Notas iniciais
Olá meninas ♥ Obrigado pelos vossos comentários, simplesmente muito incentivadores e inspiradores a fazer com que esse capítulo saisse mais rapidinho. Eu sei que estão roendo as unhas para o hot dessa noite que Ana e Chris terão... mas surpresa... Agradeço a nova acompanhante da história, dedico o capítulo a ela e à linda Raquel Duarte por favoritar. :) Espero que gostem e sem delongas o capítulo 36 quente... yeah! Boa leitura

O macarrão já estava no forno, a mesa completamente pronta com uma toalha vermelha, velas brancas e uma jarra com rosas brancas e vermelhas para contrastar. Tenho a certeza que me esmerei mesmo.

Olhei diversas vezes para o relógio, para me certificar que ainda estava na hora, já que em toda a vez fico com a impressão de que estou muito atrasada, que o tempo voa e que nem dou conta. Afinal ainda tinha que me preparar para receber Christian. Queria impressioná-lo, tanto quanto possível, esse é o que digo um jantar romântico. Um jantar para nós dois, à luz de velas, igual aos filmes romancistas de hollywood.

Na verdade estou pensando em alguma roupa provocante, de forma a que o deixe louco de desejo e que dê para torturar um pouco. É então que dou um pulo no quarto de Kate, já que minha amiga me dera carta branca para usar algumas das suas peças do closet, pois sabe que tenho que agradar o cara, apesar de ele me venerar mesmo pela simplecidade, ou simplesmente desnuda que bem sei. Contudo, hoje em particular quero compensar. Ele está merecendo bónus tem sido tão incansável com nós dois.

No closet de Kate pego um vestido azul justinho e coloco na minha frente. Sei que não sou muito apelativa a roupa que cola no corpo, mas era uma causa nobre e vale o sacrefício tendo em conta que não irei ficar muito tempo dentro dele. Acabo por escolhê-lo, já que tinha uma grande decote na frente deixando meus seios muito expostos e queria só vê-lo ficar com o olhar em bico. Já a saia tinha uma mera racha no cantinho deixando a coxa mais torneada, a liga exposta. "Você vai matar o cara, tem noção disso, Anastacia" avisa meu subconsciente me fazendo sorrir de confiante com a minha tentativa sedutora. A minha deusa corada, fazendo um "O" com a sua boca carnuda e vermelha.

— Só está faltando sandália! — digo num sussurro procurando entre os muitos calçados de Kate alguma coisa do que calçar. — Hum... BINGO! — pego a sandália preta e o vestido e volto correndo para o meu quarto, já que apenas faltam 10 minutos para ele chegar.

~*~

Escuto a campainha tocar, estava na cozinha de taça de vinho na mão e tomo um gole em coragem. Quando atravesso a sala certifico de que tudo está em ordem, as velas acesas como planeado e respiro fundo olhando pelo olho mágico, percebo realmente que era ele, rodo a chave e a porta se abre. Christian estava de sorriso nos lábios e os olhos arregalados justo para o meu decote. "Yes, estou causando o efeito pretendido" penso mordendo o lábio inferior ao abrir caminho. Christian vem logo querendo me dar um beijo, mas lhe viro o rosto para chegar a porta. "Vamos lá com calma meu menino" digo mentalmente, mas tudo isto, porque faz parte do personagem que quero incorporar essa noite.

— Sério, baby? — ele fala com uma voz de desilusão vindo logo segurar minha maçã do rosto com os seus polegares firmes para me beijar com fervor.

"Ena, ele está folgado" penso ao retribuir o beijo com a mesma urgência, deixando minha língua dançar na sua de forma bem envolvente de ficar sem fôlego. Minhas mãos sobem involuntariamente aos seus cabelos os deixando bagunceados tal como gosto de o ver, pois o deixa tão jovial e sem preocupação. As suas mãos envolverem minha cintura de forma a ficar apertadinha a ele, sentir o volume da sua calça já ereto. "Oh delícia, ele está tão teso" reviro os olhos tentando buscar um pouco de ar, já que os meus pulmões estão debatendo furisoamente para oxigenar, ele finalmente me libertara a boca para ficar mordendo meu lábio inferior de forma instigadora.

"ANASTACIA O QUE ESTÁ FAZENDO?" o meu subconsciente grita na minha cabeça me despertando um pouco, pois eu estou fazendo tudo errado. A minha deusa que estava se masturbando deliciosamente, se vê desiludida.

Afasto Christian apesar de estar gostoso demais tê-lo colado a mim, pois queria fazer coisas loucas com ele, mas decidi que não, não posso oferecer tudo facilmente, tenho um plano, tenho que seguir ele até ao fim. Afinal quero ser dominante uma noite que seja. Mostrar para ele quem é o sexo forte da casa, que não apenas ele é o único irrestível aqui.

— Então, Ana? — ele me questiona mostrando uns olhos cinza acesos querendo mais.

— Tudo no seu tempo, meu caro Grey! — digo o puxando pelo colarinho até à mesa e o sento deixando um beijo gostoso em seu pescoço de ficar com a marca do meu gloss guloso. — Quieto! — ordeno mostrando um dedo na sua frente, quando vejo aquela sua mãozinha atrevida querendo subir na minha bunda. — Volto em um minuto! — aviso dando as costas andando em passo sensual para a cozinha.

Na cozinha pego a taça de vinho e tomo outro longo gole rindo comigo mesma pela minha tamanha coragem em deixá-lo no seu lugar e por minha postura tão dura. "Isso mesmo" penso pegando o macarrão de queijo e levá-lo para a sala, onde ele me espera ansioso, pois seus olhos estavam em mim e em esse decote de bom sucesso, é claro.

— Meu deus que delicia! — ele elogia esfregando as mãos igual uma criança.

— Meu macarrão é o melhor do mundo! — falo meio convencida, apesar de saber que ele não estava só se referindo ao prato, mas ao meu decote também. — Quer que o sirva? — pergunto pegando a concha e preparar para pegar seu prato, mas ele trava me olhando com uns olhos desaprovadores.

— Permita que seja eu! — ergo ambas as mãos rendida com a sua tentada oferta e sento adequadamente na minha cadeira sem a ranger imitando a pouse das mulheres finas dos filmes.

~*~

Pov. Christian

Vê-la dessa forma vestida estava me queimando interiormente, pois a desejo pegá-la em meu colo, fazer coisas loucas e divertidas com ela em qualquer lugar, até porque se não fosse a decoração começariamos pela mesa mesmo, mas sinto que Anastacia tenha algum plano e não me vá facilitar facilmente saciar esta minha vontade louca.

— Está bom assim? — questiono servindo o seu prato com uma porção generosa de comida, pois quero que ela se alimente direito. — Coma tudo! — ordeno, pois odeio imaginar que tem gente sofrendo por ter um prato de comida e que não o tem, porque infelizmente a vida é simplesmente cruel.

— Está bom! — ela diz pegando o prato entre suas mãos e pousá-lo na sua frente, embora estivesse me fazendo aquele olhar desafiador. — Não dite ordens! — avisa. Reviro os olhos para ela. — Não me revire os olhos, por favor! — faço cara feia com a sua postura para comigo.

"Alguém aqui está tentando ser dominadora?" questiono mentalmente fazendo um olhar sério, carregando a sobrancelha, enquanto sirvo minha dose de comida. Pois tem um cheiro delicioso. Ana cozinha bem, pois o aspeto me convida a comer tudo, pois não suporto deixar sobras. No entanto, ainda tenho espaço para a sobremesa que sei que ela me vai dar. Pois sei que será tão doce e salgada ao tempo.

— O que será a sobremesa? — tento saber ao levar uma porção de comida à boca e mastigá-la sempre de olhar fixo em seus gestos, boca e olhos.

Ela limpa os lábios muito delicadamente com a ponta do guardanapo, não sei se era para me impressionar, mas gostei de ver. Ela é muito elegante, sexy e poderosa. Eu persisti para conquistá-la, tê-la ao meu lado e dizer o quanto é minha, do qual sou tanto seu.

— Ainda nem terminou de comer e já pensa na sobremesa? — ela responde afiada me traçando uma contra pergunta. — É surpresa! — avisa sorrindo de canto. Fico logo com vontade de morder sua bochecha de tão gostosa, já que está simplesmente rosadinha. — Há... — os meus olhos descem para acompanhar meu garfo, quando a escuto e os ergo de imediato. — Tem a gravata consigo? — rodo os olhos sorrindo torto lembrando que a havia guardando no bolso do palitó e assinto que sim com a nuca. — Ótimo! Faremos coisas divertidas, senhor Grey! — ela fala em tom de malicia passando aquela língua afiada entre os lábios os deixando ainda mais molhadinhos e mordíveis.

"Merda, meu pau está duro! Vou ejacular se continuar nessa tortura" digo sob pensamento apressando a terminar a minha refeição, uma vez que me sentia em chamas de tanta provocação. Queria muito passar de imediato ao plano B da tortura, pois esse está resultando de tal forma que não consigo mais conter a vontade que sinto dentro de mim, já que meu corpo está se contraindo só de a olhar, a querer tocar e não poder, porque ela simplesmente corta. "Vou lhe oferecer tudo, de todas as maneiras e formas imaginárias". Tomo um gole de vinho fixando os meus olhos nos seus azuis e brilhantes de lúxuria tão pura.

Quando a refeição termina não dou chance alguma a Ana levantar a mesa, a simplesmente puxo para os meus braços apertando contra meu corpo e roubar um beijo urgente de sua boca revigorante e desejosa.

— Há minha maneira! — fala em tom sério ao libertar seus lábios dos meus, como se pudesse mostrar ser dona da razão. — A gravata! — ordena.

Reviro os olhos procurando a gravata nos bolsos do palitó e a entrego em suas mãos ainda mais intrigado de qual seria a sua ideia exatamente. Ela me empurra com as palmas das mãos concentradas no pontos altos do meu peitoral. Involuntariamente começo andar sem que pudesse evitar, pois meu corpo está me traindo, traindo por ela. "NÃO" penso me vendo ser dominado por sua persistência em minha frente. Contudo, assim que passo uma porta deduzo que estejamos entrando novamente naquele seu quarto. Oh sim, esse em que fizemos amor e foi o melhor que alguma vez me imaginei fazer, já que até à uns tempos era algo impensável. Mas Ana é o meu ponto de viragem nessa minha vida. Ela tem sido o meu porto seguro e tenho me sentindo lindamente.

Anastacia me empurra com agora mais força e caio para cima da cama larga. Sorrio gostando da sua ousadia, pois ela simplesmente sobe sobre o meu corpo, se curvando para me deixar beijos no pescoço enquanto desaperta alguns botões da minha camisa branca. Os seus lábios entram em contato com a minha pele, fecho os olhos por uns segundos, mergulhando num mar de sensações, deliciosas, obviamente. Novamente outros botões acabam sendo desapertados, a sua boca continua descendo lentamente e de forma muito instigadora meu peito, contornando com máximo de cuidado minhas cicatrizes.

— Anastacia não faça isso... — sussurro reprimindo um gemido, sua boca me deixa mais duro que nunca. Ela ergue a cabeça de olhos atentos e cheios de malicia, os seus cabelos soltos tocando meu peitoral de forma a criar cócegas, agradáveis cócegas de me fazer rir.

— Calado! — ordena ignorando minhas palavras, como se estivesse se divertindo com o meu "sofrimento". — Eu é que mando! — sublinha sorrindo e passar a beijar a linha do meu tórax, abdómen assim que a camisa simplesmente se abre para cada lateral do meu corpo.

Pressiono os meus dedos contra o edredom da sua cama me contorcendo para aguentar essa tortura ofuscante Ela se ela coloca de joelhos entre minhas pernas ergue o corpo despindo as alças do seus vestido que tive uma vontade acesa de eu próprio fazer as honras, o despir cuidadosamente, deixar beijos e marcas em seu corpo, mas ela me faz um olhar reprovador apontando a gravata ao seu lado e sorrir em divertimento tendo alguma ideia infeliz de me prender, pois posso sentir que é isso que fará. Ana está louca para me fazer seu refém. Eis que a premonição se cumpre e Anastacia aproveita que ainda estou deitado de barriga para o alto, que pega ambos os meus pulsos os amarrando com firmeza, os prende na barra de ferro de sua cama. "Ok, já não lembro do que é ficar preso, isso não é legal".

— Não faz isso! — imploro com uma voz pidona. Uma vez mais me vejo sendo ignorado, pois ela me manda calar colocando o seu dedo indicador entre meus lábios ao qual sinto uma vontade louca de os morder.

Preso apenas me fico por olhá-la continuando se a despir agora fora da cama descendo o vestido por entre seu corpo de forma tão ousada. Passando aquela língua viciante entre seus lábios e revirar os olhos de forma eloquente. O meu corpo se acende em uma nova chama, meu membro fica totalmente duro, pulsante a querendo de todas as formas penetrar e oferecer a merecida satisfação ou vou explodir. Um homem não merece um castigo assim.

— QUERO VOCÊ, VEM BABY! — a chamo com uma voz começando a ficar rouco, pois estou sentindo aquele calor, aquela vontade louca de a foder, mas ao mesmo tempo vem o meu lado mais brando e quero muito fazer amor com ela.
Anastacia se vira de costas balançando sua bunda gostosa e redondinha para mim. Movo meu corpo querendo de todas as maneiras tapear aquela sua bunda desejosa e durinha, mas estou preso. Ela me prendeu de propósito e agora sou refém da sua maldade. "CARALHO NÃO SUPORTO ME SENTIR FRACO! MAS ULTIMAMENTE ELA TEM ME VENCIDO SEMPRE" penso fazendo pressão para me soltar da gravata bem apertada em meus pulsos. "FODASSE QUE SABE DAR BONS NÓS" resmungo mentalmente me vendo preso de verdade.

A minha morena ainda continua de costas para mim balançando seu corpo sensual enquanto desce aquela calcinha de fio por suas coxas, a descendo um pouco mais até aos nível dos joelhos e assim finalmente deixar cair no chão. Quando se vira para mim a vejo ainda de sutiã. As suas mãos viajando por seu corpo ali na minha frente, de forma provocadora e aliciante.

— Não continua essa provocação, não... — peço começando a me sentir completamente doido, carente de seu corpo em puro contato dançante no meu.

Ela sorri torto para mim me mandando calar novamente com o seu dedo agora em seus lábios aproximando das minhas pernas que me vi voluntariamente a querendo prender, já que é o único jeito que tenho para a prender a mim. No entanto, se liberta afastando com ajuda das suas mãos, cravando assim suas unhas de alguma forma na minha carne latejante. Me sinto sendo vencido e enterro mais a cabeça no travesseiro fechando os olhos e os abrindo novamente. Ai sinto minha calça descer, um ziper deslizar, pois esse som é delicioso, já que significa que a minha tortura pode estar por um fim e Anastacia vai finalmente me dar o prémio. "ISSO VEM CÁ AO PAPAI! VEM ME COME, VEM DELICIA" penso erguendo a cabeça com alguma resistência para a ver puxar os cabelos para o lado os predendo entre os dedos magros. Percebo que ainda estou de cueca boxe, mas com o meu membro pulsante saido pelo buraco que ela mesmo abre caminho ao soltá-lo para fora saltante. "ESPERTINHA", sorrio.

— Vou te comer, Chris! — diz tomando meu membro em sua boca e começar a chupá-lo delicosamente.

Mordo o lábio inferior algumas vezes contraindo o meu corpo tenso. Anastacia me chupa o pau de uma forma que a faz querer revirar na cama, pois sua boca é realmente uma delicia e me faz sentir completamente preenchido dentro dela.

— OH BABY, VAI CHUPA GOSTOSO! CHUPA MEU PAU!!! — Começo a urrar alto e a bom som, ela arranca os meus melhores gemidos. Me deixa em êxtase e em pura satisfação.

— Hum... — escuto o seu gemido de satisfação e sorrio passando a morder o cantinho do lábio tão forte que logo vem o sabor metálico de sangue em minha boca.

— Oh Ana essa sua boca, caralho... — urro entrando em espasmos, tão fraco nas suas mãos poderosas. — Quero você! — ela solta o meu pau e me olha com uns olhos azuis profundos, cheios de luxúria que percebi que não ia me facilitar rápido assim.

— Quem é que está no comando? — fala num tom sério e ofegante chupando dedos de forma provocadora. "Caralho ela é fodida mesmo" penso. — Foi o que pensei!

~*~

Pov. Anastacia

Jogo de cabeça em seu membro duro e pulsante, agora passando a minha língua em suas bolas tesas, as puxar com algum força, visto que o tenciono castigar por me desafiar ousadamente ao tentar citar ordens, quando hoje estou no comando. Christian logo me arregala os olhos de forma assustadora, mas não me intimido, pois superamos essa fase do medo desse CEO antigo e mandão. Limito apenas a chupar e lamber todo o seu membro de veias salientes, quente e desejoso. "Oh sim, ele é lindo. Perfeito e preenche lindamente minha pequena boca" sorrio pensando. A minha outra mão desce por meu corpo a baixo do umbigo tocando a minha entradinha com a ponta dos dedos. Percebo que me olha, então me masturbo para que fique ainda mais excitado, já que é assim que me sinto só de o ver ficar de todas as cores, por querer tudo de mim e não conseguir, porque simplesmente se vê preso à minha cama, à minha mercê.

— Está gostando? — pergunto revirando os olhos, pois começo a me tocar com mais intensidade, intensificando o toque de seu membro igualmente. Gemo, Christian me acompanha gemendo.

É então que decido dar o bónus merecido subindo em cima da cama com cuidado, pego o pacote cinza que guardei de uma última vez, já que ele sempre anda com alguns nos bolsos e digamos que sou uma ótima "ladra". O rasgo e enfio de forma graciosa em seu membro. Só então com ambas as mãos apoiadas nas bases laterais ao seu corpo, encaixo lentamente seu membro duro em minha entradinha lubrificada e tesa. Movo o meu quadril lentamente, até sentir que Christian está revidando, movendo o seu com alguma força.

— CARALHO VOU TE FODER! — diz em uma voz rouca, o silencio beijando em seus lábios para que sinta o gosto salgado do seu próprio gozo em minha boca. Christian retribui me sugando a minha língua, me deixar sem fôlego, novamente com os meus pulmões gritantes.

As escutadas de seu membro em minha vagina se tornam cada vez mais intensas, meu corpo começa a contrair forma involuntária. Sei que logo iria ter que gozar, ter um orgasmo daqueles de me deixar perdida de cansada. Porque esse homem é um furacão na cama, simplesmente me deixa louca querendo mais e muito mais de si. Eu estou viciada dessa droga que dão o nome de Christian Grey. Assim como sei que ele se viciou em mim.

— ANASTACIA! — ele urra meu nome alto. Envolvo minhas mãos em seus ombros me segurando firme a seu corpo, porque iria explodir num puro orgasmo se ele me continuasse fodendo dessa forma louca e intensa.

— CHRISTIAN! — gemo o seu nome não ligando se os vizinhos iriam nos escutar. A verdade é que estou em meu apartamento e faço o que quiser dentro dele, incluindo gritar e tudo o que me vier na cabeça. No caso estou fazendo uma coisa muito deliciosa. — Não, espere... — ordeno, ele faz uma careta abrandando as escutadas.

Quico meu corpo rebolando de forma deliciosa em cima de seu membro assado dentro de mim, o deixando interrar um pouco mais, queria que ele entrasse todinho, inteiro para mim. Era a melhor sensação do mundo, preenchimento sem brechas, a sensação que é tão semelhante a ter sua boca ocupando a minha em todos os milímetros. Os seus movimentos tornam-se cortantes, brandos e mais intensos para mim, a forma de como que ostenta é tão delicioso e me faz gemer intensamente em sua boca. Exploro seus braços, deixando minhas mãos deslizarem lentamente, mantendo nossos corpos em puro contato, colados e ritmados no que diz respeito ao batimento cardiarco acelerado. Juntos chegamos no ápice, nos perdiamos fazendo amor.

Olho em seus olhos mantendo meu corpo em puro contato com o seu, não libertando de imediato seu membro de dentro de mim, já que nos habituaramos a ficar assim um pouco sempre que terminavamos de transar. Pois me sinto maravilhosamente bem com ele me preenchendo de forma farta, sinto até protegida. Apesar de não necessitar de fazer amor ou foder com ele para me sentir assim. Eu gosto de estar com ele, gosto da sua companhia e é muito bom conhecer esse novo Christian. Me sinto muito capaz em me apaixonar cada vez mais por ele, como tenho a plena convicção de que o sentimento se torna recíproco da sua parte.

— Vai me deixar aqui refém, srta. Steele? — ele questiona com uma voz cansada, ofegante e rouca.

— Devia sabe, mas você portou direitinho, sr. Grey! — digo orgulhosa do seu comportamento em toda a entrega e volto a erguer meus braços a cima dele de forma a que me beije os seios, chupe os mamilos eretos e durinhos gritando por sua boca. Liberto da gravata examinando os seus pulsos marcados e quase roxos. "Pobrezinho" penso fazendo um biquinho. Christian se vendo solto, devora meus seios agora com uma sede louca e incontrolada. Ele é tão intenso, tão interessante, tão meu. E não tencino cá partilhas, nem com essa velha da Elena que se diz ser amiga... AMIGA? OH AQUI NÃO TEM AMIGA IDOSA PARA NINGUÉM.

— Você é tão perfeita, Ana... — sussurra ele subindo os beijos a meio dos meus seios até minha boca novamente. — Quero-a só para mim... Quero muito. — sorrio de canto revirando os olhos. — Não faz isso, vou te morder! — ousa me ameaçar, sei que em tom brincalhão.

— Só se for no lábio de baixo! — provoco em risos não me controlando mais.

— Está muito safada para quem era a virgem, não baby? — começo a rir me vendo presa entre seus braços, a baixo dele.

— E você está muito obediente para quem era o dominador! — atrevo a atacá-lo que logo fica com expressão séria me olhando, fechando seu rosto. Saindo de cima de mim e olhar um ponto fixo do meu quarto. — Christian? — pergunto puxando o edredom para me tapar. — Está tudo bem?

— Sim... diz bem... era, mas você mudou isso e não sinto falta dessa vida! — responde me tranquilizando o coração quase apertado por tocar na banalidade desse assunto. Por vezes não consigo manter minha boca fechada. — Aliás, você pode me achar repetitivo e não me importo que o diga, mas foi a melhor coisa que me apareceu na vida. Eu sou uma pessoa melhor por sua causa, baby! — escutá-lo me faz sorrir. — Nunca gostei de aproveitar tanto a companhia de alguém como agora... — vem para mais perto de mim, envolvendo em seus braços calorosos que aninho sorrindo breve. — na verdade, eu gosto muito de você, Ana... é um sentimento novo, que aumenta todos os dias um pouco mais, porque como lhe digo é tudo novo para mim. Você, nossa relação, nossos climas e na convivência tão normal e até contagiante. — acompanho suas palavras de olhos fixos no seu rosto. — Preciso que me dê sua mão quando estiver caindo, preciso que me abrace quando estiver carente, preciso que me beije quando sentir que o mundo vai desabar... Ana você é a minha vida. Eu não me vejo vivendo num mundo que não seja com você. Num mundo em que você não exista.

As minhas lágrimas estavam quase saltando dos olhos, apesar de não ser muito romântico, porque ele próprio está estreando sensações novas ao longo dessas semanas, está sendo melhor que qualquer outro homem por mais profissonal em conhecimento de amor. Christian é especial ao seu jeito, ele aprendera direitinho a me surpreender, a ser um homem melhor.

— Oh Chris... — sussurro me aconchegando melhor a ele, o abraçando muito mais forte contra meu corpo mais desacelereado de batidas. — essas foram as palavras mais bonitas que me podia falar... — sussurro obrigando a me olhar nos olhos. — Eu também não tenho muito entendimento sobre sentimentos, mas os que tenho o completam claramente e eu vou repetir que não vou a lugar algum. — e beijo os seus lábios de forma carinhosa, apaixonada para ser honesta.

As nossas línguas dançam lentamente cessando passo após passo e os nossos corpos descem calmamente se deitando.

— Mas baby eu tenho que... — interrompo a sua boca não querendo falar mais nada, pois quero aproveitar nosso som interno, melhor aproveitar e escutar a batida desse peito frenético.

— Quando acordarmos falamos... — digo sorrindo de canto e deixar meu braço sobre o peitoral dele ficando acariciando com a ponta dos meus dedos. — Agora descanse, você se esforçou muito amor.

— Amor? — ele pergunta sorrindo. Confirmo com um sorriso de canto. — Amor, amor, amor... — repito aninhando a minha cabeça contra seu ombro.

— Descanse, baby! — beija o alto da minha cabeça.

Notas finais
Gostaram? Alguém ai ainda está vivo ou é só o Grey que ficou morto vivo, hein? Meninas dêem vossa opinião comentando, sim? Quero vossos comentários super divos reinando, sim? Eles são os melhores do mundo. COMENTEM FAVORITEM RECOMENDEM se a história merecer, volto a repetir. P.S. se tiver muitos comentários ou uma recomendação volto voando. Está nas vossas mãos, meninas. Até ao próximo capítulo