Start again a new chance for Love
47 Capítulo 47
Notas iniciais
— Podemos falar? — estendo as flores na sua direção.
Anastacia agacha o olhar e vejo um pequeno brilho se formar, pois logo vem tomando as flores para si.
— Entre!
Abre caminho para que possa entrar e quando me vejo passando a linha da porta, ela a fecha seguindo ao meu lado. Deduzi que indo até à cozinha para colocar as flores em água. Voltando me indicou o sofá, como se estivessemos frente a frente tendo um inicial conversa.
— Pediu para falar, então... — induz sentando com as pernas bem juntas me encarando.
O seu olhar parecia marejado, provavelmente porque estivera chorando.
— Ana, eu sei que errei ao não ter contado para você que havia feito o que fiz. — ela suspira traçando uma mecha marrom atrás da orelha. — Se pudesse voltar atrás... — ela me interrompe.
— Teria feito exatamente a mesma coisa e não, eu não estou mais chateada por isso, porque entendo... se percebesse que alguém lhe estaria ligando iria agir do mesmo jeito, provavelmente não conseguindo lhe ocultar muito, mas iria procurar essa pessoa e tirar satisfação afim de terminar com o incomodo.
— Isso quer dizer que estou perdoado? — pergunto meio surpreso.
— Não exatamente! — nega. — O que você fez, foi imprudente e podia ter deitado tudo a perder! — arregalo os olhos. — No entanto, não o vou condenar por achar que me deve proteger, mas temo que isso o possa transformar novamente naquele homem que não quero para mim.
— Eu mudei, mudei por você! — digo olhando nos seus olhos querendo tanto tocá-la.
— Me prometa que não tornará a tomar atitudes como essa novamente! Aprenda a esperar, pode ser? — assinto com a cabeça. — Vem cá! — chama e aproximo dela.
Ana me abraça forte, me proporcionando a oportunidade certa para sentir o seu aroma da sua pele bater contra o interior das minhas narinas. Do mesmo modo tento deixar um beijo ali, onde o seu sangue pulsa mais rápido e furioso.
As minhas mãos viajam descendo suas costas lentamente como chamãs. Anastacia desce as suas próximo ao meu quadril. Nesse momento afasto minha nuca do seu ombro e encaro os seus olhos azuis brilhantes, pareciam mais brilhantes que nunca, uma tonalidade safira rejuvenescida.
Observo sua boca carnuda e faminta querendo a minha entrando em contato e a beijo com paixão, a mesma furiosa e insansiente que me deixa louco de sua ausência penosa. Sua língua envolve a minha dançante, querendo tomar as rédeas do compromisso vitorioso de sair vencedora. Só que é ai que movo melhor meu corpo ao seu a fazendo descer lentamente pelo sofá me dando uma outra visão. Uma visão gloriosa do seu rosto, da sua pele macia, do seu corpo fágil abaixo do meu altamente quilibrado e forte. Continuo a beijando, porque é impossível controlar a doçura da sua boca quente, é um misto de baunílha com pau canela que não tem como não devorar.
Anastacia move seu corpo criando uma onda de excitação em mim, tão inebriante que mergulho intensamente minhas mãos no interior da sua roupa, abrindo caminho em canais estreitos para tocar sua pele arrepiadinha ao toque frio das minhas mãos. Do mesmo modo, Anastacia vem preenchendo espaços arranhando tudo o quanto é canto do meu corpo. Instantes depois de carícias e beijos fugosos, fico me sentindo apertado em minhas roupas e imploro junto ao seu ouvido para que me dispa. Ela cede e a ajudo a se ajustar melhor de modo a que me possa despir, tal como eu a ela. Algo diferente, desejoso e interiamente viciante.
— Oh Chris... — geme contra a minha orelha assim que lhe desço a blusa deixando-a somente de sutiã rosa à vista.
— Ana... — gemo com uma voz rouca igualmente ao franzir os olhos ao toque intenso das suas mãos que marcam canais arranhando em torno dos meus mamilos. — PORRA! — urro não controlando a intensidade de como ela me deixa excitado e louco. O seu toque para mim é como a passagem de uma pena de pavão, suave e intenso.
Passa a boca entre pelos do meu peito assim que me liberta da camisa cinza e gravata. A minha boca se abre num "O" grandioso a querendo torturar do mesmo jeito delicioso e ávido. É então que quando para com sua investida, se levanta dançante na minha frente me deixando quase a babar, porque não tem como não sair surpreso com as atitudes dela e Ana solta a sua calça a descendo lentamente por suas pernas e morde a porra do lábio inferior divertida. Só sei que a seguro pela cintura e a puxo para mim tão firmemente a obrigando a sentar em minhas pernas. Ana começa quicando gostoso, para que sinta o seu sexo já húmido e quente transbordando em sua calcinha fio. Fico duro, muito duro de pau furioso no interior da minha calça pedindo urgência para sair. Porque ele precisa, precisa insancentemente daquele canal estreito o apertando.
— OH AMOR! — reclamo corado de excitação.
Anastacia transpõe ambas as mãos sobre o volume ereto e abre o botão com um sorriso maroto bambaleando nos lábios, seguido do ziper para tocar no tecido da cueca com as suas pequenas mãos. Ela me egue o olhar sorridente, tão cheio de lúxuria. Dou um tapa forte em sua bunda a fazendo arquear a linha do corpo.
— GOSTOSA! — urro apanhando um dos seus seios com a minha mão livre, ainda que eles estavam presos à droga do sutiã. — Que vontade, muita vontade... — digo agora com uma voz mais manhosa apertando a bochecha da sua bunda em minha mão.
Porém, ela se levanta como se estivesse se fazendo de difícil e afasta de mim, levanto do meu lugar tomando por uma onda de contrariação e a pego pela cintura a trancando entre eu e a parede, bloqueando saídas que a faz sorrir e alçar ambas as coxas em torno do meu quadril, apertá-las contra mim, me sentir poderoso. Aperto muito mais seu corpo contra a parede para sentir melhor a sua exicitação, a quentura do seu temperado corpo. Anastacia arfa com dificuldade, mordendo meu lábio de um jeito gostoso que me vejo revirando, mordendo e puxando para mim o seu de forma instigadora e desejosa. O meu corpo todo se contrai e aperto as minhas mãos a baixo a sua coxa.
— QUERO TANTO FODÊ-LA! — sopro com uma voz rouca, só que me vendo privado de tantos modos, já que ela ainda tem sua roupa íntima, o mesmo se passa comigo.
— Também quero, só tem que me pousar no chão! — diz entre meus lábios me oferecendo um outro selinho gostoso que ficou intensamente complicado de quebrar.
Então a ajudo a se colocar de pé, descendo a minha cueca louco sem tirar os olhos do jeito sarado do seu corpo, barriga lisinha, pernas torenadas e seios impinadinhos, agora que os liberta do sutiã malvado que os estava esmagandos.
Ana desce a calcinha de um jeito que me faz quase tocar, tem um fato de que só ela me faz desejar me tocar assim. Desse modo vem até mim desnuda de preconceitos ou medos, dou um passo atrás lembrando da camisinha que pego do bolso da calça. Ela ri com esse conceito e pega o pacote dos meus dedos fazendo as honras de colocar no meu membro a proteção devida.
— Nunca falamos sobre a sua Contracepção? — lembro de perguntar, apesar de não ser uma boa hora, já que ela parece realmente decidida em ignorar esse fato pulando para a parte que interessa.
Então a seguro contra mim, abraçando pela cintura de forma a irmos até à parede novamente a guiando no meu próprio passo ritmado e volta alçando ambas as coxas em torno do meu quadril, dessa vez com um ajuda extra da minha mão que abre caminho indeciso para penetrar a cabecinha do meu membro na sua entradinha estreita e deliciosamente quente, húmida e escorregadia. O meu pau escorrega lentamente abrindo um caminho exploratório intenso.
Ana encaixa os braços sobre os meus ombros hirtos e se move em conjunto ao meu movimento numa sintonia tal. Calmamente enterro minha boca contra a sua clavícula deixando chupões, mordidas leves em sua pele. Anastacia revida rebolando em meu pau com sua buceta deliciosa e apertadinha o deixando ainda mais insaciante querendo abrir maior caminho exploratório.
— OH CARALHO... — arfo mordendo com mais intensamente ali na pele mais sensivel que a faz gemer alto e com maior pudor. — OH ISSO, VAI ANA! ISSO DANÇA PARA MIM... — ela responde movendo seu corpo, apertar sua buceta em torno do meu membro que já está louco a querendo preencher.
Isso estimula a que a comece a penetrar com estocadas fortes e intensas de a deixar louca ofegando, implorando por mais, porque seu corpo é facilmente devorado por meu insaciável. A desencosto da parede e me guio com ela no meu quadril, totalmente segura por minhas mãos totalmente prensadas em seu corpo e buceta ocupada e preenchida de prazer. Avisto a mesa de jantar e fico com vontade de fodê-la ali mesmo, de um jeito gostoso e afim de quebrar a rotina de foder numa cama que é bem clichê.
— Hm... — Ana geme deliciosa e arrpeiando todinha ao sentir a plana supercífie abaixo da sua bunda. — Chris... — geme meu nome encurtado, empurro os seus seios a obrigando a deitar, mas meio que ela me contraria apoiando ambos os cotovelos no tampo da mesa e se fica me olhando rubra.
Arqueio ligeiramente as pernas e faço maior força na minha penetração inebriante, chegando mesmo a tirar o meu pau e penetrá-lo novamente como forma provocadora e encurtada de prazer absoluto. Sei que é torturante tirar esse brinquedo das suas mãos literalmente, mas não posso correr o risco de chegarmos ao clímax rápido demais, quando estou cheio de vontade de a continuar a tomá-la.
— Ana sua buceta é demais, apertada, pequena, preenchida e deliciosa... oh sim muito deliciosa...
Enumero um número limitado de elogios passando dois dedos na borda dos lábios do seu clitóris me lambusando deliciosamente com essa visão de um buceta coradinha, em chamas e altamente sensivel ao meu toque, pois posso sentir a formação forçada de um líquido viscoso correndo entre o plástico da camisinha e meus dedos que a estimulam calmamente no exterior criando uma sensação de dupla penetração.
— DESEJO FODÊ-LA EM ANAL! — afirmo rouco de excitação querendo experimentar todas as formas aliciantes de prazer que lhe posso porporcionar. — É, VOU FODER SUA BUNDA, AMOR...
Anastacia arregala os olhos para mim como se estivesse com medo, provavelmente porque lhe iria arrancar a virgindade à bunda, mas a tranquilizei acariciando sua barriga sarada com a ponta dos dedos.
— Amor faremos assim, se machucar muito, você fala e eu paro, ok? — ela assente com a nuca ainda reticente me encarando concentrada.
Então retiro meu membro da sua buceta que descontrai com a saída invicta do estranho corpo e me concentrando no buraco inferior. Entro com a cabeça muito lentamente me focando na expressão do rosto de Ana de forma a decifrar alguma coisa, que quase é impossível, já que nunca sei o que lhe passa na sua cabeça. O corpo dela retrai um pouco, chega mesmo a arquear e empinar mais para mim, o que facilita a entrada, contudo, Anastacia geme, mas um gemido que deduzi como dor, eu a devia estar machucando.
— Ana se estiver machucando, fale... — advirto para que não lhe cause mais dor, que sei que pode não suportar, nem todas as mulheres aguentam a penetração anal por ser incomoda e invasiva.
— PARE! — grita mordendo o lábio inferior, acontece que meu membro estava todinho dentro dela. — Por favor... — implora e saio com ele para não criar mais mau estar e sorrio breve.
— Está tudo bem? — pergunto, ela balança a cabeça lentamente em positivo. — Mesmo? — reforço a pergunta. Ela continua afirmativa. — Quer continuar?
— Sim, por favorr...
Seguro em ambas as laterais do seu quadril e a penetro com mais força em sua buceta criando movimentos de vai e vem mais apressados e ofegantes.
Meu corpo treme com os meus movimentos ritmados e de intervalo incurtado, o de Ana igualmente como se me acompanhasse perfeitamente, me apertando interiormente, rebolando e quicando. Isso cria uma onda de adrenalina acesa e necessito de imediato de beber de seu gemido. A minha mão desliza por sua barriga a seguindo até ao seio e a aperto ali, o presando entre os dedos enquanto me forço a estocar violentamente.
— OH ANA, CARALHO! — urro doido a estocando tão forte e delicioso. — ISSO BABY...
— CHRIS, MAIS, QUERO MUITO MAIS... — pede ofegante se dubrando melhor, tornando seu corpo mais flexível a cada movimento novo. — OH MEU GOSTOSO TRABALHADOR... VAI ME FODE MEU CEO... — gosto do jeito de como me chama, do como ela simplesmente me apelida com nomes mais estranhos, mais desconexos nessa hora de entrega total. Ela realmente sabe como mimar meu super ego e torná-lo tão nutrido.
— HÁ ANA... MINHA SÓ MINHA MULHER... DE MAIS HOMEM ALGUM... MINHA, MINHA RAINHA...
Aperto o outro seio e sorrio com o resultado excitante de como ficou o anterior totalmente marcado por minha mão possessiva em torno de mamilo. Ela rebola gostoso erguendo uma nádega, depois a outra quase que coladas no tampo da mesa. Tombo redondo abocanhando o mamilo dos seus seios o puxando para mim ao descer minhas mãos liberais por seu corpo colante e transpirado de prazer. Enterro as mãos abaixo das nágedas e as belisco. Ana geme para mim, a estoco mais intenso agora com meu corpo colado no seu. Meu corpo começa contraindo, espasmando louco em conjunto aos seus gemidos loucos de satisfação.
— NÃO VOU AGUENTA-AR... — afirma ela tremendo autenticamente.
Pude sentir que logo iria gozar, então a alimentei me esforçando ao máximo para que resultasse um orgasmo conjunto e ainda instingando seu outro mamilo fui tão forte e intenso que meu corpo todo começou estrecendo, tremendo como se estivesse em risco de perder forças. Senti aquela onda de descarga energética de última e soltando minha boca do mamilo procurei a sua boca a sugando urgente, enquanto nos entregavamos de bandeja um ao outro e cairmos assim no clímax da relação tão esperado.
Anastacia estava ofegante, cansada, pude ver em sua expressão de exaustão em seu rosto e olhos muito sonolentos e vermelhos de cansaço. Provavelmente porque exigira muito de nós dois, esforço demais resulta em pura fadiga. Face a isso retirei meu membro de dentro dela, mesmo não muito de minha vontade, pois amo ficar com ele aconchegado na sua buceta quente.
Peguei-a no meu colo, rapidamente a guiei para o seu quarto, empurrando a porta com o pé e a deitei livremente na cama. Puxei o lençol para cobrir e a beijei tranquilamente na bochecha e lábios. Olhando bem para mim precisei me livrar da camisinha gozada e a joguei no lixo.
— Chris... — escutei uma voz meio sonolenta e fraca do quarto, o que me fez voltar atrás em passo de quem guia o diabo.
— Sim, baby! — respondo voltando para junto dela e me deitar no seu lado, acariciando os seus cabelos calmamente.
— Me perdoa... — sussurra ela ao qual a silencio com um selinho não tendo nada para ser perdoado. — Fui tão bruta com você... — diz, nego com a nuca. — fui sim, não minta... sei que só está querendo me agradar... — fico observando ela protestar, é tão gostoso. — mas obrigado pela surpresa, adorei as flores e... o sexo foi maravilhoso... — e fecha os olhos lentamente me fazendo sorrir, deitá-la melhor sobre meu ombro e ficar admirando sua beleza natural.
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