Notas iniciais
Olá meninas ♥ Quero agradecer os comentários ao capítulo anterior, bem como posteriores capítulos, pois tem novos leitores iniciando a leitura ao qual espero que gostem, pois estou me divertindo ao escrevê-la para vocês. Peço uma vez mais ao leitores fantasmas para aparecerem e comentarem, é legal uma opinião, mesmo que critica. E agradeço aos novos que favoritaram, isso realmente consola o meu coração. Sem delongas eis o capítulo 43, sei que Christian está furioso com essa história, mas ainda não vai ser nesse capítulo o confronto dele com Jack de novo. A treta vai rolar no capítulo seguinte. Por isso já sabem, quanto mais comentarem, mais rapidinho volto. Boa leitura

Taylor acabou conseguindo organizar o voo de volta para Seattle, sabia que partiria por volta das 19 horas. Anastacia estava com tudo pronto para voltarmos, que quando anunciamos para os outros que estavamos de partida, houve alguma desilusão em algumas vozes, principalmente na da minha caçula que ficou triste e querendo que mudassemos de ideias, ficando mais uma noite. Acontece que não ia mudar os meus planos, tinha tudo formalizado em minha cabeça e quanto mais rápido voltar, mais rápido termino com alguns assuntos pendentes.

— Tem mesmo que ir? Por favor... o que tenho que fazer para que fique? — Mia tenta insistente se ajoelhando aos meus pés.

— Mia é um assunto muito sério, não tem como desligar! — digo sabendo perfeitamente que sou um homem de palavra no que diz respeito a cumprir com os meus prazos e trabalho, apesar de não ser nada haver com a GEH, mas que o assunto me interessava claramente.

— Christian compensa na próxima vez, ou então quando voltarem podemos combinar de jantar todos que acham? — Ana tenta solucionar o problema, até nisso ela é perfeita porque me supera.

— É, assim estou disposta a negociar! — diz a caçula se colocando novamente em pé com ajuda de Ethan que a puxa pela mão. — Só se for no meu restaurante favorito e com minhas escolhas requintadas a la francese! — olho para Anastacia nesse momento que sorri lascivo.

— Está bom! — cedo e ela pula alegremente para o meu colo me deixando ainda mais sem graça.

~*~

Pegamos o voo justo na hora certa e durante todo o percurso me vi observando Ana que acabou adormecendo, provavelmente estivesse cansada ou com algum receio de aguentar firme toda a viagem. Quando aterramos pedi a Taylor para que nos viesse buscar e meio que nesse momento precisei de acordar Anastacia dessa tranquilidade. Eu sei, foi cruel, mas ela não podia continuar dormindo, nem eu podia sair carregando ela para fora do avião. Taylor logo surgiu atencioso para pegar as malas pequenas da viagem e guiei a minha morena de braço dado ao meu, cabeça deitada no meu ombro até ao Audi. Dali partimos até ao Escala, onde fiz questão de deixá-la descansando, já que não estaria sozinha, porque pedi gentilmente para a sra. Jones vir para lhe preparar um jantar e fizesse companhia, enquanto ia cuidar de uns assuntos pendentes.

— Queria tanto que ficasse comigo, amor! — diz pidona ao sairmos do carro assim que Taylor pára no estacionamento. — É assim tão importante que não pode esperar por amanhã? — pergunta, mordo o canto do lábio quase seduzido com os seus olhos azuis brilhantes e convidativos.

Suspiro pensando um pouco e ai decido deixar essas pendências para o dia seguinte, mas só porque quero agradá-la e oferecer um pouco mais da minha companhia. Afinal aquele imbecil não perde pela demora, mesmo.

— Está bom, eu fico com você hoje, mas amanhã pela manhã irei cuidar dos assuntos, sim? — ela concorda com um sorriso largo nos lábios que me levo a beijá-los com vontade e desejo.

— Sabia que você ia ceder! — fala toda convencida dando uns pulinhos alegres na minha frente. — Vem, quero fazer um coisa em você.

Fico intrigado com o que Anastacia estaria pensando em fazer comigo. Ela começou caminhando para o meu quarto fazendo gestos convidativos e sedutores que me fizeram abrir um pouco mais o colarinho do polo para respirar direito. Ao entrar no quarto ao qual ela empurra a porta com o pé indica a cama para que eu deite.

— Espere! — pede vindo até mim tatear o meu corpo e despir meu polo sem pudor me deixando de tronco desnudo. — Hum... — vem para a minha frente analisando meu tronco, os seus olhos decendo a linha abdominal e abre o botão da calça, baixando o ziper em seguida. Óbvio que a calça desce rapidamente. — Agora sim, pode descalçar esses sapatos, largar a calça e deitar ali na cama de bruços, pode ser? Volto rapidinho!

Agacho para soltar os sapatos tal como pede e quando olho para o lado, Anastacia simplesmente havia pulado fora me deixando sozinho nesse grande quarto. Isso me fez ter mil e uma pensamentos sobre quais seriam afinal os planos dela para essa noite. Ana é sempre muito imprevisivel, nunca sei o que está passando por sua cabeça, uma verdadeira caixa de pandora no que diz respeito a surpresas. Por vezes bem excitantes, outras tensas e tem aquelas que trabordam prazer.

Tal como solicitado acabo deitando de bruços na cama mexendo um pouco os pés.

— Amor, vai demorar? — pergunto alto e logo escuto um som de passos e tento olhar por cima do ombro ainda com dificuldade não conseguindo ver ao certo o que ela estaria fazendo.

— Estou aqui, quero essa cabeça deitada! Relaxe! — ordena surgindo no quarto onde o seu reflexo bate em meus olhos os deixando arregalados.

Anastacia estava de lingerie preta rendada sensual, liga na coxa com um laço. Cabelo apanhado em um coque frouxo e um boião de óleo na sua mão. Nesse momento a cama rangue ligeiramente, era ela subindo entre as minhas pernas e encaixar a sua bunda justo em contato firme com a minha. É, ela sentou na minha bunda. Safada e gostosa essa mulher, não? Eu literalmente fico de quatro por ela.

— Estou com direito a massagem é? — pergunto sabendo que é óbvio que Ana me daria uma merecida massagem. — Por acaso não é a tal peituda que me aconselhou! — brinco, relembrando da nossa conversa de semanas atrás e da troca insinuada de provocação divertida por e-mail.

— Está reclamando é, Grey? — ela faz uma careta, contenho o riso, é tão perfeita fazendo essa cara de malvada, hum, fico logo louco para mordê-la todinha, desde a bochecha do rosto, aos lábios, seios e finalmente o clitóris. — Por acaso estou com vontade de o massajar, mas porque quero deixá-lo como novo! — diz abrindo a tampa do boião e pesuntar as mãos com aquele gorduroso óleo.

As mãos dela deslizam suavemente por minhas costas, era uma sensação de corrente eletrica atravessando os canais mais intimos do meu corpo. Fecho os olhos face a isso, relaxo tal como me pedira, só que é um fato que cada vez que me toca, me sinto mais duro ainda mais com sua bunda dançando propositadamente em cima da minha. As minhas mãos amassam os lençóis a baixo de mim, preciso me controlar para não revidar atacando-a. Acontece que Ana aumenta o grau de pressão com as suas mãos as deslizando para a minha lombar e corre-las para as laterais do meu quadril, as descendo mais um pouco entrando dentro da cueca box e novamente continuar as deslizando até ao meu membro duro e teso querendo ser explorado por suas mãos macias e quentes. Oh sim, suas pequenas mãos, mas tão trabalhadoras.

— Oh porra, já me deixou duro! — gemo não me controlando mais, pois meus olhos se reviram cada vez mais ao seu toque sensual.

— Calado! — ordena com uma voz provocante, mas com toque de ofego, ela está ofegando que eu sei, sua respiração está mais descompassada que o normal.

Conheço tudo nessa mulher, até a sua respiração. Anastacia é única e uma verdadeira deusa sexual. Me deixa realizado de todos os modos possiveis, me vejo viajando com ela numa dura e deliciosa batalha. Ela não tem medo quando sou brutalmente poderoso a fodendo, na verdade ela gosta. Ela me pede, eu dou e ambos tombamos em prazer e êxtase.

— Uma oral? — pergunto olhando ligeiramente por cima. O seu rosto estava tomado de uma tonalidade rubra deliciosa e pude perceber o quanto estava excitada por me estimular dessa forma tão cativa. — Quero uma oral srta Steele! — ordeno usando do seu pudor para me satisfazer, já que ela é efusiva até nesse detalhe.

Comecei a virar com dificuldade o corpo, Ana logo ajudou a sair de cima de mim e assim que viro de barriga para o alto, ela volta sentando em cima das coxas, já que ela queria outra coisa, o meu pau duro olhando para ela querendo, não exigindo sua boca urgentemente.

— Olhe só como ele sorri para você, baby! — digo brincalhão. — Agora faça uma verdadeira massagem, ele está necessitado! E precisa da sua lubrificação oral para te foder gostoso! Mas também te posso foder assim, quer? — os olhos da minha morena se reviram, reviro os meus igualmente.

— Vou fazer uma massagem que tem o nome de peniana! — diz e esteito o olhar. Sabia exatamente o que era e o quanto deixa um homem duro de tesão. — Gostou? — ela vem perguntando com um sorriso largo e atrevido nos lábios. — E é óbvio que vou adorar que me foda na boca, não é gostoso?

Pega em óleo novamente, os esfrega entre as mãos e novamente começam escorregando por entre meu pau, oh sim, deliciosas mãos essas que estão surtindo um efeito danado de todo. Anastacia desce um pouco a cueca libertando o meu membro saltante, quente, de veias salientes e vermelho intenso, porque está duro, quer ela, não dá para aguentar tanto tempo na tortura, quando sei que a especialidade de Ana é torturar o meu pobre amigo. Uma das mãos dela amassam o meu pau de um jeito bem gostoso, já a outra aperta uma das bolas, para só então apertar a outra como puro beliscão de me fazer arquejar nessa cama imensa, somente de prazer, porque Ana não me cria dor, isso jamais, ela me proporciona prazer do mais alto nível.

— PORRA, CARALHO, VOCÊ É FODIDA! — digo me excedendo nas palavras, mas ela é demais mesmo e não temos complexos com os nossos palavrões sexuais. Tudo com ela é de oito a oitenta. — Oh baby sua boca, pode ser? Amo sua oral! — faço um ar pidão, sei que algumas vezes resulta, outras nem tanto, mas nesse momento estou super necessitado.

— A massagista aqui sou eu! — alerta apertando uma bola propositadamente entre seus dedos e sorrir torto. Só sei que isso me deixa logo roxo, pois senti logo uma dor aguda da merda. — Acho bom que feche essa sua boca, e só geme gostoso para mim! — pede em risos, ela ama me deixar assim todo de quatro. Fodasse que merda essa, ela me tortura, me maltrata e ainda me escolacha, mas eu gosto, esse é o problema.

Lentamente ela volta com tudo, ajudo pegando em seu cabelo o prendendo firme em meus dedos, ela se agacha junto ao meu membro duro querendo sua boca nele rapidamente. Acontece que quando sinto aquele contato quente de sua língua lambendo a extremidade da cabeçinha do meu pau, me vejo logo urrando intensamente. "Oh caralho, melhor oral de sempre" penso estremecendo na cama, pois a boca dessa mulher é puro fogo que arde nas chamas do meu inferno na terra. Uma delicia para ser honesto, pois ele preenche todo ele com a sua pequena boca, o engulindo inteirinho. As suas mãos apertam minhas bolas de um jeito que só sei que reviro os olhos louco entrando em espasmos apressadamente. Ana é fácil, difícil, mas somente uma mulher potente. Ela me porporciona as melhores sensações em todas as vezes que transamos. Ela sabe me dar prazer, me deixa teso, louco, em êxtase e muitas vezes fico mais cansado que nunca. A última vez cai de exaustão, mas porque ela me deu um trabalho danado.

— Oh delicia, chupa... oh sim, esse pirulito está delicioso, não? — falo com ela que geme algo bem divertido com sua boca bem ocupada. — Sei, é tão bom que nem consegue falar, entendo bem, amor. — rio me controlando horrores para não tombar, já que faço um esforço louco para me segurar, apesar de estar complicado, mas desejo olhá-la, é tão bom vê-la assim.

A minha vontade é louca e aos poucos começo a mover meu quadril de forma a foder sua boca com o meu pau que rebola entre sua língua e paredes. Aumento o ritmo das estocadas e Anastacia logo se segura firme ao meu quadril pousando as suas mãos como prensas ali. Estoco uma, estoco outra e ela vibra gemendo alguma coisa como satisfação, porém não consigo nem perder o olhar dela, pois sigo todos os seus movimentos com maior satisfação e percebo a sua mão se libertar do meu quadril para correr coxa, joelho e gemeos, mas somente me abandonar para passar a tocar na sua própria pele que me vi em dificuldade para ver até onde ela iria com essa exploração. Foi então que percebi que em meio às estocadas aceleradas, Ana estava se masturbando enquanto a fodo, isso me fez brilhar, oh sim, eu brilhei imenso e a fodi mais intensamente, porque não tem nada mais interessante que ver a mulher que desejo se tocar para mim. Me dar um prazer louco, como se dá a si mesma. Contudo, me libertando em urros continuos de êxtase comecei a contrair todos os músculos do meu corpo, oh sim, eu vou gozar.

— Estou quase gozando... você quer? — Ana nem larga o meu pau, ela somente revira os olhos para cima piscando eles, suas bochechas tão rubras e mordíveis.

O meu corpo espasmou um pouco, senti uma onda tão forte de adrenalina correndo minhas veias, que facilmente gozei e tive oportunidade de ver ela engulir o meu gozo em sua boca e ainda ver ele escorrer dos seus lábios, já que o meu jato de sémen fora mais intenso dessa vez. Melhor toda a vez que me faz uma oral sai mais poderoso que na última.

— Adoro, quente como sempre... — comenta lambendo os lábios assim que larga meu pau assado da sua boca revigorante.

Logo procuro encontrar os seus lábios com o meu gosto salgado e me deixo deliciar assim a beijando intensamente, invadindo a sua boca com justa causa, porque preciso de prender urgente sua língua na minha. Anastacia logo vem retribuindo abrindo caminho para uma luta ardente de línguas furiosas e quentes. Nossos corpos já acesos de calor e prazer entram em contato, principalmente meu membro contra a sua coxa torneada e gostosa. As minhas mãos sobem sobre as laterais do seu quadril a cima, abrindo caminho até ao fecho do sutiã já que estou desejoso de mergulhar de cabeça em seus seios impinadinhos e loucos, altamente loucos para sairem fora dessa armadura apertada que os faz estremecer. Assim que os solto, os meus olhos logo brilham os vendo tão perfeitos, corados e seus mamilos tão prontinhos para sentir o toque dos meus dentes neles, minha língua furiosa para os lamber.

— Vou dar uma mamada, licença baby! — aviso mordendo um mamilo e fazê-la gemer de imediato enquanto tomba a nuca cravando as suas malvadas unhas na minha pele incandescente criando um curto circuito imediato. — CARALHO! — resmungo entre dentes, já que minha língua decide circundar deliciosamente o mamilo e chupá-lo, deixando um ligeiro chupão, oh sim eu amo deixar marcas nela.

— Oh Chris, isso... — geme tombando a cabeça agora para o meu ombro, pois os seus cabelos criam uma sensação de cócegas e rio involuntariamente.

— Geme para mim, vai! — peço lambendo o seio dela criando uma linda roda em torno dele o deixando marcado da minha saliba com gosto de meu recém gozo. — Isso, baby! Você é explusiva! — urro passando a língua para o outro seio, repetindo todo o procedimento e mordiscar o mamilo durinho, puxá-lo entre os dentes, porque gosto de quando fica mais extensivel.

Em consequência a isso, Anastacia geme mais alto, chegando mesmo a dar um gritinho abafado, mas não me incomodei, sei que ela me faz exatamente a mesma coisa, pois ela já está me dando castigo ao levar suas mãos a descerem ao meu pau e beliscá-lo. Oh caralho, ela é foda, isso me deixa tão, mas tão duro. Preciso de fodê-la não tem jeito, ela está pedindo por isso, ela quer, eu sei que quer.

— Quero você, Chris! — pede roçando sua calcinha no meu membro propositamente, quicando entre minhas coxas, pois é gostoso e sinto logo a sua umidade quente.

— Está tão prontinha! — sussurro semicerrando os olhos e largar o seu mamilo já bem extensivel e buscar seus lábios apetecíveis deixando um beijo fervuroso, mas o paro para puder pegar a camisinha.

Ela me faz um bico quando me afasto ligeiramente, debruçando no criado mudo para pegar um pacote e ao abri-lo na sua frente, o colocar no membro. Anastacia me ajuda a libertar da cueca. Ela mesmo chega a se coloca em pé fazendo uma dança sensual na minha frente ao qual enfio as minhas mãos nos seus quadris desejando fazer uma deliciosa oral, só que ela me nega descendo a calcinha fio entre as pernas e libertá-la logo depois. Dessa forma foi agachando até encaixar com ajuda das suas mãos o meu membro todinho dentro dela. Oh sim, novamente interior sem margem para ficar de fora. O seu corpo começou a mover lentamente. Suas mãos apoiadas em meu peito. Forçosamente me peguei alimentando o mesmo ritmo, o dando com mais força, aumentando o movimento gradualmente. Anastacia logo vem procurando por meus lábios colando seu corpo no meu. Ter o contato dos seus seios crescentes roçando nos meus mamilos sarados do peito. Ela rebola em meu membro de forma dançante e altamente inebriante, já que isso me acende louco por dentro e a começo a estocar com mais força. Oh quer fodê-la para valer.

— Oh isso mesmo, Chris... com mais força, oh isso... — geme entre meus lábios mordendo o meu lábio inferior de propósito ao qual tento em vão morder o dela, que me quica de um jeito que me faz dar um urro longo. — Sim, sim... oh claro que sim... — rebola com mais intensidade, me deixando tão alimentado.

Seu sexo apertando meu pau de um jeito que nem explicado, já que ele vai e vem com uma lubrificação intensa, o deixando tão louco, tesudo e pulsando no interior de paredes tão prensadas. Movo meu quadril com o dela num ritmo tão apressado, violento e cheio de adrenalina. Só sei que Anastacia se move tão agilmente que é como se não estivesse em cima de mim, seu peso se nula nessa violenta forma de foder. Os meus olhos se fecham para sentir com mais intensidade essa transa. O corpo de Ana responde me devolvendo um descarga intensa de orgasmo, meu membro aperta consequentemente a isso, o que me faz gemer não sei quantas vezes mais, meu corpo contrai é certo. O meu sexo se explode igualmente, se vindo e gozar nela, mas ficar com ainda mais força para repetir tudo novamente, já que Anastacia é intensa e me deixa altamente viciado e não tem jamais como parar. Então voltamos novamente a repetir a mesma sequência.

— Rebola para mim, vai baby! — ordeno.

Começa com a dança da bunda poderosa, movendo seu quadril com mais rapidez ao qual me vejo deliciado ao segurar firme em minhas mãos os seus seios fartos e tesos, tão pequenos em minhas mãos tão grandiosas, mas preenchedores. O meu corpo se contrai novamente, sinto o dela contrair igualmente num movimento único. Meu membro escorrega com mais dificuldade, os nossos movimentos começam a ficar cortantes, Anastacia quica delicioso empinando mais a bunda para que me ajuda a mover com maior tranquilidade, agora que abrandara o ritmo, desacelerando ou iria gozar de novo, no entanto isso só tornou nossos movimentos mais cortantes, intensos e rapidamente me senti quase perdendo. É, eu estou quase no meu limite. Porra como é possivel? Como ela tem tanto para me deixar assim?

— Quero que goze em mim! — exige ela tentando soar a mandona aqui, o que me faz estocá-la com mais força apesar da dificuldade e do quanto estou mais estoirado dessa nossa transa. — Vai, vou gozar..

Avisa num gemido longo que me faz estocá-la novamente e outra e mais outra que me explodo intensamente dentro dela não olhando a meio para atingir o merecido clímax da relação. Só sei que a minha camisinha não fora suficiente para aguentar meu próprio prazer, já que sinto meu sémen correr em meu pau a baixo, passando a contornar minhas bolas agora melosas e pingar contra o tecido da cama. Anastacia me abraça forte para que sinta o quanto o seu batimento cardiaco está tão louco e acelerado quanto o meu. Para que sinta a sua boca ofegante em minha pele. A beijo com calma, apesar dela não sei como sempre buscar mais folego para beijos intensos de língua de me deixar esbarufido e sem ar, já que os meus pulmões não sobrevivem sem oxigénio, apesar de me sentir capaz de sobreviver vivendo da boca deliciosa dela.

— Você me mata, fodasse! — afirmo me deixando bater com os braços para cada lado da cama, enquanto ela se fica em cima de mim, deliciosa e quente. Me preenchendo de todos os modos. — Não cansa de tanta sensualidade, não?

— Está reclamando, Grey? — pergunta erguendo a sobrancelha em tom de malícia. — Quer que eu procure outro cara para transar é? — arrega-lo os olhos com a sua insinuação, claro que provocadora, ou essa não seria a minha Anastacia. Única e poderosa. — Pensei! — se acha logo em risos.

— Minha sabidinha! Você só me fode! — reclamo dando um tapa estalado na sua nádega tão coradinha com a marca dos meus dedos. — Vá agora vamos descansar um pouco... amanhã tenho negócios para solucionar.

— Deixe de falar em trabalho! — resmunga franzindo os olhos para mim. — Aqui quem manda sou eu, então exigo que o CEO chato fique fora desse quarto, entendido? — exige me fazendo uma careta qual decido morder sua bochecha deliciosa e dar um novo tapa. — Se me tapear novamente eu juro que te faço uma coisa que o fará roxo.

— Isso é uma ameaça? — pergunto com maior cara de travessura.

— Entenda como quiser, Grey!

— Ok, Steele! — concordo me rendendo, mas só porque preso a saudade do júnior de baixo.

Notas finais
Gostaram? Anastacia quando quer é convicente, mas calma gente a treta rola no próximo capítulo. Comentem, sim? Quero vossas opiniões e se forem muitas, volto voando... creio que é um bom trato. Comentem! Favoritem e recomendem! aos 129 vamos lá comentar até ao próximo capítulo