Notas iniciais
Olá meninas ♥ Quero agradecer do fundo do coração todos os comentários, pois me deixaram muito feliz e carregada de inspiração. Também quero pedir desculpa às pessoas que fiz esperar, mas é que andei ocupada e só hoje estou fazendo a nova postagem. Se correr tudo bem no final de semana terá mais. Eu sei que tem gente ai roendo de nervos pelo que está para acontecer, mas acreditem esse capítulo está carregado de emoções e vai acabar numa parte que vão todas querer devorar mais e muito mais... e compreendo, porque gosto instigar meus leitores, quero que vocês sintam o que acontece com os personagens e desejem entrar na história para acabar com os vilões. Aos fantasmas volto a pedir para aparecerem e comentar, não mordo, ok? Até sou um doce de pessoa e podem perguntar para as minhas lindas leitoras se não é verdade. :) Deixo as notas finais para vocês lerem, sim? Sem delongas o capítulo 50 e as tretas vão começar novamente... Boa leitura,

Pov. Christian

Anastacia havia adormecido pouco tempo depois do nosso ato triunfante, e apesar de me sentir exausto, não conseguia pregar olho, estou com os pensamentos a trezentos porcento. Me deixei ficando por observá-la nua e deitada sobre meu peito. Brinco com os meus dedos em sua pele sensível, desenhando círculos em suas costas lisinhas. Não faço a mínima ideia para que horas possam ser, mas pelo pouco que posso ver do exterior ainda é madrugada.

A dada altura lembro de um fato, algo que me andou fazendo querer perguntar algum tempo e novamente Anastacia sempre vem evitando esse assunto, mudando para outro completamente aleatório como se temesse abrir o jogo comigo. Só que de hoje não passa, eu preciso saber, afinal a gente transou sem camisinha e coisas podem acontecer. Surpresas podem surgir ao qual nunca estamos à espera.

Ela começa a se mexer ligeiramente, grunhindo alguma coisa inaudível e ligo a luz do abajour para encarar seu rosto ainda de olhos fechados.

— Desliga isso... — reclama virando o rosto para o outro lado.

Até seu mau humor é sexy.

— Ana... — sussurro seu nome acariciando os seus cabelos com ternura. — Amor... precisamos conversar... — peço obrigando-a a encarar o meu rosto. E ela simplesmente abre os olhos ainda sonolentos e boceja gostoso. — Você está legal? — ela rebola para tombar ao meu lado ficando de bruços na cama, olhar concentrado em mim.

— Do que você quer falar a essa hora que está tão tarde? — fala meio reclamona, mas até sua voz é perfeita assim.

— Amor sei que não deve se sentir muito confortável com esse assunto, mas a gente precisa falar... — ela estreita o olhar formando uma ruga de expressão. — A gente nunca falou sobre isso, mas já são precisas duas vezes que acontece em que transaramos sem usar camisinha... — ela me interrompe.

— Há isso...! — ela fala com admiração suspirado em alívio logo de seguida para meu espanto. — Amor não se preocupa com isso, sério... não tem como ficar grávida!

— Não?! — questiono confuso. — Como não? Você nem toma a pílula pelo que vejo...

Começo a ficar preocupado, será que ela não valoriza tanto assim a contracepção.

— Tomo injeção simestral! — diz calma, mas logo baixa o olhar como se me estivesse escondendo mais alguma coisa de mim. — Chris... eu tenho uma coisa para lhe contar! Em parte isso explica porque eu tomo a injeção!

Ajeito melhor na cama para ficar com toda a minha concentração nela.

— Só minha mãe está sabendo dessa história, pois nunca tive coragem em contar para o meu pai, senti vergonha, sabe? Uma vergonha imensa para lhe contar que havia sido vítima de bulling na escola!

Senti um soco em meu estômago tão forte ao escutar isso da sua boca. Nunca imaginei que a mulher na minha frente, mulher essa que está fazendo apaixonar todos os dias um pouco mais, havia sofrido tanto na adolescência. Nunca me passou por minha cabeça tal coisa, sempre a achei uma pessoa tão feliz, sem problemas com os outros, diferente de mim que tive uma infância traumática e cheia de excessos rebeldes.

— Na época tinha uma turma de meninas que sempre vinham pegar no meu pé, me chamando de nerdizinha dos livros. Em certa parte porque sempre me via pegada no meu romance favorito... — sorrio ao lembrar de Romeu e Julieta que me mencionara em determinado dia. — Naquela altura usava óculos de garrafão e elas cismaram em implicar comigo, me maltratando, me xingando o tempo inteiro por prazer.

Estreito o olhar cerrando os punhos que ela vem tocando com as mãos os descontraindo.

— Eu era gordinha também... — começa a corar. — e a determinda altura tomei uma decisão e decidi que iria mudar, mudar para que ninguém mais me xingasse. Foi então que deixei de comer, me limitando a passar um pouco de fome, somente ficando por peças de fruta ligeiras e passados alguns dois meses os resultados foram visíveis.

Não me via imaginando Anastacia ousando provocar essa maldade a si mesma, ousando maltratar seu próprio corpo por conta dos seus complexos e da crueldade a que fora sujeita. Só porque alguém fora altamente cruel arruinando toda a sua autoestima.

— Minha mãe descobriu e brigou comigo... eu ignorei seus avisos e continuei seguindo minha ideia, porque me sentia bem, sabe? Não era mais alvo do mesmo bulling que antes, as pessoas até já me olhavam de outro jeito.

Os meus olhos correm o corpo inteiror de Anastacia. É impossivel imaginar que essa mulher tão linda e sensual fora tão diferente.

— Só que um dia, minha mãe foi chamada na escola pela diretora! Ela lhe falou que andava me achando doente, mais pálida que o habitual e aconselhou um acompanhamento de psicólogo para mim... mas nunca fui em nenhuma das sessões de terapia e até hoje minha mãe julga que sim.

— Você tem noção do quanto se colocou em risco devido a essa brincadeira? — protestei não conseguindo mais continuar calado.

— Agora tenho, Chris... mas na época achei a coisa mais banal e não dei importância alguma! — responde olhando nos meus olhos. — Já estava anorética quando percebi o grau de gravidade da doença, a minha menstruação deixou de vir e isso me preocupou, na verdade me deixou em pânico. Foi então que sendo seguida no ginecologista, comecei o processo de toma de injeções, diziam que era o tratamento mais eficaz para regular o meu sistema hormonal e de fato resultou, pois voltei a menstruar direitinho até hoje.

— Como eu queria que você não tivesse passado por isso, Ana... — seguro as maçãs do seu rosto me olhando olhos nos olhos. — se eu estivesse lá, você jamais teria passado por todas essas coisas ridículas... eu teria protegido você, mesmo sendo do jeito que fosse, eu ia estar ao seu lado.

— Mas não tive você antes, mas tenho agora... isso basta. — diz deixando um selinho breve. — Eu te amo! — volta a falar e respondo com um beijo mais intenso, aberto e apaixonado, a querendo deixar mais segura e protegida junto a mim.

~*~

Pov. Narrador

Bem cedo acordara Leila mais nervosa que o habitual para concretizar a sua parte do plano maluco de Elena em separar de uma vez por todas Christian e Anastacia. Ela se sentia meio relutante em levar a mentira em diante, só que assim que lembra do rosto da mulher que tomara o seu mestre, uma raiva interior surge e a confiança volta reinando em seu ego.

— Ele é meu, só meu! — diz para si mesma se encarando no espelho da frente da cama onde se mantinha manhosa pronta a levantar e começar a sua higiene. — Aquela lá vai aprender a não se meter no meu caminho! — volta a dizer fazendo um sorriso malvado.

Leila desfila para o banheiro e tomar um banho e preparar toda para sair na tentativa de surpreender seu mestre como sempre chamara. Agora mais com a menitra do filho. Se bem que Leila nunca fora a favor da procriação, por achar algo muito asqueroso e que iria arruinar o corpo. Em certa parte relativamente a isso, Leila agradecia a deus por não ter conseguido engravidar, assim não ia perder as curvas que tanto dinheiro lhe rendiam.

Contudo, mesmo na farsa, valia a pena a tudo para tê-lo de volta, valia todo o risco. Pois sempre o amara, apesar de ser rejeitada e se sentia com raiva se vendo trocada por Anastacia que tal como Elena reforçara, é sua rival. Uma qualquer que não sabia o que mais tinha de diferença.

— Sinto muito, Anastacia não sei das quantas, mas esse homem já tem dona! — diz sorrindo para si mesma.

[...]

Momentos depois já com uma roupa lavada, desce para tomar café da manhã. Elena estava sentada na varanda tomando seu chá preto quando escuta uns passos nada discretos descerem a imensa escadaria do mansão de luxo.

— Achei que tivesse esquecido nosso plano! — diz ela em azedume habitual, pois é óbvio que não se importa nem um pouco com a morena, ela somente necessita de usá-la apenas para atingir seus fins.

— Claro que não! — Leila afirma inalando o cheiro de peixe. — Err, não tem mais nada que se coma...? — pergunta fazendo uma careta e tapando a boca para não vomitar logo ali, pois aquele cheiro era muito nojento.

Elena de fato tinha uns péssimos em comer comida crua logo pela manhã. Mais parecia peixe morto torrado ao sol.

— Vai na cozinha, procure que não sou sua empregada! — Elena responde rude. — E vê se apressa! A essa hora ele já está acordado de certeza e se estiver com aquelazinha melhor, a surpresa será em dobro!

— Puxa, dá para se acalmar? — Leila pede pegando um pedaço de torta de milho a devorando. — Eu cuido dele diretinho! — continua pegando uma fatia de pão com doce.

— Toma cuidado com o que come, não quero meu tapete persa sujo de sua baba!

~*~

Pov. Anastacia

Quando acordo com os raios de sol invadindo meu rosto me viro para o lado e toco no tronco de Christian ainda dormindo e beijo o seu ombro na tentativa de o acordar. Ele se mexe um pouco abrindo os olhos para mim.

— Bom dia, amor... — cumprimento de nuca suspensa sobre a palma da minha mão. — dormiu bem, hein? — pergunto meio manhosa trepando uma coxa sobre o seu quadril. — Hum, duro logo pela manhã... — sussurro entre dentes mordendo o lábio inferior.

— Hum, sua buceta também está quentinha, sabe? — diz sorrindo de canto e trata logo de com ajuda da sua mão penetrar seu membro duro dentro de mim.

— Então, melhor? — pergunta enquanto me aconchego a ele, enlaçando somente um braço na volta do seu pescoço e ele se move calmamente, mas faço um gesto para que pare e ele fica confuso.

Saio de dentro dele. Faço um gesto para que de deite de barriga para o alto, Christian cede ficando diretinho, de pau duro e ereto me esperando. Me levanto e encaixo uma perna de cada lado ao seu quadril e com cuidado tento acertar direitinho no buraco para que me possa penetrar rapidamente.

Assim que sinto aquele limite, começo a cavalgar em cima dele, com sua ajuda, claro, que se move ritmado. As mãos dele logo vem invadindo meus seios os apertando e balançando.

Sorrio levando as minhas mãos aos meus cabelos os bagunceando totalmente, porque gosto, gosto sim da sensação de revidar leoa na cama. Christian começa investindo mais curtado e forte, o que me faz gemer loucamente e tombo a nuca para trás arfando e gemendo seu nome.

— OH SIM... GEME MEU NOME, GOZA PARA MIM, BABY! — ordena rouco. — VAI BABY! — volta a ordenar e quico para ele descendo as minhas mãos e pousá-las na base do seu peito. Empinando a bunda consequentemente ao qual libera um seio para tapeá-la gostoso.

Meu corpo vibra com esse tapa delicioso e sem preconceito e ele vem novamente sem aviso me estocando louco, tão forte, tão violento que sinto logo meu corpo todo a tremer de excitação inebriante.

— CHRIS, MEU, MEU, MEU... — gemo procurando sua boca, que me vem devolvendo ao abraçar pela cintura e esmagar meus seios no seu peito e me perco nele novamente, vibrando, espasmando e sentindo, somente sentindo o seu poderosos charme, sua sexualidade forte e cativa. — Isso, oh assim, amor... tão bom, quero mais forte.... — os meus pedidos são recebidos com total consideração que logo vem forte novamente me estocando um, duas, três vezes seguidas e intensas sem parar para me fazer arfar direito.

— Quer mais? — pergunta. — DIZ ASSIM, QUERO MAIS, AMOR! — ordena corado, o seu peito colado no meu, sua boca quente e loucamente viciada da minha.

— QUERO MAIS, AMOR! — gemo tombando agora para cima do seu ombro o mordendo todinho.

Sinto aquela corrente intensa me consumindo interiormente, o meu corpo retraindo por completo, meu umbigo se mover involuntariamente sem controle e minha intimidade apertar o seu pau, oh sim, ele é tão duro, tão grande e me deixa tão preenchida. Os movimentos de vai e vem começam a ficar mais complicados de realizar, mas ele consegue abrir caminho ainda assim, me deixando invadida de uma nova lubrificação momentanea sem controle, porque meu corpo se viciou e não tem como não fraquejar.

— VOU GOZAR DENTRO! — diz ele urrando contra o meu ouvido, mordiscando o lóbulo da minha orelha sem pudor. — ISSO ME APERTA, QUERO SUA BUCETA GOSTOSA MAIS APERTADINHA!

— Por favor! — imploro pidona tombando a nuca, deixando todo o meu corpo arqueado para que ele veja o quanto me deixa rendida. — OH assim é demais... não para nunca... eu preciso... — gemo mordendo não sei quantas vezes mais os lábios, enterrar minhas mãos nos lençóis os querendo rasgar de tanta lúxuria.

Quando chegamos no ápice, sinto aquele liquido me invadir interiormente e saio dele urgentemente querendo que esse liquido fosse para a minha boca. Então enverti as nossas posições dando um delicioso 69, dando um prazer a dobrar de oral para ambos. Ele porque ficou com o meu sexo o podendo lambusar todinho, mordiscar os lábios, fazendo dele o que quisesse, e eu porque fiquei com seu membro pulsante todo para mim, em minhas mãos que logo enterrei todinho em minha boca, obrigando a superar meu limite oral. O chupei gostoso, investi do mesmo jeito, ou tentei para que parecesse que ao invés da minha boca, ele estaria investindo em minha intimidade.

~*~

Quando o Charlie Tango poisa no heliporto que existe no alto do Escala, Taylor não nos veio recebendo como habitualmente esperaria dele. Christian nem deu importância a esse fato. Contudo, sinto que tem alguma coisa de muito estranho se passando e isso meio que inquieta. Não sei explicar, um pressentimento ruim de que o meu dia vai começar mal.

— Amor, ele deve ter ido pegar alguma coisa para a sra. Jones! — diz ele me abraçando pela cintura assim que entramos na cabine do elevador.

— Hmm... podiamos continuar nossa party na sua cama, sabe? — digo meio safada, mas tem um fato de que estou muito ansiosa para continuar onde haviamos parado.

— Você está mesmo dizendo isso? — ele ainda pergunta e me prende contra a parede da cabine ao qual roço minha perna gostando da sua atitude. — Não precisa ser num quarto, sabe? — fala entre dentes enterrando sua nuca contra o meu pescoço destribuindo beijos nessa região sensível. — Podemos ir na minha sala, fodê-la em cima da mesa de sinuca... no piano...

Mas assim que as portas do elevador se abrem e vejo uma mulher morena se levantar nesse preciso instante, vindo em passos lentos na nossa direção meu corpo congela, fazendo perder toda a excitação inicial e Christian meio que reage virando instintivamente seu rosto na mesma direção que eu.

— Christian, meu mestre! — a mulher fala para ele e me pego observando o seu rosto que fica sério e estático. — Estou precisando de falar urgente com o senhor, porque aconteceu uma coisa... — diz ela passando alisar a barriga com a mão o que me faz arregalar os olhos nesse momento. — Nós iremos ter um filho, sr. Grey!

"Nós iremos ter um filho, sr. Grey" repito mentalmente ainda não acreditando no que acabara de escutar. O homem ao meu lado, homem que amo e me sinto num mar gigante de estreias, engravidou uma outra mulher? A sua ex-submissa? Não, isso não pode estar acontecer comigo, isso não pode ser verdade. Me digam que é um trote, por favor. Não aguento isto, sou fraca demais para esse abalo. "CALMA ELE PODE TER UMA EXPLICAÇÃO!" o meu subconsciente tenta colocar água na fervura. A minha deusa com os olhos rasos de água.

— Leila, como assim vamos ter um filho, se você sempre tomou a pílula que a Dra. Greene recomendou? — ele fala incrédulo. — Não é possivel, Leila!

Christian começa andar de um lado para o outro enquanto esfrega as têmporas.

— Ouve uma certa vez que me descuidei, senhor! — explica ela se apoderando da sua condição para se aproximar dele como se eu fosse a intrusa em suas vidas. — Quando percebi que estava grávida, já me havia rejeitado, lembra? — engulo em seco não conseguindo nem olhar para ambos. — Tenho aqui o exame que prova a minha gravidez! — diz pegando um pasta que posso ver baixo das minhas pestanas longas.

— NÃO É POSSÍVEL! — fala num tom de voz que me estremece e forço as minhas lágrimas para não cairem — NÃO VOU ACEITAR ISSO, QUERO QUE A DRA. GREENE A VEJA, NÃO TEM COMO ISSO SER POSSÍVEL! — ele continua irado e apresso a esconder meu corpo com os meus braços que se abraçam a mim mesma. — Não posso ser pai dessa criança! Isso não pode ser verdade! Não pode estar acontecendo comigo! Nãooo!

Ele está mesmo muito furioso e não para de andar para frente e para trás.

Notas finais
Gostaram? O que tem a dizer sobre a história de Anastacia? E esse instinto protetor de Christian? E essa Leila ora confiante e deterninada, ora com receio de ser detonada por seu mestre? E essa bomba que ela joga sobre a cabeça do casal ao afirmar que está grávida? O que tem a dizer sobre isso? Alguém aqui capaz de comentar? Dêem vossa opinião pessoal, estou anisosa para saber o que estão achando, opiniões. Fantasmas podem comentar, sim? Opinem igualmente como todas as outras meninas, nem que seja para falar eu não gostei... ok? Por isso aos 145 que acompanham a história sejam bem vindos a comentar, porque sei que nem metade é presente, então aproveitem que não é tarde, sim? Podem sempre aparecer comentando quando quiserem. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ e volto a referir que uma recomendação faria muito feliz e já para não dizer que volto voado a trezentos porcento. :) Então convenci alguém? Comentem muito, ok? Também sou favorável aos comentários. até ao próximo capítulo,