Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço os comentários deixado no capítulo anterior. Vocês são as melhores do mundo. Como eu sei que andam ansiosas por mais capítulos dedici voltar, eu sei um tanto tarde, mas já expliquei tantas vezes que meu tempo está curto, que não demoro por gostar. Então peço compreensão de vocês. Eu amo escrever, eu volto quando consigo e nunca falho, não falhem comigo também. Eis o capítulo novo ai, de novo perdão pela demora. boa leitura,

Pov. Christian

Alguns dias se passaram desde que conheci os pais de Anastacia e não podia me sentir mais orgulhoso de mim mesmo por ter a confiança deles ao saber que iria cuidar bem da sua única filha. Há uns meses atrás me negaria a tal sequência, mas hoje as coisas estão bem diferentes para mim, creio que mais claras e nunca me senti tão bem ao lado de uma mulher inesquecível quanto Anastacia. Ela tem sido um mundo completamente diferente do que desenhei para mim desde cedo, ela me salvou posso dizê-lo com dado ênfase. E agradeço todos os dias a deus por tê-la guiado para mim, mesmo que por linhas tortas.

— Ouviu alguma coisa do que disse? — Ross questiona na minha frente ao me obrigar a sair de uma trilha intensa de desvaneios.

— O que disse? — tento mostrar inocência nos meus olhos cinza. — Desculpe, creio que não tomei atenção.

— Estou falando para você à exata meia hora que estamos conseguindo nova margem com os investidores Russos! Os lucros são aceitávies, o trabalho rentável e não tem qualquer risco de sair na penalização. — informa ela bem acertiva enquanto debruça sobre o seu próprio quadril na minha frente.

— Ótimo, então do que estamos esperando? — questiono apoderando os cotovelos sobre a base da secretária, analisando o semblante da vice-presidente.

— Que assine os documentos para podermos avançar? — assinto positivo e ela não se fica por ai. — Mas Christian se me permite, hoje o estou achando mais alheio que o normal. Aconteceu alguma coisa?

— Não, não aconteceu nada. — respondo automaticamente.

— Sabe que não acredito nessas palavras, mas tudo bem... — ela levanta da cadeira ajeitando a saia social. — vou deixá-lo a pensar que sim.

Vira as costas em risos indo para a porta, no momento em que lembro de outra coisa muito importante e que não podia esquecer de maneira nenhuma.

— Ross? — ela vira para me encarar, mesmo por cima do ombro. — Alguma novidade relativamente ao caso... — ela interrompe.

— Dr. Elliot Grey já tem tudo encaminhado, fui informada na semana anterior que a sra. Elena Lincoln, foi notificada pelo tribunal a prestar alegadas declarações sobre as acusações impostas pela GEH. Então creio que dessa vez essa senhora vá pagar por todos os seus crimes!

De fato não podia deixar de ficar feliz por ter uma noticia tão boa, só de imaginar Elena se ferrando, é música para os meus ouvidos. Ainda mais depois de tantos avisos que ela decidiu ignorar.

~*~

Chegada o horário de almoço, abandono a minha sala e vou de encontro ao elevador quando cruzo com Elliot e Ethan juntos, muito cúmplices e estreito o olhar para ambos que entram junto comigo dentro do elevador.

— Hoje é a minha despedida de solteiro! — anúncia meu irmão, estando farto de sabê-lo, já que vem a semana toda lembrando.

— E logo a noite Christian nem vem com desculpa, você está por nossa conta! — Ethan é quem fala.

— O que vocês estão planeando? — olho de um para o outro com uma certa desconfiança no olhar.

De Elliot espero uma bobeira louca acontecendo uma das boates mais excitantes de Seattle, mas de Ethan que me parece certinho como eu, fica complicado. Relativamente intrigante para ser honesto e não sei se isso me deixa inseguro ou se não será melhor esquivar para algum lugar algures na China.

— Vocês, não! — Elliot corrige. — Aqui o meu cunhado é que conhece um pub bem interessante na zona sul e tem umas garotas do pole dance bem interessantes que adoraria conhecer... — dou um pataleco na parte posterior da nuca dele em reprovação ao qual vem xingando. — Ai mano isso dói, cara! — resmunga passando a mão na região.

— Alguém tem que lembrá-lo que está saindo da porta com placa solteiro para entrar na que fala casado! — relembro tomando um ar sério que se perde em um riso abafado.

— Vou casar, mas não ficar cego!

Reviro os olhos com essas palavras e assim que saimos do elevador rapidamente seguimos o tal restaurante próximo da Grey House, não sendo necessário usar um carro para a deslocação. Chegando lá Ethan e Elliot vão indo na frente enquanto recebo um torpedo no celular de Anastacia e sorrio.

Hoje me roubaram de você e creio que só nos voltamos a ver amanhã!
Não se preocupe comigo, pois Violet garante que me deixa em meu apartamento com segurança devida.

— Anastacia Steele

Só amanhã? Mas isso é muito tempo sem a ver de novo, srta. Steele!
Tem a certeza que sua amiga estará em condições favoráveis de dirigir um carro? Creio que vou avisar Sawyer para se prestar ao serviços.

— Christian Grey

Amanhã, sim! Terá que ser paciente sr. Grey
E não vem com a sua possessividade, não vou querer motorista nenhum! Se insistir farei pior!

— Anastacia Steele

— Christian vem almoçar ou vai ficar nessa troca de mensagens até à hora do casório? — a voz do meu irmão me faz erguer o olhar e guardar o celular no bolso interno do palitó.

— O que vocês pediram? — pergunto ao puxar a cadeira e sentar com eles.

— Ethan pediu um prato de lasanha de frango, espero que não se importe. — ele pousa o guardanapo sobre o colo.

— Desde que cheguei em Seattle ainda não tive oportunidade de comer e depois comidas dessas todas sem graça terá muitas amanhã.

Elliot começa a gargalhar e estreito o olhar não percebendo de onde partira a piada. Mas ele me dá uma cotovelada no braço e fico mais confuso ainda.

— Grey descontrai! — incita ele. — Você é sempre tão tenso, puxa nem parece meu irmão.

A desgustação se prolonga em maior clima de conversa animada. Elliot continuamente contando as muitas ideias que tem para surpreender a futura esposa. Ethan logo vem avisando em ar sério de que ficaria de olho nele e no bebé que a irmã estava esperando, mas o esperto do meu irmão logo muda a posição das palavras a seu favor, usando o discurso Mia.

— Fala sério estarei de olho gordo em você, hein? — sorrio torto ajudando nessa, pois também estou de olhos bem atentos.

— Garanto para vocês dois que Mia é tudo o que é mais importante na minha vida, então calma! — aquieta com um gesto da mão, enquanto a outra leva a taça de vinho ao encontro dos lábios.

Terminado o almoço descontraido rapidamente precisei regressar à empresa já que iria correr contra o relógio em mais uma reunião importante com uns investidores intrigantes que parecem demasiado mesquinhos, mas que lido bem. Afinal sou Christian Grey, eu dobro o mundo inteiro se necessário, mas fecho negócio.

~*~

Chega a prometida noite que mais desejei que corresse contra o relógio para que o dia seguinte viesse voando, pois me mantinha mais ansioso que nunca para ver Anastacia de novo. Elliot e Ethan logo me vem encontrando no Escala e saimos juntos com Taylor para o tal pub, que era não mais que um clube nocturno que me vi arrependido em entrar, pois as mulheres não largavam do meu pé, sempre soprando no meu ouvido convites insinuosos e sexuais.

Mais na frente um espetáculo de pole dance inicia e fico estreitando o olhar à mulher que escorrega dançante no varão longo e esguio. Elliot começa assobiando todo louco, talvez porque a dose de álcool que o acompanha na mão esteja surtindo efeito devido. Já Ethan se mantém mais por demonstrações silenciosas, até que sinto uma mão tocar um ponto proibido de mim e estremeço no mesmo lugar, pois só permito Anastacia me tocar desse modo. Ao me virar cerro a boca numa linha rígida, já tentando ser o intimidador, mas a mulher na minha frente sorri. "Merda, Susi" digo mentalmente ao lembrar que era uma antiga submissa, uma que tive antes de Leila.

— Você por aqui? — ela vem perguntando surpresa. — Não sabia que agora frenquenta esse tipo de lugar, sr. Grey!

Pigarro ligeiramente me afastando do meu irmão, para que não escute esse tipo de comentários, apesar da grande confusão sonora que se instalara. Susi me acompanha e ao ficarmos mais isolados do som. Cruzo os braços por cima do peito e lhe respondo:

— Não lhe devo satisfações, Susi! — uso o tom imperativo, mas cesso a rudez das minhas palavras ao dar um novo pigarro. — É a despedida de solteiro do meu irmão.

— De fato, não me deve nada! — confirma enrolando uma mecha negra no dedo. — É bom voltar a vê-lo, depois de tanto tempo. Continua igualmente gostoso... — a sua boca vem aveludada ao encontro da minha pele, mas afasto com um movimento brusco.

— Daqui você não tira nem mais uma lasquinha, então circule! — novamente volto a usar o tom dominador, mas tem mulheres que não entendem quando estão pisando no vermelho. — E quanto ao toque de à pouco, não torne a repeti-lo! — alerto saindo da sua frente.

Tem coisas que às vezes julgo que forma de uma outra vida e elas continuam exatamente no mesmo lugar, me atormentando o tempo inteiro. Logo hoje tinha que encontrar uma conhecida com ligações ao meu passado escuro. Definitivamente é por isso que não queria vir nesse lugar, para não ter essa merda desse tipo de encontros.

Saio imperativo na direção do bar e peço uma dose de whisky para aliviar a tensão momentanea e viro o copo numa única vez, de novo peço outra dose e me é servido outro igual com pedra de gelo. Assim continuei bebendo para esquecer esse pequeno fantasma do meu passado. Meu irmão ainda me veio puxar pelo braço para divertir e confesso que nem eu mesmo sei o que estava fazendo no momento, pois sentia que o meu corpo estava tomado por uma dose incontroladora de álcool, me deixando relativamente mais eufórico que o normal.

— Vai Christian solte a franga que tem dentro de você! — ordena Elliot tão perdido de bebado quanto Ethan ao lado tombando em cima de umas mulheres peitudas.

— Err, vocês dois já excederam a cota! — alerto mesmo para lá do sóbrio.

— Até parece, foram só umas cervejinhas, umas tequilas salgadas e uma vodka! — informa Ethan tentando contar pelos dedos.

— Esqueceu o whisky! — o meu irmão faz a observação gargalhando igual um moleque e tomba no chão de bunda ao qual estendo a mão para o puxar para cima. — Fala sério, beba mais uma rodada com a gente, deixe dessa merda, Grey!

— Elliot, não! — nego tentando manter uma expressão séria na sua frente. — Acho que já deu para você também, não é irmãozinho?

— Deixe de ser careta! — resmunga ele soltando o braço da minha mão. — Vou casar, vou ser pai... pelo menos posso ter a minha última noite?

Rendo erguendo as mãos ao alto e ele sorrindo feliz da vida, acaba subindo em um palco e dançar com a stripper quase nua. Rolo os olhos tentando não ver mais que o necessário.

~*~

Acordo com claridade me batendo no rosto, já para não falar que sinto a cabeça num estado bombeante que mais parece uma bomba contando os minutos para estoirar. Ao levantar da cama, peço a Gail para me servir um café bem forte, pois não queria que Anastacia me visse com esse aspeto horrivel que me sinto. Assim sendo enquanto ela preparava tudo na cozinha, fui no quarto para tomar um banho e me arrumar para o casamento, antes que perdesse a hora, sendo que já acordara tarde.

Uma vez pronto na frente do espelho enquanto aperto a gravata cinza, percebo um melhor aspeto qua ao que tinha ao acordar e sorrio feliz, pois não ia gostar nem um pouco ter que mentir para Anastacia.

Vou para a cozinha ainda apertando os botões da mangas e sento numa das cadeiras altas.

— Sr. Grey o seu café está servido! — informa Gail ao pousar uns biscoitos na bancada.

Absorvo o café com gosto e como dois biscoitos me levantando à procura desesperado pelo iPhone que não fazia a menor ideia de o onde o havia deixado na noite passada. A minha governanta nota o meu desespero e levas as mãos aos quadris me encarando séria ao qual erguo a sobrancelha para ela.

— Porcura por isso? — ele ergue o aparelho no ar ao tirá-lo do bolso e me o estender. — Fique sabendo que o achei caido no lado de dentro ao seu escritório!

— Obrigado, sra. Jones! Juro que não lembrava mais onde o havia deixado... — a minha voz sai num lamento baixo e embaraçoso.

— Não se preocupe, sr. Grey! Tem vezes que se deve divertir!

— Sr. Grey o carro está pronto! — Taylor aparece saindo do elevador todo engravatado para me acompanhar. — Sra. Jones! — eles trocam olhares que sorrio torto ao esquivar para o elevador.

— Se quiser pode levá-la ao casamento! — digo desprovido de formalidades para Taylor que ao escutar minhas palavras começa a ficar sem graça e a pigarrear.

O percurso se toma em plena tranquilidade até ao bairro onde Anastacia vive e assim que o carro para, peço a Taylor para me esperar enquanto ia subir. Ele assente no seu lugar apenas com a cabeça.

Ao chegar nas portas fico agradecido por um casal jovem estar de saida que aproveito a porta semi-aberta para entrar e então pegar o elevador até ao apartamento de Anastacia. Enquanto subo até ao andar dela, procuro as chaves que Kate me havia liberado certa vez e vou na ideia de lhe porporcionar uma surpresa agradável. As portas se abrem e vou em um passo discreto para a porta rodando a chave com cuidado e pronto o caminho está livre.

Havia silêncio prolongado e isso me levou a pensar que Anastacia ainda estaria dormindo, então fui no quarto meio sapeco, tendo máximo de cuidado com os pés nesse soalho inimigo. A porta se mantinha entre-aberta, cama desfeita e arqueio a sobrancelha não a vendo ali. Entretanto a isso um outro som me deixou intrigado e era de alguém vomitando.

Corri para o banheiro e dou com Anastacia debruçada sobre o vaso sanitário ao qual auxilio pegando os seus cabelos em minhas mãos. A minha expressão é tomada por uma súbita preocupação que ela ao se levantar vacila um pouco e a seguro de imediato na cintura garantindo sua sustentabilidade.

— Está tudo bem? Está sentindo alguma coisa? — pergunto intrigado.

— É só um mau estar passageiro, acho que foi das porcarias que comi ontem... — diz ela ao rodar a torneira da pia e lavar a boca e rosto.

— Devia comer alguma coisa! — aconselho. — Vou preparar alguma coisa para você. — me ofereço querendo mesmo cuidar dela, pois a acho pálida demais e isso está me deixando absolutamente preocupado.

— Não precisa de nada, eu já comi uma sanduiche à pouco! — atesta saindo do banheiro de volta ao quarto.

— Devia comer de novo! — insisto de braços cruzados. — Não é bom andar de estômago vazio.

— Me deixe arrumar, já como alguma coisa ligeira... — pede ela parecendo meio estranha.

A seguro pelo braço, a puxando para mim. Obrigo os seus olhos auzis a olhar incidentes nos meus e procuro um furo de verdade em suas palavras que no fundo sinto que me esconde alguma coisa. Alguma coisa que não está me contando por sentir medo do que lhe possa dizer ou reagir.

— Está mesmo tudo bem? Não está escondendo nada de mim, Ana?

Ela bufa impaciente me soltando e entra no closet e isso me deixa pensativo ao sair do quarto.

Notas finais
Gostaram? Deixem vossos comentários, pois quero saber o que acharam dessa despedida de solteiro e noite de rapazes. fantasmas apareçam, sou um amor de pessoa e adoro um oi. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Até ao próximo capítulo, Lucy.