Start again a new chance for Love
37 Capítulo 37
Notas iniciais
Acordei por conta de uma pontadinha de frio entre meus ombros despidos, erguendo melhor a cabeça é que percebi que ele ainda estava tão sereno dormindo. Sorrio breve, o querendo tocar com a ponta dos meus dedos ligeiramente, mas só porque ele fica tão perfeito assim. Calmamente passo os dedos os descendo lentamente por seu rosto passando a contornar o pescoço. Christian grunhe alguma coisa que não entendi, mas que cessei a minha exploração, para não acordá-lo, já que é até pecado fazer essa maldade. Nesse momento, o braço dele sai de cima de mim tomando uma outra posição, convenhamos que uma posição mais avantada para mim, para que só preciso descer, novamente descer a minha exploração deliciosa e matinal. Assim sendo desci com todo o cuido o lençol que o cobria e dou com seu membro sorrinte para mim. Mordo os lábios se volumosos por conta da excitação que me cria, vê-lo duro, quente e tão desprotegido, somente esperando por mim, por minha boca.
Suavamente desço os dedos acompanhando com olhos postos no seu rosto sereno, e lábios inquietos se movendo por alguns balbuciares. Novamente desço o lençol e dessa vez, cabe a mim tomar cuidado em não ranger a cama ao me curvar para a minha deliciosa travessura. Os meus dedos roçam contra os pelos púbicos da sua intimidade, e tilito ligeiramente sobre as bolas, mordendo os meus lábios, me concentrando totalmente nesse membro, na sua cabeça chamativa e rosada. Aproximo minha boca dela apoiando uma mão na base do seu quadril, enquanto a outra segura o esse membro pulsante, teso e vermelhinho tão pronto. O enterro dentro da minha boca como se fosse um pirolito e o começo a chupar lentamente, com gosto. Christian logo se move, elevo os olhos desconfiada que estaria acordado, mas não, os seus olhos se mantinham fechados. Sorriso impassível e expressão de inconsciência. Continuo me sentindo segura e o enterro totalmente em minha boca, o sentindo passar do limite que a minha boca aguenta, me engasgando, mas me esforço ao máximo por conseguir enguli-lo interirinho.
— Oh meu deus, que delicia... — escuto um comentário saido num fio de voz gemida e os meus olhos despertam me fazendo subir a boca por entre seu membro molhado da minha saliba. — Que jeito interessante de acordar, baby! — comenta baixo de olhos semicerrados, mãos atrás das cabeça. — Pode continuar... — incita.
Sorrio deliciada com a sua incitação tornando ao comando mordiscando a sua cabecinha com os dentes, o escutando gemer satisfatório. Começo logo a me sentir molhadinha, ele cria essa sensação rápida em mim, seu corpo é uma isqueiro que acende tão rapidamente meu fósforo resultando naquela combustão imediata. Desço a minha boca de língua vincada no meu membro pulsante, veias salientes pulsarem, seu sangue lateja à passagem da minha boca quente. Aperto as suas bolas com travessura, arrancando um arquejo de dor, que me faz sorrir em divertimento.
— Acha divertido, é? — questiona rouco já.
— Acho... — digo passando a lamber os lábios gulosos de seu sémen que saiu pelo pequeno orifício. Apesar de ligeiro, já que ele nem se gozara totalmente. — Quer minha boca, quer? — pergunto ousando fazer uns gestos sexys.
— Baby faz assim, não... — ele solta as mãos de trás da cabeça e levanta seu corpo com uma rapidez incrível. — Vem cá! — puxa para seu colo, ostentando suas mãos resistentes contra meu quadril e me beija com tanta urgência que me vejo obrigada a retribuir à sua invasão. Envolvo a minha língua por entre os canais livres da sua boca espalhando seu gostinho em todos os cantos, para que tal como eu sinta, se delicie.
A minha coxa rapidamente sobe sobre as suas, e sinto o seu membro tão duro tocar meu sexo quente, enxarcado gritando por sua imediata atenção. O abraço pelo pescoço e o obrigado a cair comigo, mas Christian é bem mais resistente e forte que eu, que fica complicado moldar seu corpo com tamanha elastecidade que o meu tem. Lá ao seu jeito, Christian me deita de lado e ambos acabamos ficando nos olhos sentindo a sensação de somente roçar pele contra pele, membro contra intimidade, como estivessem travando conversa.
— Você não para de me supreender, não é baby? — ele pergunta acariciando o meu rosto, afastando uma mecha teimosa e chata da frente dos meus olhos. — Mas agora preciso de lhe contar uma coisa e por favor não fique brava comigo, sim?
A minha expressão de pura satisfação logo dá lugar a curiosidade num misto de preocupação. Christian tinha algo para me contar, mas o que será? Só espero que não seja nada que envolva aquela velha que estou pelos cabelos, não vou aguentar mais essa mulher metendo o nariz na nossa relação.
— O que é amor? — pergunto tentando manter calma, apesar de estar com um monte de formingas se formando na volta do meu peito inqueito.
— Minha mãe me convidou para jantar ontem, mas como já tinha planos com você, adiei para hoje estar com os meus pais, indo almoçar com eles. — suspiro de alivio percebendo que era tudo menos aquele pé no saco, mas ainda assim saber que Chris vai embora me deixa mais triste, porque não queria que ele fosse, mas compreendo que deve passar mais tempo com a familia. Não tenho direito de o privar disso. Então desço o rosto escondendo a minha tristeza. — Baby... — ele ergue o meu rosto com os seus dedos, me obrigando a olhar os seus olhos cinza, os mesmos olhos que me fazem apaixonar. — Você vai comigo... err, quer dizer eu falei para a minha mãe que estou com você e ela disse para eu te levar, pois te quer muito conhecer. Você quer ir? Tudo bem por você? Se não se sentir bem, eu ligo e desmarco.
— Não faça isso, por favor! — imploro segurando sua mão. — Vou até me sentir mal por vê-lo abdicar do tempo que tem para a familia por minha causa... — ele traça uma linha com os lábios de olhos cerrados em mim. — Já conheço seu irmão Elliot, Mia também... — começo a falar, ele pende a nuca como se acompanhasse meu raciocínio. — Então não vejo problema algum em conhecer seu pai e sua mãe! — concluo sorrindo largo o que o deixa satisfeito de sorriso largo igualmente, pois me vem logo deixando um beijo nos meus lábios.
— É sério mesmo? — ainda questiona, como se não acreditasse. Confirmo com um aceno de cabeça. — Obrigado, baby! Não vai se arrepender de conhecer Grace e Carrick! — me abraça e ao levantar na cama me pega no colo sorrindente e me giro com ele ao qual tombamos juntos na cama em risada incontrolada e nos entregamos de novo.
~*~
Pov. Christian
O fato de Ana ter aceito vir comigo almoçar na mansão Grey, foi a coisa mais deliciosa que podia escutar e ter acontecido nesse domingo que mal começara, mas que já estava sendo maravilhoso, até porque o meu jeito de acordar foi dos deuses. Tenho sorte de ter uma mulher como ela ao meu lado. Ana me sorri de mão segura à minha, enquanto Taylor dirige em direção à casa dos meus pais. Confesso que a meio a isso tudo me sinto nervoso, afinal ela é a primeira mulher que apresento para eles e sinto até o calor das perguntas da dona Grace sobre nós dois.
Assim que o carro abranda a velocidade percebo olhando pela janela do vidro fumado do audi que estavamos galgando a entrada da mansão. Anastacia acompanha tudo em silêncio, pude perceber por sua concentração tão vincada, sorriso jovial que me permite observar.
— Sr. Grey, chegamos! — avisa o meu motorista.
— Obrigado, Taylor! — agradeço passando abrir a porta, mas ser praticamente rápido para abrir a de Ana, antes mesmo que o pudesse fazer por si mesma, apesar de saber que ela não liga a essa coisa toda de encanto de cavalheirismo.
De sorriso nos lábios a guio levando comigo de mão dada passando a trilhar uma calçada tão tipicamente portuguesa até à porta principal. Uma vez mais Ana olha tudo com pormenor, atenção, parecendo encantada.
— Que jardim fantástico! Parece um botanico! Sua mãe gosta de plantas? — me pergunta, me fazendo sorrir de canto. O que é um fato e dona Grace é uma caixa de surpresas.
— Minha mãe gosta sim, ela é intensamente única, tal como você, amor! — digo e pela primeira vez a chamo de amor, sendo que sabe tão bem, porque ela é minha, eu gosto dela, a sua companhia é contagiante e me sinto verdadeiramente bem ao seu lado.
Toco na campainha e quem vem atendendo é a outra empregada, melhor ajudante de Dorotheya, a Mirela.
— Sr. Grey por favor entre! — diz ela abrindo caminho para que pudessemos entrar. Embora sentisse Ana me fugir um pouco para trás das minhas costas como se estivesse com algum receio.
— Amor não precisa sentir medo... — sussurro junto ao seu ouvido agora a puxando mais para mim.
Mirela logo sai do nosso campo de visão e um som de saltos se faz ouvir vindo do andar superior. Anastacia se esconde um pouco mais de novo, mas a seguro firme pelos dedos lhe passando a confiança certa e logo relaxa seus músculos, pois deixo de sentir um apertão. Minha mãe acaba surgindo no alto da escada ostentando sua pose comum de matriarca da familia Grey, despindo certamente o figurino de médica pediatra que é e não tem como deixar de lado.
— Christian vejo que chegou meu querido! — ergue ambos os braços descendo os degraus com mais sonoridade e gracejo. — Oh... — sua boca se forma curiosamente num "O" largo. — Essa deve ser... — mas a interrompo.
— Anastacia, mãe... Anastacia Steele! — apresento Ana por sentir que vá perder a língua, pois estou com a sensação que está mais nervosa que nunca. Será por conhecer minha mãe. — Ela é a... — mas minha mãe passa a perna em mim, se atencipando.
— Sua namorada, eu sei... — sorri para mim, virando suas atenções para a minha morena que solta calmamente minha mão. — Olá minha querida, é um prazer imenso conhecer a mulher que está guiando o meu filho da escuridão... — os olhos de Ana caiem em mim e sorrio brando para ela concordando em pleno com as palavras da minha mãe. — Você é realmente muito bonita, perfeita para o meu filho. — e ai Grace me olha. — Estou muito orgulhosa e faço muito gosto no vosso namoro!
— Namoro? — Elliot chega interrompendo a nossa conversa, vindo acompanhado de Kate. — Olá família! — cumprimenta aproximando de nós e deixar um beijo na nossa mãe, depois em Ana e por final me apertar a mão com um tapa no ombro.
— Ainda bem que estão todos aqui, vou ver se seu pai sai do escritório... — comenta a mãe revirando os olhos e Elliot ergue a sobrancelha em deduções. — Vamos para a mesa? Dorotheya preparou sua refeição favorita, Christian!
Passo o braço na cintura de Ana a guiando logo atrás deles para a sala de jantares que usamos para estar em família. Meu pai logo surgue e cumprimenta todos com máxima educação, pegando a mão de Anastacia em um cumprimento muito clássico que manda a lei, vive de gerações na familia Grey.
A mesa estava composta por uma coleção de louças de linha Blue Fluted, que é não mais que uma porcelana Dinamarquesa. O faqueiro clássico e altamente polido. Já para não falar dos copos de cristal Francês que fora a própria da Mia a enviara de presente para nossa mãe no seu aniversário 30 anos de casamento com nosso pai.
Dorotheya logo surgue sussurrando no ouvido da minha mãe que senta na ponta da mesa, enquanto meu pai na outra completamente oposta. Eu ao lado de Ana, enquanto Elliot e Kate no lado aposto.
— Claro que sim, Dorotheya pode mandar servir o almoço! — indica a minha mãe se ajeitando na cadeira e pegar o guardanapo para sobrepor no colo.
Alfred, o mordomo fiel de Grace, logo aparece com sua roupa de pinguim escura servindo o melhor vinho da casa. Já que temos uma produção de vinicultura própria, usando umas das terras recém adquiridas por meu pai, para oferecer maior aplicação emprego e produção para exportar e importar o vinho da família Grey.
— Christian como vão aos negócios, nunca mais pude responder em conferências, pois ando cheio de trabalho. — fala meu pai intoduzindo diálogo.
— Vão muito bem, pai! — afirmo. — Melhor que isso é impossivel e tenho a certeza que em breve iremos abrir novos caminhos de expansão ao mercado filandês e Dinamarquês, pois a reunião foi muito satisfatória e uma grande possibilidade de fechar negócio na semana que vem.
— Por favor, nem ao domingo param de falar em trabalho? — Grace reclama chamando a nossa atenção. Assinto com a cabeça respeitando seu pedido. É um fato de que nunca consigo desligar dos assuntos da empresa seja em que dia for da semana.
O almoço é servido, logo sorrio para Ana que olha para mim igualmente feliz e mais tranquila, sem aquele nervoso inicial. Assim sendo nos deixamos por degustar da gostosa refeição e rimos imensos com as piadas desconcertantes que meu irmão lembrou de comentar. Ana e eu rimos muito, assim como Kate que bebericava seu vinho na taça de cristal quase se engasgando.
— Amor, não engasga, não... — Elliot tenta bancar o engraçado que recebe um tapa da namorada no ombro. — Quanto mais me bate, mais eu te amo! — diz ele que recebe logo um beijo nos lábios.
Nesse instante olho para Anastacia que curva a covinha do sorriso e descendo os meus olhos aos seus irrestíveis lábios aproximo a beijando calmamente, dançando os cantinhos da boca num movimento lento e apaixonante. Escuto um pigarro e logo solto os lábios da minha morena olhando minha mãe de sobrancelha erguida e sem graça, passo as mãos nos cabelos os deixando desalinhados.
— Algum de vocês deseja sobremesa? — pergunta correndo os olhos por todos os presentes. — Ótimo, Mirela! — chama e a empregada surgue. — Traga o suflé de Frambuesa, por favor! — ela assente abandonando a sala silenciosamente. — Espero que goste Ana, é um dos doces predilétos de Christian! — menciona minha mãe juntando ambas as mãos apoiadas por seus cotovelos.
~*~
Após a sobremesa ser servida, degustada, são servidos os digestivos que peço para que seja servido na sala de estar. Anastacia me acompanha, sendo seguida por Kate ao seu lado e Elliot na minha alçada me falando como seria a ideia de irmos assistir ao jogo dos Marine, já que o jogo logo iria começar e não queriam enfrentar filas incontroladas de adeptos loucos porcurando um lugar. Logo o tranquilizei dizendo que tinha um plano e que Taylor era o motorista mais competente que conheço e sabe todos os atalhos práticos até ao estádio. Assim sendo e porque não queria fazer a desfeita de quebrar a promessa da camisola e boné corri no meu quarto, que ficava no primeiro andar para ir pegar para Ana. Ela logo vem atrás de mim, mas não sozinha, com Kate. Oh sim, as amigas inseparáveis.
— Aguardem um minuto, Ladys! — digo tentando parecer um gentilman, que no entanto me saio muito pelo fracasso e não levo jeito algum para pouses de cavalheiro de hollywood.
Entrando no quarto corro para o closet e mesmo estando tudo arrumado, porque sei que Dorotheya é uma ótima governanta e conhece meus requintes com arrumação do velho quarto, logo encontro o que procuro facilmente.
— MARINE! — sorrio abrindo a camisola e olhá-la com entusiamo e a enrolando no antebraço saio para o corredor.
Kate e Ana estavam conversando divertidamente que ao me verem esbarram em um silêncio quase incomodo.
— Amor vista isso! — peço, ela faz uma careta olhando a camisola e Kate logo vai no ouvido para sussurrar algo que nem escutei direito. — Vai ficar linda e muito mais gatinha! — digo a tentando convencer. Ela bate o pé firme no chão e decido ser o contrariador enfiando o boné na sua cabeça que lhe dá um ar de graçinha.
— Ai Chris que horror! — reclama ela se olhando o espelho do corredor. — Amor sinto muito, mas sem chance de usar essa coisa...
Cruzo os braços pidão a olhando. Kate estreita os olhos a Elliot que vem saindo do seu quarto com a mesmas coisas que eu. Kate começa a protestar que não vai usar porra nenhuma.
— Chris que acha de a gente pegar outras duas garotas ai e irmos com elas no jogo? Aposto que não vão se importar se ficam sexys na camisola dos Marine! — a ideia do meu irmão me faz rir e cruzo os braços dando uma força para o deboche.
As duas amigas começam a trocar olhares e erguem as mãos rendidas.
— GOLPE BAIXO! — diz Ana vindo até mim erguendo os braços para eu lhe vestir a camisola.
— É, golpe super baixo e por causa disso vai ficar uma semana a comer mingau! — afirma a loira em tom de ameaça.
— Quero só ver... — desafia Elliot.
~*~
Taylor fora um esperto ao abrir um caminho ultra-rápido até ao estádio e claro que à conta disso ganhamos os melhores lugares. Conclusão estavamos mais perto dos jogadores, o que é um privilégio quando se é um fã louco como eu e meu irmão. Ana e Kate olhavam para nós, olhavam para o jogo e outras vezes para as pessoas, pois pude perceber Ana rodar a cabeça diversas vezes sem parar. A melhor parte foi quando os Marine começaram a ganhar o jogo e gritei tão alto com o meu irmão por eles apelando a continuar no bom caminho.
— Por favor, Chris... — reclama Ana se sentindo uma pequena no meio da multidão.
— Amor tem que entrar no espírito! — aviso. Ela revira os olhos. Oh sim, eu amo esse revirar de olhos.
Porque o lema é divertir, ergui Anastacia nas minhas costas e quando minha equipe marcou pontuação, ela gritou junto comigo, mais parecendo marionete, fazendo tudo o que faço.
— Afinal é, eles jogam qualquer coisa... — debochou a loira. Elliot e eu fizemos logo cara de "whats?".
— Como assim, baby? Os Marine são os the best! — sublinha meu irmão com maior enfase, ao qual concordei plenamente com um aceno de cabeça.
— Homens! — comenta Kate.
Quando o jogo dá por encerrado com uma vitória justa para a nossa equipe, claro. Saimos do estádio em complicada confusão, é certo que sempre com a minha mão segura na de Ana, para não ter o risco de a perder por dano de empurrão e puxão. Já que alguns dos adpetos haviam entrado em clima tenso de rixa. Havendo até ameaças de morte no ar. Incrivel como tem pessoas com mau perder ao jogo.
— Onde vamos? — pergunta ela me olhando curiosa assim que saimos da confusão concentrada.
— No El Gaucho comer alguma coisa. — respondo piscando um olho para ela e acenar a Taylor que abre a porta para nós quatro entrarmos.
— A mim parece ótimo, Lelliot falou que é delicioso... — comenta Kate se instalando.
— Oh sim! — concorda meu irmão. — Do melhor que há!
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