder. "VOCÊ FOI DURA DEMAIS COM ELE!" meu subsconsciente opina ficando do lado de Christian. Minha deusa triste de cabisbaixo.

~*~

Acordo com o som do despertador e abrindo os olhos dou um bocejo involuntário pulando da cama para ir para o banho, já que é o único jeito de me deixar fresca, depois uma noite em que me vira sonhando o tempo inteiro com a minha briga com Chris. Me sentia um pouco mal por ter sido tão grosseira com ele, mas é um fato de que falara muito da boca para fora naquele momento em que a minha cabeça estava a mil.

Liberto das minhas roupas e entro na boxe, abrindo a água não mais preocupada se iria me atrair gelada ou quente, simplesmente ergui a cabeça, fechei os olhos e deixei ela cair em mim como uma anestesia calma. O meu corpo relaxou, a minha mente abrandou no seu ritmo pensante e levei minhas mãos viajarem sobre meu corpo de forma aliatória. Quando o banho terminou, puxei uma taolha e a enrolei no corpo me guiando para o closet afim de escolher minha roupa social e me trocar.

Hoje me particular não me sinto muito disponivel em sair por ai sexy, não depois de perceber que Jack anda mais em cima do que nunca, apesar de já ter percebido que ele andava estranho comigo nessas últimas vezes. Só que agora temo que venha descontar raiva em mim, à conta de Christian possa eventualmente ter feito. Afinal agora tudo começa a ficar mais claro na minha cabeça. Aquela sua conversa de que tinha um assunto para resolver da GEH era mentira, ele ia procurar meu chefe e abordá-lo. Porque não percebi isso antes? Porque fui tão burra?

— Bom dia Ana! — escuto o cumprimento de Kate, mas me mantenho de costas pegando a gabardine caramelo e bolsa. — Não toma nem café da manhã? — questiona.

— Estou sem fome! — afirmo pegando as chaves do carocha no chaveiro. — Até logo!

— Espera! — pede se aproximando de mim, suspiro pesado não tendo muita paciência para um churrilho de questões. — Está tudo bem mesmo? Você me parece muito mais tensa que o normal... — vem para a minha frente analisando o meu semblante. — Aconteceu alguma coisa? Você brigou com Christian?

— É segunda-feira e eu tenho mesmo que ir trabalhar, Kate! — digo querendo fugir ao assunto. — Depois... depois conversamos! — abro a porta me escapulindo.

Sei que Kate é esperta demais para aceitar minha falta de esclarecimento que logo fará o seu instinto investigativo de jornalista farejar tudo até aos mais pequenos detalhes, encontrando as súbitas respostas que tanto procura. Só que honestamente não me sinto bem para estar falando nesse momento.

Desci ao térreo e pegando o carocha segui para a editora, pegando algum trânsito de me deixar mais tensa logo pela manhã. Há minha chegada cruzei com Violet que nem começou com suas palavras para entender que não estava bem. Lá nisso ela me entende e é uma ótima amiga me respeitando o silêncio.

Como ainda sobravam uns 10 minutos para entrar ao ativo, peguei um café da máquina e sentei com ela no sofá, ela começou me contando umas fofocas para distrair os meus pensamentos que não sei porquê, sempre me vinham pesando na consciência por tudo o quanto falei ontem. Por um lado queria agarrar no meu orgulho e botá-lo no lixo e sair por ai correndo atrás dele, só que o outro lado, não parecia muito de acordo e era o suficiente para me manter dura como rocha.

— Aninha você não escutou nada do que falei, não é? — Violet protesta fazendo um beicinho criança. — Estou lhe contando que eu e o Kenty... a gente meio que se enrolou no final de semana... — morde o indicador meio safada e sorrio breve, feliz por eles, claro.

— Que bom que vocês finalmente se entenderam! — comento baixo tomando mais um trago de chá e olhar por cima do ombro. A porta de Jack fechada.

— Ele ainda nem chegou, sinceramente não sei se virá! Sempre é o primeiro a chegar e não parece nada dele. — intromete a minha amiga sem lhe fazer perguntas. — Mas não se preocupe, é da maneira que não pega no seu pé! — diz em risos e isso meio que me anima.

— Bem que preciso de paz! — afirmo me levantando já que o horário chama por trabalho. — Hoje almoçamos juntas? — ela fecha um olho pensativa e logo percebo que já tinha planos. — Tudo bem, aproveite seu boy! — pisco um olho indo para a minha secretária e ter uma pilha me esperando, já que deixara alguns manuscritos de reserva para hoje.

A manhã começa correndo lindamente, sem aquele estresse por causa de ter os pensamentos sempre em massa na minha cabeça. Por vezes dizem e é certo que o trabalho nos distrai, agora tenho a certeza que isso realmente resulta e me vejo bem livre da culpa. Meio em meio minuto, vou ao e-mail para ver se teria recebido alguma coisa nova do tal escritor com mais algum capítulo do seu romantico volume que tenho auxiliado revisando. Até o fato de olhar a caixa de entrada e vê-la vazia de mensagens de Chris me perturbou. "VÊ! VOCÊ FOI TÃO BRAVA QUE ELE NEM SEQUER TENTA FALAR CONTIGO" o meu subconsciente vem atiçando lenha para me torrar. A minha deusa enfiada nos lençóis doente de amor.

— Droga! — reclamo atirando com o lápiz com força que salta para fora e quando me proponho a ir pegá-lo choco com Jack.

Oh merda essa era a única coisa que me faltava para atirar com o melhor do meu dia ao chão. Ele sorri para mim entregando o lápiz e o seguro entre os dedos não demonstrando sorriso algum em retorno. De fato ele estava bem ruim, sua cara parecia ter sido alvo de um atropelamento com fuga.

— Está tudo bem, Anastacia? — questiona como se somente não soubesse o quanto era culpado por minha falta de humor. — Posso ajudá-la em alguma coisa? Oferecer um café?

— Não, estou ocupada demais para tomar cafés! — digo lhe virando costas e sentar na minha secretária bufando.

— Vejo que passou mal a noite, mas lembre que os assuntos pessoais ficam no lado de lá à porta! — avisa com total descaramento. — Agora se não souber separar as coisas me avise que contrato uma outra assistente para o seu lugar!

Ergo ambas as sobrancelhas com tais palavras, aquilo me deu até para rir interiormente. "MANDA ESSE CARA IR PLANTAR NABOS" alerta meu subconsciente cheio de ódio. A minha deusa cerrando punho pulando da cama mais atiçada que gato no cio.

— Claramente que todos temos direito a não ter bons dias! — afirmo pegando na pilha de papel e batê-la contra a base da secretária cheia de raiva. — Então não se preocupe que sei exatamente como separar as coisas, o mesmo lhe agradeço! — faço a insinuação, para que ele entenda que não sou nenhuma boba. — Agora se não se importa, como sua assistente me deixe trabalhar!

~*~

Decorrendo a hora de almoço, estava eu sentada na mesa da esplanada olhando os carros passarem na estrada, a comida à frente intacta. Não me dava apetite para comer, era como se estivesse com o estômago tão embrulhado que nada me desce pelo canal.

O meu celular nesse instante começa a tocar e dou um pulo na cadeira fechando os olhos uns segundos querendo ignorar, mas acabo o tirando e dou uma olhada. Era minha mãe ligando, só que não sei se é uma boa hora para atender, ela vai entender que não estou legal. Mas a verdade é que se não atender agora, ela vai continuar insistindo se não ligar para Kate. Convencida de que não tenho saida, atendo.

— Oi mãe! — cumprimento.

— Aninha, meu amor! Como você está, querida?

— Normal... — digo sem rodeios. — e a senhora?

— Muito bem, sabe que seu pai recebeu um aumento no salário? — ela fala com entusiasmo e isso me deixa feliz, mesmo muito por eles. — Estamos até pensando em viajar para uma cidadezinha nesse final de semana, ter nossa segunda lua de mel, sabe?

— Não fiquei sabendo nada, não! Fico feliz por vocês! — digo tentando disfarçar minha voz ao máximo. — E acho muito bem que façam isso, vocês merecem e toca a curtir a vida!

— Está muito murchinha, filha! Aconteceu alguma coisa? Você e o tal rapaz brigaram?

— É o trabalho, mãe! — minto. — Ando cheia de trabalho e meio que fico sem humor...

— Não minta para a sua mãe Anastacia, porque posso ser um pouco lerda por vezes deixando passar muita coisa em branco, mas eu conheço a filha que tenho! E você sempre foi ruim com mentira!

— Mãe sério... não quero falar, pode ser?

~*~

Pov. Christian

O meu dia não me estava correndo nada bem, a manhã começara desastrosa quando cheguei e esqueci completamente da reunião mensal com os accionistas me atrasado imenso, depois foi a minha secretária Andrea que avisou em cima do joelho da troca de datas do jantar de negócios com os Chineses e para começar a minha hora de almoço fora feita na companhia do meu terapeuta, sim estou correndo para o Dr. Flynn, porque estou ficando louco. Anastacia continuamente no meu pensamento ao qual vem desaprovando meu comportamento em relação ao ter intrevido na história das chamadas restritas.

— Isso quer dizer que contrariou a vontade de sua namorada... ela ficou recentida por quebra da falta de confiança. E agora se sente arrependido e pretende recompensá-la! — assinto com a cabeça. — Porque não a procura, de repente fez bem a noite, o dia e até possa estar mais calma agora.

— E se eu fizer tudo isso e ainda levar com uma negação dela? Ela simplesmente nem abrir a porta, Dr. Flynn?

— Christian confie no seu instinto! Tem ido tão bem nessas últimas semanas, progredido como nunca e agora está com receio de cair? — ele questiona debruçando sobre o quadril. — Não deixe o medo limitá-lo a ficar ai de braços cruzados e vê-la fugir por entre seus dedos! Corra atrás, quebre outras regras da sua vida e faça ela perdoá-lo.

— Por acaso está sugerindo flores e chocolates? — pergunto meio sem graça cruzando os braços.

— É uma ideia, sim! — concorda. — No entanto aconselho a ser criativo, mulheres gostam de ser surpreendidas e bem vistas as palavras ela pode facilmente perdoá-lo, dar uma chance certa para se redimir do seu erro.

— Isto realmente me deixa desconfortável! — comento entre dentes. — Mas por ela faço qualquer coisa, vou correr o risco.

Face a essa conversa toda, acabo dizendo para o meu terapeuta que havia contado a minha história do passado para Ana e do quanto me sentia até bem mais tranquilo sem esse fantasma constantemente na minha cabeça. Dr. Flynn ficou ainda mais contente com esse novo progresso alegando que Anastacia é realmente a peça que me falta no meu jogo para deixar tudo muito mais centrado. É fato de que ela me acalma sim, não sinto medo, não vivo no pesadelo constante, apesar deles viverem cá, mas adormecidos.

— Vistas as coisas dessa forma não pode jamais deixar o medo lhe incapacitar qualquer atitude, muito menos transformá-la numa atitude impulsiva! — alerta ao qual acabo concordando.

A terapia termina na hora certa e me vejo abandonando o consultório do Dr. Flynn justo na hora em que o meu celular começa vibrando no bolso. Quando tiro o aparelho para fora vejo Lelliot piscar na tela e meio que reviro os olhos ignorando a chamada. Taylor logo me vendo caminhar na sua direção se recompõe e segue na minha frente para fora do edificio.

— Taylor antes de qualquer coisa preciso de um favor seu! — falo ao descer uns simples degraus até ao estacionamento. — Preciso que faça uma encomenda de rosas vermelhas num lindo boque!

— Com certeza, senhor! — responde me abrindo a porta de trás para que me possa instalar. — Quer que peça para endereçar alguma morada? Cartão?

— Não, somente mande ficar pronto para a hora da minha saida! — ele assente fechando minha porta.

~*~

A conferência online estava me deixando a roer as unhas, porque é como se o tempo não se mova, somente os minutos parecem uma eternidade para mudarem, somente ficando intactos sempre no mesmo intrevalo de tempo. Quando finalmente bateram as 18 horas é que suspirei de alivio e afroxei a droga da gravata fechando a tampa do Macbook e encostar no estofado da cadeira de executivo a girando 180º para ficar de frente para a janela panorâmica da cidade. Apenas nesse momento é que dei conta do quanto havia sido um resistente lutador ao não quebrar a minha conduta do silêncio, somente oferecendo todo o espaço e tempo que Ana necessita. Só que era chegada a hora de quebrar e surpreender. É então que levanto da cadeira pego na pasta e saio do meu escritório. Ao passar junto ao balcão, avisto Andrea.

— Andrea por favor se houver alguma coisa, peço para não ser incomodado! Aviso que amanhã resolvo assim que possivel! — ela assente respeitando minha indicação.

Ao pegar o elevador Taylor me acompanhou simultaneamente a outras pessoas e encostei na parede encarando o visor digital. Assim que as portas se abriram, passei em ultraje entre as pessoas abrindo caminho para sair da GEH o quanto antes e chegar no tempo certo afim de não bater com o nariz no chão.

Os meus nervos começaram a ficar mais em franja quando dei conta de um terrivel trânsito à conta de um maldito acidente. Tudo isso contribuiu para ficar mais nervoso ainda e só me dava para olhar os minutos voarem no Omega.

— Taylor não tem um atalho por ai? — pergunto debruçando entre os bancos da frente procurando com os meus próprios olhos um furo.

— Senhor por aqui é complicado calcular, mas é bem provável que tenha! — diz tilitando os dedos dançantes no volante.

— Irei demorar se for a pé? — pergunto colocado essa opção sobre a mesa. Taylor franze a sobrancelha como se achasse loucura. — Taylor não estou preocupado com a sola do sapato ou se vou ficar bonito correndo de terno e gravata em plena avenida! — advirto.

— De carro irá demorar bem menos, senhor! — afirma. — Mas sendo que está escolhendo o caminho manual como opção, pode demorar a roda de 25 minutos se não estou em erro!

Face a essas palavras nem me deixo com muitas opções abrindo a porta e tirar o boque que ele conseguira para mim e saio correndo avenida que nem louco, passando em descaso entre todos os carros parados em filas imensas buzinando insuportavelmente.

Chego a ter receber uma buzinadela ou outra, mas ignoro. Estou numa corrida contra o tempo, então se parar vou falhar, o importante é chegar e não desistir. Agora também estou ciente do risco de chegar lá e ela me dar um não redondo, mas se não tentar ai é que não vou saber.

— Anastacia por amor de deus aceite meu pedido de perdão! — murmuro baixo contornando uma esquina.

Só parei realmente de correr quando cheguei próximo do bairro onde Ana vive, controlando melhor agora a respiração acelerada, já que vim correndo que nem um louco. As rosas ainda continuavam lindas e cheirosas, sem nenhuma quebrada.

Pouco a pouco fui aproximando do edificio, cheguei mesmo a parar algumas duas vezes para respirar melhor, era como se o meu corpo me fosse trair em algum minuto. É certo que estou habilitado a correr como um atleta de maratona, mas devido ao calçado não adequado e a roupa, isso meio que não facilitava nem um pouco.

Pude deslumbrar agora mais de perto o carocha no estacionamento, ela pelo menos já havia chegado e isso veio logo tranquilizando o meu coração inquieto e ansioso. Ansioso por um perdão vindo de seus lábios carnudos.

— Vá Grey, não é hora para falhar! — murmuro novamente, acabo pegando um casal saindo nesse segundo, me facilitando a entrada. — Obrigado!

Pego o elevador até ao vigésimo andar, a cabine repleta apenas para mim. Assim que o elevador para, abro a porta saindo e dirijo até à porta de Anastacia, tocando na campainha e manter as flores na frente do meu peito. Só sei que o fato de estar nesse lado de cá à porta me deixa mais ansioso ainda, com receio, mas eis que a porta abre e revela Ana sendo pega de surpresa por minha presença inesperada.

— Christian? — a sua voz é de espanto.

Notas finais
Gostaram? E ai acham que ela foi dura demais com ele? Na moral, sejam honestas. E Christian agiu certo se aconselhando om o terapeuta? Usar flores para conseguir o perdão de sua amada? E ai? Acham que ela perdoa ele? Já quero vossa opinião, sim? Comentem muito, favoritem e recomendem caso estejam gostando. Fantasmas apareçam, são bem vindos e não mordo, só se for chocolate.. haha até ao próximo capítulo P.S. volto voando se forem muitos comentários ou uma recomendação voar.