Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço os comentários ao capítulo anterior, realmente peço desculpa pela demora, mas já tenho afirmado que o meu tempo para escrever e postar está curto, então... peço paciência da vossa parte e perdão por não sair sempre do jeito que gostaria. Mais um capítulo para vocês, lindas ♥ Boa leitura,

Pov. Narrador

Há beira de um ataque de nervos estava Elena que regressava para casa após uma estadia de quase uma semana na clínica privada. Ela acabava de receber uma ligação do tal amigo do blogue de fofocas lhe informando que Leila nunca o contatara para se encontrarem. Por outro, lado também recebia uma mensagem de alerta de um conhecido da GEH que lhe dava a conhecer que Christian já sabia do desfalque. Definitivamente o dia de Elena não tinha motivos para correr bem, ela estava começando a perder a paciência, gritando com todo mundo, incluindo sua empregada que quase sofrera com um jarro na cabeça, mas que fora astuta se desviando e ficar longe da loucura da patroa que parece fora de si.

— LEILA ME PAGA! — grita furiosa quebrando imensos porta retratos sobre comodo da sala. — CHRISTIAN E ANASTACIA TAMBÉM! — de novo atira outro objeto, dessa vez uma estatueta que o seu ex-marido oferecera no seu aniversário.

— Sra. Lincoln! — o motorista fiel de Elena chama atenção da chefe.

— O QUE É? — fala em maus modos se virando para o pobre coitado.

— Tem uma pessoa que deseja falar com a senhora! — informa.

— E O QUE FAZ AI PARADO? MANDA ENTRAR CRIATURA!

Ainda se ambientando com o cenário de guerra Jack Hyde vai dando as caras e fica de olhar arregá-lo quando encontra a amiga num estado de nervos impossivel. Tanto um quanto o outro tinham fortes motivos para separar o casal, já que ambos nutrem vontade de ter partido de cada um deles.

— Confesso que fiquei sabendo do seu episódio e lamento se não a fui visitar no hospital, mas como deve calcular, devemos não levantar suspeitas!

A loira simplesmente afasta uma mexa da frente dos olhos olhando para Jack com sorriso presunçoso. Eles haviam começando uma amizade à relativamente pouco tempo, desde a vez que se cruzaram na entrada da SIP e Elena lhe contara o seu pequeno segredo e vontade de separar o casal. Óbvio que Jack ficou feliz com a proposta e desde então tem agido tal como o combinado.

— Não se preocupe, como vê estou bem! — afirma ela, não sendo isso relativamente verdade, já que seu rosto continua necessitando de uma plástica. — Lamento pelo fato de tê-lo deixado de lado nessas últimas semanas! — diz ela sendo falsa, já que não se preocupa com ninguém, só consigo mesma por ser totalmente egocentrica. — Tentei separar o casal, mas parece estar complicado... digamos que a mulher que contratei não soube fazer o trabalho direito e creio que precisamos agir por nós mesmos, meu querido Jack! — diz ela se aproximando dele.

— E o que está pensando em fazer, cara Elena? — pergunta com os seus olhos postos nos da loira malvada. — Sabe que desejo ter Anastacia para mim... — ela corta.

— Claro que sim, eu desejo Christian! Você terá que ir mais longe, meu amigo...

— Como assim?

— Ora meu caro a seduza, não me diga que perdeu seu charme! — ela o induz ao circundar os braços na volta do pescoço dele.

— Você sabe que ela me despreza, mas confesso que tem algo que desejo muito fazer com ela... — o seu sorriso se torna presunçoso e Elena o beija. — Digamos que os dias do casal possam ficar contados, agora só me dê tempo para bolar o plano direitinho e atacá-la no momento certo! — ela começa a gargalhar.

~*~

Pov. Anastacia

Duas semanas depois...

Christian continuava quieto dormindo nessa larga cama, somente coberto com o lençol sobre o corpo desnudo. Como havia acordado primeiro, me deu uma forte vontade em deixar um rasto de beijos por seu tronco delicioso, de forma a despertar a fome sexual que queima dentro de mim. Já que acordara na vontade e por mais que a gente tenha transado ao cair na cama pela noite, queria de novo repetir, não importa que horário seja. Ele ainda começou a grunhir alguma coisa inaudível, só que ignorei e continuei o beijando até descer o seu umbigo e puxar o lençol que esconde o seu membro já ereto, pulsando louco para os meus olhos que se abrem mais ainda com a visão libertina. Mordo os lábios deliciada e sem delongas começo o chupando lentamente, tentando sempre ocupar ao máximo minha boca com o seu magestoso membro, que apesar de grande me sacia perfeitamente. Só que quando acho que estou sendo surpreendente com a minha iniciativa, acabo sentindo me puxarem os cabelos com força, é ai que dou conta de que o havia acordando. Oh sim, acordado lindamente.

— Hum, bela forma de falar bom dia... — sussurra ele baixo a meio a um gemido que solta.

Não lhe respondo por ter minha boca demasiado ocupada, já que estava chupando o seu membro duro e pulsante. Oh sim, altamente aceso, duro como gosto e excitável. Nem imagina o quanto isso me deixa excitada também. A minha mão na minha intimidade acariciando esses lábios do meu clitóris, estimulando até sentir aquele liquido correr entre minhas pernas. Claro, prazer.

— Deixe eu sentir, amor me dá sua buceta! — ordena.

Faço um beicinho mudando a posição onde estou e lhe dou uma visão acesa da minha intimidade, para que se delicie graciosamente. E assim sendo logo sinto uma dupla invasão no meu sexo, sensação de dedos me penetrando, língua afiada lambendo. Incrivel, como isso me faz ter um orgasmo atrás do outro. Tão desinibidos e sem controle. Meu corpo é um traidor do pior, já nem me obedece.

— Tão molhadinha... tão deliciosa... tão salgadinha... — urra, com pausas regulares.

— Oh sim, Chris... tão... — gemo rebolando para ele.

A sensação é melhor ainda por ter os seus dedos no interior dançando com os meus movimentos suaves e sedutores. Já para não falar da sua língua ávida que suga tudo até à mais pequena gota do meu gozo me deixando seca, mas só por alguns segundos, pois logo uma avalanche de prazer vem transbordando rapidamente.

— Me fode, amor! — peço sentindo um arrepio na espinha, me contrair inteirianha sobre ele. — Isso, oh... — fecho os olhos tombando bamba sobre o seu corpo, minha mão sobreposta em seu membro ainda muito ereto, mas transbordando sémen, já que não havia parado um segundo sequer de o masturbar.

— Isso, vai, quica para mim, baby! — ordena e começo quicando gostoso, roço os meus seios no seu tronco.
O meu corpo espasma louco, minha intimidade começa gritando, uma sensação de ardor.

— ME FODE, CHRIS!!! — ordeno não aguentando muito mais tempo dessa tortura deliciosa.

O meu corpo arde em chamas, se espasma sem controle e rebolo para sair de cima dele que fica me encarando em desilusão. Faço uma careta e me coloco de pé em cima da cama. Christian ergue o olhar me observando e danço divertida o provocando. As suas mãos atrevidas vem ao encontro da minha pele, mas dou um pulo para o chão fugindo dele.

— Quer brincadeira, é? — pergunta em risos pulando da cama igualmente. Pareciamos duas crianças descobrindo o mundo do sexo, esse mundo de pecado.

Apesar da imagem que me porporciona me arranque imensas e desinibidas gargalhadas e é delicioso o jeito de como ele vem todo duro pulando com o seu membro saltitante para me pegar. No entanto, ele acaba me pegando pelas costas e encurrá-la contra a parede do quarto me deixando um rasto de beijos na clavícula ao qual arfo um pouco de ar, apesar de ofegante e com o coração a mil nessa batida descontrolada.

— Faz isso, não... — imploro, mas ele vem subindo suas mãos tateando por meu corpo e as expande prendendo as minhas mãos contra a parede fria que toca os meus seios, os esmagando consequentemente. — O que fará comigo, vai me possuir aqui? — pergunto gemendo baixo.

— Não dê ideias, você acordou o meu animal, Steele! — sorrio torto com o modo de como me chama e empino a bunda para ele, se é para provocar o seu animal que assim seja. — Oh essa bunda, eu te vou foder como nunca!

Mordo os lábios com as suas palavras e logo sinto o seu membro duro entrar na minha intimidade sem cortesias e suavidades, mais duro, forte e avassalador. O meu corpo logo vibra com a forma de como ele me possui, de como me faz tremer em suas mãos. Ele começa a movê-lo com força na minha intimidade, estocando com maior violência ao qual me fora habituando e que até parece dor, mas uma dor que acaba sendo oculta por prazer.

— OH CHRIS, ISSO... — gemo tombando a nuca para cima do seu peito suado, grudado em mim. — com mais força meu... oh...

Christian cede ao meu pedido com estocando com mais rapidez, com intervalos mais curtos e logo começo a sentir um puxão abaixo do umbigo que iria resultar no meu puro orgasmo. Mas não lembro do número quanto, porque perdi a conta às vezes que gozei essa manhã com o poder desse meu homem que eu amo, sim.

— Está sentindo? — pergunta rouco junto ao meu ouvido.

— Hm... — gemo em resposta me faltando as palavras para exprimir o quanto é delicioso e libertadora a sensação. — Qu-er-ro to-cá-lo... — peço me sentindo com dificuldade em articular direito as palavras.

Ele sai de dentro de mim repentinamente e quase que de forma indesejada, já que meu próprio corpo se adaptara tão bem à sua presença preenchedora. Contudo, Chris simplesmente o faz para que possa ficar de frente para ele e me vem beijando com fervor, um ávido fervor que me faz abrir a boca involuntariamente e deixá-la ser invadida por sua língua furiosa, tocante e invasiva.

— Hm... — gemo de novo o tocando, tocando o seu sensível corpo ardendo de prazer, lúxuria ativa e excitação intensa.

Novamente sou invadida de forma inesperada por seu pau em minha intimidade agora mais escorregadia e consequentemente molhadinha, porque ele é capaz de arrancar sempre os meus melhores gozos sem esforço. Me arrisco a dizer que me faz gozar somente com sua voz tão masculina e atraente.

Cravo minhas unhas em suas costas com muita força e subo minhas coxas as prendendo na volta do seu quadril, para que a penetração seja mais ritmada e intensa. Ele por sua vez encaixa as mãos abaixo da minha bunda, apertando as nádegas é certo, mas ainda assim me deixando segura a si e desencosta da fria parede. Os meus olhos ficam atentos ao caminho que traça e é quando vejo aproximação à cama ao qual me vem deitando sem pudor e fico abaixo dele.

— Tão perfeita meu amor... que visão...

Ele se indireita ainda com o seu membro dentro de mim e alarga as minhas coxas para cada lado com ajuda das suas mãos sobre meus joelhos fazendo pressão. Mordo o lábio inferior o olhando, meu pensamento muito preverso e Chris dá uma estocada repentina o que me faz estremecer, fazer meu corpo lhe fugir para ficar mais longe dele. Só que o meu homem é muito intenso e não deixa barato. As suas mãos vão logo puxando meu quadril mais para si, o prendendo melhor contra o seu membro me preenchendo totalmente no interior do meu sexo transbordando uma lubrificação intensa.

— OH CARALHO, ISSO BABY ME APERTA, OH QUE DELICIA... — urra semicerrando os olhos com as minhas contrações, sim o meu corpo está me traindo, ele está lhe dando prazer.

Christian infringe uma outra estocada avassaladora em meu sexo, de novo gemo, gemo ainda mais alto e aperto meus seios com a sensação invasiva e deliciosa do seu pau me atacando furioso. De novo volta a repetir a sequência tornando isso quase que uma tortura arriscada e quando sinto que não vou aguentar mais, ele me puxa para o encontro dos seus braços.

— OH ANA, OH BABY, VOCÊ ESTÁ TÃO MOLE! — urra contra o meu ouvido.

O meu corpo respondia com espasmo às palavras do meu Christian, mas minha voz essa só interior para gritar o quanto o desejo, queria mais, mas o meu corpo parece cansado, na verdade mole demais. Então rapidamente chegamos no clímax e Christian me deitou de novo nesses lençóis até me sentir de novo apagar.

~*~

Abrindo os olhos sinto um cheiro intenso a café e torradas, levanto puxando o lençol para cobrir meus seios e encontro uma bandeja preparada para mim. Igualmente um bilhete escrito com uma caligrafia que reconhecia perfeitamente, pois só podia pertencer a um único homem.

"Não a quis acordar, parecia tão cansada que decidi pedir à sra. Jones para providenciar o seu café da manhã, apesar de já não ser muito cedo. Espero vê-la no almoço. -CG"

Suspiro desiludida por ele ter saido sem me avisar, me deixando nessa cama sozinha, mas é um fato de que ele ontem tinha me lembrado que tinha uma reunião inadiável essa manhã, apesar de ser sábado. Então sem rodeios para mais pensamentos me possam deixar deprimida, começo a comer essa comida deliciosa e cheirosa. Não sabia ao certo por onde começar, já que tinha café, suco de laranja, torradas, morangos e cerejas, uma barra de cereal e doce.

— Ele quer me engordar isso sim! — digo para mim mesma prendendo os cabelos num coque desajeitado e pegar um morango da taça lhe dando uma mordida.

Contudo, escuto o meu celular tocar e ainda com a boca ocupada pelo morango o pego no criado mudo, o tirando da carga e atendo. Era Mia ligando.

— Oi! — cumprimento ainda de boca cheia, apesar de ser má educação segundo as boas palavras da minha mãe. — Tão cedo ligando? — atrevo a pergunta, mas só porque nem fora capaz de olhar a hora.

— Oi cunhadinha! — o seu cumprimento me faz rir. — Está brincando, cedo coisa alguma... — reclama. — Você é que é uma safada que não larga a cama e faz coisas que nem vou começar falando, porque não quero imaginar meu irmão... você sabe... — pisco os olhos algumas vezes com o processar imediato de palavras. — Enfim, hoje é meu aniversário e quero você e Chris na minha festa!

— Parabéns!!! — digo sem pensar, já que não fazia a menor ideia.

Christian nunca me fala a data dos aniversários de ninguém, nem o dele eu estou sabendo. Hum, é caso para eu investigar, ou então posso sempre usar os metodos mais tradicionais que é recorrendo à familia. É, sou mulher para perguntar para Grace, mãe dele ou Mia já que somos como irmãs.

— Se Christian quiser, vou sim! — digo.

— Não, nem que o meu irmão faça um xingo do além, mas vocês tem que vir, vem todo o mundo! — Mia parecia empolgadissima com a festa. — Há, antes que esqueça tragam máscaras, digamos que é um baile diferente e vai ter um desfile da minha primeira coleção!

— Com todo esse argumento estou com fé de que seu irmão não terá saida se não aceitando! — afirmo concordo. — Um desfile, mesmo? Estou ansiosa para ver os seus novos modelos!

Mia realmente é um talento muito promissor, faz ótimas criações e não fossem elas demasiado requintadas, eu mesma as usaria. Só que gosto de algo mais simples, de não dar muito no olho, apesar de se for para chamar atenção de um certo cara ai, não preciso nem sequer ficar vestida.

— Aliás meio que você podia desfilar, mas isso é pedir demais, não? — estreito o olhar pensando comigo mesma se seria uma boa ou má ideia, mas não sei. E se simplesmente caisse no salto? O vestido fosse ajustado demais? Fico horrores de nervosa com todos os mil olhos em mim.

— Não levo qualquer jeito para desfilar numa passarele, cunhada! — respondo.

— Tudo bem, eu arrumo candidatas para o desfile é só falar com Elliot que ele faz uma seleção básica!

Começo a gargalhar imaginando Elliot como jurado perfeito, fazendo seleção de mulheres bonitas para desfilarem seus corpinhos magros com as roupas produzidas pela irmã.

— Bom, não irei roubar mais tempo e não esqueça logo na mansão Grey! Apareçam cedo, seus safados! — avisa antes de desligar.

Após encerrar a ligação volto com toda atenção ao meu café da manhã pausado e como uma torrada a enchendo de doce, tomo um gole de café. Estava realmente faminta.

Instantes depois de estar literalmente comida, vou para o banho e tomo uma habitual ducha tranquila, com alguma exploração e faço a derradeira depilação, apesar de começar a ter minhas dúvidas em se não devia ir na depiladora de algum salão, mas havia um lugar, na verdade adorara o atendimento de Franco no Esclava, nunca mais lá voltei, porque enfim, a dona não me inspira confiança e além que a odeio por ser uma terrivel pedófila. "DEVE COMEÇAR A PROCURAR OUTRO LUGAR" o meu subconsciente opina me lembrando de tomar uma opção, como se não estivesse relativamente lembrada. A minha deusa nem ai para nós, somente procurando a máscara perfeita para a sua noite.

Indo para a sala encontro com Christian saindo do elevador e meio que sorrio me pendurando nele assim que nos encontramos. Devolvo um beijo nos seus lábios, ao qual vem retribuindo com alguma intensidade, só que antes que viesse querendo troca acesa de linguas, o travo e me apoio em bico de pés o olhando séria, mãos nos seus ombros. Ele ergue a sobrancelha como confuso, gravata meio afroxada.

— Amor porque nunca me falou qual era a sua data de aniversário?

Notas finais
Gostaram? O que tem a dizer dessa dupla de vilões? É para tomar cuidado? E esse bom dia do casal? Teremos festa se aproximando, gente aviso que coisas podem acontecer nessa festa de aniversário... convido todos a comentar, para saciar a curiosidade mais rapidamente. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Até ao próximo capítulo, Lucy.