Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço todos os comentários deixados no capítulo anterior. Eu sei que já foi algum tempo e tal, mas não vou repetir a mesma conversa do que fiz em "Herança do Amor", as leitoras sabem o que houve comigo. Enfim, o capítulo 79 para confirmar aquele suspense final... haha boa leitura,

A sua pergunta me faz criar um calculo mental. De fato havia esquecido completamente de que devia ter menstruando à duas semanas atrás e continuo atrasada desde então. Mas talvez fosse estresse das minhas idas na terapia, pois venho sempre nervosa como vou, apesar de terem surtido bons resultados e o Dr. Flynn vem falando que estou tendo bons progressos e que mais rápido que o imaginado estarei superando mais uma fase da minha vida. Por vezes o atraso pode estar explicado dai, mas outra coisa me leva a pensar que aquela certa vez em que fiquei doente na Carolina do Norte alimentadou esse risco, já que precisei tomar todos aqueles antibióticos da infeção. É, pode cortado o efeito da injeção anticoncepcional, porque não lembrei disso antes? Porque fui tão irresponsável? Oh não, não pode ser. GRÁVIDA? GRÁVIDA DE CHRISTIAN? Essa é boa!

— Então? — ela insiste quase impaciente gesticulando com as mãos à minha falta de palavras.

— Estou atrasada duas semanas! — mordo o lábio inferior começando a ficar preocupada de verdade.

— Amiga não quero assustar, mas você só pode estar grávida! — Violet vem confirmando meu receio. — Mas para terminar com a terrivel dúvida podemos sempre comprar teste de farmácia, apesar de não ser 100% confiável, mas com Kate se comprovou a teoria e ela está realmente grávida.

As suas palavras não me deixam menos nervosa, muito pelo contrário, fico pior, temendo a reação de Christian, a reação dos meus pais. Meu deus, tem acontecido tanta coisa em tão pouco tempo. Não me sinto preparada para esse turbilhão de sensações novas.

— Estou com medo... — confesso passando as mãos sobre as têmporas.

— Ana é normal... você vai ser mãe!

— Ainda não sabemos, Violet! — tento descartar a fraca possibilidade.

No fundo o meu intimo sabia que estava grávida, que havia alguma coisa aqui dentro que me unisse para todo o sempre ao homem que amo, mas não queria admiti-lo tão rápido. É estranho, é novo, é único.

— Ainda tem dúvidas com esse atraso todo? Está na cara, mas tudo bem... vamos logo, eu arrumo uma desculpa com as meninas!

Assim sendo Violet vem atrás de mim ao abandonarmos o jardim de inverno em direção ao portão da entrada, onde a minha amiga havia deixado o seu citroen C4. Ela logo abre as portas destravando ele. Em pouco tempo Violet começa manobrando na vaga saindo acelerada cantante contra o solo.

— Dá para ir mais devagar? — pergunto achando que ela estaria infringindo algum limite de velocidade.

Mas a minha amiga aumenta o volume do rádio começando a cantar em conjunto com a cantora e rio dando conta do quanto ela ama me ignorar quando reclamo da sua condução. O tema que preenchia os ouvidos era One's For You cantado por Zara Larsson, sendo acompanhada ao som do DJ, David Guetta.

— We're in this together... — canta o inicio do refrão e bate as mãos no volante. — Hear our hearts beat together!

— We stand strong together... — acompanho cantando a outra parte dando o ar de dupla. — We're in this forever!

Pareciamos duas loucas cantando dentro do carro que ao olhar para o lado fiquei toda corada vendo uns carros parados junto com a gente no sinal e a nos olhar abismados. "ANA ESCONDE" o meu subconsciente alerta. A minha deusa nem ai dançando a performe da música bem eufórica.

Momentos depois desse instante desconcertante chegamos numa farmácia e Violet se oferece para ir até lá enquanto me fazia esperar por ela dentro do carro, com o som baixo para não me sentir deslocada ou sozinha pensando bobeira.

Estava absorta observando umas fotos que havia tirado com Christian nessa temporada fora de Seattle e do quanto fora tão livre, apesar dos pequenos maus momentos entre a gente, que só nos uniu ainda mais.

Mordo o cantinho do lábio e respirando fundo penso em um montão de coisas, mas assim que vejo minha amiga vir saindo daquela porta de vidro cheia de folhetos informativos, prendo o ar nos pulmões guardando o celular na bolsa e tento descumprir.

— Então? — pergunto mal ela se instala no lugar na frente do volante.

— Então o quê? — Violet me olha de sobrancelha arqueada. — Anastacia não vai amarelar agora, não é? — mordo o cantinho da boca. — Amiga, tem que tirar a dúvida e contar para o seu noivo!

— E se ele... — mas ela interrompe.

— Ana, gravidez não é um bicho de sete cabeças e se ele te ama ele vai amar o filho que você esperar também!

Suspiro com as palavras confortantes da minha amiga e ela logo instalando o cinto começa a manobrar o carro para sairmos desse lugar.

~*~

A minha sorte é que desde que Elliot havia arrumado um apartamento que Kate vem passando mais tempo fora, deixando esse nosso cantinho vazio e agora aqui observando as paredes do banheiro me sinto mais à vontade, nem um pouco vazia pela sua falta. Violet estava no outro lado da porta me aguardando, pois lhe pedi para me esperar, já que pretendia fazer o teste sozinha. Não sei é um desconforto ter a pressão de alguém exercida sobre mim nesse momento tão delicado da minha vida.

Faço a droga do teste rezando mentalmente para que fosse falso alarme, mas ao mesmo tempo que não, que estivesse efetivamente grávida. Até porque gostava de dar um filho a Christian, queria lhe dar continuidade ao sua genuinidade. Quando termino saio para fora e fecho o meu rosto. Violet vem até mim mais ansiosa que nunca e tento controlar a respiração, pois estavamos prestes a saber o resultado.

— Então antes de ver o resultado, vamos ver o que significam as cores, ok? — ela vem explicando e assinto nervosa. — Aqui diz que se der positivo terá uma cor vermelha, se negativo a cor será azul. — lê o folheto informativo. — Então?

Os seus olhos incidem em mim oscilantes e tremo nervosa ao pegar o teste de novo e olhar junto com a minha o resultado que nem quero acreditar, mas que me deixa quase pálida e com a certeza absoluta do que realmente acontecendo comigo.

— AMIGA VOCÊ ESTÁ.... DEU POSITIVO! — Violet fica eufórica pulando alegremente na minha frente. — Ana você vai ser mãe! — ela começa batendo palmas.

Uma parte de mim já tinha a certeza e por um lado estava pulando eufórica quanto Violet nessa festa momentanea, mas a outra parte era como se apanhada desprovida dessa novidade instantânea.

Nem sei que reação tomar, é algo tão novo, tão desejável e tão... meu. É, eu estou grávida de Christian e nós vamos ter um filho. Eu vou ter nosso mini Steele Grey. As minhas lágrimas começam deslizando por meu rosto tão incontroladas e é alegria. Pura alegria dessa nova fase da minha vida. Uma inesperada que prometi a mim mesma jamais quebrar por medo algum.

— Vou ser mãe! — meio boba balbucio as palavras que saem trémulas da minha boca.

— É você vai, amiga!

Violet vem me abraçando apertado e confesso que apesar de ser tudo novo, estou radiante agora. Só que ainda não sabia de que jeito vou contar para Christian, na verdade queria contar no momento certo, num momento especial. Talvez num jantar, mas droga eu prometi que iriamos ficar com os meus pais que estão chegando hoje de noite. Eles quer conhecê-lo, pois vem para ficar para o casamento de Elliot e Kate que está cada vez mais próxima a data. Talvez num momento em que estejamos sozinhos fosse uma boa ideia. Ai não sei, preciso de arrumar um momento só nosso para lhe contar. Quero que seja especial e inesquecível.

— Agora só falta falar para o papai!

— Ele terá que esperar... — afirmo sapeca. — Quer fazer uma surpresa muito boa!

— Como assim? — ela alça as mãos nos quadris me encarando intrigada.

— Amanhã mesma vou me consultar com uma médica minha amiga e quero fazer exames para tirar a certeza, pois teste não é 100% confiável... — ela revira os olhos. — E quero ter uma prova para ele, acho que comprar alguma coisa para o bebé.

— Algo como pista, é? — ergue a sobrancelha com alguma ideia.

— Sim, algo como isso! — logo bate palmas feliz.

~*~

Ao cair da noite Violet acabou indo embora, mas me fez prometer que ficaria bem, que se precisasse de alguma coisa que lhe ligaria. Como é óbvio somente ri com a sua excessiva preocupação e lhe fiz muitas caretas ao acompanhá-la até ao elevador.

Ao voltar para dentro decidi tomar um banho para tirar a tensão dessa tarde e foi quando o meu celular começou vibrando em cima do criado mudo e antes mesmo que pudesse ir para o banheiro recuei o passo para ver quem era e sorrio torto percebendo que era Christian. Então atendi não desejando jamais fazê-lo esperar.

— Oi amor! — cumprimento sentando na beirada da cama enquanto encaro na frente do espelho.

— Oi mulher da minha vida! — sorrio com o seu cumprimento tão amoroso. — Você está onde baby? É que Mia me falou que você saiu sem aviso! — a sua voz é intrigada, começo logo mordendo o lábio inferior.

— Violet teve um pequeno contratempo e necessitou da minha ajuda! — minto, mas por uma causa nobre. — Algum problema nisso?

— Não, claro que não... só que fiquei intrigado e depois não gosto que saia por ai sozinha, amor. — reviro os olhos.

Lá vamos nós voltar ao super maniaco do controle e proteção excessiva.

— Sabe que não gosto da ideia de andar com motorista ou segurança pessoal para baixo e para cima o tempo todo! — as palavras me saiem num sopro de ar.

— Só estou zelando por sua segurança, baby! — entorto o canto da boca passando a mão livre sobre a barriga ausente. — Mas ainda não me disse onde está para que a possa pegar!

É então que se faz luz em minha cabeça, quase que esquecia que tinhamos combinado de encontrar meus pais no hotel, já que haviam antecipado a vinda a Seattle quando somente deviam chegar só no sábado. Aposto que a minha mãe tem dedo nisso.

— Em meu apartamento, mas se quiser eu me encontro com você... — mas ele interrompe meio possessivo.

— Nem pensar, em 5 minutos chego!

E desliga a ligação não me dando chance a um protesto básico que sabe que faria, mas rolo os olhos largando o celular sobre a cama e vou indo para o banheiro para tomar o banho rapidamente ou teria o risco de deixá-lo tempo demais me esperando na porta.

Terminado o banho saio enrolada numa toalha de volta ao quarto e sou surpreendida ao encontrar um par de olhos cinza me encarando da cama. Abro a boca num "O" involuntário o tendo ali tão lindo e exposto para mim, deitado sobre bruços e perfeitamente natural. Esse é o Christian que eu amo. Sem a sua máscara de CEO, o único e adorável homem da minha vida.

— Sabia que iria demorar fui entrando, é que toquei umas duas vezes e ninguém respondeu. — mordo o canto do lábio lembrando que havia passado grande parte do banho cantarolando. — Mas me deixe dizer que valeu o risco de apanhá-la assim tão deliciosa!

Vem levantando da cama afim de me pegar para si, me ter em seus braços fortes. Sorrio torto para ele, quase que perdida por seu aroma tão inebriante a Christian Grey que me deixa ligeiramente zonza. Porém, estava com sorte por tê-lo ali para me sustentar antes de um deslize de força maior.

— Você vai me atrasar! — aviso tentando ser do contra, quando no fundo o meu intimo grita por contato permanente.

— Um minuto ou dois nunca ninguém nota... — ele sussurra junto ao lóbulo da minha orelha criando uma corrente resfrecante em minha pele arrepiadinha. — No entanto, não gosto de deixar nada a meio... — e vem descendo a sua boca pela sensivel pele de encontro aos meus lábios avelumados de desejos a sua boca terrivelmente irresistivel.

— Não faz as-siim... — sussurro num fio de voz quase inaudível aos seus ouvidos atentos e me deixo fechar os olhos por uns escassos segundos.

Sinto a minha toalha deslizar suavemente por meu corpo me deixando tão exposta quanto possível e meus pés se movem no ritmo dele, me fazendo andar sem comando. Ele me desconcerta, me deixa assim sem acção, descontrolada por seus impulsos desejáveis. Os meus lábios são tomados por seus em um beijo cheio de volúpia que me vi abrindo caminho urgente para permitir a passagem da sua língua querendo explorar cada cantinho da minha boca. As minhas mãos deslizaram por seu peito formando pequenos círculos e ele me prende mais entre seu corpo e a parede fria de me cortar a pouca respiração que permanece nos meus pulmões.

Sinto o volume da sua calça jeans trapacear na volta do meu sexo altamente estimulante, me deixando bamba e a fincar as unhas no tecido de algodão do seu polo cinza. A minha boca começa ofegando no interior da sua altamente qualificada e me devorando cada vez mais todos os meus centímetros expostos, só que quando sinto que vai revidar me dando um pouco mais de si, porque sei que me deseja, deseja possuir tal como o desejo, ele cessa me afastando assim nesse estado ofegante e excitada.

— Espero você na sala, baby! — informa piscando o olho para mim ao passar as mãos sobre os cabelos os desalinhando mais que o normal.

Levo mais que dois minutos para me recuperar, acho que nunca me senti tão frustrada em toda a minha vida. Christian realmente me deixara no fio da vontade? Sério mesmo que ele quer isto? Me torturar?

Pego a toalha que caiu momentos antes do chão e vou para o closet me preparar para sairmos antes que me arrependa e faça alguma loucura nessa terrível e convidativa cama.

~*~

Havia escolhido uma roupa confortável e soltinha e estavamos agora parados na frente do hotel onde os meus pais se haviam hospedado. Christian logo me dá a mão seguida de um beijo no canto do lábio como apoio moral, porque sei que ele está tão nervoso quanto eu para a reação do meu pai.

Ao entrarmos vamos até à recepção onde me indicam onde os poderia achar e Christian continuamente vem me segurando os dedos com uma firmeza natural, chegando a balançar ligeiramente e mão que sinto máxima necessidade em travar antes que dê mais um passo que seja.

— O que foi, amor? — confuso questiona a minha súbita travagem.

— Você está realmente pronto? Não se deixe intimidar pelo sr. Steele é que ele quando... — mas ele interrompe.

— Já lidei com muitos homens complicados nos negócios, então creio que vou conseguir superar ao conhecer meu sogro!

Eu realmente amo a sua confiança, é tão genuína que chega a ser mentira. Christian é tudo o que eu preciso, que não fosse a minha fantasia boba de ter um gosto incontrolado por literatura, um verdadeiro príncipe saido de uma história de amor.

— Tudo bem... — respiro fundo dando mais umas passadas largas ao seu lado, após um beijo casto nos lábios.

Mesmo no restaurante desgustando de umas gambas os meus pais logo sorriem ao me ver, principalmente a minha mãe que vem correndo ao meu encontro como se já não me visse à décadas. Christian ri do meu jeito desengonçado e vejo cumprimentar meu pai que me faz arregalar os olhos. É eles estão se falando.

— Querida que saudades meu bebé! — minha mãe sempre amorosa.

— Pai! — chamo ao me libertar dos braços da minha mãe e ele me abraça com carinho. — Quero que conheça Christian Grey, o meu noivo... — e mordo o lábio involuntariamente. — eu sei, devia ter contado, mas foi recente... — olho para Christian que pousa as mãos sobre os meus ombros feliz.

— Muito prazer, sr. Steele! — ele cumprimenta com um aperto de mão formal. — Acredite que quero muito fazer sua filha feliz, esse é o meu maior desejo! Amá-la até que a vida nos separe.

O meu coração começa pulando eufórico em meu peito, eu não estou conseguindo controlar mais a respiração, pois ela está travando no meio da minha garganta. Os meus olhos oscilando de um lado para o outro. Christian observando meu pai, meu pai observando Christian. Eu acho que vou passar mal. Esses dois se encarando me deixam bem nervosa.

— Raymond fale alguma coisa, querido! — a minha mãe incita quebrando o gelo.

O meu pai solta um pigarro e fico nervosa, mas Christian vem sussurrando junto ao meu ouvido.

— Respire, Ana...

— Me desculpem essa minha reação, só que fui apanhado de surpresa. — lamenta passando as mãos sobre os curtos cabelos, com ligeiras abertas na nuca. — Como é óbvio estou muito feliz em saber que a minha filha finalmente encontrou alguém que possa cuidar dela. Mas isso não quer dizer que não estou atento, pois se souber que fez alguma coisa que feriu ela vai ter problemas sérios comigo, ou se vai!

Aquele tom de ameaça me deixa pendendo a nuca, a minha mãe meio que imita a minha posição cruzando os braços com maior credibilidade. Não sabia que Christian já tinha conquistado a minha mãe tão fácil. Me sinto a última do pacote.

— Como disse inicialmente o meu objetivo é fazer sua filha uma mulher feliz, então acredite estou ciente de todos os riscos e jamias farei alguma coisa que possa confinar a confiança que está depositiando sobre mim, senhor Steele.

— Lindo, lindo... mas vamos comer, aposto que ainda nem jantaram! — a minha mãe vem terminando de vez com a tensão e respiro de alívio a adorando absolutamente.

— Missão cumprida! — sussurra ele no meu ouvido.

~*~

Pov. Narrador

Contando as horas para sair em condicional estava Jack deitado em sua cama de beliche dentro da ruidosa cela, já que o recluso do andar de cima estava rangendo alguma coisa dura sobre a parede ao qual o malvado deduziu que alguma daquelas marcas de tempo que a maioria faz, para contabilizar o período da sua estadia naquele lugar imundo.

— Não vejo a hora... — sussurra ele feliz da vida de mãos atrás da nuca chutando com a ponta do seu pé o beliche de cima. — Vê se faz menor barulho, quero acordar bem amanhã!

— Está com receio que estrague o seu sono de beleza é florzinha? — pergunta o outro ao espechar a cabeça para fora da cama, afim de encarar Jack por baixo.

— Nada do que diga hoje vai destruir o meu bom humor! — informa ele ignorando os apelidos gays. — Amanhã uma nova fase da minha vida começa! — o seu sorriso se rasga cheio de segundas intenções.

Notas finais
Gostaram? Deixem vossa opinião a esse encontro dos pais de Anastacia com o casal. Sobre agora mais que evidente possibilidade de um mini Grey. E claro esse Jack tem planos para uma maldade em tanto.... medo... Comentem, sim? Quero saber vossa opinião. Fantasmas colaborem um pouco, ok? Não mordo, a lenga do costume e tal... COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Se por algum motivo ainda acharem que é altura, ou então sempre podem esperar o final... ouvi dizer que será bom... não sei... Até ao próximo capítulo, Lucy.